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Brasil : MILITARIZADA
Enviado por alexandre em 28/12/2020 14:39:56

MEC prevê adesão de 54 escolas ao modelo cívico-militar em 2021

Mais 54 escolas devem aderir ao modelo cívico-militar de ensino no próximo ano, segundo previsão do Ministério da Educação (MEC). Os nomes dos novos centros de ensino que integrarão o modo de gestão, que é amplamente defendido pelo governo do presidente Jair Bolsonaro, serão conhecidos no dia 25 de janeiro.

De acordo com a portaria publicada nesta segunda-feira (28) no “Diário Oficial da União”, o governo pretende priorizar a instalação de duas escolas cívico-militares em todos os estados e no DF, o que totalizaria 54 instituições neste modelo.

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Para participar do programa, as escolas devem ter entre 501 e mil matrículas nos anos finais do ensino fundamental e do ensino médio; atender aos turnos matutino e/ou vespertino; ter alunos em situação de vulnerabilidade social; desempenho abaixo da média estadual no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb); e contar com a aprovação da comunidade escolar.

Diferente do modelo das escolas militares mantidas pelas Forças Armadas, no modelo cívico-militar as secretarias estaduais de educação continuariam responsáveis pelos currículos escolares, e caberia aos militares a atuação como monitores na gestão educacional. O MEC afirma que as escolas que seguem este modelo têm taxa de evasão 71% menor e de reprovação 37,4% inferior.

Brasil : CAINDO FORA
Enviado por alexandre em 27/12/2020 12:06:20

Militares querem deixar operação que acolhe venezuelanos
Felipe Frazão. Colaborou Tânia Monteiro, do Estadão Conteúdo

Militares do Exército brasileiro
Militares do Exército brasileiro
Foto: Marcelo Camargo/ Agência Brasil

O Ministério da Defesa discute no governo Jair Bolsonaro como retirar as Forças Armadas da Operação Acolhida, criada para receber e atender venezuelanos. Considerada modelo pelas Nações Unidas e um dos raros trunfos internacionais do governo, a operação está prestes a completar três anos e sofreu mudanças de dinâmica por causa da redução do fluxo de imigrantes provocado pela pandemia da covid-19. Há quem defenda que ela seja apresentada para concorrer ao prêmio Nobel da Paz.

Oficiais generais do Ministério da Defesa e das Forças Armadas já manifestaram internamente o desejo de sair da operação ou ao menos reduzir ao máximo o engajamento das tropas.

É corrente entre eles a avaliação de que chegou a hora de "passar o bastão" e diminuir as responsabilidades, assumidas em março de 2018. A operação é coordenada pela Casa Civil, comandada pelo general Walter Braga Netto.

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Entre os militares, a Operação Acolhida é classificada como Força Tarefa Logística Humanitária. O comando é do Exército, que cede espaços no 3º Pelotão Especial de Fronteira em Roraima para receber os imigrantes.

Eles também trabalham em Boa Vista, capital do Estado, e Manaus (AM), cidades que concentram os venezuelanos e têm abrigos.

A cada três meses, militares da Marinha, da Aeronáutica e principalmente do Exército são deslocados de vários comandos do País para assumir como o contingente da vez.

Em janeiro, está prevista a décima troca de pessoal. Ao todo, 650 militares serão enviados a Boa Vista e Pacaraima e Manaus.Além da logística, os militares cuidam da segurança e atendimento de saúde. Outros órgãos do governo prestam atendimento psicossocial, do qual também fazem parte cerca de uma centena de entidades da sociedade civil e da ONU.

Os migrantes e refugiados são vacinados, passam por avaliação clínica, entrevistas e podem solicitar emissão de documentos como CPF. Eles recebem refeições, são alojados num dos 12 abrigos temporários, e recebem kits de higiene e limpeza, podendo participar de atividades de lazer e aulas de português.

Um almirante da Marinha e um general do Exército, ambos da ativa e, por isso, ouvidos reservadamente, confirmaram a intenção de deixar a Acolhida. Um comandante da Força Terrestre comparou as Forças Armadas a uma espécie de "Posto Ipiranga" no governo Bolsonaro.

Nos bastidores, militares afirmam que a operação deve se concentrar mais na interiorização dos imigrantes para desafogar a região Norte, menos estruturada - e que o Ministério da Cidadania, que cuida dessa estratégia e tenta encontrar empregos e elos familiares bem como abrigo no destino aos venezuelanos por todo o País, deveria assumir mais protagonismo.

Cerca de 44 mil já foram transportados a outras cidades do País, tendo como destinos principais São Paulo, Amazonas, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Paraná.

