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Brasil : EDUCAÇÃO
Enviado por alexandre em 14/06/2017 08:44:43


Temer quer comprar livro didático com base curricular não aprovada

247 - Michel Temer quer contemplar, na próxima compra de livros didáticos, uma versão não definitiva da Base Nacional Comum Curricular. O texto da Base segue em análise no CNE (Conselho Nacional de Educação), mas o próximo edital de livros prevê o uso de sua terceira versão, ainda não oficial.

As informações são de reportagem de Paulo Saldaña na Folha de S.Paulo.

"A Base, construída desde 2014, prevê o que os alunos da educação básica devem aprender a cada ano. É apontada como uma ferramenta crucial para a melhora da educação e uma possibilidade de equidade nas escolas do país.

Uma terceira versão foi encaminhada pelo MEC (Ministério da Educação) em abril para o CNE. O conselho deve emitir um parecer final.

A minuta da próxima edição do PNLD (Programa Nacional do Livro Didático) foi divulgada nesta semana. Prevê livros para alunos dos anos iniciais do ensino fundamental (1º ao 5º ano), além de manuais de professores dessa fase e da educação infantil.

As obras deste edital são previstas para chegar às escolas em 2019 –depois de passar pelas fases de produção, avaliação do MEC, escolha pelas escolas públicas e compra. O programa é organizado por segmentos e as obras de cada etapa são selecionadas de forma separada."

Brasil : COMPORTAMENTO
Enviado por alexandre em 14/06/2017 01:34:52


Que tipo de pornografia as pessoas mais buscam? Um breve histórico
De 2007 a 2017, os fetiches (esquisitos, inusitados e até criminosos) que fizeram os sites pornôs bombarem.
Por Felipe Germano
O que você vestia há 10 anos? Um coletinho? Um topete? Uma franjona? Legal. E no que você pensava quando não estava vestindo nada? O site pornô PornHub sabe, e avisa: em algo totalmente diferente do que você pensa hoje. A afirmação não é à toa. A página fez um levantamento dos seus vídeos e temas mais acessados na última década e entregou ao site americano The Cut. O resultado foi um apanhado anual da moda-pornô-outono-verão-primavera-inverno, que – spoiler – muda ano a ano.

Abaixo você confere quais foram as tendências da última década.
2007: O ano da MILF

MILF é a sigla em inglês para “Mães com quem eu gostaria de transar”. A categoria bomba até hoje (no levantamento histórico, o tema figura na segunda colocação entre os vídeos mais procurados de todos os tempos), mas o apogeu mesmo rolou há exatos 10 anos atrás. Em 2007 o termo ficou em primeiro lugar, alavancando também “Mature” (Madura).
2008: O orgasmo feminino

Squirt é a misteriosa ejaculação feminina. Não à toa, a tradução ao pé da letra seria algo como “esguicho”, ou “jato”. Em 2008, o squirt foi a grande novidade do ano. O termo teve o terceiro maior crescimento nas buscas daquele ano, e o quinto lugar foi uma variante que procurava exatamente a mesma coisa: squirting (“esguichando” em português).
2009: O ano dos amadores

Esqueça os vídeos de alta qualidade, com atores, atrizes, diretores e iluminação profissional. Em 2009, o que bombou na rede foram os vídeos amadores. Não por acaso, foi nesse ano que o site lançou o Community, uma espécie de fórum, que facilitou o número de envios de vídeo.

Isso, claro, abriu a porta para todo um submundo do crime. Ter mais vídeos amadores não necessariamente significa ter mais vídeos amadores consensuais. O Pornhub começou a ser inundado de vídeos de pessoas que não queriam ser expostas na internet. O tema “Revenge Porn” (usado justamente para expor pessoas na internet) é frequentemente usado no site. O problema, que persiste até hoje, só começou a ter uma solução 6 anos depois, em 2015, quando a empresa lançou uma plataforma que combate vídeos postados sem a permissão dos participantes.
2010: O prazer (nem tão) solitário

“Massage” era o termo utilizado para classificar gravações em que mulheres eram masturbadas e, em 2010, a palavra entrou pela primeira vez no top 10 das buscas do site.
2011: O ano da bunda

Em 2011, o mundo procurou o que o Brasil já valoriza há anos. O termo mais procurado foi “bunda”. Não confunda com “anal”, esse sempre foi muito buscado. O termo disparou de repente – nunca havia tido um número expressivo de buscas.
2012: O ano dos desenhos animados

