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Resenha Política : Resenha Política
Enviado por alexandre em 02/04/2012 18:07:28

Resenha política

Robson Oliveira



Vale tudo

Ainda não veio à tona, mas nos bastidores palacianos começou uma disputa interna fratricida pela vaga a ser aberta no Tribunal de Contas com a aposentadoria compulsória do Conselheiro José Gomes. Há acusações inclusive de grampos indevidos que podem servir de chantagem no momento em que a vaga for aberta. Cobiçada no mundo político, empresarial e jurídico, pela indicação “vale tudo”.



Jogo baixo

Esta coluna recebeu um relato de uma fonte sobre a existência desses supostos grampos que, sendo verdadeiro, causa espécie em qualquer cidadão e provoca revolta aos invadidos em sua privacidade sem autorização legal. Algumas escolhas de Conselheiro no Tribunal de Contas do Estado sempre foram permeadas de acordos nada republicanos e o jogo pela indicação é baixo. Mas, pelo relato enviado à coluna, a nova vaga a ser aberta nos próximos meses supera em baixaria todas as anteriores. Além de ilegalidades.



Aparelho político

Está causando irritação aos peemedebistas a forma personalística pela qual o Secretário de Estado da Agricultura tem agido na condução da pasta, sem observar a hierarquia nem os princípios da administração pública sobre a impessoalidade. O secretário Anselmo de Jesus distribuiu sementes aos agricultores custeadas pelo contribuinte como se fosse uma ação pessoal. Há quem veja em sua ação na Seagri um aparelhamento das estruturas do Estado visando o retorno a Câmara Federal.



Entidades amigas

Além das sementes, eis que surge a informação de que Anselmo de Jesus pretende requisitar os tratores (cerca de 150) que compõem a frota da Emater para que sejam distribuídos para Associações Rurais de Agricultores.



Medo real

O medo dos opositores à distribuição dos tratores oriundos da Emater é que sejam destinados para as entidades ‘companheiras’ e alinhadas com as diretrizes políticas do secretário. Caracterizando, portanto, uma ação política indevida e ilegal. Não é segredo pra ninguém que a maior parte das associações rurais está sob o controle político do partido pelo qual o secretário mantém filiação. O medo é real.



Promessa vazia

O governador vem prometendo desde a campanha eleitoral resolver o problema da saúde estadual. Ocorre que já se passaram dezesseis meses desde que foi empossado no cargo e a área de saúde somente tem piorado. Instado a falar sobre o assunto, renova a promessa. E de concreto nada.




Desfaz o que fez

O curioso é que foi através da Sesau, no Governo de Jerônimo Santana, que Confúcio Moura deu início a sua vitoriosa trajetória política depois que fez uma administração na área arrojada. Hoje, como governador, desfaz o que fez e promove uma crise atrás da outra sem projeto nem equipe para minimizar o sofrimento da patuléia que acreditou em suas promessas.




Cooperação do silêncio

Nem as cenas de um homem comum morrendo agonizado com larvas saindo pela boca no Hospital João Paulo II foram capazes de sensibilizar o frio governador e a assessoria. Sequer uma nota de indignação ou uma simples palavra de reprovação para demonstrar a cooperação do seu governo, foram divulgadas. Enquanto o povo agoniza, o governo silencia.




Governo banana

Nada, absolutamente nada foi dito pelas autoridades sobre os fatos estarrecedores ocorridos no HB. Deve ser por esta razão e outras inconfessáveis que um aparentemente descontrolado (para não escrever adjetivo mais forte) colaborador do executivo estadual teria acusado o chefe de banana.

Conluio repugnante

Parlamentares encrencados com a ‘Operação Termópilas’, cerca de oito, apostam no aprofundamento da crise no Executivo Estadual para que saia da pauta da imprensa a cobrança pelas próprias cassações. Há um conluio sendo engendrado na Assembleia Legislativa, visando cassar apenas o foragido Valter Araújo e salvar os demais encrencados.



Poder na lama

A Assembleia Legislativa procrastina o processo de cassação de Valter Araújo (até pouco tempo guru da maioria dos deputados estaduais), mas cedo ou tarde será obrigada a enfrentar o problema. Já se passaram cinco meses que o deputado estadual Valter Araújo encontra-se foragido: com mandato, mas com as prerrogativas suspensas. A inusitada situação ajuda a sangrar ainda mais a legislatura, um preço que desmoraliza o poder e joga seus membros no mesmo lodaçal.



Movimento estranho

Esta sendo monitorado a movimentação de recursos do IPERON, com investimentos duvidosos, que podem levar o órgão ao epicentro de um escândalo que envolve outros institutos no país afora. O volume de recursos desses órgãos é grande e suscita nos investidores uma gana por lucros fáceis. O último escândalo foi protagonizado junto ao Banco Santos, com extensão em Rondônia. Voltaremos ao assunto.




