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Resenha Política : Resenha política-Robson Oliveira
Enviado por alexandre em 26/09/2012 19:40:43

Resenha política

Robson Oliveira

 

Suspeição

O candidato a prefeito da capital Mário Português (PPS-PP), indignado por não constar seu nome na variação da pesquisa num eventual segundo turno, ingressou na justiça eleitoral e conseguiu que a divulgação fosse suspensa. Não conhecemos os números nem os motivos pelos quais o nome do Português não foi pesquisado num eventual segundo turno.

 

Critério

É costume o instituto aferir as probabilidades no segundo turno apenas com os nomes dos candidatos mais bem postados na pesquisa. Deduzimos, portanto, que tenha sido esse o critério utilizado pelo Ibope no caso concreto para não constar o Português, do contrário cometeram erro irreparável. O Ibope sempre é contestado e colocado sob suspeição, mas tem acertado em Rondônia nas pesquisas divulgadas em eleições anteriores.

 

Inconformado

Mário Português anda inconformado com os percentuais divulgados pela mídia (os confiáveis e os desconfiáveis) porque o volume de campanha colocado nas ruas não tem correspondido com o esperado. É a campanha mais dispendiosa e mais massificada em impressos. O problema reside nos programas de TV e Rádio que são finalizados sem criatividade e sem clareza das propostas. A experiência bem sucedida do candidato no setor privado sequer é explorada, visto que com o aumento da perspectiva de vida da população a experiência sempre vai vencer o novo. Aqui não poderia ser diferente.

 

Chavões

É perceptível também o volume de campanha da candidata tucana Mariana Carvalho nas ruas de Porto Velho. Com o slogan do “novo” (de novo só a idade), a tucana concedeu uma entrevista no final de semana numa emissora local quando lhe foi dada a oportunidade de expor seu plano de governo. O que se viu foi uma exposição de chavões sem nada de concreto.

 

Patricinha

Com estilo “patricinha”, a candidata fala pelos borbotões e repete insistentemente que sua candidatura significa algo “novo”, no que pese exercer um mandato de vereança que agregou muito pouco de novo para melhorar a qualidade da produção daquele parlamento municipal.

 

Cacoete

Mariana Carvalho abusa do cacoete “eu costumo dizer”. Fala sobre tudo e todos os problemas da municipalidade da capital sem declinar como vai solucionar cada um deles. Segue um roteiro preestabelecido pela coordenação de campanha que, aliás, tem como principal mentor o ex-senador Expedito Junior. Além do papai ex-secretário de Estado da Saúde, ex-deputado federal, ex-vice-governador e ex-candidato a senador. O cacoete é novo, mas os gurus são velhos conhecidos do eleitor.

 

Especulação

Os críticos da candidatura de Mariana Carvalho especulam os nomes que ela poderá contar numa eventual vitória. Entre outros, conjectura-se: Expedito Junior na infraestrutura, Aparício de Carvalho na Saúde, Guilherme Erse na chefia de gabinete, Maria Silvia no Ipam, Odaisa Fernandes na Ação Social, José Guedes na Fazenda. Poderá ainda ser cobrada pelos apoios dos deputados estaduais Hermínio Coelho e Jean Oliveira. Verdade ou não, nenhum nome desses é novo na política nem solucionou os graves problemas que afetam a população nos cargos que exerceram. Mas são influentes na campanha e na candidata.

 

Bolha

Até então líder nas pesquisas dos principais institutos, a exemplo do Ibope (resultado de agosto), acendeu o sinal amarelo no comitê eleitoral do candidato Lindomar Garçon (PV). Observadores políticos começam a desconfiar que os números ostentados pelo candidato não passam de uma bolha pronta a ser estourada.

 

Fatal

É preciso ainda aguardar os novos números para uma melhor avaliação. Mas a luz amarela está iluminando a campanha de Garçon.  O momento é crítico já que parte considerável do eleitor da capital decide o voto na última semana e uma eventual queda entre uma pesquisa e outra provoca estragos na atual conjuntura. A ver.

 

Desencanto

Fátima Cleide não ostenta mais o mesmo brilho das disputas anteriores quando encantava parte considerável do eleitorado de Porto Velho, colégio eleitoral que a projetou na política. A campanha em curso revela um desencanto no discurso da ex-senadora e desconfiança com a reaproximação entre a candidata e o ex-desafeto e prefeito Roberto Sobrinho. Os embates públicos entre os dois chegaram ao eleitor e afetaram a campanha.

