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Brasil : O MONSTRO DO AX╔
Enviado por alexandre em 15/01/2019 12:47:09

Léo Santana: "Quero ganhar o mundo"

Por TEXTO: RAFAEL GODINHO: FOTOS: PAULO MACEDO AZEVEDO/ED.GLOBO
Aos 30 anos, o músico apelidado de 'Gigante' se sente muito mais seguro agora do que na adolescência. Considerado um dos homens mais sexies do Brasil, Léo Santana confessa ter sido complexado pelos seus dois metros de altura durante a puberdade. Ao posar para QUEM, com figurinos grifados escolhidos pelo seu stylist Willian Costa, na Ônix Beach’s House, em Salvador (BA), ele mostra já ter superado os traumas do passado e ter conquistado confiança: “Já andava até meio curvado para não chamar muito atenção. Nessa época, meus amigos começaram a me zoar, me chamando de corcunda e isso abalou meu psicológico. Foi nessa época que eu comecei a malhar e não parei mais”, revela Léo sem ressentimentos do seu passado.

Com o novo single Toma Créu, em parceria com MC MM, entre as mais tocadas nas rádios do país e apostando em Crush Blogueirinha, com Boca Rosa, Gabi Lopes e Carol Manfrim, para o Carnaval 2019, o cantor confessa que nem sempre teve êxito profissional. “Eu assumo que já errei muito com música. Na minha saída do Parangolé para a carreira solo, as coisas não aconteciam. E você pode ser celebridade, ter milhões de seguidores, mas se a música não cai no gosto popular, não adianta que você não vende show”, avalia. Se sentindo bem à vontade, em sua terra natal e onde mora até hoje, ele também abriu o seu coração sobre os términos e voltas com a noiva, Lorena Improta. “Agora, definitivamente, nós temos que casar”, conclui o bonitão apaixonado. Confira a entrevista e o ensaio fotográfico na íntegra:
Léo Santana (Foto: Paulo Macedo Azevedo/ Ed. Globo)

GIGANTE DO BEM
“Eu sou muito ‘tranquilão’, tenho uma paz de espírito típica em mim. Também sou muito correto. Muito mesmo. Acho que vem da minha índole familiar, das pessoas com quem eu ando ou andei, que sempre me ensinaram a ser sempre correto com todo mundo. E um cara muito família. Sou 100% família e amigos. Um pouco ciumento em relação a isso. Porém nada que seja exagerado. Mais de proteção mesmo.”

ORIGEM HUMILDE
“Sou um cara simples, que gosta de coisas boas. Sou de origem suburbana, da comunidade Boa Vista do Lobato. Vim do subúrbio de Salvador. Minha família é bem simples, de sobreviver de um salário mínimo. Minha mãe, Marinalva Silva de Santana, era secretária de uma empresa e meu pai, Lourival Santana, era segurança da empresa que minha mãe trabalhava. Eles se conheceram lá e se casaram. Ele é alto e forte também"Léo Santana Aspas (Foto: )
Léo Santana (Foto: Paulo Macedo Azevedo/ Ed. Globo)

DESCOBERTA DA MÚSICA
“Comecei a me envolver na música aos 12 anos, por influência do meu avô, que fazia roda de samba, no interior aqui da Bahia, com os netos. Era aquele samba de mesa. Eu sempre fui envolvido com música. Eu me lembro de eu menino ir para o quintal da minha avó e fazer batucada com lata de leite e outros materiais. A musicalidade sempre fez parte de mim. Nesta mesma época, eu comecei a tocar percussão em bandas pequenas e nasceu meu amor pela música.”Léo Santana Aspas (Foto: )

PRIMEIRO INSTRUMENTO
“Um amigo meu me levou para conhecer o mundo das bandas que já eram conhecidas na cena musical daqui, como a Pagodarte, Os Bambas, o próprio Parangolé, com outro cantor no caso. Ele me aconselhou a aprender algum instrumento. Foi quando eu pedi um cavaquinho para meus pais e a condição financeira deles não ajudava muito. Na época, um cavaquinho novo custava em torno de R$ 200, que era caro para caramba para quem recebia um salário mínimo. Foi quando apareceu um próprio músico, da Arte e Cia, vendendo um cavaquinho que não era amplificado, que não conectava em caixa de música, por R$ 25. E para você ter noção, a gente o pagou de duas vezes. Até hoje eu tenho esse cavaquinho. Ele está na casa dos meus pais, minha mãe tem o maior ciúme dele. Esse instrumento tem um significado muito especial para mim. Foi nele que aprendi a perceber um tom mais afinado.”