Indicações bichadas

O ausente deputado federal Carlos Magno (PP), em lugar incerto e não sabido, encaminhou dois nomes a Casa Civil do Palácio do Planalto para serem nomeados em sua cota de parlamentar da base de apoio do Governo Federal: um para o Ibama e o outro para adjunto do Incra. Ambos foram rejeitados por não passarem na avaliação palaciana. Os motivos não foram declinados. Nem precisava!




Revanche e carnificina

Os articuladores da indicação de Fátima Cleide como pré-candidata a sucessão de Roberto Sobrinho, pressentindo os movimentos do alcaide da capital em favor da postulação de Cláudio Carvalho, requisitaram o apoio moral dos 'companheiros' dos municípios do interior. A convocação revela que as chances da ex-senadora nos 'companheiros' eleitores de Porto Velho não são animadoras. Se o vereador prevalecer sobre a ex-senadora, podem apostar, o PT da capital vira uma carnificina. Sobrinho que se cuide com o dia seguinte. Haverá revanche.




Queixas educadas

A propósito de dois comentários na coluna passada sobre as pré-candidaturas a prefeito de Porto Velho de Mauro Nazif (PSB) e Miguel de Souza (PR), ambos conversaram com este escriba sobre as suas probabilidades e fizeram queixas em relação ao teor de nossas críticas. A forma gentil como trataram o colunista obriga a coluna a fazer apenas um reparo: Mauro e Miguel estão com equilíbrio para disputar o cargo. Bem diferente dos colegas políticos que reagem com grosserias quando são alvos de críticas.




Correspondência de um sonhador

Miguel de Souza, após ligar para o colunista, enviou um e-mail explicando seus propósitos como pré-candidato a prefeito de Porto Velho pelo PR e reafirmou que andou de transporte coletivo para verificar o seu funcionamento. Nem precisava, é ruim mesmo. Além de transitar em ruas esburacadas, alagadas, empoeiradas, engarrafadas, com um clima abafado e quente. Vai aí abaixo a correspondência enviada pelo “sonhador” Miguel de Souza que publicamos na íntegra.




Caro Robson Oliveira,



Pode parecer demagogia para alguns, as atitudes adotadas em nossa rotina de trabalho ultimamente, como por exemplo, conhecer as linhas de ônibus da capital e fazer os trajetos dentro dos nossos coletivos.

Quero salientar que todo projeto de engenharia precisa de estudos topográficos, sondagens, impactos sociais, ambientais entre outros para que finalmente ele seja elaborado. Para fazermos um bom plano de governo precisamos conhecer a fundo nossa realidade e ouvir a população que passa diariamente por várias mazelas.

Esse é o nosso propósito, estamos com uma equipe que estuda vários segmentos da sociedade e ouve pessoas que representam esses segmentos, para depois montar um plano de governo exeqüível de fácil compreensão por parte da população que deve se ver dentro das propostas que serão apresentadas.

Por isso eu estou nesse corpo-a-corpo, porque lá na frente quando formos para um embate que quero estar preparado e citar exemplos práticos para demonstrar o conhecimento que temos dos problemas que afligem nossa população de Porto Velho.

Você sabe que eu sou um sonhador, sonho coisas que podem tornar-se realidade, desde que haja determinação, força de vontade e amor pelo que se faz. E essas qualidades eu afirmo que tenho e a concretização desses sonhos, como a saída para o Pacífico e a ponte sobre o rio Madeira é um exemplo claro da minha determinação.

Lembro ainda você meu caro conterrâneo, que venho de família humilde, que nasci lá no “interiorzão” da Paraíba e já penei muito no transporte público, por isso para mim não é sofrimento nenhum me juntar as pessoas mais humildes que se vêm obrigadas a usar o nosso sofrível transporte público diariamente.



Nosso projeto é que o transporte público seja a solução para amenizar o caos no trânsito de nossa cidade em função do aumento do fluxo de veículos e da falta de infraestrutura para receber toda essa demanda e que seja utilizado por todas as camadas de nossa sociedade, não pelas classes menos abastadas.



Um grande abraço do seu conterrâneo, Miguel de Souza.



Resenha Política : Resenha Política
Enviado por alexandre em 27/03/2012 00:22:15

Resenha política
Robson Oliveira


Finalistas
Depois de rejeitar Míriam Saldaña, chefe de gabinete do prefeito de Porto Velho, como a indicada do partido como pré-candidata a sucessão do chefe, o Partido dos Trabalhadores vai reunir outra vez seus filiados num segundo turno para escolher entre a ex-senadora Fátima Cleide e o vereador Cláudio Carvalho o seu candidato.


União
Nos bastidores é corrente a versão de que o prefeito Roberto Sobrinho (PT) vai orientar os filiados do partido que votaram em Miriam para que optem no segundo turno pela candidatura de Cláudio Carvalho que, assim como Saldaña, é um aliado confiável do alcaide. A união pode selar a derrota da ex-senadora. Os partidários de Fátima prometem reagir e mobilizar dirigentes nacionais do PT para tentar isolar as manobras do prefeito.


