Brasil - FAKE NEWS - Notícias
« 1 (2) 3 4 5 ... 450 »
Brasil : FAKE NEWS
Enviado por alexandre em 16/06/2018 23:36:56

Brasil é o país mais preocupado com notícias falsas, diz estudo global
Dos entrevistados brasileiros, 85% disseram se preocupar com a possibilidade de manipulação

O Brasil aparece como o país mais preocupado com as chamadas “notícias falsas” (fake news) em um estudo global que analisou a realidade de 37 nações. Dos entrevistados brasileiros, 85% manifestaram preocupação com a veracidade e a possibilidade de manipulação nas notícias lidas. A lista é seguida por Portugal (71%), Espanha (69%), Chile (66%) e Grécia (66%). Na opinião dos autores, a polarização política nesses países provocada por eleições, referendos e outros grandes processos de disputa na sociedade podem ter favorecido essa percepção.
á os menos preocupados com a possibilidade de uma notícia não ser verdadeira ou contar algum tipo de desinformação são Holanda (30%), Dinamarca (36%), Suécia (36%), Alemanha (37%) e Áustria (38%). Os autores destacaram na análise que, diferentemente dos Estados Unidos, a Alemanha passou recentemente por eleições em que a disseminação de notícias falsas não apareceu como um problema grave.

Quando tomada a amostra de forma conjunta, a média geral das pessoas consultadas pelo levantamento preocupadas com a veracidade das informações lidas na Internet ficou em 54%.
O Relatório sobre Notícias Digitais do Instituto Reuters, uma das mais importantes pesquisas do mundo sobre o tema, foi divulgado nesta semana. O levantamento fez entrevistas para identificar hábitos de consumo da população em relação a veículos de mídia e produtos jornalísticos.
Percepção

Os autores da pesquisa apontam uma percepção maior do que a realidade vivida pelas pessoas. Do total dos entrevistados, 58% disseram estar preocupados com notícias “fabricadas” mas apenas 26% conseguiram identificar casos concretos. Essa diferenciação, entretanto, não foi feita por país, não permitindo identificar se essa disparidade ocorre nas nações onde a preocupação foi maior, como no Brasil.
“Quando olhamos para os resultados do nosso estudo, descobrimos que quando consumidores falam sobre ´fake news´ eles estão preocupados também com mau jornalismo, práticas de caça de cliques e enviesamento”, argumentam os autores da pesquisa.

Providências

Mesmo assim, as pessoas consultadas colocaram a necessidade de providências sobre o assunto. Na avaliação dos entrevistados, os principais responsáveis por adotar medidas de combate às chamadas notícias falsas deveriam ser os veículos tradicionais de mídia (75%) e as plataformas digitais (71%).
Na compreensão dos autores, essa percepção estaria relacionada ao fato de muitas reclamações com foco na veracidade ou manipulação estarem relacionadas a mídias tradicionais, e não a conteúdos fabricados por sites desconhecidos.

A adoção de alguma regulação pelo Estado para atacar o problema ganhou aceitação sobretudo entre asiáticos (63%) e europeus (60%). Na Europa, a regulação do tema tem ganhado espaço. No último ano, a Alemanha aprovou uma lei que passa a responsabilidade pela fiscalização de conteúdos falsos e ilegais às plataformas. No Brasil, já há diversos projetos de lei tramitando no Congresso visando estabelecer regras sobre o tema. (ABr)

Brasil : JORNALISMO
Enviado por alexandre em 15/06/2018 10:20:54

Imparcialidade, papo furado
Nós sabemos que alcançar a imparcialidade plenamente é inatingível, mas não serve como justificativa para não ser buscada. Pois, é papel do jornalista almejá-la, dando voz para todos os lados, com diferentes ângulos
Lucas Mendes*

Desde do século XX, a mídia é o meio que mais influencia, modificando a realidade, formando opinião, gerando conceitos, alterando atitudes e comportamentos das pessoas. Pesquisas apontam que a tevê é o meio mais utilizado pela população brasileira para se informar, seguido pelo rádio, internet, jornal e por último a revista.

Sem sombra de dúvidas a Rede Globo ajudou a unificar o gosto do brasileiro, se tornando um monopólio, com um dos telejornais mais assistidos, Jornal Nacional, além de possuir um dos apresentadores mais confiáveis, William Bonner, segundo a opinião pública. Porém, William Bonner, numa propaganda comemorativa aos 50 anos da Rede Globo, pronuncia uma palavra que beira a utopia no jornalismo, prometendo “imparcialidade” aos telespectadores.