 

Utopia

Aluísio Vidal, candidato do PSOL, marca posição com um discurso mais ideológico e sabedor antecipadamente que suas propostas são vistas pela maioria do eleitorado como utópicas. Mas tem conseguido chamar a atenção de quem o escuta em todos os debates que participa. Psicólogo atento ao cotidiano sabe se expressar com facilidade e conseguiu um raro feito de descolar suas crenças evangélicas da militância política. Faz uma campanha franciscana sem muita ambição eleitoral.

 

Efeitos

Já o peemedebista Zé Augusto, inicialmente abandonado pelos correligionários, conseguiu mobilizar os caciques do partido para levar às ruas a campanha. A propaganda de TV é enxuta e profissional, mas não empolgou a militância do partido para que imprimisse um ritmo mais agressivo na campanha. Pelos dados anteriormente anunciados ainda não surtiu os efeitos desejados a entrada dos caciques na propaganda eleitoral.   

 

Perfil

Dr. Mauro Nazif (PSB), candidato a prefeito pela terceira vez consecutiva, no que pese o bom desempenho na Câmara Federal, decididamente não possui o perfil que o eleitor da capital costuma visualizar (inconsciente coletivo) nos candidatos a cargo executivo.

 

Sucumbiu

Quanto ao candidato do PMN, Mário Sérgio, abandonado pela maioria dos candidatos a vereadores da coligação, encerrou a campanha antes mesmo de começar. Pessoalmente um cara afável e educado. Mas entrou numa fria ao se lançar candidato sob promessas de antigos aliados que jamais seriam cumpridas. A campanha em si não existe, exceto o ritual de aparecer nos programas de TV e Rádio para que o vexame não seja maior. O erro da candidatura a prefeito pode lhe custar ainda mais caro...

 

Modorrenta

Uma coisa é certa: nunca na história de Porto Velho a campanha foi tão modorrenta quanto a atual. A lista de candidatos é enorme e nenhum deles conseguiu cair nas graças do eleitor. Sete anos atrás, quinze dias anteriores à eleição, um desconhecido Roberto Sobrinho reunia mais de trinta mil pessoas num memorável comício na Avenida Jorge Teixeira, animado aos acordes do KLB. Hoje, todos fazem enfadonhas reuniões para pregar para menos de cinquenta pessoas. Muitos deles cabos eleitorais.

 

Patético

Um VT disponível nos sites com o senador K-Sol dizendo impropérios contra um Policial Militar, que impediu um caminhão de som (trio elétrico) animar uma carreata de um candidato a prefeito no interior do estado, revela a velha forma grotesca com que o senador reage quando contrariado. As cenas são patética e beiram ao insulto. O impasse poderia ser resolvido por meios mais compatíveis com a envergadura de um cargo senatorial. O patético é verificar que o bate boca ocorreu publicamente e com o apoio de dois deputado federais, Carlos Magno e Marcos Rogério.

 

Chapa

Ivan Maquiavelli e Zenia Cernov foram os nome ungidos pela atual diretoria da OAB-RO para disputar a eleição. Maquiavelli é atualmente vice-presidente da instituição e Zênia esposa do presidente. Os dois vão enfrentar o queridíssimo advogado Andrey Cavalcanti que, aliás, lançou a candidatura oficialmente num concorrido evento com a presença de mais de quinhentos advogados, quinta-feira passada. A disputa promete. Voltaremos ao assunto no momento próprio.

 

Investigar

A Câmara Federal decidiu avaliar os motivos pelos quais a energia elétrica cobrada em Rondônia é a mais cara do país, mesmo produzindo com abundância. Uma Audiência Pública para debater o assunto foi marcada na Comissão de Energia com a convocação dos responsáveis da empresa em Rondônia. O critério pelo qual a concessionário vem utilizando para compor os preços médios do consumo é questionável e de difícil assimilação pelo consumidor que paga uma contra cada dia mais dispendiosa. Os medidores com "olhos de gato" não apram de piscar e a aferição do consumo somente especialistas sabem decifrar. Cada conta é um choque  que queima os parcos recursos do contribuinte.

 

Resenha Política : Resenha política-Robson Oliveira
Enviado por alexandre em 18/09/2012 16:20:31

Resenha Política

Robson Oliveira

 

Embolados

Com quatro candidatos a prefeito embolados tecnicamente, segundo dados publicados na mídia, quem aguarda com tranquilidade o concorrente é Lindomar Garçon (PV), candidato mais bem postado nas eleições da capital.  Garçon é dado como praticamente certo no segundo turno pelos comitês eleitorais dos adversários.