Torcida
Nas agremiações que lançaram pré-candidatos a prefeito da Capital a torcida é para que Fátima Cleide seja abatida internamente no petismo por Cláudio Carvalho. O raciocínio dos partidos é que uma disputa contra a ex-senadora é mais dura do que contra o vereador.


Diferenças
Fátima Cleide é articulada na TV, é experiente, carismática e bate de frente com o atual prefeito, requisitos positivos para qualquer candidato. Já Cláudio Carvalho é tosco na TV, inexperiente, carrancudo e vassalo do prefeito: elementos fortes para desenhar uma derrota. Um diferença e tanto entre os dois pretendentes ao paço municipal.


Expulsão
Uns quinze dias atrás, três proeminentes filiados do Partido dos Trabalhadores deram entrada oficialmente no Diretório Estadual a um pedido de expulsão dos seus quadros do prefeito Roberto Sobrinho.


Empate
Levado à votação, o pedido de expulsão de Roberto Sobrinho não se concretizou porque o resultado terminou empatado. Coube ao presidente do PT adiar a degola do prefeito por algum tempo e enviou a confusão para ser resolvida pelo Diretório Nacional. Onde, aliás, o prefeito vai usar todos os mecanismos e amigos para evitar a degola imediatamente.




Destino
É cada vez mais complicada a vida de Sobrinho dentro do PT, mas sua expulsão cedo ou tarde volta a pauta. Seu destino, após deixar a prefeitura, é incerto. Mas o certo é que a expulsão do partido é questão de tempo, na hipótese de depender apenas dos filiados rondonienses.


Repetição
Miguel de Souza, pré-candidato a prefeito de Porto Velho pelo Partido da República (PR), tem cavado espaço na mídia para manter acessa a chama da pretensão. O objetivo de fundo é conseguir um convite para ser vice. Miguel repete a cada eleição a mesma tática e sempre cava a vaga. Nas eleições estaduais passadas, por exemplo, se deu mal ao sair de vice do PSDB porque o candidato tucano, Expedito Junior, foi fisgado pela lei da 'Ficha Limpa'. Dessa vez a tática pode dar errado, outra vez!


Inacreditável
Em entrevista a uma emissora radiofônica da capital, no início da tarde de ontem, Miguel de Souza (PR) declarou que está andando de transporte coletivo para verificar as suas condições. Quem o conhece sabe que ele gosta de carros possantes e bem refrigerados. Acredite se quiser!


Mentira
Duvido que algum usuário do sistema de transporte público de Porto Velho tenha encontrado o ex-vice-governador Miguel de Souza num desses ônibus sujos, sem ar e lotados que percorrem as ruas da capital. Miguel não só exagerou na declaração, mas começou a pré-campanha de carona numa bandeira com apelo popular e terminou sendo abalroado pela mentira.


Explicação
O Diretor do Hospital João Paulo II, Dr. Sérgio Melo, divulgou uma nota oficial ontem explicando as cenas deprimentes postadas no You Turbe, quando aparece seminu sendo arrastado de forma constrangedora por uma guarnição policial para dentro da mesma unidade de saúde que administra. Como diz o adágio: “a emenda foi pior que o soneto”, ou seja, a explicação gerou também indignação.


Confissão
Independentemente das versões sobre os fatos ocorridos, a nota assinada pelo Diretor do João Paulo II piora ainda mais a sua situação profissional ao confessar que se autoaplicou uma anestesia sem possuir especialidade na área. O código de ética da profissão, salvo engano, veda seus inscritos que cometam tal infração. Com a palavra o CRM.


Coma
O silêncio palaciano sobre o caso dá mais munição aos críticos do governo que veem a saúde estadual como o principal calcanhar de 'Aquiles'. Não há mês que deixe de emergir uma crise no executivo estadual paralisando alguns setores. Politicamente o governo permanece em coma. Além da saúde. A cena envolvendo um dos seus gestores fala por si. Isso quem conseguiu vê-las antes do abafa.


Transposição
Não havendo novas surpresas desagradáveis, está acordado que sairá nesta quinta-feira a famigerada regulamentação da transposição tão aguardada pelos servidores públicos do Estado de Rondônia. Na última reunião os tecnocratas da AGU e do Ministério do Planejamento começaram a ceder e aceitar incluir os servidores nomeados até o ano de 1991.


Armadilha
O próximo gargalo a ser vencido pelos sindicalistas é a forma pela qual os transpostos para os quadro da União vão conseguir seus reajustes salariais. A preocupação tem sentido porque no caso de Roraima e Amapá, após a transposição para um quadro em extinção, os salários foram achatados e os servidores ficaram sem receber os mesmos aumentos dados aos colegas de carreira da União. Esta é a armadilha a ser desarmada na regulamentação.