Desenhos populares como Simpsons e Mansão Foster foram transformados em animações eróticas. “Cartoon”, que nunca tinha sequer aparecido no top 10 termos mais procurados, acabou dominando as buscas. Na verdade, o tema abocanhou o primeiro e o segundo lugar, com “Cartoon” e “Paródia”, respectivamente no topo.
2013: Sem proteção

A palavra mais procurada em 2013 foi Creampie (“Torta de creme”, em português), o nome dado a vídeos que mostram o finzinho da ejaculação masculina. Tem outro problemão aí. O termo é usado para provar que não se usou camisinha no filme, glamorizando a falta de proteção, e também pressionando atrizes e atores a participarem de cenas em que ficam expostos a DSTs.
2014: O ano da Belle Knox

Belle tomou os noticiários americanos. Uma menina que afirmou estar fazendo pornô para bancar seus estudos na Universidade de Duke – uma das mais respeitadas instituições dos EUA. A história, que havia começado no anonimato, acabou expondo não só a jovem como explodindo seus vídeos. Belle Knox virou uma voz na mídia para contar o que acontecia nos bastidores da indústria pornô – dos abusos que rolam na frente e atrás das câmeras à hipocrisia dos que a julgavam, mas continuavam assistindo-a.
2015: O ano das madrastas

No meio da década, o tema mais procurado foi o referente à madrastas. No mesmo ano, as “irmãdrastas”, as chamadas “stepsisters” (filhas dos novos cônjuges dos pais), também ficaram em 7º lugar na lista dos mais buscados. Mais um fetiche… esquisito.
2016: Ano das lésbicas

“Scisoring” (algo como “tesourando”) foi o campeão do ano passado. A palavra que descreve uma posição sexual praticada por lésbicas vinha crescendo desde 2014, mas atingiu seu ápice em 2016.
2017: O ano do Hentai

Parecido com os Cartoons, Hentai são desenhos eróticos – só que japoneses. A categoria se apoiou em versões pornôs de jogos de videogame, como Overwatch (cujo título, aliás, acabou figurando no nº6 das palavras mais buscadas).

Brasil : MODIFICADA
Enviado por alexandre em 13/06/2017 19:19:33


MCTIC aprova primeira cana-de-açúcar geneticamente modificada
Avaliação ficará por conta do Ministério da Agricultura

produtores de açúcar de beterraba usaram a tecnologia de modificação genética para aumentar suas safras.

Vinculada ao Minsitério da Ciência, Teclogia, Inovação e Comunicações, a Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) aprovou, na quinta-feira, que o Centro de Tecnologia Canavieira (CTC), empresa de pesquisa privada, comercialize no Brasil uma cana-de-açúcar transgênica.

"A variedade modificada torna a planta resistente ao inseto conhecido como "broca da cana", a praga mais grave a afetar a safra brasileira, que provoca prejuízos anuais de cerca de R$ 5 bilhões (US$ 1,5 bilhão), segundo a instituição.

Embora o País continue sendo o maior produtor e exportador de açúcar, nos últimos anos os produtores brasileiros enfrentaram uma concorrência mais acirrada das crescentes safras de cana de outros países. Ao mesmo tempo, produtores de açúcar de beterraba usaram a tecnologia de modificação genética para aumentar as safras.

Por meio de assessoria de imprensa, a CTNBio confirmou a aprovação e afirmou que a cana transgênica precisa ser avaliada e registrada pelo Ministério da Agricultura.

Brasil : VIVER BEM
Enviado por alexandre em 08/06/2017 18:09:25


Além do treino e dieta: emagrecimento depende do sono, intestino e paciência, explica nutricionista

Foto: Rogério Florentino Pereira / Olhar Direto
Nairana dos Reis, nutricionista

“Mudar os hábitos leva mais tempo do que imaginamos”. Essa é a afirmação da nutricionista Nairana dos Reis, 30, que acaba de terminar uma pós-graduação em nutrição esportiva, e é também especializada em “obesidade e emagrecimento”. Com uma clínica na região central de Cuiabá, ela conta que as pessoas chegam ao consultório com muita pressa de atingir os resultados, e o principal é entender que leva tempo.

“Eu sempre falo para os meus pacientes: você passou, por exemplo, trinta anos achando que comia certo. Não é de uma hora pra outra que você vai transformar a sua alimentação”, conta. “Tem gente que chega aqui, adulto, e ainda toma leite com achocolatado e açúcar todo dia de manhã, porque desde criança a mãe deu, e nunca parou. É preciso um trabalho para repensar essas coisas”.