INÍCIO DE CARREIRA
“Eu decidi cantar por ciúmes do cantor da banda que eu tocava. Quando a gente saia para tocar, era muito assédio em cima dele e eu falava: ‘Eu também quero isso aí’. Eu era moleque na banda e a galera era mais velha. Na época, eu tinha 14 anos e a galera já com 20 e poucos anos. Eu era meio que o mascote. Foi um ciúme do caramba. Eu pensava: ‘Quero ser cantor também’. Foi aí que eu comecei me envolver de fato com o canto. Eu já dançava. Eu reuni alguns amigos e montei a minha primeira banda, chamada Zairê. Depois fizemos uma chamada Arte e Cia. Era tudo brincadeira de criança, mas já pensando no futuro. Subíamos uma ladeira absurda, andávamos muito para chegar ao estúdio e ensaiar. E são coisas como esta que me marcaram. Até hoje, eu passo lá na comunidade e penso: ‘Caramba! Quantas vezes, eu já subi e desci isso aqui’. E eu sempre vou lá para me manter firme, de pés no chão, por mais que eu viva outro mundo agora.”
Léo Santana (Foto: Paulo Macedo Azevedo/ Ed. Globo)
Léo Santana (Foto: Paulo Macedo Azevedo/ Ed. Globo)

VIDA CONFORTÁVEL
“Estou muito realizado, graças a Deus. Fico emocionado quando olho para trás e vejo tudo que conquistei. É um vitória muito grande ter sucesso com honestidade, sem passar por cima de ninguém. Minha maior conquista foi ter conseguido comprar a casa para os meus pais. Consegui tirar a minha família da favela. Não porque a gente queria sair de lá, mas por questões que foram acontecendo naturalmente. Até por segurança mesmo. Eu viajo muito e eu dei esse presente a eles, que são o meu bem maior"Léo Santana Aspas (Foto: )

ROMANCE IOIÔ
“Na minha cabeça, ainda somos noivos. A gente deu uma pausa e voltamos do mesmo lugar. A aliança ainda está lá. Só não estamos usando. Agora, definitivamente, nós temos que casar. Já foi. Chega dessas idas e vindas. Nós evoluímos muito como casal e profissionais também. Eu defendo e apoio o trabalho dela. Inclusive, eu fui um dos idealizadores do trabalho infantil dela. A gente vai evoluindo constantemente. Não sei se essas separações foram também por imaturidade de ambos. Ela foi a minha primeira namorada que eu assumi publicamente e apresentei para a família. Então, eu errei muito de fato, por imaturidade e não ser compreensivo. E ela também.
Léo Santana (Foto: Paulo Macedo Azevedo/ Ed. Globo)

Léo Santana Aspas (Foto: )RECONCILIAÇÃO AMOROSA
Eu não me aguentei e falei: ‘A gente se gosta para caramba. Vamos ficar juntos? Vamos ceder um pouco e ficar juntos novamente’. Nós tínhamos que ter esse diálogo. Se não, Ave Maria, estávamos separados até hoje. Contamos com a ajuda de amigos também, da família. É engraçado que quando você cria uma imagem com sua parceira, como eu e Lorena, tem muita gente que acompanha e torce. Mas, graças a Deus, a gente está superbem.”

CIÚMES
“Ela fala que sou eu o mais ciumento, mas eu acho que ela é bem mais. Modéstia parte, eu sou muito seguro. Vai ver que eu passo isso para ela e vai alimentando esse ‘ciuminho’ bobo. Ela não é de ter ciúmes de fãs, se eu tiver conversando com mulher, ela é mais de ciúmes besta mesmo. ‘Você só quer saber dos seus amigos agora?!’, ela questiona quando marco algo com a galera. Enfim, são esses detalhes bobos. Nada demais.”Léo Santana Aspas (Foto: )

PATERNIDADE
“Desejo muito ter filhos. Quero ter três, como os meus pais. Eu tenho 30 anos e já sinto que estou na hora. Só que Lore fez 24. Ela está muito focada na carreira. Mas a gente tem que arranjar um tempinho para focar nisso. Graças a Deus, hoje em dia, cheguei a um patamar que dá para gente se policiar em relação ao volume de trabalho. A gente faz uma média de 25 shows por mês. Meu próximo passo é melhorar essa logística. Preciso de um jatinho particular. Não é por luxo. É totalmente necessário para um artista que faz em média 25 shows por mês. Tem que ter”
Léo Santana (Foto: Paulo Macedo Azevedo/ Ed. Globo)

