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Brasil : HOMOFOBIA
Enviado por alexandre em 17/05/2017 20:52:05


Combate à Homofobia Cresce violência contra pessoas LGBT; a cada 25 horas, uma é assassinada no país

Foto: Agência Brasil

Em 2017, até o início deste mês, 117 pessoas lésbicas, gays, bissexuais e transexuais (LGBT) foram assassinadas no Brasil devido à discriminação à orientação sexual. A informação é do Grupo Gay da Bahia (GGB), que participa de programação sobre o tema durante toda esta quarta-feira (17), Dia Internacional Contra a Homofobia. O militante LGBT e membro honorário do GGB, Genilson Coutinho, informa que o dia será marcado por debates em diversos pontos de Salvador, como centros de apoio, para que a violência contra LGBT's não seja esquecida e se torne alvo de medidas legislativas e políticas públicas nos níveis municipal, estadual e federal.
O foco principal este ano será a campanha, a ser lançada, no decorrer do dia, pelo site Dois Terços, de apoio a pessoas LGBT, que vai denunciar a invisibilidade de quem tem alguma deficiência ou necessidades especiais. Por estarem inseridas em dois contextos que geram discriminação, sofrem, consequentemente, “dupla exclusão”.

Violência institucionalizada

Para Genilson Coutinho, a crescente violência contra pessoas LGBT, pode ser atribuída a diversos fatores, sobretudo à impunidade, porque não há nenhuma lei que torne crime esse tipo de violência. “Não há uma lei que criminalize a homofobia no país, que faça com que as pessoas abram os olhos e desaprovem isso. A impunidade fortalece a violência diária. O criminoso mata hoje e com um habeas corpus é liberado. Isso institui a banalização, porque a cada 25 horas um homossexual é assassinado no Brasil, a cada dia uma família é dilacerada pela morte de filhos LGBT”, diz Coutinho.
Além disso, ele cita, como forma de sustentar a homofobia, a ausência de políticas públicas e a falta de atendimento apropriado a essas pessoas, em locais de denúncias e apoio, o que institucionaliza esse tipo de violência. Coutinho lembra conta que muitos casos deixam de ser registrados em delegacias, por exemplo, porque as vítimas passam por constrangimentos, o que acaba sendo uma segunda violência. "Elas acabam sendo culpabilizadas e responsabilizadas pela violência que sofreram”.

Segundo ele, a luta é diária. "Hoje é um dia em que queremos dar um grito para que a sociedade acorde e entenda que somos cidadãos e seres humanos, que têm direito à vida também, sem que nossos lares sejam dilacerados, como ocorreu recentemente com a família de Tadeu Nascimento, aqui em Salvador, há pouco mais de uma semana. Não adianta termos uma Secretaria de Direitos Humanos se não sairmos dos gabinetes e partirmos para a prática”, observa.

Transexual, 24 anos, Tadeu Nascimento foi encontrado morto no bairro de São Cristóvão, em Salvador, no último dia 5 de maio. O apartamento onde morava, no bairro de Fazenda Grande, estava revirado e objetos foram levados. Ele tinha sinais de espancamento e marcas de tiro na cabeça. Segundo a Polícia Civil da Bahia, a investigação do caso está a cargo da 1ª Delegacia de Homicídios, mas não podem ser passadas mais informações, sob pena de atrapalhar o andamento do processo. Relatório do GGB, com dados de 2016, mostra que a Bahia é o segundo estado do país que mais mata pessoas LGBT por motivações homofóbicas. O primeiro é São Paulo. Somente a capital, Salvador, registou mais de 600 atendimentos em um ano de funcionamento do Centro de Referência para essas pessoas.

Agência Brasil

Brasil : CALOTE
Enviado por alexandre em 16/05/2017 15:23:55


67% dos municípios não pagam dívidas previdenciárias
O passivo das prefeituras no INSS soma R$ 75 bilhões segundo cálculos recentes

Um quarto dos municípios que têm dívida previdenciária estão inadimplentes com os parcelamentos, segundo levantamento da Confederação Nacional dos Municípios (CNM) obtido com exclusividade pelo Estado. Esses gestores aguardam hoje do governo federal o anúncio de um novo parcelamento desses débitos. O passivo das prefeituras no INSS soma R$ 75 bilhões segundo cálculos recentes.