Segundo Nairana, muitas pessoas procuram um nutricionista para esclarecer algumas dúvidas. “As pessoas chegam aqui com muita informação, porque leram muito, viram na mídia, mas estão perdidos”.

Entre low carb, jejum intermitente, dieta paleo, comer a cada três horas ou diversas outras ‘dietas da moda’, ela explica que não existe ‘a certa’. “Depende do paciente. Por isso muita gente chega perdida, achando que está fazendo o certo, mas não vê resultado. Cada pessoa é de um jeito, não dá para generalizar”.

O método que a nutricionista utiliza para avaliar os pacientes é, em sua maioria, pela bioimpedância. Com esse aparelho, é possível ter uma ideia da quantidade de gordura, músculos, e até água no corpo. “A pessoa vem, fazemos a bioimpedância, eu passo uma dieta de acordo com a meta dela, e depois de trinta dias ela tem que vir pro retorno”.

Nairana conta que grande parte dos pacientes não volta depois de um mês. “Muita gente não consegue atingir o que queria e prefere não voltar. Mas tem que voltar sim! Pra gente conversar, ver o que não está dando certo, trocar as opções se necessário”, explica.

Dentre as prescrições da nutricionista, sempre estão listados suplementos alimentares. “Hoje em dia não se tem mais aquela visão negativa que se tinha dos suplementos. Algumas marcas fazem até embalagens mais discretas, por exemplo, para os idosos, que não assustam tanto”.



Os mais indicados pela nutricionista (lembrando que cada paciente precisa de uma quantidade e o ideal é ter acompanhamento nutricional) é a glutamina, aminoácido que ajuda na imunidade, ômega 3, probióticos, polivitamínicos, além de alguns específicos como o BCAA e a creatina, e o whey protein.

Muitos destes suplementos podem ser tomados a vida toda. “A glutamina e o ômega 3, por exemplo, são importantes e o nosso corpo não consegue produzir a quantidade necessária. Claro que existem exceções, pessoas com alguma doença que não podem tomar, por isso é preciso procurar um médico”.

Para além da alimentação regrada e dos treinos, Nairana afirma que a busca por saúde – e pelo corpo que se deseja – é uma ‘teia de aranha’. “A alimentação é muito importante, o treino também, mas é preciso também ter um bom sono, a parte hormonal estar funcionando bem, o intestino... enfim, a união de tudo, e principalmente saber que as coisas não acontecem de forma rápida”, finaliza.

Serviço

Nairana atende na Clínica Vivez

Telefones: (65)3626-3300 / (65) 99272-0776

Brasil : TURISMO
Enviado por alexandre em 08/06/2017 08:22:53


Redescobrindo Fernando de Noronha
De O Globo

Mesmo quem nunca pisou nesse arquipélago, a mais de 540km de Recife, sabe bem o que andam falando dele por aí. Pelo quarto ano consecutivo, a Praia do Sancho entra para a lista das praias mais lindas do mundo; em suas ruas históricas é tão fácil esbarrar com uma celebridade quanto observar sua fauna e flora debaixo d’água; e seu alto custo de vida é tão proibitivo quanto as (necessárias) regras de preservação que limitam nossa circulação.

Mas é preciso desnoronhizar Fernando de Noronha.

Para isso, deve-se seguir na direção contrária dos turistas que insistem apenas nos roteiros tradicionais. Mesmo em um pedaço minúsculo de terra, dá para encontrar novidades e atividades pouco conhecidas.

Para ver uma ilha desnuda, em seu estado mais original, subimos alto para ter Noronha aos pés; desembarcamos na temporada de chuva para ver a cachoeira, normalmente tímidas, que só se mostra em algumas épocas do ano; encaramos trilhas que parecem tão rústicas quanto à época em que desfilavam ali os primeiros forasteiros; e embarcamos em uma canoa havaiana para observar golfinhos bem de perto.

Assumimos tão fortemente essa ideia que, do que vimos, nada se parece aos cartões-postais de tons hedonistas que costumamos encontrar em folhetos de promoção turística. Se você já conhece Noronha, nem vai se dar conta que está de volta. Se ainda não conhece, que tal unir os roteiros tradicionais às nossas descobertas?

A temporada chuvosa no arquipélago varia entre os meses de março a junho, durante o inverno noronhense. Pois não fossem as precipitações e o calor beirando a casa dos 30°C, nem daria para perceber que essa é a baixa temporada da ilha. Mas o que não passa despercebido são as quedas d’água que escorrem imponentes sobre os paredões da Praia do Sancho. É na época de chuvas que elas se avolumam, dando origem a cachoeiras, atrás dessa faixa de areia de 320 metros de extensão.