O ritmo, no entanto, está aquém do desejado. Neste ano, 16,7 mil foram deslocados até novembro, menos do que os 22,2 mil em todo o ano passado. Cerca de 3,5 mil permaneciam nos abrigos, segundo dados do governo.

Nos últimos meses, aumentaram as queixas de oficiais com o envolvimento das Forças Armadas. Ao mesmo tempo, os militares passaram a ser enviados para mais operações de Garantia da Lei e da Ordem, como a Verde Brasil, e o suporte da Operação Covid, durante a pandemia do novo coronavírus.

Os generais dizem que esse "desvio" de função, como classificam, ocorre por pressão política e social, além da falta de pessoal e organização em outros órgãos de governo.

Apesar da vontade de sair da Acolhida, os militares preveem dificuldades em encontrar outro órgão capaz de assumir as principais tarefas operacionais - o atendimento na ponta aos refugiados e imigrantes que escapam da crise generalizada na Venezuela.

Há um outro fator. A cúpula do Ministério da Defesa teme, ao abandonar ações subsidiárias e de assistência, um dano de imagem, pois passaria uma mensagem negativa e perderia prestígio. Esse é um receio que as Forças Armadas têm, na avaliação de um general da ativa que acompanha os debates internos. De acordo com esse general, ainda que a operação seja considerada importante para segurança humana, ela consome efetivo e orçamento.

Pandemia. Antes da pandemia, chegavam cerca de 500 venezuelanos por dia a Roraima. Depois, o fluxo foi praticamente interrompido com o fechamento da fronteira - sempre há possibilidade de ingresso clandestino por meio de trilhas abertas na mata, as "trochas", como dizem os venezuelanos.

O orçamento previsto para o ano que vem é de R$ 90 milhões, ligeiramente abaixo do proposto em 2020 - R$ 91,2 milhões. Os recursos foram ampliados em 2020, e a dotação atual é de R$ 283 milhões, conforme dados do Painel do Orçamento Federal. Desses, R$ 254 milhões foram empenhados e R$ 114 milhões efetivamente pagos.

O rumor da vontade de sair dos militares chegou ao conhecimento do Ministério Público Federal. Em setembro, a Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão (PFDC) questionou os militares sobre a redução orçamentária e a possibilidade de acabar com a Operação Acolhida.

O Ministério Público Federal apurou que o plano era usar apenas 25% do orçamento atual em 2021 e encerrar a operação ao fim do ano, transferindo a assistência aos governos locais, organizações não governamentais e agências internacionais.

O general Antonio Manoel de Barros, comandante da operação, disse em reunião com a PFDC, Defensoria Pública da União e Conselho Nacional dos Direitos Humanos, em outubro, que a Acolhida não vai acabar.

"Mesmo com a redução de recursos, não vai acabar. Já estamos buscando novas estratégias e colaboradores. A ideia do Exército é readequar a coordenação com a parceria de Ministérios", afirmou o general Barros.

O Estadão fez perguntas sobre possíveis mudanças ao Comando da Operação Acolhida e à Casa Civil, que coordena o comitê de assistência interministerial, mas não obteve resposta.

Desde o início, em 2018, 265 mil venezuelanos ingressaram no Brasil e foram regularizados para permanecer pela Acolhida, segundo dados do governo. O Brasil é o quinto principal destino do êxodo na América do Sul.

 

Brasil : MEGA DA VIRADA
Enviado por alexandre em 27/12/2020 12:00:03

Apostas vão até o dia 31; saiba como jogar pelo site ou aplicativo

Dia 31 é o dia de conhecer o mais novo milionário do Brasil. Em tempos de isolamento social, além das casas lotéricas, os lances da Mega-Sena podem ser feitos pelo site da Caixa Econômica Federal ou pelo aplicativo Loterias Caixa.

Para te ajudar nesta tarefa, o CNN Brasil Business preparou um guia explicando como fazer o jogo de casa. Nos dois casos, o pagamento só pode ser feito pelo cartão de crédito e o gasto mínimo é de R$ 30. Portanto, o jogador deve optar por 7 dezenas em um talão ou por 7 talões diferentes, que alcançam o valor mínimo permitido na plataforma. 

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Apostas pelo site

A aposta pela internet é bem parecida com uma compra virtual.

O primeiro passa é acessar o site da Caixa e escolher a opção "Loterias Caixa". Em seguida, clicar em "Clique e Aposte". 

Uma nova tela será aberta, perguntando se o usuário é maior de idade. Selecione a opção correspondente e outra página será carregada. 