HATERS
“Inverdades me tiram do sério. Antes, eu me incomodava muito. Batia boca, respondia. Chegou uma hora que eu deixei tudo de lado, porque eu vi que não tinha fim. A maturidade me fez perceber que essas coisas são bobas e não vale a pena eu me estressar. Agora quando é zoeira eu levo na esportiva. No lance da sunga, que fui zoado recentemente, eu fui o primeiro a tirar sarro. O Tirulipa me mandou mensagem e tudo. Eu não tinha visto o post, porque a gente estava em Fernando de Noronha e o sinal de celular lá não é legal. Eu fui vendo os prints das montagens sem entender. Aí, eu disse: ‘Quem postou essa foto? Aí, eu fui ver que foi a Lorena. Ela estava o tempo todo na praia nessa zoeira. Aí, eu postei uma foto sem camisa antes de dormir. E ela disse que era desnecessário. Eu apaguei.”Léo Santana Aspas (Foto: )

CUIDADOS COM O CORPO
“Hoje, eu não consigo mais malhar como antes. Eu tenho muito pouco tempo em Salvador. Eu fico em casa dois três dias na semana, no máximo. Não sou do tipo que fica fazendo exercício em hotel. Quando eu chego ao quarto, eu só quero dormir. Eu tenho boa genética também. A minha tendência é emagrecer. Mas eu tento me alimentar bem. Como muito pouca besteira. Não sou nada exagerado para comer e bebo álcool muito raramente. Tem uma fase assim, após o Carnaval que eu chute o balde mesmo. Aí tomo meus bons drinques. Me cuido muito. Sou vaidoso para caramba.”
Léo Santana (Foto: Paulo Macedo Azevedo/ Ed. Globo)

Léo Santana Aspas (Foto: )PATINHO FEIO
“Na minha fase de adolescência, a mulherada me achava engraçadinho, mas eu não pegava ninguém. Elas falavam: ‘Nossa, que rostinho bonitinho, com covinhas’. Mas fisicamente, eu era alto e muito magro. Nesse momento, eu não me achava muito legal. Entre os meus 14, 15 anos, eu já estava andando até meio curvado para não chamar muito atenção. Nessa época, meus amigos começaram a me zoar, me chamando de corcunda e isso abalou um pouco meu psicológico. Foi nessa época que eu comecei a malhar e não parei mais. E tomei amor pelo treino. Foi um momento que eu não curtia meu visual.”

SÍMBOLO SEXUAL
“Esse rótulo me incomodou por um bom tempo. Hoje, ele não me incomoda mais, porque teve um tempo que só saia notícias do Léo Santana falando sobre o meu corpo e não se falava muito em si da minha arte, da minha música. Só saia nota quando eu tirava a camisa em show e isso me incomodava. Eu estava muito focado em música, tentando acertar o meu som e só falavam do físico. Foi a partir daí que eu busquei mudar um pouco a minha imagem junto com meu escritório, investir no meu visual, figurinos grifados. Hoje em dia, as pessoas podem até me ver como um sex symbol, mas elas sabem que eu também tenho um repertório vasto e talento musical. Elas elogiam o meu show também. O que me incomodava, era eu ser resumido só ao meu corpo. Tudo que a gente mais preza é conseguir reconhecimento profissional.”

PRECONCEITO MUSICAL
“Eu vejo como uma grande vitória o meu sucesso, principalmente se tratando do pagode de Salvador, que é um gênero muito restrito, com muitas barreiras ainda a serem quebradas. Eu fico feliz em estar ajudando a quebrar essas barreiras, porque é um movimento periférico que repercutiu no mundo inteiro. A gente lutou muito para ter um respeito e uma valorização dessa música. Antigamente, chegávamos para fechar um show e dependendo do lugar tinha o preconceito de ser música de quebradeira da Bahia. A internet ajudou muito a democratizar isso. E isso trouxe uma maturidade e evolução artística muito grande para nós.”
Léo Santana (Foto: Paulo Macedo Azevedo/ Ed. Globo)
Léo Santana (Foto: Paulo Macedo Azevedo/ Ed. Globo)

CRISE DE IDENTIDADE
“Independentemente de ser artista, assumo que já errei muito com música. Na minha saída do Parangolé para a minha carreira solo, as coisas não aconteciam. Demorei um bom tempo para acertar. E você pode ser celebridade, ter milhões de seguidores, mas se a música não cai no gosto popular, não adianta que você não vende show. E o que dá o dinheiro e coloca o pão em casa é o show. Sei que tem muita gente que vive de rede social, mas eu enquanto artista ainda quero viver da minha música e usar a rede social para ajudar a divulgar o meu trabalho.”