Incontinência
O senador Ivo K-Sol (PP), com sua incontinência verbal, foi alvo neste final de semana de matérias acerbas das principais revistas nacionais por defender o 14º e 15º salário aos seus pares. Quem conhece os meandros do Congresso Nacional e da grande mídia sabe que a defesa do senador rondoniense pelas sinecuras do Senado vão lhes causar ainda muita manchetes ácidas toda vez que abrir a boca na defesa de algo polêmico. Ficou marcado pela incontinência verbal.


Boquirroto
K-sol não entendeu ainda que os holofotes da capital federal não combinam com as bravatas que se acostumou a falar pelas andanças em Rondônia. Aqui, parte da mídia era complacente com as declarações atabalhoadas do ex-governador. Em Brasília, toda a imprensa é implacável com os discursos de senador boquirroto.


Conluio
Não passou despercebido desta coluna a entrevista dada numa emissora de rádio pelo deputado estadual Ribamar Araújo (PT) ao explicar as razões pelas quais decidiu renunciar à Comissão na Assembleia Legislativa que vai analisar a cassação dos parlamentares envolvidos nos malfeitos da 'Operação Termópilas'. De acordo com o parlamentar, há um conluio dos membros da Comissão para cassar Valter Araújo (o que é justo) e salvar os demais envolvidos.


“Jabá”
Na mesma entrevista, Ribamar Araújo também acusou alguns dos pares de receber um 'jabá' (jargão jornalístico que designa dinheiro) na eleição que escolheu o deputado evadido Valter Araújo para presidência do Legislativo Estadual. Nos bastidores a denúncia sempre foi ouvida, mas sem provas. Esta é a primeira vez que alguém da própria Assembleia faz a denúncia. Ele não poupou nenhum dos deputados envolvidos.


Ameaça
Ao invés de investigar a denúncia feita por Ribamar Araújo a Comissão de Ética ameaça abrir um procedimento contra o denunciante, achando que com assim abafa as acusações que pesam sobre os oito colegas.


Tragédia
Na legislatura passada algo parecido aconteceu: quando parlamentares foram flagrados pela lentes do Fantástico cobrando 'jabá' ao então governador e escaparam da cassação. Mas não impediram que o eleitor cassasse quase todos que concorreram a um novo mandato. A história está para se repetir.

Renúncia
O deputado petista Ribamar Araújo tem seus pecados e suas contradições. Fala grosso quando lhe convém e tenta se distinguir dos demais políticos jurando não chafurdar no mesmo lodaçal. Ainda não há registro concreto de que o parlamentar esteja envolvido em algum malfeito. É uma pessoa difícil no trato e inconfiável na relação partidária, o que não desabona a sua conduta moral nem o seu mandato parlamentar. Como se julga um destemido dos poderosos e diferente dos pares, a renúncia da Comissão processante pode não ter sido a melhor forma de exercer suas funções nem o seu desiderato. Aliás, na política, a renúncia nunca é bem vista. Seja ela qual for. Ainda mais quando ela afeta prerrogativas.

PMDB
Despertou gargalhadas à platéia presente no Diretório Estadual do PMDB, sábado passado, quando o filiado Ivani Cavalheiro disse que as pesquisas lhes dão o percentual de quatorze por cento das intenções de votos. Os percentuais dito por Cavalheiro eram para justificar sua pretensão em disputar com José Augusto a indicação do PMDB para concorrer a sucessão municipal de Porto Velho. Os pouco mais de cento e cinquenta presentes ao evento, conforme verificou a coluna, menos de dez pessoas (não é percentual) conheciam o pretenso candidato. Dos dez que o conheciam nenhum deles declarou que apoiava Ivani Cavalheiro. O que justificou as gargalhadas.

Precedentes
Ivani Cavalheiro, segundo o site do TRE, já colocou o nome numa disputa eleitoral. Foi candidato a vereador no município de Ji-Paraná pelo PMDB sem lograr êxito. Os votos recebidos em Jipa foram tão ínfimos que sequer figuraria numa suplência em Porto Velho. Nem José Augusto, preferido da maioria dos diretorianos, é bom de urna.

Encolhendo
O PMDB na capital não tem nomes competitivos nem vistosos, isso não significa que deixe de experimentar aquele que quer levar a legenda as urnas.E José Augusto diz que quer e está motivado, podendo, inclusive, melhorar sua performace em urna. Com candidatura própria o PMDB pode aumentar a representação na Câmara Municipal. A reboque do PT nunca vai conseguir se firmar e corre o risco de encolher ainda mais a representação da edilidade no legislativo mirim.

Resenha Política : Resenha Política
Enviado por alexandre em 20/03/2012 16:32:14

Resenha política
Robson Oliveira

Desistiu
David Chiquilito Erse trocou o Partido Comunista do Brasil (PCdoB) pelo Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB) com a esperança de ser indicado como candidato a prefeito de Porto Velho. O raciocínio era óbvio: disputar as eleições da capital por uma legenda com capilaridade, tempo de TV, capacidade de arrecadação e o Governo Estadual. Semana passada, após uma reunião com um 'cacique' do PMDB, Chiquilito jogou a toalha e desistiu de entra na disputa interna do PMDB pela vaga. Não divulgou os motivos pelos quais levaram a desistência. Só a genitora é quem deve saber.