Agora, é preciso escolher a modalidade de aposta. Nesse caso, selecione a primeira, "Mega da Virada", clicando em cima do logo verde.

Na página de apostas, escolha as dezenas do seu jogo, dentre as 60 disponíveis. Cada jogada é formada por 6 números, portanto, selecione as seis bolas correspondentes.

Rolando a página, clique em "Colocar no carrinho", caso tenha terminado. Como mencionado, só são permitidas transações acima de R$ 30. Nesse caso, escolha 7 números na primeira operação ou refaça outras seis rodadas para alcançar o mínimo necessário.

Ao final, clique em "Ir para pagamento" ou clique sobre o carrinho de compras, e a página de identificação será aberta.

Se você não tiver cadastro de login único, selecione a opção "cadastre-se" e preencha as informações solicitadas. Caso já tenha, complete os dados solicitados e continue a operação. 

O passo final é fazer o pagamento da aposta. Digite os dados do cartão de crédito e clique em "Comprar". Pronto, sua aposta está feita, agora é só torcer. 

Apostas pelo aplicativo

Pelo celular, o primeiro passo é fazer o download do Loterias Caixa na loja de aplicativos do seu telefone (Android ou iOS). Depois disso, abra o app e responda à pergunta sobre a idade. Inicialmente, será exibido um tutorial que ensina a mexer no software. 

Depois, uma lista com todas as modalidades de loteria será exibida na tela. Procure pela Mega da Virada deslizando o dedo para o lado esquerdo. Quando encontrar a opção correspondente, clique em "Aposte". 
Agora, o app deve abrir uma tela com os 60 números disponíveis para o jogo. Selecione as dezenas da aposta, clicando nas bolas correspondentes, e "adicione ao carrinho".

A regra do valor mínimo de R$ 30 também se aplica ao celular. Então, escolha 7 números na primeira operação ou refaça outras seis rodadas para alcançar o mínimo do carrinho.

Feito isso, clique em "carrinho de apostas" e confira os palpites feitos. Estando de acordo, aperte em "avançar para pagamento".

O aplicativo deve abrir uma tela de login. Se você não tiver cadastro de login único, selecione a opção "cadastre-se" e preencha as informações solicitadas. Caso já tenha, complete os dados solicitados e continue a operação. 

O passo final é fazer o pagamento da aposta. Digite os dados do cartão de crédito e clique em "comprar". Pronto, sua aposta está feita, agora é só torcer.

Jogo responsável

Tanto o site quanto o aplicativo da Loteria disponibilizam a ferramenta "Jogo Responsável", que é uma página com informações de todas as ações adotadas pela Caixa para evitar que a sociedade seja prejudicada pelas apostas, como a proibição para menores de 18 anos. 

Na página, inclusive, é possível fazer um teste, chamado de auto avaliação, que avalia se o jogador é compulsivo e precisa de ajuda. "Este teste é válido para qualquer tipo de aposta a dinheiro (jogo de azar), e tem como base os critérios de avaliação breve da prevalência de Transtorno do Jogo", diz a Caixa.

Brasil : FORA DE LINHA
Enviado por alexandre em 27/12/2020 11:53:35

Carros que saíram de linha no Brasil em 2020

O ano de 2020 não será lembrado pelas fabricantes brasileiras de automóveis com saudades. Com a pandemia, linhas de montagem ficaram paralisadas e, mesmo quando voltaram, restrições sanitárias impuseram um ritmo de produção mais lento. O cenário é atípico, e a Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos) viu as vendas caírem.

Foram 1.718.093 emplacamentos de automóveis e comerciais leves 0km entre janeiro e novembro de 2020, segundo dados da entidade. O número é 28,62% inferior ao registrado em igual período de 2019: 2.406.917 unidades. Com isso, modelos que estavam com as vendas em baixa ou que não estavam alinhados com as estratégias comerciais de suas montadoras deixaram de ser produzidos. Veja abaixo alguns deles.

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Os descontinuados de 2020

Nissan March

Nissan March
Foto: Divulgação

Em setembro, saiu da fábrica da Nissan em Resende (RJ) o último March fabricado no Brasil, e suas vendas foram encerradas oficialmente. O hatch compacto não vinha performando bem em seu segmento há alguns anos e não havia motivação para mantê-lo na ativa. No entanto, a marca estaria cogitando a produção de um utilitário esportivo compacto de origem indiana para aproveitar a capacidade produtiva que ficou ociosa por aqui.

