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Brasil : TEM DEPRESSÃO?
Enviado por alexandre em 04/07/2022 08:34:48

Confira 6 hábitos que você deve evitar

A depressão é um transtorno psicológico caracterizado por tristeza, apatia e desinteresse. Ela pode ser episódica – quando é desencadeada por alguma situação específica – ou crônica, quando se repete em diferentes momentos da vida.

 

De acordo com o psiquiatra Leonardo Rodrigues da Cruz, do Instituto Meraki Saúde Mental, pesquisas mostram que metade dos pacientes que passaram por um episódio de depressão voltarão a enfrentar o quadro nos próximos cinco anos. Para evitar a repetição, é necessário buscar ajuda especializada.

 

“A falta de tratamento adequado predispõe a uma evolução pior, e estudos mostram que até 70% das pessoas não são tratadas adequadamente. Quando o tratamento é feito de maneira precoce, os resultados são melhores, proporcionando mais tempo livre de sintomas e redução da chance de novos eventos”, explica Rodrigues da Cruz.

 

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Quando controlar a depressão, além do tratamento indicado pelos especialistas, é importante adotar bons hábitos de vida. “Psicoterapia, atividade física, higiene do sono, alimentação saudável e uma boa rede de apoio são importantes para evitar gatilhos”, comenta o psiquiatra.

 

Veja 6 hábitos que devem ser evitados caso você tenha depressão:

 

1. Sono ruim

Dormir bem é um hábito necessário para manter a saúde mental. Alguns estudos sugerem que pessoas com insônia são até dez vezes mais propensas a ter depressão.

 

Se você está com problemas para dormir, busque fazer exercícios físicos todos os dias, limitar o consumo de cafeína na parte da tarde e o uso de telas no horário próximo ao de se deitar.

 

2. Estresse contínuo

O estresse é a resposta do corpo a situações de medo e ameaça e provoca uma maior produção dos hormônios cortisol e adrenalina.

 

Não dá para excluir o estresse da vida, pois ele é provocado por fatores que não podem ser controlados. Mas, o sentimento pode ser gerenciado. Autoconhecimento, técnicas de meditação e exercícios físicos ajudam a lidar melhor com situações estressantes.

 

3. Sedentarismo

Acrescentar uma atividade física regular à rotina é uma das melhores estratégias contra a depressão. Ao se exercitar, o corpo libera endorfinas – substâncias químicas que reduzem a dor e melhoraram o humor.

 

4. Consumo de álcool

O álcool pode agravar sintomas depressivos em função de seus efeitos sobre o sistema nervoso central.

 

Beber deixa o paciente menos propenso a seguir o tratamento contra a depressão. Também o coloca situações mais propícias para ter problemas em casa ou no trabalho.

 

A bebida também pode intensificar a sonolência causada pelos antidepressivos ou atrapalhar os efeitos pretendidos pela medicação.

 

5. Repassar assuntos negativos

É muito importante ter uma rede de pessoas confiáveis com quem se possa conversar sobre os vários aspectos da vida. Entretanto, para pessoas que estão em um momento de fragilidade pode não ser adequado ficar repassando assuntos negativos.

 

Se você não está se sentindo bem, procure estar com pessoas que o alegram e despertam sentimentos positivos.

 

6. Não admitir a depressão

A depressão pode ser tratada, mas a maior barreira para isso é a negação. Se você está se sentindo deprimido, busque ajuda.

 

 

Em geral, para casos leves, a psicoterapia costuma ser a primeira escolha, já para quadros moderados e graves, a associação com antidepressivos é a conduta mais indicada. “Quando o tratamento é feito de maneira precoce, os resultados são muito melhores, proporcionando mais tempo livre de sintomas e redução da chance de novos eventos”, aponta Rodrigues da Cruz. 

 

Fonte: Metrópoles

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Brasil : DICAS BOAS!
Enviado por alexandre em 30/06/2022 08:58:14

Aprenda a superar os sentimentos negativos e a cuidar da saúde física e mental

Relatório divulgado semana passada pela Sociedade Americana do Câncer (ACS na sigla em inglês) mostra que, no começo de 2022, o número de sobreviventes da doença bateu a marca de 18 milhões naquele país, sendo que dois terços têm mais de 65 anos – 53% haviam sido diagnosticados nos últimos dez anos.