Vexame
Abelardo Castro Filho, que anunciava por aí que iria com Chiquilito e disputar a indicação do PMDB para sucessão na capital, misteriosamente, também desistiu da empreitada. A verdade é que entre os ex-postulantes, Castro era o de menor capacidade para empolgar o eleitor de Porto Velho. Os cargos pelos quais colocou seu nome na disputa eleitoral comprovam que a urna não é o seu forte. Fez bem para evitar um vexame!

Incredulidade
Após as duas desistências acima, eis que surge a informação de que José Augusto deverá ser guindado a pré-candidato a prefeito da capital. Empresário médico de reconhecimento municipal, José Augusto é conhecido do eleitor, visto que disputou outras eleições e em nenhuma logrou êxito. O PMDB está preparando uma festa para o dia 24, data do lançamento da pré-candidatura, mas poucos filiados acreditam que o nome de José Augusto seja referendado na convenção, em junho.

Extinto
Dizem que José Augusto teria confidenciado numa conversa privada interesse em compor de vice numa chapa com o PT, aí emerge a incredulidade da pretensão. Além disso, os 'caciques' do PMDB sabem descartar uma candidatura quando percebem que o ungido não é do ramo ou quando o partido necessita preservar o 'portfólio'. É o que os analistas denominam de extinto de sobrevivência. Augusto pode ser rifado.

Estratégia
Quem assiste de longe o bate cabeça dos peemedebistas é o ex-deputado federal Lindomar Garçon (PV). O ex-parlamentar faz juras de fidelidade ao PMDB, inclusive com a promessa de figurar como vice na chapa do partido, mas a estratégia é ele próprio ser ungido como o candidato a prefeito com um peemedebista de vice. A meta pode não dar certo, isso não significa que não seja boa. E é. De besta o ex-deputado não tem nada. Aliás, é o único Garçon que só serve a si.

Avarento
Alheio as movimentações do PMDB, PT e PR-PSDB, o deputado federal Mauro Nazif (PSB), igualmente pré-candidato a prefeito de Porto Velho, pela terceira vez consecutiva, monta sua campanha sedimentada no apoio de alguns sindicatos, em especial os do setor público. Desde o final do ano que Dr. Mauro não perde uma greve, um enterro nem uma festa. Esta última (festa), participa de todas, desde que não seja para colocar a mão no bolso.

Aversão
É possível que desta vez Mauro Nazif (PSB) consiga empolgar o eleitor da capital, mas vai necessitar se submeter as orientações de um bom marqueteiro para melhorar a imagem e a fala. Avesso aos truques televisivos, seu principal concorrente é ele próprio. É um candidato conservador e teimoso, no que pese ser uma pessoa da melhor qualidade.

Escassez
Os nomes recém-lançados para sucessão do prefeito desleixado Roberto Sobrinho (PT) não tem empolgado ninguém. A escassez de nomes é um problema para o município que vem sofrendo por falta de uma administração eficiente e proativa. Recursos, todos propalam por aí, não faltam. O que anda em escassez é competência.

'Orloff'
Ariquemes, domicílio eleitoral do governador, também sofre pela escassez de nomes para disputar o paço municipal. O atual prefeito, ex-vice de Confúcio Moura, é um empresário bem sucedido na vida privada, mas na atividade pública é um desastre. O deputado estadual Adelino Follador (DEMO), ex-prefeito de Cacaulândia, surge como alternativa ao atual mandatário. Por este fato ver-se que a escassez da capital atingiu a vizinha Ariquemes. É o efeito “Orloff”. Coitado dos munícipes...

Cassação
Desde o início da famosa operação 'Termópilas', que fisgou uma reca de deputados estaduais em malfeitos na Assembleia Legislativa de Rondônia sob a orientação do ex-todo poderoso Valter Araújo, a maioria dos parlamentares faz corpo mole na tentativa de arrefecer os ânimos e salvar a pele dos envolvidos.

Cumplicidade
Se houver cassação, ficará restrita ao chefe da máfia (Valter). Há uma cumplicidade silenciosa visando salvar o mandato da deputada Ana da 8, Zequinha Araújo, Jean Oliveira, Euclides Maciel, Saulo da Renascer, Flávio Lemos e Epifânia Barbosa. A cassação de Valter Araújo é muito pouco para o estrago causado a Rondônia pelos elementos envolvidos na confusão. Eles agem como se nada tivessem feito.

Mato
O deputado estadual José Lebrão (PTN), presidente da Comissão de ética do Poder Legislativo, tem avisado que não aceita pressão e que vai votar segundo a consciência nos processos de cassação dos pares. Pressão é a única arma que a população possui para cobra dos parlamentares, incluído aí o Lebrão, a cassação de Valter Araújo e dos demais deputados estaduais envolvidos nos malfeitos. Esperar pela consciência do presidente da Comissão de Ética é o mesmo que repetir o adágio popular: “desse mato não saí coelho”. Só Lebrão...