 

Desespero

Os petistas negam, mas há um clima de agoniação com o desempenho da candidata Fátima Cleide nas eleições de Porto Velho. O quadro é desolador porque o crescimento esperado com o empenho do atual prefeito Roberto Sobrinho na campanha não se confirmou e os candidatos do PSB, PPS e PSDB disputam voto a voto com ela o direito de passar para o segundo turno com o candidato do PV.

 

Fôlego

Os petistas vão para o tudo ou nada nesses dias que antecedem as eleições colocando a militância do partido nas ruas. Deu certo em outras oportunidades, ocorre que hoje o PT é vidraça e as relações entre as tendências internas minaram a força e o ímpeto da militância. Além da desolação daqueles que ficaram fora das tetas da viúva.

 

Renúncia

Já era esperada a renúncia de Israel Xavier, candidato a vice-prefeito na chapa encabeçada por Mário Sérgio (PMN-PTB e PCdoB) para a prefeitura de Porto Velho. A campanha naufragou antes mesmo de zarpar, visto que o titular da chapa terminou encalacrado em supostos malfeitos quando presidiu a EMDUR.

 

Afundou

Ao surgirem as primeiras acusações (ainda na fase investigatória), muitos dos apoiadores de Mário Sérgio pularam fora do barco: a exemplo dos vereadores e candidatos à reeleição, Elis Regina e Cláudio da Padaria. Com a renúncia de Israel Xavier da vice, a campanha de Mário Sérgio afundou de vez.

 

Roedores

O jovem Mário Sérgio cometeu um erro fatal ao se lançar numa aventura a prefeito rebocado por um magote de apoiadores conhecidos por abandonar o navio antes mesmo que um vendaval se forme no horizonte.  Ademais, apostou ainda que o atual prefeito da capital (ex-aliado) lhe daria o suporte na campanha. Morreu na praia. E só. Deveria renunciar antes que os roedores acabem com o que ainda lhe restou de credibilidade.

 

Escondendo

A maioria dos candidatos a prefeito esconde do eleitor o vice na chapa. Um ou outro apareceu na propaganda eleitoral (Dalton e Miguel). Alguém conhece o vice de Garçon? O do Português? Quanto ao da Mariana é bastante conhecido da população e deve ser este o motivo pelo qual anda escondido.  

 

Enrolação

O PT agiu corretamente ao requerer ao Tribunal Regional Eleitoral que o PMDB retire da propaganda eleitoral uma fala da presidente Dilma Rousseff supostamente apoiando a candidatura de José Augusto a prefeitura de Porto Velho. É uma enrolação mesmo, haja vista que a presidente apóia abertamente os candidatos das coligações que constam o Partido dos Trabalhadores. Em Porto Velho as legendas são adversárias.

 

Bobagem

É uma tremenda bobagem os próceres da campanha peemedebista usarem a imagem da presidente em seus programas eleitorais de TV e Rádio já que não está fazendo efeito nenhum para a campanha da petista Fátima Cleide e não fará com que alavanque a campanha do peemedebista Zé Augusto. A Justiça Eleitoral também agiu corretamente ao deferir o pedido protocolizado pelo PT.

 

Assombração

Recebi um “santinho” com a propaganda eleitoral do candidato a vereador pelo PSB, Dr. Iracy Macário. Confesso que, além da amizade, estou simpático à pretensão do amigo pela pessoa que é. Tentei convencer meu filho a ajudá-lo na campanha, mas errei ao mostrar o tal do “santinho” com a foto ilustando a propaganda.  Mas, como candidato digno do voto é raro por aqui, Macário é um exemplo de pessoa humilde e decente. Como é eleição para edilidade, não vamos escolher ninguém pra concurso de beleza. Este não assombra.

 

Greve

Reconheço na greve um instrumento poderoso de luta dos trabalhadores contra a má vontade dos patrões em pagar salários dignos aos seus trabalhadores ou aos barnabés. Contudo, greve tem um preço alto que é creditado na conta da população. A greve anunciada pelo bancários, por exemplo, impõe ao correntista o ônus pelo vencimento de suas contas quando ela não é possível ser quitada nos terminais eletrônicos. O movimento paredista é justo, o que não é justo é impor à população o prejuízo que ela provoca.

 

‘Voz do Brasil’

O STF manteve a obrigatoriedade da transmissão do programa A Voz do Brasil pelas emissoras de rádio do país, de segunda a sexta-feira, no mesmo horário, das 19 às 20 horas. No ar há mais de setenta anos, o programa é criticado pelos proprietários de emissoras de rádio que queriam destinar o horário nobre para programações próprias que aumentem seus faturamentos. É bom lembrar que as emissoras são concessões públicas.