De acordo com a pesquisa, 67,4% das prefeituras têm dívidas previdenciárias. O levantamento obteve respostas de 2,6 mil dos 5,5 mil municípios do País. Nesse universo a inadimplência chega a quase 25%, ou seja, atinge 396 prefeituras.

Municípios “negativados” não podem receber recursos das emendas voluntárias apresentadas por parlamentares, ainda que o deputado ou senador daquela localidade tenha garantido a disponibilidade dos valores no Orçamento.

“Os municípios não têm como pagar essa dívida”, diz o presidente da CNM, Paulo Ziulkoski. Ele reconhece, porém, que o parcelamento será uma solução passageira – suficiente apenas para que os prefeitos consigam os certificados e, consequentemente, recebam as emendas. “É um alívio de momento, em cinco ou seis meses essas parcelas já não estão sendo pagas, também. É a realidade dos municípios”, afirma.

Ziulkoski se reuniu no domingo com o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, para debater o novo parcelamento. Ele também discutiu a possibilidade de alterar a forma de distribuição do ISS cobrado sobre operações com cartões e de leasing. A ideia, segundo ele, seria alterar a tributação da origem para o destino. Como é hoje, os pagamentos são feitos aos municípios que são sede dessas operadoras, ou seja, concentrados em poucas prefeituras. A mudança teria como resultado a difusão desses recursos para um número maior de municípios.

O presidente da CNM disse que o que está em estudo é a derrubada do veto de Michel Temer a um trecho da Lei Complementar 157/2016, que já previa a mudança no ISS.

As dificuldades dos municípios vão além da questão previdenciária. Segundo a CNM, 59,2% dos gestores que assumiram o mandato este ano relatam que a administração começou em situação ruim ou péssima. Metade das prefeituras ouvidas tem dívidas com fornecedores, com atraso médio de 7 meses. Pelo menos 250 municípios admitem inadimplência no pagamento de salários de servidores. (AE)

Brasil : SAÚDE E BELEZA
Enviado por alexandre em 16/05/2017 15:09:17


Primeiro nutricionista e fisiculturista de Mato Grosso conta segredos da alimentação e treino

Da Redação - Isabela Mercuri

Kenzio Queiroz
Quando Kenzio Queiroz, 26, decidiu estudar nutrição, ainda estava no ensino médio e morava em Mato Grosso do Sul. A mudança para Cuiabá lhe trouxe, além da faculdade, novas experiências. Sete anos depois, ele se tornou o primeiro nutricionista do estado a ser também um atleta federado da Federação Mato-grossense de Fisiculturismo, Musculação e Fitness (IFBB-MT), quando participou, no último mês de abril, de sua primeira competição de fisiculturismo.

“Eu sempre treinei e sempre gostei de me alimentar de forma saudável, então a escolha da nutrição foi natural”, conta Kenzio. “E durante a faculdade eu tinha alguns amigos que eram fisiculturistas, e decidi tentar também”.

Kenzio participou do ‘Campeonato Estreante’ que aconteceu no dia 8 de abril em Lucas do Rio Verde, interior de Mato Grosso, na categoria ‘Men’s Physique’ que, segundo ele, é mais exigente na definição e com o baixo percentual de gordura. Em sua competição, o atleta chegou a ter somente 3,8% de gordura do corpo.

Mas não foi uma jornada fácil. Para chegar ao corpo da competição, Kenzio organizou diversas dietas, que mudavam conforme a data ia se aproximando. “No início eu comia, por exemplo, cem gramas de batata doce e cento e cinquenta de carne vermelha ou branca. Depois diminui a quantidade de carboidrato. Depois, cortei totalmente o sódio. Depois passei a fazer uma hiper-hidratação, tomando dez litros de água por dia. Depois fiquei dois dias sem tomar água. Já mais próximo da competição, precisei comer somente carboidratos simples, como arroz e macarrão, para o músculo inchar”.

A parte de treinos, segundo o atleta, também é bem específica. “Eu treino de forma isolada cada músculo, cinco vezes por semana. Normalmente meu treino é bem intenso, com muita carga e poucas repetições. Mas mais próximo da competição o treino fica diferente, só para dar um estímulo no músculo, com pouca carga e muitas repetições, já que por conta da dieta você fica com menos força”, explica.