Afronta
Ninguém diz. Ninguém reage. Ninguém denuncia, mas o Governo Federal é contra a inclusão nos seus quadros dos servidores estaduais de Rondônia, exceto os poucos que entraram no serviço público antes de 1988.

Ecoando
Nenhuma de nossas autoridades reage com mais veemência para não afrontar a senhora presidente Dilma Rousseff. A transposição pode virar um grande engodo, especialmente depois que a União encontrou eco jurídico as suas posições junto a PGE.

Vergonha
A novela da transposição vai se arrastando até que os servidores cansem de aguardar o que pode definitivamente não vir. É uma vergonha (parafraseando Boris), haja vista a quantidade de festa e discursos feitos pelos políticos e sindicalistas com o tema. Acontecendo o pior, nossos representantes saem chamuscados. Todos.

Artigo
Uma obra prima a ser lido o artigo do advogado combativo Pedro Origa sobre a autonomia profissional dos senhores procuradores. Nada a obstar. Ocorre que o foco da questão da transposição é outro, ou seja, a PEC aprovada pelo Congresso Nacional em comum acordo com a Presidência da República selando um acordo político com reflexos jurídicos.

Na moita
Portanto, a questão da transposição é política e assim deve ser tratada. A própria presidenta, em visita a Rondônia no ano passado, discursou sobre o assunto e prometeu agilidade. Sem antes tecer loas a companheira Fátima Cleide que, aliás, anda muito calada em relação ao problema. Ela pode ajudar sim, basta cobrar dos seus companheiros no Palácio Presidencial agilidade no processo. No momento, optou pela moita!

Resenha Política : Resenha Política por Robson Oliveira
Enviado por alexandre em 13/03/2012 15:33:57

Resenha política
Robson Oliveira
 
Pressão
Tudo indica que a pressão feita pelos partidos da base aliada do Governo Federal no Senado, ao rejeitarem uma indicação da presidente Dilma Rousseff para a agência de Transportes, surtiu efeito: já começam a ser publicados no Diário Oficial da União os nomes dos apadrinhados dos 'caciques' para os escalões inferiores.
PMDB
Ontem, por exemplo, o PMDB de Rondônia conseguiu a nomeação de Flávio (ex-prefeito de Machadinho) para a Superintendência do INCRA. O órgão era uma “capitania” dos petistas desde a posse de Lula no Palácio do Planalto.
Comportamento
O próximo órgão federal a mudar é o IBAMA, visto que o nome indicado ainda passa por análise da 'ficha'. Outros também podem trocar de mandatários dependendo da forma como as bancadas se comportam na votação do Código Florestal.
A viagem...
Depois de aposentar o Blog, onde divagava suas habilidades filosofais e passava pito no próprio governo, Confúcio Moura, oráculo maior de Rondônia, estava incomensuravelmente feliz ontem ao receber a visita de Mangabeira Unger, assessor para assuntos de qualquer natureza. Quem assistiu ao lero dos dois “iluminados” revelou que foi uma verdadeira viagem na maionese.
Famigerado
Após vidas serem ceifadas às escancaras do poder público e diante da leniência dos seus representantes, eis que o famigerado Dnit começa a se mexer para alocar recursos visando à recuperação da BR 364.
Morte anunciada
Enquanto o Ministério dos Transportes não desenterrar o projeto de duplicação da BR 364 nem exigir que os caminhões carregados de soja do senador Blairo Maggi (PR) trafeguem com pesos adequados ao traçado da rodovia, tudo que for feito é paliativo. E novas vidas hão de ser ceifadas.
Violência
Esta coluna já alertou: primeiro foi crise na Saúde, depois Educação e a próxima poderá ser na Segurança. Os números da violência no estado estão em curva ascendente com o aumento de homicídios, sequestros, tráfico de drogas, furto, roubo e acidentes no trânsito. Até Caixas Eletrônicos são explodidos sem qualquer parcimônia. Cadê a prevenção?
Deduragem
Uma fonte da coluna que conversou recentemente com o ex-secretário José Batista (principal encrencado nas denúncias da Operação Termópilas) revelou que o ex-secretário adjunto da Saúde dedurou em depoimento outros supostos comparsas que inicialmente escaparam da sofisticada investigação 'Termópilas'.
Alvo
Segundo a mesma fonte, o famoso cunhado de uma autoridade de plantão estaria atolado nos malfeitos até o pescoço. Ele sempre despachou numa mansão amarela localizada na região central da capital mesmo sem exercer quaisquer funções ou cargo que justificassem a força política que sempre fez questão de ostentar. Hoje é alvo de novas investigações. Fato que não é surpresa nos meios políticos.
OAB
Nos bastidores da advocacia rondoniense já começam as movimentações para as eleições da Seccional da Ordem dos Advogados do Brasil que deverão ocorrer no segundo semestre. Dr. Andrei Cavalcanti é o primeiro a colocar o bloco na rua e confirmou que é candidatíssimo. Os demais pretendentes escondem o jogo e aguardam o momento certo para anunciar as candidaturas. Tudo indica que dessa vez haverá disputa. Será? (…)
Tática
Não passa de uma estratégia de sobrevivência política de Roberto Sobrinho o lançamento da pré-candidatura a prefeito de Porto Velho da sua chefe de gabinete, Miriam Saldaña. Como a predileta à sucessão, deputada Epifânia Barbosa, está na iminência de ser cassada, a alternativa foi anabolizar Saldaña.
Tolerância
Mesmo sabendo que as chances da pupila são mínimas numa disputa dentro do PT com a ex-senadora Fátima Cleide, Sobrinho impôs a assessora como forma de obrigar a ex-senadora a baixar a guarda e negociar uma convivência de tolerância mútua entre eles. Especialmente após as eleições.
Fogo amigo
A família “Muleta”, que mantém a hegemonia política no município de Jaru há mais de uma década, chega às eleições municipais com um dilema a ser resolvido nas entranhas do DNA. É que Amauri Santos (ex-prefeito), tio do atual prefeito, vem sendo o crítico mais mordaz da administração de Jean. O fogo amigo entre tio e sobrinho deu ânimo aos adversários que lutam para afastar da administração municipal a família dos ‘Muletas’.
Doente
DEMO, PSDB, PP e PSD sonham em convencer o deputado federal Carlos Magno a entrar na disputa pela prefeitura de Ouro Preto do Oeste. Mas as condições de saúde do parlamentar não lhes permitem exageros e uma campanha poderia provocar mais fragilidade em sua saúde. Ademais, o atual prefeito, candidato a reeleição, Alex Testoni, está bem avaliado e dificilmente perde.
Indicação
Caberá ao deputado federal Carlos Magno (PP) a responsabilidade pela indicação do novo superintendente do IBAMA em Rondônia. O nome que ele inicialmente recomendou ao Palácio do Planalto foi reprovado (motivos não revelados). O parlamentar analisa outros, além de tentar emplacar como adjunto do INCRA Britão.
Transposição
A posição adotada por parte da Procuradoria Geral do Estado em relação a negar seguimento dos processos de transposição de servidores que foram vítimas de demissões do governo Bianco é no mínimo um absurdo, visto que vai no sentido contrário do que fala o Chefe do Executivo.
Carrasco
A PGE alega que não há direito a ser reconhecido aos servidores por serem celetistas e, ao mesmo tempo, esse mesmo Estado deixou de recolher direitos trabalhistas dos mesmos servidores enquanto celetista. Moral da história: quando é para utilizar o rigor da lei contra o barnabé a PGE sempre é diligente e operosa. Foi assim quando deu parecer pela demissão de dez mil servidores. Com a palavra Confúcio Moura.