A EMPRESA LÉO SANTANA
“Hoje em dia, tenho cerca de 100 funcionários no meu escritório, o Salvador Produções, trabalhando direta e indiretamente para mim. Cem famílias dependem do meu sucesso. Eu sinto essa responsabilidade. Quando eu era vocalista do Parangolé, não. Porque eu era contratado do escritório e vivia com o que eu ganhava para cantar. Agora, eu sou sócio e tudo leva o meu nome. É uma responsabilidade muito gigantesca. Mas, eu tenho uma equipe, que desculpa a expressão, é foda! Eles me dão todo o direcionamento para o meu trabalho e eu confio muito neles.”

DOMINAR O MUNDO
“Eu não me considero axé. Sou pagode baiano. Estou sempre acompanhando o que o mercado está consumindo. Se você ouvir meu som, não saberá distinguir o que ele é. Eu gravei pop com Gloria Groove, funk com Kevinho, forró com Wesley Safadão, sertanejo com Simone e Simaria. Estou por dentro de tudo. O artista não pode achar que ele conseguiu um sucesso e já conquistou o público. Não pode cair em comodismo. Ele tem que ficar o tempo pesquisando novos sons. Eu creio que o meu diferencial é esse. Lutei tanto para conquistar tudo que tenho até aqui e vou me acomodar?! Não, eu quero mais. Quero ganhar o mundo, ser igual ao Michael Jackson, a Beyoncé. São artistas que chegaram no topo, é onde eu quero chegar.”Léo Santana Aspas (Foto: )
Léo Santana (Foto: Paulo Macedo Azevedo/ Ed. Globo)

MERCADO INTERNACIONAL
“Pretendo construir uma carreira internacional a longo prazo. Eu já fiz vários shows na Europa e nos Estados Unidos. A minha gravadora, a Universal Music, está muito focada a ir para este lado latino, que é o que a Anitta, muito inteligente, fez. Eu sou muito fã da língua latina, do som. Eles querem muito que eu faça isso e eu me amarro. Só que não é aquele lance de focar agora na carreira internacional. Tem muito lugar no Brasil que o meu som ainda não chegou e eu teria que abrir mão de muita coisa aqui. Eu creio que será um caminho natural. De repente gravar um single fazendo um feat e não sair do país para esse investimento.”

ÍDOLOS
"Sou fã do Michael Jackson, eu tenho tudo dele, desde livros, CD’s e DVD’s. Eu envolvo até algumas coisas de break, black music no meu som, no meu movimento. Claro que eu não posso deixar de fazer a quebradeira e rebolar geral. Mas escuto muito Usher também. E esse é o tipo de som que eu ouço naturalmente no meu carro, em casa, treinando na academia. Eu amo a cultura black americana. Eu me identifico. É um som que me influencia muito.”

PROJETOS PARA 2019
“A gente tem o Baile da Santinha, que é um projeto anual, em termo de estrutura e climatização. Vamos ter shows completos de artistas do Brasil inteiro. Estamos comemorando três anos de sucesso, com mais de 20 mil pessoas em cada apresentação e somos considerados um dos maiores ensaios de Carnaval. O Carnaval, com o Bloco do Nana, que durante anos foi do Bell e agora é nosso. Também lançarei o feat. com o Thiaguinho, o com a Anitta também está andando bem. A gente só não está achando a canção. Eu quero mais nessa onda internacional que ela está indo, latina, e ela quer mais Brasil, com a minha cara. Vamos tentar achar um meio termo. Mas em 2019 essa parceria sai.”