Chevrolet Cobalt

Chevrolet Cobalt
Chevrolet Cobalt
Foto: Divulgação

Desde o final de 2019, quando a Chevrolet renovou o Prisma e trocou seu nome para Onix Plus, o sedã tem sido figurinha carimbada no ranking dos carros mais vendidos. No entanto, ele cresceu com a nova geração e deixou o Cobalt sem muita função na linha da marca, pois seu porte era similar ao do novato, que ainda era bem mais moderno. Suas vendas eram direcionadas a taxistas e frotistas, mas, com nove anos de projeto nas costas, o modelo teve a produção interrompida em São Caetano do Sul (SP) em fevereiro.

Ford Fusion

Ford Fusion
Ford Fusion
Foto: Divulgação

Mais um sedã que se despediu do Brasil em 2020 foi o Ford Fusion. O carro parou de ser importado do México e deixou de aparecer no site nacional da marca em maio. Mas seu fim havia sido anunciado ainda em 2019. O segmento de veículos familiares, como sedãs e peruas, viu um avanço dos utilitários esportivos. Curiosamente, com o fim da fabricação mexicana, a Ford estuda trazer ao Brasil os novos modelos da linha Bronco, SUVs que tomaram o espaço do Fusion na linha de montagem da empresa.

Hyundai Elantra

Hyundai Elantra
Hyundai Elantra
Foto: Divulgação

No mercado brasileiro desde 2011, o Hyundai Elantra deixou de constar no catálogo da marca por aqui ainda no começo de 2020. O sedã chegou a passar por uma reformulação em 2018, mas o carro foi mais uma vítima do crescimento do segmento dos utilitários esportivos e apresentou baixos números de comercialização em seus últimos meses de vida. Em março, a Hyundai apresentou uma nova geração para o modelo em mercados internacionais, mas não há previsão de que ela chegue ao Brasil.

Volkswagen Passat

Volkswagen Passat
Volkswagen Passat
Foto: Divulgação

Um dos carros mais importantes da história da Volkswagen globalmente e nome conhecido dos brasileiros desde a década de 1970, o Passat foi oferecido em sua oitava geração até agosto. O modelo era importado da Alemanha, e as últimas unidades comercializadas por aqui ainda eram da linha 2019. Custando R$ 170 mil no fim da vida, o sedã de luxo batia de frente com diversos SUVs médios e de marcas premium.

Citroën C4 Lounge

Citroen C4 Lounge
Citroen C4 Lounge
Foto: Reprodução

Se você estiver contando, o Citroën C4 Lounge é o quinto sedã que deixou de ser oferecido no Brasil. Apesar de a marca ainda apresentar o modelo em seu catálogo, algumas concessionárias da empresa não recebem nenhuma nova unidade do modelo fabricado na Argentina desde janeiro. O único motivo de ele ainda ser considerado um modelo em linha seria a eventualidade de ainda existirem algumas unidades em estoque.

Mitsubishi Lancer

Mitsubishi Lancer
Mitsubishi Lancer
Foto: Divulgação

Curiosamente, o Mitsubishi Lancer encerra a lista de sedãs descontinuados em 2020, mas foi a primeira baixa do ano. A marca, representada no Brasil pela HPE Motors, deixou de fabricá-lo em Catalão (GO) no começo de janeiro. A Mitsubishi construiu um nome de robustez e boa performance em terrenos difíceis, o que está mais ligado aos SUVs e picapes 4x4 da empresa.

Volkswagen Golf 

Volkswagen Golf
Volkswagen Golf
Foto: Divulgação

Após 25 anos de comercialização no mercado nacional, o Volkswagen Golf parou de ser oferecido no Brasil em dezembro, quando deixou de aparecer no site oficial da marca para nosso mercado. O modelo era comercializado em sua sétima geração global, tendo chegado primeiramente por importação da Alemanha. Depois, veio do México, até ser nacionalizado. As últimas unidades eram da versão GTE, que já contava com motorização híbrida, mesclando propulsor a combustão interna e um elétrico.

Chery QQ

Chery QQ
Chery QQ
Foto: Divulgação

Desde que o Grupo Caoa adquiriu 50% de participação na operação nacional da chinesa Chery, em 2017, o foco da marca se voltou aos utilitários esportivos. Dos seis modelos que oferece hoje, apenas dois não são SUVs. Com isso, o espaço para o simpático, mas simples Chery QQ deixou de existir, e o hatch foi descontinuado ainda no início de 2020.

Fiat Weekend

Fiat Weekend
Fiat Weekend
Foto: Divulgação

De uma forma geral, o mercado de veículos familiares foi praticamente tomado pelos SUVs, julgados como mais práticos e seguros pelos compradores. Com isso, outros tipos de  carroceria agonizaram. Uma das últimas peruas disponíveis no Brasil, a Fiat Palio Weekend teve sua última unidade fabricada em Betim (MG) no final de janeiro de 2020.