Resenha Política : Resenha Política por Robson Oliveira
Enviado por alexandre em 01/03/2012 13:58:14

Robson Oliveira

Um ano depois...
Completando um ano do falecimento do jornalista Paulo Queiroz verificamos o quanto o jornalismo rondoniense empobreceu desde a sua partida: uma lacuna ainda a ser preenchida.

Cabo véio
O cabo véio (era assim que nos cumprimentávamos) faz muita falta. Ainda guardo o e-mail que me postou momentos antes da partida. Daqui de baixo, rendo todas as homenagens possíveis ao amigo do andar de cima. Paulo Queiroz deixou um legado de um profissional correto, decente e amigo.

'Ceariba'
O texto de Paulo era inconfundível: inteligente e magnífico. Quando escolhia um político como alvo me avisava com antecedência e colhia eventualmente minhas opiniões. Era um grande mestre. Forjou o termo 'Ceariba' para justificar a origem e o amor: nasceu no Ceará, mas adorava dizer que era da minha Paraíba (onde foi criado desde os dois anos). Suas colunas deveriam ser publicadas num livro. Uma memória viva de parte da história política e boêmia de Rondônia. Uma grande falta faz o 'Cabo Véio'.

Corredor da morte
Passam os anos e os problemas velhos surgem de novo. Não é de hoje que o traçado da BR 364 ceifa vidas. De pessoas ilustres a cidadãos mais simples. Projetada a três décadas, hoje é um dos principais corredores para escoamento de grãos do maior produtor de soja do país (Mato Grosso). Estreita, sem acostamento adequado, sem sinalização perfeita e sem fiscalização preventiva, a BR 364 vai se tornando o corredor da morte. Com a palavra as autoridades, antes que outra morra!

Eleições
Tudo começa depois do carnaval, diz o adágio popular. Março chega com a pauta das eleições municipais e algumas movimentos paredistas pipocando por aí. Os líderes dos principais partidos políticos olham o calendário eleitoral para definir seus projetos. Na capital, por exemplo, as definições ainda vão demorar porque os nomes especulados ainda não empolgaram.