Depois de participar do Campeonato Estreante, o nutricionista viajou para São Paulo para participar da Feira de Arnold Schwarzenegger como visitante. “Eu conheci várias pessoas que admiro, como nutricionistas e atletas, e aproveitei para fazer contatos”, afirma. Agora, ele pretende continuar competindo no ramo.

Nutrição e suplementação


Kenzio toma suplementos por praticidade (Foto: Arquivo Pessoal)

Logo que se formou, no início de 2017, Kenzio decidiu se dedicar somente ao fisiculturismo. Após a competição, então, ele começou a atender seus pacientes. “Durante a faculdade você tem que fazer estágio em todas as áreas, e tinha algumas que eu não gostava, como hospital e produção, mas eu sempre gostei da área clínica”.

Kenzio não gosta de se definir como nutricionista esportivo, já que, segundo ele, esta especificação é somente para quem atende atletas. “Eu atendo crianças, idosos... qualquer pessoa que queira ter uma melhor qualidade de vida e saúde”, afirma.

Em cada consulta, Kenzio faz uma anamnese do paciente. “Eu pergunto o que ele come, em que horários, e visualizo os erros e acertos de acordo com o objetivo”, explica. Segundo o nutricionista, ele prefere fazer as mudanças na alimentação e, somente se necessário, parte para a suplementação.

“Quando eu prescrevo, normalmente prescrevo proteína isolada por causa da praticidade. Tem gente que não consegue parar em um horário de manhã ou à tarde para ingerir proteína, então fica mais fácil tomar suplemento”, explica.

Além disso, existem casos em que Kenzio prescreve o uso de termogênicos. “Os termogênicos devem ser consumidos sempre antes da atividade física, porque eles servem para produzir calor, e durante a atividade você produz também”.

Kenzio atende em seu apartamento, mas em breve pretende abrir um escritório. Ele também compartilha sua rotina e dicas no Instagram (veja AQUI).

Serviço

Kenzio Queiroz – Nutricionista
Contato: (65) 99935-0174

OLHAR DIRETO

Brasil : ELEIÇÕES 2018
Enviado por alexandre em 16/05/2017 00:49:14


Pesquisa aponta fim da polarização eleitoral para 2018
FGV divulga estudo sobre "terceira via" fora da polarização direita-esquerda


Fundação Getúlio Vargas divulga pesquisa sobre posicionamento eleitoral para as eleições 2018.

Após o depoimento do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao juiz Sérgio Moro, na semana passada, a Fundação Getúlio Vargas (FGV) observou o crescimento de uma “terceira via”, que foge à regra costumeira de polarização. Sem posicionamento favorável ou contrário ao petista, esta nova classificação foi a maior responsável pelo alcance das menções feitas sobre o interrogatório no Facebook e Twitter. A instituição concluiu então, que o cenário eleitoral de 2018 deve ser altamente influenciado pelo cansaço da disputa tradicional.

A Diretoria de Análises de Políticas Públicas (DAAP) da FGV divulgou um levantamento de 24 horas, realizado no dia 10 de maio, no Facebook e Twitter, e constatou que o “terceiro campo politico”, sem posicionamento a favor ou contra, foi responsável por praticamente um terço (32,3%) das interações geradas a respeito do depoimento de Lula. Os perfis de oposição corresponderam a 20,7%, enquanto os apoiadores protagonizaram 19,2% das publicações. Segundo o estudo, os outros 28% restantes são grupos menores e fragmentados da rede.

O novo grupo se posiciona em relação crítica às posturas tanto de Lula quando do juiz e procura manter uma distância política das pessoas com posicionamento mais tradicional. Se for comparado o episódio do depoimento de Lula à mobilização sobre a greve feral, reformas da previdência e leis trabalhistas, realizado dia 28 de abril, o primeiro rendeu 650 mil menções no Twitter, volume expressivo mas ainda distante do 1,5 milhão de interações da segunda.

Além de números, a pesquisa também aponta as faixas etárias das pessoas que compõem os três grupos identificados, deixando para os “nem pró nem contra Lula” a maioria jovem, uma vez que os apoiadores e opositores incluem as pessoas acima de 35 anos.