 

Anistia

Tramita na Comissão de Constitução de Justiça da Câmara Federal um Projeto de Lei anistiando os trabalhadores rurais envolvidos no caso denominado "Massacre de Corumbiara". Pela tramitação e as manifestações dos parlamentares, o PL deverá ser aprovado sem muita ressistência. 

 

Audiência

Na CCJ da Câmara Federal também aprovou uma Audiência Pública para verificar e apurar eventuais desvios das empresas que constroem as Usinas de Santo Antonio, Jirau e Belo Monte contra os seus operários. São obras essenciais ao país e têm sido denunciadas por maus tratos. As cenas de revoltas ocorridas nos canteiros destas obras chamaram atenção nacional e, inclusive, de organismos internacionais que tratam dos Direitos Humanos.

 

Contestando I

A propósito de uma nota dada nesta coluna, semana passada, revelando uma reunião do “QG” da campanha da candidata Mariana Carvalho (PSDB), ocorrida nas dependências do escritório do empresário Chagas Neto, recebemos um email do próprio contestando a informação. Segue abaixo o reparo na íntegra:

 

Prezado amigo Robson, leitor que sou da sua coluna, e depositário da sua amizade, gostaria de esclerecer-lhe sobre matéria da sua coluna sobre eventual reunião da cúpula política da candidata Mariana Carvalho em meu escritório particular. Nunca houve a mencionada reunião, até porque não teria nenhuma razão para tal ocorrência, pois como é público, sou da executiva estadual do Partido Republicano, que tem coligação com o PT da candidata Fátima Cleide, esclareço que em meu escritório particular sempre recebo amigos de diversos partidos, pois sendo ex-militante político, ainda guardo com apreço antigas amizades, e sou gratificado com suas visitas, tudo isto tem uma distancia muito grande de acolher reuniões de candidaturas que não estão no meu bloco de coligações, se existe uma coisa da qual tenho como apanágio na minha vida, é minha retidão e meu posicionamentos político. No mais solicito do amigo, se achar por bem, informar seus milhares de leitores, que, como eu, são crentes no que vc fala e escreve a sobre a noticia, em tela. Receba um forte abraço do amigo certo CHAGAS NETO (sic).

 

Contestando II

Esta coluna reafirma que os tucanos estiveram reunidos no escritório do empresário Chagas Neto. Jamais iria inventar algo que não houve. Não é costume do autor dessas maltraçadas invencionices para justificar informações falsas.

 

Contestando III

Em momento algum afirmamos aqui que o empresário teria participado da reunião ou assumido a campanha de Mariana. Ele mesmo reconhece em sua contestação que recebe amigos de todos os partidos, inclusive do PSDB. O que de fato ocorreu. E não foi pra falar do meu Flamengo que anda sendo goleado por qualquer  time de perna de pau.

 

Contestando IV

Em todo caso, reconheço no Chaguinhas uma pessoa afável, amiga e de uma inteligência refinada. O que não impede a coluna de dar uma informação ao leitor. E se quiser que eu revele o que foi conversado eu revelo. É só a minha fonte tucana autorizar.

 

Instrospecção

Os céus de Rondônia não estão para "Brigadeiro". Nuvens sombrias no horizonte começam a se formarem. É sempre assim quando o prenúncio das chuvas sopram correntes de ventos forte do leste... 

 

 

 

 

 

 

 

 

Resenha Política : Resenha política-Robson Oliveira
Enviado por alexandre em 12/09/2012 21:07:24

Consolidado
A menos de um mês das eleições municipais o quadro sucessório começa a se configurar na maioria dos municípios. Na capital, por exemplo, é quase pule de dez apostar que o candidato Lindomar Garçon (PV) passará para o segundo turno. Caso não ocorra uma hecatombe, algo improvável nessa altura do jogo.

Imprevisível
O segundo nome para concorrer contra Garçon é uma incógnita, visto que Mauro Nazif (PSB), Mário Português (PPS), Fátima Cleide (PT) e Mariana Carvalho (PSDB) estão emparelhados e vão proporcionar uma disputa acirradíssima até o último minuto.

Apostas
Fátima apostará suas últimas fichas na militância do PT, Português no volume da campanha (Dindin), Mariana com o discurso repetitivo do “novo” e Nazif na franqueza do olho a olho. É imprevisível neste momento apostar qual deles logrará êxito. A briga promete.