Para quem não consegue tirar férias sem altas doses de sol na pele, vale lembrar que, dos dez dias em que estivemos na ilha, em abril, apenas um deles foi nublado e chuvoso.

O acesso ao Sancho continua o mesmo — por lances de escadas entre uma fenda na rocha —, mas seguindo em direção ao lado esquerdo da praia, visitantes são recebidos por duas cachoeiras escondidas na vegetação que, nesta época do ano, ganha tons esverdeados por conta das chuvas. Eis a novidade com prazo de validade e que se renova a cada temporada. Sai de cena a aridez típica dessa ilha de 12 milhões de anos e começa um dos períodos mais verdes de Noronha.

Nem tartaruga deixa de passar por ali. A temporada de desova vai de dezembro a junho, e não é raro encontrar demarcações de ninhos nas areias do Sancho, um cuidadoso trabalho feito pelo Projeto Tamar, desde 1984. Aliás procure se informar sobre atividades científicas abertas ao público, como a captura intencional na Praia do Sueste e a tartarugada na Praia do Leão, “um monitoramento noturno nas praias de desova”, como explica o biólogo Felipe Bortolon. A grande novidade de 2017 é que essa temporada de desovas deve bater o recorde histórico de 500 ninhos de tartarugas-verdes, em Fernando de Noronha.

E, se o nível do mar não for suficiente para o visitante entender a dimensão desse destino que já arrancou adjetivos inspirados de Américo Vespúcio e Charles Darwin, ele verá, do alto, Fernando de Noronha em sua melhor forma. Aberta recentemente para o turismo, a Trilha do Piquinho (R$ 120 por pessoa) proporciona um belo panorama, levando caminhantes a um dos pontos mais da ilha, onde os mares de Fora e de Dentro quase cabem na mesma fotografia.

Cartões-postais vistos do alto

Nesse antigo caminho usado pelos oficiais da Aeronáutica para manutenção do farol no topo do Morro do Pico (de 321m), o ponto mais alto de Noronha, os turistas percorrem trilha de três quilômetros, aproximadamente, com paradas em mirantes naturais, que abrem nossa visão para imagens emblemáticas, como o Morro Dois Irmãos e a Ilha do Frade.

É como ter Fernando de Noronha aos pés e com vista panorâmica de 360°. De dificuldade média e sem sinalização, essa caminhada de três horas (ida e volta) começa com subida em mata fechada e se bifurca em trilhas paralelas, com vistas para o interior da ilha principal e o mar. Exige boa condição física e o acompanhamento de guia local é fundamental.

A experiência termina em um ponto mais elevado sobre uma pedra, “onde é possível observar o pôr do sol, um dos mais belos de Noronha”, garante o guia Ailton Flor, um dos profissionais que atuam nessa trilha que recebe, por mês, uma média de apenas 20 pessoas.

Para quem não se dá bem com altura, há trilhas quase exclusivas que passam pelo lado mais intocado e isolado da ilha, no Mar de Fora. Como alternativa à trilha do Atalaia, que leva à concorrida piscina natural que serve de berçário para animais marinhos e pode ser visitada em controladas flutuações, a Trilha dos Abreus (R$ 209) é uma caminhada de 1,2km de extensão e dificuldade média que faz a gente esquecer que aquele pequeno pedaço de terra com cinco mil habitantes continua pulsando no centrinho histórico da Vila dos Remédios, núcleo de Noronha.

No roteiro, o visitante faz uma espécie de mini rapel por uma corda que se estende em um trecho mais escorregadio até o nível do mar e dá acesso à última parte da trilha, que termina em piscinas naturais abertas ao público. Embora bem sinalizada e com acesso diário liberado para 24 pessoas, a trilha é daquelas experiências em que se tem a sensação de que somos os primeiros a passar por ali.

Entre os títulos que tentam definir o arquipélago — como Ibiza brasileira e Esmeralda do Atlântico — o de “Havaí brasileiro” parece ser o que melhor traduz esse conjunto de ilhas de origem vulcânica que submerge a quatro mil metros de profundidade. E não é só pelo clima de isolamento e pelas ondas que se formam na cobiçada temporada de swell, na Cacimba do Padre.

E são tantas opções de turismo na pequena notável do Atlântico que a gente sempre volta com a sensação de que um bis é pouco.

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