Como um grupo que ainda não encontrou seus valores representados por nenhum dos lados da polarização, esta nova classificação abre espaço para uma agenda que concilia as pautas dos campos tradicionais.

"Se, por um lado, essa parcela não encontra um movimento, uma liderança ou mesmo uma agenda única em torno da qual se aglutinar, por outro, verifica-se haver um espaço a ser ocupado no debate-disputa que se desenrolará nos próximos meses, podendo conciliar parte das agendas de ambos os polos - combate à corrupção e oposição a reformas, por exemplo", diz o estudo.

A conclusão chega então ao fator etário, que é importante no que diz respeito ao protagonismo na eventual viabilização de alternativas politicas para o próximo ano.

DIÁRIO DO PODER

Brasil : ATAQUE
Enviado por alexandre em 14/05/2017 16:55:59


Hacker: polícia européia pede investigação internacional
Ataque atingiu computadores em quase 100 países na sexta

Vírus explora uma falha grave no sistema Windows

G1

Um dia depois do ataque cibernético que afetou redes de computadores em quase cem países no mundo, os especialistas fazem um alerta: existe o risco de novos ataques.

Em alguma casa na Inglaterra, um jovem de 22 anos mora com os pais. A gente não sabe que rosto ele tem, mas virou um herói de guerra. Ele foi responsável pelo fim de um ataque virtual sem precedentes.

Imagina se o vírus de uma doença é detectado na Inglaterra ao meio-dia. E começa a aparecer quase simultaneamente em todo o planeta, afetando mais de 125 mil pessoas?

Foi isso que aconteceu na sexta-feira (12), mas os alvos eram computadores. Usuários em pelo menos 99 países tiveram o computador sequestrado.

O golpe funciona assim: você recebe um e-mail, aparentemente confiável. Mas se clicasse no anexo, imediatamente o seu computador é infectado e todos os que estão ligados em rede com ele. Na hora, todos os seus dados, seus arquivos, eram criptografados. Ou seja: você perde acesso a eles. Na tela, aparece uma mensagem: para ter seus documentos de volta, só pagando resgate. No mínimo, US$ 300 – quase R$ 1 mil.

Não se sabe quanta gente pagou, mas se estima que os hackers tenham embolsado mais de um bilhão de dólares. O primeiro a dar o sinal do ataque foi o sistema de saúde britânico. Mas o ataque atingiu desde o governo russo até um serviço de entregas de encomendas americano e universidades na China e na Indonésia. O sistema de trens na Alemanha, empresas de telecomunicações na Espanha e em Portugal. A montadora francesa Renault chegou a parar a produção em algumas unidades.

A polícia europeia diz que é preciso uma investigação internacional complexa para descobrir quem tá por trás do ataque. O que já se sabe é quem desenvolveu a tecnologia dele. Foi o governo americano - através da agência de segurança nacional: a NSA.

A gente está acostumado com a corrida armamentista em que os governos desenvolvem mísseis e bombas pra atacar e se defender. A NSA produz as armas da guerra virtual. Vírus que atacam sistemas cibernéticos para espionar, por exemplo, terroristas e governos.

O problema é que várias dessas armas virtuais da NSA foram roubadas por hackers no ano passado. E uma delas foi usada pra fazer o vírus que atacou o mundo na sexta-feira (12). O vírus explora uma falha grave no sistema Windows, que é o mais usado no mundo. A Microsoft já tinha corrigido o problema, em março.

Quem atualizou o sistema desde então estava protegido. Mas muitas empresas e órgãos públicos não atualizam o sistema operacional com frequência por que isso custa caro

Por enquanto a situação está controlada. O que aquele jovem inglês descobriu foi um gatilho que fez o ataque parar por um tempo. Mas ele mesmo diz que os hackers podem desfazer o que ele fez e voltar a agir a qualquer momento.

Então o que a gente tem que fazer agora para se proteger? Os especialistas dizem que a primeira coisa é atualizar o Windows e o sistema de antivírus. E também dizem que não tem mais como vivermos sem um HD externo. Uma memória, sem conexão à internet, para guardar, pelo menos, os arquivos mais importantes. Ele funciona como um cofre, e é o que vai nos proteger pelo menos um pouco nessa nova realidade que mais parece um filme de ficção científica.

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