‘Cavalo Paraguaio’
Mesmo sendo o melhor entre os postulantes a prefeito de Porto Velho, na opinião deste ‘cabeça-chata’, Mauro Nazif começou a fazer a curva inversa e corre o risco de ficar fora do segundo turno. Não será a primeira vez que o candidato do PSB sai na frente e termina no rabo da fila. Na hipótese da sina se confirmar é melhor Nazif esquecer o projeto de administrar a capital.

Nada de novo
Com um discurso prometendo o “Novo” (sem objetivamente explicar o quê), a candidata tucana Mariana Carvalho se colocou no início da campanha de TV e Rádio entre os principais concorrentes, mas adentrou o mês de setembro sem o mesmo brilho e o discurso começa a dar sinais de exaustão. Não tendo mais nada “novo” pra anunciar ao eleitor, as chances de passar para o segundo turno começam a correr perigo. Reuniu assessores no escritório do empresário Chagas Neto para traçar as estratégias para a reta final.

Inflacionando
O candidato milionário do PPS, Mário Português, está irritando os comitês eleitorais dos concorrentes: o candidato do PPS inflacionou a campanha. Até militantes tradicionais dos partidos estão procurando o candidato milionário para oferecer seus préstimos. A fila de ‘formiguinhas’ é enorme no comitê de Mário Português em busca de uns caraminguás.

Sucumbiu
O candidato a prefeito Mário Sérgio (PMN-PCdoB) sucumbiu depois que o próprio prefeito e amigo Roberto Sobrinho chutou o balde e derramou a água suja escondida nas entranhas da EMDUR.

Aliança
O curioso é que a bem pouco tempo tanto Mário Sérgio quanto Roberto Sobrinho alimentavam nos meios de comunicação uma suposta aliança nas eleições municipais.

Alvo
Após o registro da candidatura de Mário Sérgio, Roberto Sobrinho fez as pazes com a desafeta Fátima Cleide, declarou apoio à petista e entrou na campanha de corpo e alma. Paralelamente, os contratos da EMDUR viraram alvos de investigações pelo MPE. A investigação está circunscrita exatamente na época em que o candidato do PMN presidia a empresa.

Passeio 
O deputado estadual Jesualdo Pires (PSB) tende a sair da campanha como o candidato a prefeito mais votado na história de Ji-Paraná. A campanha está sendo um passeio. Aliás, o PSB está bem postado também em Pimenta Bueno, com a candidatura de Roque.


Indiferença
Quem apostou que o julgamento dos supostos ‘mensaleiros petistas’ iria contaminar as candidaturas do partido Brasil afora perdeu as fichas. Em Rondônia, por exemplo, o PT tem chances reais de vencer em Guajará-Mirim, Jarú, Presidente Médici e Buritis, além de Cacoal e Porto Velho, estas duas últimas com chances bem mais reduzidas.



Fadiga
Nem a presença de Melki Donadon tem abalado a campanha de reeleição do prefeito de Vilhena, Zé Rover. Com uma administração aprovada pela população o atual prefeito está firme em se manter por mais quatro anos no paço municipal da principal cidade do Cone Sul. Os eleitores da região sinalizam que estão cansados de votar num clã tão encalacrado com malfeitos.



Violência
Depois que diminuíram as críticas nas áreas de Saúde e Educação no Estado de Rondônia, eis que emerge mais uma crise para que o governador Confúcio Moura busque as soluções. Desta vez a área de Segurança emite sinais de instabilidade política e administrativa. A violência alcançou números exorbitantes e intolerantes.



Metamorfose
Ninguém entende a lógica política pela qual nosso “Oráculo” se guia para administrar nossa querida Rondônia. Cada colaborador defenestrado é brindado com outra colocação. Exceção apenas para Batista porque o Judiciário impediu a permanência nas funções públicas. Senão...



Competência
O senador “temporário” Tomás Correia (PMDB), nos poucos dias na titularidade do cargo, provou que é um suplente que corresponde ao cargo e tem demonstrado competência nos apartes que costuma fazer no plenário do Senado aos pares. O talento do representante de Rondônia lhe rendeu uma vaga na concorrida Comissão que vai analisar e aprovar o novo Código Penal. A indicação coube ao PSDB, que cedeu a vaga ao PMDB para ser ocupada exclusivamente por Tomás Correia.



Lançamento
Esta coluna recebeu o convite do advogado Andrey Cavalcanti, candidato a presidente da Seccional da OAB-RO, para o lançamento da candidatura no próximo dia 20, às 19 horas, no Bingol Clube. Por motivo de compromissos assumidos anteriormente não poderemos comparecer ao evento, mas a declaração de voto e apoio está confirmada. Desejamos uma campanha limpa e justa, como prega a entidade nas similares.