Enquadramento
Mauro Nazif (PSB) garante que vai à disputa independentemente das coligações. É um nome que tem agregado apoio da maioria dos sindicalistas, especialmente na saúde, mas vai ser obrigado a construir novos apoios partidários que aumentem seu tempo na televisão. Aí surge um novo problema: melhorar a imagem e o discurso no vídeo.

Mito
Mauro Nazif é um político a moda antiga e resiste aos truques de marketing. Vai ser obrigado a se enquadrar para suavizar a imagem e quebrar alguns mitos negativos que pesam sobre sua forma de viver. É um adversário que não pode ser subestimado, visto que virou obstinação ser eleito prefeito de Porto Velho.
Indecisão
Lindomar Garçon (PV), pré-candidato, pode ser convencido a desistir e retomar seu projeto de voltar a Câmara dos Deputados (de onde foi retirado de forma nebulosa) com as bençãos palacianas. É o nome que agrega como vice em qualquer coligação. Se decidir disputar a prefeitura da capital a qualquer custo não terá nada a perder.
Cascata
A pré-candidatura do vereador Mário Sérgio, lançada com pompa por uma legenda 'nanica', não pode ser levada a sério. O objetivo do vereador é ser convidado para figurar de vice de uma candidatura mais densa. Leia-se aí PMDB, PT, PP ou PSB.

Fumaça preta
No que pese as ressistências do grupo liderado pelo prefeito Roberto Sobrinho contra o grupo da ex-senadora Fátima Cleide, dificilmente o alcaide da capital consiga impedir que ex-senadora seja a indicada pelo Partido dos Trabalhadores para sua sucessão. Fátima é membro do Diretório Nacional e conhece como ninguém os caminhos das pedras e das entranhas petistas. Ademais, sua pretensão é chacelada pelos principais 'cardeais' do partido ligado ao "papa" Lula.

Indecisão
Já na seara peemedebista os problemas não são diferentes do PT. Dois nomes são especulados como pré-candidatos: David Chiquilito e Abelardinho Castro. Nem um dos dois conseguiu até o momento força suficiente para garantir a indicação. Uma cadidatura própria do PMDB, em Porto Velho, dependerá de outros fatores, a exemplo do desempenho do governo. Aliás, nem a coligação com os petistas está descartada. No que pese as dificuldades existentes.

Acirramento
A disputa está acirrada pela reitoria da Universidade Federal de Rondônia entre os cinco professores que concorrem ao pleito. A coluna apurou que os dois candidatos mais postados atualmente são Berenice Tourinho e Ene Glória. Os ânimos em nossa academia continuam exaltados. Contudo, os dois postulantes, doutores, possuem currículos respeitáveis.

Fiel da balança
O curioso é que, segundo uma fonte da coluna, ganha a reitoria da Unir aquele candidato que contar com os votos dos docentes liderados pelo ex-reitor Januário Amaral, que renunciou ao cargo depois de denúncias. Amaral, antes execrado por todos, agora é o fiel da balança.

Verdade restabelecida
Ao invés de apresentar uma proposta mais condizente com as reivindicações dos trabalhadores em educação em greve (algo maior do que ofereceu aos professores e menor do que eles pediram), Júlio Olivar, dublê de Secretário de Educação, parte para a provocação com um artigo inapropriado num momento de crise. Quando militava no PCdoB o discurso era veemente. Hoje, no governo, a ação é outra. Como ele mesmo escreveu: Nada do que a verdade restabelecida. Com justiça e paz!

Caos
Dias atrás o caos estava circunscrito à Saúde. Agora é na educação. Amanhã, anotem, será na Segurança. Faltam interlocutores ao governo. Aliás, falta governo. E pouco para o caos!

Inundações
As chuvas estão castigando a maioria dos estados do Norte do país, incluído aí Rondônia. Mas a administração de Roberto Sobrinho (PT) contribuiu com suas obras inacabadas para que as inundações cobrissem as ruas da capital. São Pedro abriu as torneiras do Céu e Sobrinho fechou as de Porto Velho.

Cadafalso
Através de recursos procrastinatórios e bem formulados, o deputado federal Natan Donadon (PMDB) tem conseguido escapar da guilhotina e mantém-se firme no mandato de deputado federal. Mas o tempo do parlamentar está se findando e os recursos deverão ser fulminados. Enquanto isto, tem salvado o pescoço, mas não o bastante para escapar do cadafalso.

Empulhação
Em viagem na cometiva da presente Dilma Rousseff a ministra do Planejamento Miram Belchimot somente receberá o governador de Rondônia e os membros da bancada federal em sua volta, nesta quinta-feira. Isso se o Palácio Getúlio Vargas confirmar a audiência. Na pauta a transposição que emperrou nos escaninhos da gaveta de algum burocrata do Ministério do Planejamento. O governador Confúcio Moura disse no interior que vai falar grosso. Esperamos que sim. E chega de empulhação!

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