 

No Brasil, de acordo com dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca), estima-se a ocorrência de 620 mil novos casos por ano. Entre os homens, a maior incidência é a do câncer de próstata, que responde por 29,2% do total; entre as mulheres, o de mama representa 29,7%. Como explicou a chefe da divisão de vigilância e análise de situação do Inca, Marianna Cancela, “a estimativa é de que tenhamos cerca de 1.4 milhão de pacientes que receberam o diagnóstico nos últimos cinco anos e estão vivos”. Uma boa notícia é que os dois tipos de câncer mais comuns, próstata e mama, têm boas chances de cura se diagnosticados precocemente.

 

Tanto lá, quanto aqui, as desigualdades sociais traduzem um desafio enorme para a prevenção e o tratamento precoce. Mesmo assim, um contingente cada vez maior fica curado. Aproveitando os dados recém-divulgados, quis escrever sobre o que acontece na vida das pessoas depois da vitória sobre uma doença grave. Segundo outro estudo do Inca, os pacientes e até seus familiares tendem a adotar hábitos saudáveis, o que inclui a prática de exercícios e uma dieta balanceada.

 

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Os pesquisadores atribuíram as mudanças à dura experiência do diagnóstico e tratamento: a angústia e o sofrimento conduzem a um processo de reformulação de valores e comportamentos que é conhecido como ruptura biográfica. Apesar de questões preocupantes, como o impacto econômico para quem deixou de trabalhar, ocorre um estreitamento dos laços afetivos com familiares e com os grupos que foram solidários durante o processo.

 

Embora o estigma do câncer seja maior, toda enfermidade séria traz repercussões emocionais e mentais, e ainda podem surgir limitações físicas. O luto é real. Perdemos uma parte de nós, da vida como a conhecíamos. Aqui estão algumas recomendações que a médica Alisa Sabin listou em artigo que escreveu para o site SixtyAndMe: servem para lidar com os sentimentos negativos e aprender a superá-los.

 

Aceitar: é preciso encarar de forma realista o que mudou, reconhecer se surgiu alguma incapacidade, temporária ou permanente. Tente focar no que é possível controlar.

 

Conectar-se: mantenha contato e aprofunde o relacionamento com as pessoas que lhe deram acolhimento nos momentos difíceis. Lembre-se que você também é capaz de ajudar amigos e familiares com sua presença e disposição para ouvir, e não recuse auxílio se estiver precisando.

 

Cuidar-se: a saúde física alimenta a saúde mental. Não descuide da alimentação, da atividade física e do sono de qualidade. Aprenda a manejar a ansiedade e o estresse com técnicas de relaxamento, como meditação ou mindfulness.

 

Encontrar-se: cerque-se de coisas e atividades que lhe deem prazer e tragam propósito à sua existência. Pode ser um hobby, um trabalho voluntário, uma nova atividade.

 

 

Celebrar e agradecer: crie metas simples e festeje cada pequena vitória. Alimente-se com histórias inspiradoras e não se deixe abater pelo desânimo. Transforme-se em seu melhor amigo/amiga! 

 

Fonte: G1

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Brasil : COPA DO MUNDO
Enviado por alexandre em 29/06/2022 15:24:36

Fifa já vendeu quase dois milhões de ingressos para a Copa do Mundo

A Fifa divulgou que já vendeu 1,8 milhão de ingressos para a Copa do Mundo do Qatar. Além disso, a entidade afirmou que uma nova etapa para os torcedores comprarem bilhetes será aberta na próxima semana.

 

A nova janela para a venda de ingressos terá início no próximo dia 5 de julho e irá se encerrar no dia 16 de agosto.

 

Os bilhetes serão vendidos no site da Fifa e por ordem de chegada, permitindo a confirmação da compra após a seleção dos tickets e do pagamento.

 

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Dentre os países que mais compraram ingressos para assistir a Copa do Mundo até aqui estão países emergentes no esporte, como Canadá, Estados Unidos, Arábia Saudita, Emirados Árabes e Índia, mas também nações consolidadas, como Inglaterra, França, Espanha e Alemanha.

 

 

Os ingressos serão vendidos em quatro categorias diferentes, sendo a número 4 destinada aos residentes do Qatar. O público poderá comprar até seis ingressos por partida e 60 bilhetes para todo o torneio.