Resenha Política : Resenha política-Robson Oliveira
Enviado por alexandre em 28/08/2012 11:18:15


Resenha política



Robson Oliveira



 



Fraude



Uma
portaria fraudada e publicada no Diário Oficial do Estado foi
descoberta a tempo de impedir que um grupo colocasse em funcionamento um
suposto esquema de malfeito numa complicada secretaria. Em fase de
investigação, os operadores ocultos estão sendo monitorados e a qualquer
momento o esquema vem à tona.



 



Arrecadador



Ninguém
entende quais os motivos que levam um auditor fiscal a deixar as
funções típicas de arrecadar impostos para assumir um cargo de confiança
numa outra Secretaria de Estado totalmente diferente da origem.
Mistérioooooooooooooo!!!



 



Bicudo



Um
graduado assessor governamental anda dando chiliques nas entranhas do
subterrâneo do palácio Vargas. Além dos fricotes, o rapaz entra em
transe todas as vezes que as ordens não são imediatamente cumpridas. Ele
grita pra quem quiser ouvir que faz e desfaz porque segue orientação
das madrinhas e que defenestrou recentemente um assessor próximo do
governador.



 



Campanha



Nos
dois programas de TV dos candidatos a prefeito da capital nada de novo
foi veiculado pelos mesmos e suas equipes de marketing. A mesmice tem
sido a tônica de cada programa, exceção apenas para os âncoras.



 



Amadorismo



Como
esta coluna havia antecipado meses atrás, agora confirmado, o programa
do Dr. Mauro é um dos mais pesados: textos longos, iluminação precária,
cenário pobre. O formato não agrada, como também não agrada a jovem
utilizada como âncora: voz de adolescente e dicção de má compreensão.



 



Viés



Momentaneamente
líder nas pesquisas, Lindomar Garçon apresentou um programa com boa
iluminação, mas repete a mesma ladainha dos candidatos tradicionais e
veiculou imagens de esgotos a céu aberto. A obviedade das críticas não
justifica sua posição na liderança. A insistir com esse viés tende a
despencar.



 



Noviça



A
tucana Mariana Carvalho explora exaustivamente o slogan de candidata do
“novo”. Pelo programa leva-nos à intuir que o “novo” é uma referência à
idade. Realmente a menina candidata é jovem, bonita e bem articulada
com as palavras. Falta, no entanto, conteúdo NOVO nas propostas que lhe
garanta passar credibilidade. Ao persistir apenas com a ideia de noviça,
passará ao eleitor a impressão de uma candidatura promissora para
eleições futuras.



Degola



O
que mais chama atenção no programa do PPS é que conseguiram desaparecer
com o pescoço do candidato Mário Português. Demonstra a pouca
familiaridade do editor com programas políticos. Aboletaram o Português
numa cadeira que aumentou a circunferência da cabeça e alargou o
avantajado tronco. A opção de colocar o candidato sentado fez com que o
pescoço literalmente sumisse.



 



Derrota



Para
piorar o programa do Português, colocaram no ar o mesmo quadro
utilizado na campanha para governador quando K-Ola respondia perguntas
de populares (contratados). Esse quadro não impediu que K-Ola fosse
derrotado por Confúcio Moura. A salvação do programa fica por conta do
profissionalismo da âncora que é da melhor qualidade.



 



Deficiência




o programa de Zé Augusto, no que pese a boa finalização, também não
inovou e segue a mesma fórmula dos demais. O programa termina expondo a
falta de carisma do candidato. Aliás, uma deficiência preponderante para
quem tenta convencer o eleitor a votar em suas propostas.



 



Pesada



A
petista Fátima Cleide apresentou o programa mais movimentado e também
soube escolher uma boa profissional para ancorá-lo. Bem finalizado,
texto conciso e cenário impecável. Já a experimentada candidata
apresentou-se sem a desenvoltura e a leveza que encantou o eleitor
quando se elegeu a senadora. Fátima, com aparência pesada no vídeo,
 ainda não conseguiu passar ao eleitor firmeza nos propósitos nem nas
propostas.



 



Desistiu?



O
jovem candidato Mário Sérgio (PMN) foi o único que não enviou à
geradora dos programas eleitorais seus programas. Os motivos não foram
explicados, mas nas coxias falam numa possível desistência da
candidatura. Os candidatos a vereadores da sua coligação já desistiram
de pedir votos para o candidato e muitos deles são vistos nos comitês
eleitorais dos concorrentes.