Locação: Onix Beach Houses



Brasil : RETIRAR
Enviado por alexandre em 14/01/2019 20:13:23

Com fim de contrato, Caixa pede à dupla Ba-Vi que retire a logomarca dos uniformes
A Caixa Econômica, patrocinadora master dos times do Bahia e Vitória enviou um comunicado desautorizando a exibição da sua logomarca nos materiais de treino e de jogo das equipes na temporada 2019. Conforme informação do Correio, os clubes baianos, responderam à estatal que vão tirar a logo quando for conveniente, de acordo com a logística da troca dos materiais. A justificativa é que não haja prejuízo com a confecção de novos uniformes. O contrato de patrocínio com a dupla Ba-Vi acabou em dezembro. Segundo a Caixa, a renovação está em análise, por isso solicitou a retirada até que haja definição.

BOCÃO NEWS

Brasil : O EXEMPLO BOM
Enviado por alexandre em 14/01/2019 10:57:30

Tecnologia garante internet móvel em qualquer lugar do PiauíEquipamento faz conexão de internet em qualquer localidade do território.
Fala Piauí
Tecnologia garante internet móvel em qualquer lugar do Piauí
O Estado do Piauí conta agora com tecnologia de aproximadamente 25 quilos que possibilita o acesso a Internet em qualquer lugar do Piauí. A ferramenta é uma aquisição do programa Piauí Conectado e pode ser usada em ações de serviços de órgãos estaduais em zonas onde não há acesso público à rede mundial de computadores.

As antenas leves foram adquiridas em conjunto com os demais equipamentos fixos de solução via satélite que estão sendo instaladas em escolas, hospitais e assentamentos em todo o estado. O investimento total no sistema de comunicação via satélite do Piauí Conectado já investiu mais de R$ 4,5 milhões.

A tecnologia deve beneficiar diretamente a área de segurança nos territórios do interior e de fronteira. “Permite a PM montar uma blitz na divisa de qualquer município e estado onde não há conexão, possibilitando que a Secretaria de Segurança acesse sistemas nacionais de identificação criminal, base de dados para extrair informações de pessoas que têm mandado de prisão, que têm ficha criminal”, explica o diretor da Agência de Tecnologia da Informação (ATI), Avelyno Medeiros.

As antenas também poderão ser usadas por órgãos de fiscalização e conscientização como a Secretaria de Fazenda e o Batalhão Estadual de Trânsito e o próprio Detran. Os serviços de Saúde itinerante e outras finalidades de conexão com a internet também são alvo da tecnologia.
O estado conta no momento com três unidades da ferramenta. A aquisição pode ser ampliada e adquirida por outros órgãos de acordo com a demanda. Segundo o diretor da ATI, além de leves as antenas são de fácil manuseio. “Qualquer pessoa com conhecimentos básicos de informática consegue montá-las porque elas (antenas) têm um sistema simples”, explicou Medeiros.

Brasil : TENS├O
Enviado por alexandre em 12/01/2019 14:04:03

Risco de corte de patrocínio de estatais deixa esporte brasileiro temeroso

Apoio da Caixa foi fundamental para os bons resultados da ginástica

O esporte nacional vive uma grande apreensão com a possibilidade de corte em patrocínios estatais nos próximos anos. Muitas confederações passam por dificuldades financeiras e a situação tende a piorar sem o dinheiro da Caixa, BNDES, Correios e Infraero. Apenas Petrobrás e Banco do Brasil avisaram que pretendem manter o nível de investimento de 2018 para este ano.

As medidas do governo de Jair Bolsonaro ainda são uma incógnita e a própria Caixa solicitou a seus parceiros que façam relatórios sobre a importância do patrocínio e o retorno institucional que eles representam. Os cerca de R$ 217 milhões investidos em 2018 devem ser reduzidos este ano, com cortes principalmente no futebol.

Nos próximos dias haverá uma reunião com o comando da Caixa para mostrar o alcance desses patrocínios. Para algumas modalidades, como atletismo, ginástica e basquete, além do esporte paralímpico, é inegável o quanto esse dinheiro estatal ajudou na formação de atletas e conquista de bons resultados internacionais.

“A Caixa é um parceiro histórico do CPB (Comitê Paralímpico Brasileiro) e tem sido fundamental para o desenvolvimento do esporte paralímpico ao longo desses 16 anos. O planejamento que executamos atualmente é de quatro anos e vai até os Jogos de Tóquio. Sem o patrocínio, este planejamento fica inviabilizado, o que prejudicaria todo o segmento de esporte para pessoa com deficiência do país”, explica Mizael Conrado, presidente do CPB.