 

Fonte: Terra

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Brasil : SAÚDE MENTAL
Enviado por alexandre em 29/06/2022 15:21:23

Psiquiatra revela 10 cuidados com a saúde mental das mulheres

Assim como os checapes preventivos são importantes para saber se o organismo está funcionado bem, alguns cuidados no dia a dia devem ser mantidos para garantir que a saúde mental esteja em dia. Principalmente das mulheres, viu?

 

De acordo com o estudo realizado pela entidade filantrópica Mental Health Foundation, no Reino Unido, uma entre cada cinco mulheres, dos 16 aos 25 anos, já apresentou algum problema psicológico. Os dados mostram uma incidência grande, sobretudo para uma faixa etária reduzida.

 

Ou seja, se a pesquisa considerasse outras idades, quão maior esse número seria? Essa reposta reforça a importância de mulheres cuidarem da sua saúde mental — e isso vale, inclusive, para quem não apresenta nenhum transtorno ou condição. Afinal, os cuidados são uma ótima forma de se manter saudável.

 

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MAS, POR QUE AS MULHERES? 


"Muitas se dividem entre trabalho e as obrigações com a casa e os filhos, por isso o esgotamento físico e mental é tão evidente. No mais, as mulheres são mais afetadas por problemas psicológicos em relação aos homens. Esses, por sua vez, conseguem expressar melhor seus sentimentos através de comportamento disruptivo ou antissocial", argumenta a psiquiatra Maria Francisca Mauro.

 

E as pesquisas para comprovar essa tese não param, viu? Um levantamento feito pelo Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da USP mostrou que o sexo feminino foi o mais afetado psicologicamente durante a pandemia da Covid-19. Conforme os dados divulgados, nesse contexto nacional, 40,5% das mulheres apresentaram sintomas de depressão, 34,9% de ansiedade e 37,3% de estresse.

 

10 CUIDADOS COM A SAÚDE MENTAL 

 

Saúde mental Archives - Unileão

Foto: Reprodução 


A especialista destaca a importância de cuidar do emocional durante toda a vida, sobretudo para ter bons resultados a longo prazo, como ao chegar na terceira idade. Pensando nisso, ela elencou 10 cuidados essenciais com a saúde mental da mulher. Confira:

 

Fale dos seus sentimentos com os outros.


Mexa-se! Exercícios são ótimos, viu?


Alimente-se bem.


Não abuse do álcool, principalmente quando proibido ou para "escapar" dos problemas.


Converse com seus amigos e familiares, inclusive quando se sentir sobrecarregada.


Não tenha medo de pedir ajuda e nem de buscar profissionais.


Faça pausas durante o dia.


Faça algo que te agrade apenas para mimar a si mesma.


Ame-se. Tudo começa pelo amor-próprio!

 


Cuide dos outros — e se for um animalzinho adotado, melhor ainda! 

 

Fonte: Alto Astral 

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Brasil : FEMINICÍDIOS
Enviado por alexandre em 29/06/2022 15:18:56

Caíram 1,7% 2021, mas agressões e ameaças cresceram

O Brasil segue registrando altos índices de crimes contra a mulher. Em 2021, houve queda de 1,7% nos feminicídios, quando 1.341 mulheres foram mortas no país. Contudo, os casos de agressão e de ameaças aumentaram.

 

Os dados foram divulgados nesta terça-feira (28/6) pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

 

Os dados mostram que 68% das vítimas têm entre 18 e 44 anos e 65% morreram dentro de casa. Seis em cada 10 vítimas são mulheres negras.

 

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De acordo com os dados, 81,7% foram vitimadas pelos próprios companheiros ou ex-companheiros e 14,4% por outros parentes.

 

Segundo o anuário, o número de medidas projetivas de urgência (MPUs), que são providências garantidas por lei às vitimas de violência doméstica, cresceram 13,6%.

 

Ao todo, segundo os dados divulgados nesta terça-feira, foram 370,2 mil no ano passado.

 

De uma forma global, o anuário aponta o crescimento da violência contra a mulher. Foram 230,8 mil agressões por violência doméstica — alta de 0,6% em relação a 2020. No mesmo recorte de tempo, ocorreram 597,6 mil ameaças (+3,3%).

 

 

O anuário trouxe dados inéditos sobre novos crimes. Foram 27,7 mil caos de stalking definido como perseguição reiterada, por qualquer meio, como redes sociais, e 8,3 mil caos de violência psicológica. 

 

Fonte: Metrópoles

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