 



Feijão com arroz



Aluísio
Vidal (PSOL), provavelmente o candidato a prefeito mais modesto entre
os concorrentes, conseguiu colocar no ar um programa simples, sem
promessas e com a utopia que caracteriza ideologicamente o partido. No
geral fez o que os marqueteiros denominam de feijão com arroz.



 



Emergentes



Tanto
a candidata petista quanto a tucana têm em comum as roupas com as quais
aparecem na TV. De marcas como "Dudalina" (grife da moda que veste os
emergentes do país), elas usam modelos bem cortados e de cores vivas em
sintonia com a estação do verão amazônico. Destoando do vestuário do
pobre eleitor filmado todo suado nas periferias da cidade para que as
imagens ilustrem os programas das candidatas bem vestidas.



 



Rasgando seda



Depois
de anos afastados e com acusações pessoais mútuas, eis que o processo
eleitoral conseguiu a proeza de selar as pazes entre a candidata do PT
Fátima Cleide com o atual prefeito Roberto Sobrinho. Nas entrevistas
concedidas, a candidata fala loas da administração portovelhense e do
alcaide. Nada do que um resultado positivo nas pesquisas para que
amizades rompidas sejam reatadas. Por enquanto...



 



Folclóricos



Dependendo
apenas da aparição no programa eleitoral gratuito de rádio e TV
dos candidatos à edilidade, dificilmente um deles seria eleito. Aparece
cada figura que ajuda a afastar cada vez mais o eleitor do legislativo.
Para tentar prender a atenção do eleitor faz todo tipo de presepada ou
asneira. Esse folclore afeta cada vez a imagem desbotada do poder ao
qual quer fazer parte. Dar pra contar nos dedos aqueles que tratam a
política com algo sério.  



 



Contencioso



Longe
dos holofotes e distante do eleitor voltou a azedar as relações entre o
Poder Legislativo e o Poder Executivo. Quem conhece os meandros do
contencioso diz que um grupo de deputados, liderados por seu presidente,
ameaça abrir uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para
investigar supostos malfeitos de agentes públicos aboletados em cargos
comissionados no Executivo estadual. Se existe algo concreto que
justifique a ameaça deveriam investigar e denunciar eventuais culpados.
Mas simplesmente ameaçar como forma de pressão leva a concluir que este
contencioso possui motivação distinta das republicanas. E a história se
repete...



 



Xerife



Quem
careditava que com a saída da corregedora do CNJ, Eliana Calmon, as
coisas voltariam como 'dantes' está completamente enganado. No próximo
dia 6, toma posse no cargo de corregedor do CNJ o ministro Francisco
Falcão, em substituição à "xerifa" Calmon . Quem conhece o novo
corregedor garante que ele vai ser tão duro quanto a antecessora.



 



Controle



Aumentam
as articulações, no Congresso Nacional, para a criação de um órgão
destinado a fiscalizar as ações dos Tribunais de Contas dos Estados e
Municípios. O que não vai faltar é trabalho para o novo órgão.



 



Confusão



A Nota
Oficial divulgada pela Reitoria da Universidade Federal de Rondônia
sobre o exame de Vestibular 2013 é mais confusa do que a confusão do
calendário escolar após a greve dos Docentes. No penúltimo parágrafo
assegura que o ingresso dos novos universitários será através do ENEM.
No último, bem diferente da afirmação anterior, leva a dedução extamente
ao contrário: exame de seleção própria. Aguardemos os esclarecimentos.



 



 



Resenha Política : Resenha política-Robson Oliveira
Enviado por alexandre em 21/08/2012 15:33:03

Resenha Política

Robson Oliveira



Estreia

Começaram hoje os programas eleitorais de Rádio de TV. Apesar das críticas, ainda são a melhor ferramenta para empinar (ou derrubar) a campanha de cada candidato. Os programas vão exigir muita habilidade e profissionalismo dos marqueteiros porque a maioria dos candidatos não ajuda muito na estética. Nem no conteúdo.


Mala

Alguns candidatos a vice podem ser o peso negativo de muitos candidatos a prefeitos. Muitos deles são aguardados com expectativa nos programas de TV e Rádio pelos comitês eleitorais concorrentes. Nas rede sociais já fazem sucesso: de forma negativa, claro!


Indiferença

O eleitor da capital tem demonstrado indiferença à campanha, visto que a segunda quinzena é o momento quando tradicionalmente ele (eleitor) começa a definir o voto. As pesquisas que pululam por aí confirmar a assertiva.


Folclore

Já começam a aparecer por aí os candidatos com slogan ou nomes folclóricos: Chico Pinto; Chico Lata; Só na Benção, Corno sim, Corrupto não; Gostosão; Enfim, tem candidato para todos os gostos. Inclusive um bandejeiro...