O contrato da Caixa com o CPB, de 2017 até 2020, implica o investimento de R$ 95 milhões. “A Caixa sempre foi uma grande parceira e honrou integralmente os compromissos, o que nos permitiu levar o Brasil a outro patamar no cenário internacional, ao sair da 24.ª colocação em Sydney-2000 para o 8.º lugar no Rio-2016. Temos plena confiança de que seguiremos juntos por muito tempo, numa relação cuja sinergia gerou uma das maiores parcerias do esporte paralímpico mundial.”

Em nota, a Caixa informou que os investimentos no esporte para este ano estão sob análise. O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que em 2018 desembolsou R$ 2.382.441,00 para projetos de canoagem, explicou que os valores para 2019 ainda serão alinhados com a nova administração.

A Confederação Brasileira de Canoagem, que gerencia os valores que são utilizados para os atletas de alto rendimento da modalidade, espera que a situação não piore. “A apreensão é real, porém, estamos trabalhando e adequando nossos projetos à realidade existente”, comenta João Tomasini Schwertner, presidente da entidade.

“O BNDES é o nosso principal patrocinador, vamos reforçar os laços que já temos e buscar manter a parceria que foi fundamental para o desenvolvimento da canoagem brasileira. Precisamos de parceiros e hoje o BNDES é o nosso foco. Mas, para mantermos nossas ações, precisamos de patrocinadores. Sempre temos de buscar parcerias”, continua.

No ano passado, os Correios patrocinaram seis confederações, mas apenas duas estão com contratos vigentes. Com isso, as entidades que cuidam dos esportes aquáticos, tênis, rúgbi e handebol podem perder receita, pois os Correios estão analisando ainda as possibilidades.

“Nós já fomos atingidos pela não renovação do contrato de patrocínio com o Banco do Brasil em 2018. Com relação aos Correios teremos o prazo do contrato encerrado em janeiro e teremos de discutir a renovação”, diz Ricardo Souza, presidente da Confederação Brasileira de Handebol (CBHb).

A Infraero explicou que não há previsão de novos patrocínios. Atualmente, apoia a Liga Nacional de Basquete (LNB) e o recurso para esta temporada é de R$ 600 mil. “A LNB não tem qualquer sinalização de interrupção de seus projetos com a Infraero. A parceria é motivo de muito orgulho e nos permite contribuir com a divulgação dos bons resultados da gestão transformadora da empresa nos últimos anos”, diz a liga.

Entre as estatais, a Petrobrás indicou que vai investir cerca de R$ 80 milhões em 2019, quase o mesmo patamar do ano passado, e o Banco do Brasil pretende manter o valor de 2018, que foi de R$ 55,7 milhões. “A expectativa do BB é a de manter o patamar dos investimentos, cuja plataforma é pautada por critérios técnicos de valorização da imagem da instituição, reforço de sua estratégia negocial e aproximação dos clientes”, avisa o banco.

Brasil : BBB18 COMO VIVEM
Enviado por alexandre em 11/01/2019 10:56:33

Motorista e youtuber! Um ano depois, como estão os participantes do "BBB 18"
IG Gente
20 nomes fizeram do "BBB 18" uma das maiores edições do reality show da Globo. Mas por onde eles andam depois de um ano no programa? Veja aqui

Ana Paula, Breno, Caruso, Diego, Gleici, Jaqueline, Jéssica, Kaysar, Lucas, Mahmoud, Mara, Nayara, Patrícia, Paula, Viegas, Wagner e Família Lima formaram o time dos participantes "BBB 18", reality show da Globo. Juntos, eles se divertiram, jogaram, brigaram, polemizaram e, é claro, causaram. Agora, depois de um ano, muitos ainda são lembrados, mas outros caíram no esquecimento e ainda sim quando aparecem são lembrados como ex-brothers.

O tempo passou e muita coisa mudou na vida dos participantes do "BBB 18". Pensando nisso, o iG Gente fez uma radiografia dos ex-confinados para mostrar o que aconteceu na vida deles após um ano do programa; veja:

Ana Paula, conhecida como a bruxinha da edição, foi a terceira eliminada e desde então passou a repercutir com suas notícias fora da casa. Logo após deixar o programa, ela disse ter sofrido ataques nas redes sociais e decidiu se afastar por um tempo. No entanto, quando voltou não parou mais. Hoje colecionando mais de 500 mil seguidores no Instagram, ela tem um feed recheado de belos cliques e dentro desse um ano após reality protagonizou alguns ensaios fotográficos, apostou na carreira de youtuber e investiu na área artística.