Nós sabemos que alcançar a imparcialidade plenamente é inatingível, mas não serve como justificativa para não ser buscada. Pois, é papel do jornalista almejá-la, dando voz para todos os lados, com diferentes ângulos, seja com falas de especialistas, índices, dados estatísticos, personagens envolvidos, para que possamos entender e saber explicar o assunto debatido com propriedade. Mesmo assim, não nos esqueçamos, que na tradução dos fatos, iremos sofrer influência do ambiente que estamos inseridos culturalmente, economicamente, politicamente, profissionalmente e socialmente.

Nas revistas semanais, percebemos facilmente que há uma contaminação de gênero opinativo em espaços que deveriam ser apenas destinados a informação, ação que chamamos de editorialização. Ou seja, são espaços que deveriam ser exclusivamente informativos, porém acabam sendo opinativos. Verifique-se nas entrelinhas o excesso de adjetivos encobertos de opinião disfarçadamente. Ou, nem tão disfarçados. Comprovando que não há imparcialidade, até mesmo em espaços exclusivamente para a informação.

Muitas vezes sem ética, o veículo apresenta uma visão favorável a um partido e ideologia, por causa de interesses sejam eles econômicos ou políticos, ação que denominamos de partidarismo político. Contudo, os órgãos de imprensa afirmam que são imparciais, evidentemente estão mentindo. Até então comportamento compreensível, afinal por trás disso há interesses, mas que afeta diretamente os jornalistas.

Sendo uma ameaça à liberdade dos jornalistas que são obrigados a transmitirem a informação, conforme a linha editorial do veículo, caso contrário obterão conflitos, tendo a possibilidade de serem simplesmente chutados, entende-se demitidos. Aliás, é comum, estudantes e profissionais da área terem que se esvaziar de suas opiniões e compartilhar dos interesses do veículo, mesmo não concordando, para trabalhar nesta área.

Embora seja dever do jornalista zelar pela sua liberdade. Entretanto, precisamos ter uma estabilidade financeira, pois vivemos numa sociedade capitalista. Pensamento simplista, no entanto, faz todo sentido.

O que, apenas reforça que a dita imparcialidade, está longe de ser obtida, que nunca será obtida. E que deve ser repensada.

Sobretudo, temos como saída à internet. Um salve a internet. Que serve para criarmos páginas alternativas, exercendo essencialmente a profissão de jornalista, aonde não precisamos custear nossa liberdade e vender uma falsa imparcialidade enganando a população, mas optando por um lado sem papas na língua. Isto é, praticando um jornalismo mais honesto e transparente. Mas, jamais, distorcendo fatos.

*Lucas Mendes é graduando em Jornalismo e colaborou para Pragmatismo Político.

Brasil : TRAIÇÃO
Enviado por alexandre em 14/06/2018 17:00:24

Pesquisa aponta: 10% das pessoas que frequentam motéis usam para trair o companheiro
O levantamento foi realizado através de um questionário respondido por de e-mail.

Uma pesquisa realizada pela agência de pesquisa de mercado e inteligência Hello, em parceria com o Guia de Motéis, apontou um dado interessante sobre as pessoas que frequentam motéis. De todos os que alegaram ter utilizado ao menos uma vez na vida, 10% deles confessaram fazê-lo para ter relações extraconjugais.

O levantamento foi realizado através de um questionário respondido por e-mail, a partir da base de clientes cadastrados no portal Guia de Motéis. Foram, ao todo, 1.710 frequentadores entrevistados, entre aqueles mais assíduos (ao menos uma vez por mês) e os mais ocasionais (pelo menos quatro vezes por ano).

Dos 1.190 frequentadores assíduos, 70% afirmaram que costumam ir a motéis com um parceiro fixo, esposo(a) ou namorado(a). Entre os ocasionais, esse mesmo referencial chega a 85%. Além disso, outro ponto observado na pesquisa foi que, além das datas especiais, a sexta-feira e o fim de semana são os dias mais comuns para utilizar os serviços.

Portal T5

Brasil : O ANTI-BRASIL
Enviado por alexandre em 14/06/2018 16:58:33

Em protesto contra corrupção e ‘7 a 1’, brasileiro pinta rua com as cores da Argentina
Bandeirinhas e paredes estão todas em azul e branco e todos juram que torcerão pelo time de Messi.

Há quatro anos, a Rua 8, no bairro Real Copagre, em Teresina, no Piauí, estava toda pintada de verde e amarelo, como muitas em tempos de Copa do Mundo. Como já sabemos, o doloroso “7 a 1” da Alemanha foi devastador. Isto e, principalmente, os recorrentes casos de corrupção no país (inclusive com o dinheiro da Copa de 2014) fizeram com que a Rua 8 encarasse o mundial da Rússia com outras cores.