Ameaçado

Comenta-se nos bastidores que um dos candidatos a prefeito estaria sendo ameaçado por tomar emprestado uma quantia considerável de dinheiro de um agiota para o início da campanha e não ter conseguido pagar as parcelas combinadas. Amedrontado com as ameaças, a família do candidato teria procurado autoridades para pedir socorro.


Caixa 2

Na hipótese dos comentários acima serem confirmados, este deverá ser o primeiro caso de recursos não contabilizados que entraram na campanha ao arrepio da lei. Ademais, a prática da agiotagem é igualmente vedada. Portanto, recursos de campanha oriundos desta fonte são crimes duplamente cometidos.


Posse

Assumiu a Secretaria de Estado dos Esportes Emanuel Neri, indicado pelo PCdoB em substituição a Chicão. A mudança provocou reação do demissionário e de um militante chamado Adaílton Noleto.


Justificativa

O ex-secretário, como de costume aos demissionários, procura um culpado, mas foi dispensado por não corresponder ao cargo, conforme a coluna apurou nos arredores do Palácio. O demissionário deveria saber (no fundo sabe) que nenhum governante exonera um colaborador que corresponde as funções. Exceto quando passa a concorrer com o próprio mandatário. O que não é o caso.


Boquinha

O militante Noleto, que esculhambava o secretário, aproveitou o ensejo para culpar quem nem do partido é filiado e baixou a ripa no governo. O intrigante é que, dois meses atrás, durante uma reunião na sede do Sintero, pediu ajuda a um dirigente do PMDB para arranjar uma boquinha no mesmo governo que hoje critica. Como não foi atendido, esqueceu do fato e plantou seus boatos.


Rumores

Outra área governamental que está provocando insatisfação ao principal inquilino do Palácio Vargas é a Procuradoria Geral do Estado. Isso porque sindicalistas, parlamentares e secretários têm levado ao governador críticas à PGE, em especial a sua adjunta. Rumores sobre mudanças na área ecoam nos corredores palacianos.


IDEB

É fácil intuir os motivos pelos quais o Júlio Olivar foi defenestrado do cargo de Secretário Estadual da Educação, basta verificar os números do IDEB (índice que mensura o desenvolvimento da educação básica) anunciados um dia após a demissão.


Mediocridade

Os números anunciados pelo Índice de Desenvolvimento da Educação Básica indicam que a educação pública rondoniense caiu quatro pontos percentuais em relação a apuração anterior. Manteve a mesma média, em torno de 3.4, porque o setor privado conseguiu inflar estes percentuais. O problema é que foi substituído por alguém que também não ajudou a melhorar em nada a educação estadual.


Pergunta

Um ano atrás o chefe do executivo estadual anunciou com pompa uma “revolução” no ensino estadual e prometeu escolas em tempo integral. Pergunta: quais e quantas escolas funcionam hoje em tempo integral e seus resultados? Perguntar não ofende!


Autoconfiança

O competente engenheiro Lúcio Mosquini é tão confiante no que promete que marcou dia para a inauguração do Centro Administrativo do Estado. O poblema é que não vai poder adiar senão perde a pecha de competente. E talvez a força com que se mantém na equipe do governador.


Garimpagem

Mais uma vez Rondônia deverá voltar às notícias nacionais de forma negativa. A vez agora é o envolvimento de figuras conhecidas na sociedade com o garimpo ilegal de diamantes. É aguardar para ver.


Escapou

Sem muita esperança numa sentença favorável, o deputado estadual Jaques Testoni foi surpreendido com a absolvição de crime eleitoral pelo Tribunal Eleitoral de Rondônia. Escapou de perder o cargo pelo mérito da defesa. Mas ainda não pode dormir sossegado porque um outro em grau de recurso em Brasília tem lhe tirado o sono. E pode lhe retirar o mandato.


Beija mão

Na próxima segunda-feira, na sede do PMDB da capital, o senador Tomás Correia recebe em audiência os principais filiados da legenda com cargos na administração estadual. Correia assumiu, além do cargo de senador, a presidência interina do partido. Na agenda não consta a pauta, mas o beija mão deve render lamúrias.


Aviso

Aos navegantes: esta coluna não é pautada por provocações, nem alfinetadas. Assina o que escreve sem terceirizar a pena. Quando dá uma barrigada, reconhece o erro e corrige na seguinte. A experiência também tem ajudado a evitar arroubos e equalizar o ego. Além de ser tolerante com os intolerantes.

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