Além do lado profissional, o amoroso também veio à tona e em junho ela assumiu o relacionamento com o chef de cozinha Rodrigo Marquezelli, de 41 anos, que além de tudo é sobrinho do deputado federal Nelson Marquezelli, do PTB-SP.

Breno causou como o garanhão da casa ao ficar com Jaqueline, Ana Clara e Paula, mas surpreendeu a todos ao manter o relacionamento firme e forte com Paula após o reality show e juntos eles fazem o típico casal propaganda. Com sorte no amor e azar no jogo, o arquiteto está arrasando nas redes sociais e coleciona mais de 1,5 milhão de seguidores.

A vida como ex-brother está rendendo visibilidade a ele, que está fazendo diversos trabalhos como modelo, conquistou alguns contratos publicitários, além de marcar presença em eventos. No entanto, nem só de trabalho ele vive, pois o que ele deixa claro em suas redes sociais é o seu amor por viagens e está desbravando pelas paisagens brasileiras ao lado da amada.

Publicitário, o polêmico Caruso segue atuando em sua área, além de, é claro, colher frutos da fama de ex-BBB. O barbudo faz alguns trabalhos como garoto propaganda e tem aproveitado a popularidade nas redes sociais para comparecer a lugares refinados e com nomes famosos como Cleo e Kevinho, por exemplo.

Visto como um dos vilões da casa, Diego não mantém intacto o posto de ex-BBB, longe dos holofotes, ele segue nas suas áreas de formação como escritor, filósofo e psicoterapeuta, compartilhando com seus seguidores no Instagram algumas pípulas dos conteúdos e até faz sorteios de seus exemplares para o público, com quem ele tenta manter contato frequente.

A grande vencedora da edição, Gleici, mostrou que é possível ter sorte no jogo e no amor ao mesmo tempo, assim, além de levar o prêmio milionário da Globo, ela também garantiu o amor do então colega de confinamento Wagner. Com a grana recebida, ela mudou o visual e os looks, apostando em peças mais sofisticadas sem perder sua essência e o ar despojado. A acreana também aproveitou para agradar a mãe com um presentão: uma casa novinha no Acre, seu estado de origem.

Com alguns contratos publicitários e seis milhões de seguidores no Instagram, ela está aproveitando a vida e conhecendo diferentes cantos do Brasil, na maioria das vezes acompada do namorado. Vale ressaltar que ela também teve a honra de participar do último capitúlo da trama de "O Outro Lado do Paraíso".

Jaqueline, a segunda eliminada da casa, conseguiu conquistar diversos contratos publicitários para representar diversas marcas, principalmente de roupas. A loira também tem aproveitado a fama para marcar presença vip em eventos, no entanto, é a carreira de cantora que ela tem buscado cada vez e está investindo na área e já até faz apresentações em alguns lugares.

Popular como ex-sister, ela também aproveitou o um ano de "BBB 18" para repaginar o visual e aderiu aos fios ainda mais iluminados, com ondas e franjinha. Para fechar com chave de ouro os bons frutos de Jaque, ela também começou a namorar e no final de 2018 e assumiu o namoro com o empresário Júnior Bezerra, de 23 anos.

A princesa da edição, Jéssica, permanece firme e forte na profissão de personal trainer, que aliando ao seu corpão e popularidade está rendendo bons contratos publicitários de marcas e produtos fitness, e até passou a morar em um apartamento próprio. Ela também está aproveitando para investir em seu canal no YouTube e mostra detalhes da sua vida, trata de assuntos sobre dedicação física, entrevista pessoas e muito mais.

Além de conquistar o público, ela também ganhou um coração do DJ Flavinho em agosto, mas a relação durou somente cerca de cinco meses. Com a coroa intacta, ela está vivendo a vida de solteira rodeada de amigos, viagens e faz questão de compartilhar sua rotina nas redes sociais.

O gringo e vice-campeão da temporada, Kaysar, conquistou diversos contratos publicitários depois do programa e marca presença vip em alguns eventos, além de tudo, ele também se tornou o mediador do polêmico concurso Miss Bumbum 2018. No entanto, uma de suas maiores conquistas após o reality foi poder ter a sua família, que estava na Síria, por perto e em segurança. Para fechar com chave de ouro as vitórias do sírio, ele está prestes a estrear sua primeira novela global, "Órfãos da Terra", que substituirá "Espelho da Vida".