O aplicador de películas Raimundo Pereira Junior, morador local, organizou-se com os vizinhos e pintou a rua com as cores da bandeira da Argentina. Bandeirinhas e paredes estão todas em azul e branco e todos juram que torcerão pelo time de Messi. “A gente estava querendo fazer um protesto por causa das coisas que estão acontecendo no país. Falei com a comunidade e nós resolvemos torcer para a Argentina”, disse Raimundo ao site Cidade Verde. “Escolhemos a Argentina por causa dessa revolta que está no Brasil. A gente não acredita mais no Brasil país e nem no time.”

Ficou a cargo de Raimundo convencer os 13 moradores da rua. Nem todo mundo embarcou no protesto. “Só uma pessoa não aceitou, pois ela disse que, mesmo com o que está acontecendo, seu coração fala mais alto pelo Brasil. Outros estão viajando e não conseguimos autorização”, afirmou. As imagens da rua estão viralizando e correndo por aí pelo WhatsApp. “Já tem gente vindo tirar foto aqui”, disse Raimundo. O Brasil só joga no domingo, mas a festa na Rua 8 começa um dia antes. A Argentina estreia na Copa neste sábado, dia 16, contra a Islândia.

Surrealista

Brasil : CONTROLE
Enviado por alexandre em 12/06/2018 23:52:14

Procurador da Paraíba recomenda ao Exército medidas de controle de munição
BRASÍLIA - Após constatação que foi usada munição especial desviada do lote UZZ 18 na execução da vereadora Marielle Franco (PSOL) e de seu motorista Anderson Gomes, e projétil do mesmo lote utilizado em um assalto no interior da Paraíba, o procurador da República Antônio Edílio Magalhães Teixeira, do Ministério Público Federal da Paraíba, recomendou ao Exército Brasileiro medidas de controle e rastreabilidade de munições comercializadas no país.

Reportagem do GLOBO revelou falhas do Exército no controle de projéteis de uso restrito das forças de segurança e de defesa do país. O Comando Logístico do Exército é encarregado de coordenar e fiscalizar o uso deste tipo de produto controlado no país. Os estojos com marcação UZZ18, de fabricação da Companhia Brasileira de Cartuchos (CBC), foram adquiridos pela Polícia Federal.

Na recomendação, o procurador diz que é preciso atualizar em “caráter prioritário” a portaria de 2004, do Ministério da Justiça, para medidas de controle em todo território nacional, por fabricante ou importador. Ele cita como obrigatoriedade a “marcação identificadora (pelo número do lote) nos estojos de todas as munições, independente do calibre e de quem seja o adquirente, observadas, no que puder colaborar para o maior controle”.

O procurador recomenda a implantação, no âmbito do Exército, “de sistema próprio e independente” que possa ter acesso online, em tempo real, “pelos órgãos de fiscalização e de persecução penal”.

A preocupação com as falhas na fiscalização aumentou após a confirmação, pela Polícia Federal, que a mesma munição usada no crime ocorrido no Rio também havia sido recolhida por peritos que atuaram na investigação de um assalto na agência dos Correios no município de Serra Branca, em Cariri, na Paraíba, a 230 km da capital João Pessoa. Foi aberto um procedimento para investigar o caso. O lote UZZ18, ligado ao assassinato de Marielle Franco, tinha mais de dois milhões de balas para calibres como 762, .38 e 9 milímetro.

O procurador Antônio Edílio justifica que o “rastreamento efetivo é providência imprescindível no combate ao tráfico ilícito de munições - e que sua ausência fortalece a ação criminosa em todo o território nacional”. Segundo ele, um modelo de marcação eficiente nos estojos das munições possibilitará a identificação de toda a cadeia de vendedores e compradores, auxiliando na identificação de responsáveis pelo desvio e furto e uso de artefatos perigosos. Ele argumenta também “que a grande maioria das munições de armas de uso restrito, apreendidas em situações de crime, esteve, em algum ponto da cadeia de produção, comercialização ou uso, sob controle de autoridades brasileiras, revelando, assim, falhas no sistema de controle desses produtos”.

De acordo com resolução do Conselho Nacional do Ministério Público, citada pelo procurador, o Exército tem prazo de 30 dias informar o MP sobre os encaminhamentos feitos para o cumprimento da recomendação, e um prazo de 90 dias para comunicar o integral cumprimento.

No início do mês, em nota ao GLOBO, O Exército afirmou que considera o controle e a fiscalização “adequados ao cenário atual e eficazes”. “Cabe destacar que o Brasil, apesar de todas as críticas que têm surgido acerca do assunto, é um dos poucos países, se não for o único, que possuem controle de rastreamento na munição fabricada”, diz o texto.

o extra

« 1 (2) 3 4 5 ... 450 »