Lucas, que ficou conhecido como o Noivo de Taubaté, por ter entrado noivo no reality e se envolvido de forma polêmica com Jéssica, saiu solteiríssimo da casa e arrependido pelos seus feitos. Nas redes sociais e na mídia, todos puderam acompanhar a saga dele tentando reconquistar Ana Lúcia, que meses depois resolveu dar uma nova chance e eles reataram a união e seguem firme, forte, com casamento marcado para este ano e viajando pelo Brasil e o mundo.

A vida profissional do moreno também alavancou e ele segue como garoto propaganda de algumas marcas, além de atuar como modelo e empresário.

Desde que foi eliminado do "BBB 18", Mahmoud é quem mais mantém contato com os ex-colegas de confinamento. O psicólogo e sexológo está seguindo como youtuber e se dedica ao seu canal, que inicialmente era chamado de "Terapia do Divo", mas foi rebatizado de "Sexflix", onde tira dúvidas e dá dicas sobre relações e vida sexual. Como um bom ex-brother, ele também faz presenças vips em eventos e garantiu alguns contratos publicitários e já protagonizou bons ensaios fotográficos, inclusive, de maneiras bem ousadas.

Mara foi a primeira deixar a casa e usa as redes sociais para mostrar seu lado militante, totalmente ligado a política, o que resultou na sua candidatura como Deputada Estadual em Minas Gerais nas eleições de 2018, porém não foi eleita. Longe dos holofotes e dos "privilégios de ex-BBB", ela segue trabalhando na sua área de atuação como cientista política.

Nayra está trabalhando em sua área de formação - jornalismo, investindo em seu canal no YouTube intitulado de "Apurando com Nay de Deus". Além disso, ela também desfruta de algumas parcerias e serviços como modelo.

Entre todos os participantes, foi Patrícia que passou por uma transformação mais radical. Ela repaginou tudo o que tinha direito depois de sair da casa, o cabelo passou a ser loiro, o corpo ganhou uma silhueta mais fina com ajuda de dieta e lipoescultura, e as curvas foram ressaltadas com silicone nos seios. A mudança física também acarretou em mais parcerias e elogios nas redes sociais. Hoje ela desfruta dos contratos publicitários, marca presença em eventos e até aposta como cantora.

Assim como o namorado que conheceu dentro do reality, Breno, Paula também está viajando pelo Brasil e fazendo nome nas redes sociais e entre os contratos publicitários. Ela está sempre conectada como influenciadora digital e já mudou de visual duas vezes desde que deixou o casa. Com a fama, ela também está investindo em looks mais poderosos, finos e sensuais.

Viegas sempre deixou claro o seu amor pela música e depois do "BBB 18" aproveitou para investir ainda mais na carreira e já lançou novas canções e clipe. Com mais visibilidade e alguns contratos publicitários, ele também inovou no estilo.

Mantendo o relacionamento com a campeã da edição, Gleici, Wagner aproveita a vida ao lado da amada, com quem está sempre fazendo viagens românticas, e segue também com seus trabalhos pessoais como artista plástico. Sempre conectado com os fãs, ele vem chamando atenção na web com cliques cheio de beleza e garantiu alguns contratos publicitários.

A primeira família a entrar para a casa foi a de sobrenome Lima, composta pelo pai Ayrton, a mãe Eva, a filha Ana Clara e o sobrinho Jorginho. No entanto, somente dois membros (pai e filha) ficaram até o final do programa da Globo. Mesmo ficando menos de uma semana dentro da casa, Eva e Jorginho conseguiram ganhar visibilidade e, inclusive, tem suas contas verificadas no Instagram e conquistaram alguns contatos famosos. Já o patriarca da família, apesar de somar um milhão de seguidores, está fazendo trabalhos como Uber para ajudar a renda da família.

A popularidade da vez entre os participantes da Família ficou para Ana Clara, a revelação do "BBB 18", que além de fazer muitos publiposts, somar 7,9 milhões de seguidores, fazer comercial na TV e ter contrato publicitário com diferentes marcas, também se tornou repórter da Globo pelo "Vídeo Show" e do "BBB 19".
Fonte: IG Gente

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