Brasil : DESTEMIDAS
Enviado por alexandre em 25/12/2020 18:37:27

Mulheres importantes da história

1. Amelia Earhart (1897 - 1939)

A primeira mulher a voar sozinha sobre o Oceano Atlântico

amelie earhart

Um grande símbolo da aviação. Além de ter sido a primeira mulher a voar sozinha sobre o Oceano Atlântico, Amelia também foi a primeira a receber a Cruz de Voo Distinto, a condecoração militar atribuída a atos de heroísmo ou conquista extraordinária concedida a pilotos das Forças Aéreas dos EUA. A piloto desapareceu no Oceano Pacífico enquanto fazia um voo de volta ao mundo.

2. Joana D'arc (1412 - 1431)

Chefe Militar da Guerra dos 100 Anos na França

joana darc

De origem muito simples, a francesa Joana D'arc passou de camponesa analfabeta para chefe de um exército durante a Guerra dos 100 Anos, um feito e tanto para a sua curta vida. Uma das principais mártires da França, foi executada como uma herege em 1431 para, séculos mais tarde, ser canonizada pela Igreja Católica em 1920. Hoje é considerada uma santa.

3. Margaret Thatcher (1925 - 2013)

A primeira mulher a ocupar o cargo de Primeira-Ministra do Reino Unido

Margaret Thatcher

Conhecida como a “Dama de Ferro”, Thatcher foi a pessoa que passou mais tempo no cargo de Primeiro-Ministro durante o século XX, tendo cumprido três mandatos de 1979 a 1990. A governante foi uma grande defensora das ideologias do liberalismo clássico e teve como principal obstáculo em seu governo o grande índice de desemprego causado pela recessão.

4. Rosa Parks (1913 - 2005)

Ativista símbolo do movimento dos direitos civis dos negros nos EUA

rosa parks

Rosa Parks tornou-se o pivô do boicote aos ônibus de Montgomery, o qual acabou com a lei de segregação racial dos transportes públicos da cidade. Na década de 1950, muitas cidades norte-americanas mantinham esta lei, a qual dividia os assentos entre “brancos” e “pessoas de cor”, termo utilizado na época para se referir a afrodescendentes. Em 1955, Rosa Parks se negou a ceder o seu assento para um branco e foi presa. O caso repercutiu no boicote que durou 381 dias, tendo a comunidade negra se negado a usar o transporte até que a segregação fosse encerrada.

5. Yoani Sánchez (1975 - )

Jornalista cubana

Yoani Sánchez

Conhecida principalmente pelos artigos que publica no seu blog Generación Y desde 2007, Yoani Sánchez luta pela liberdade de expressão em Cuba. No país onde a política é totalmente centralizada no Partido Comunista Cubano, a mídia também acaba por ser controlada. Yoani conseguiu levar informações internas para fora do país e se tornou uma voz importante para a reaproximação da Cuba aos EUA.

6. Sofia Ionescu-Ogrezeanu (1920 - 2008)

A primeira neurocirurgiã da história

Sofia Ionescu-Ogrezeanu

Sofia Ionescu ingressou na escola de medicina de Bucareste e inicialmente estudou oftalmologia. Porém com o tempo passou a fazer voluntariado para tratar prisioneiros soviéticos e ali começou a operar cirurgias de amputação. Durante os bombardeios de 1944 em Bucareste, por falta de cirurgiões disponíveis, ela foi obrigada a realizar uma intervenção cirúrgica de emergência no cérebro de uma criança. A partir daí dedicou a vida à neurocirurgia.

7. Madre Teresa de Calcutá (1910 - 1997)

Fundadora da Congregação das Missionárias da Caridade

Madre Teresa

Albanesa naturalizada indiana, Madre Teresa de Calcutá nasceu Anjezë Gonxhe Bojaxhiu e dedicou a vida a cuidar dos mais pobres. Um dos maiores nomes quando se fala em caridade, a beata recebeu o Nobel da Paz em 1979 e foi canonizada em 2016 pelo Papa Francisco. Fundou a Congregação Missionárias da Caridade que está presente em pelo menos 139 países.

8. Valentina Tereshkova (1937 - )

A primeira mulher a ir ao espaço

Valentina Tereshkova

Não só a primeira mulher a ir ao espaço, como ainda hoje é a única que realizou um voo solo. A russa Valentina Tereshkova destacou-se dentre outras candidatas com mais estudos por ser uma exímia paraquedista, algo fundamental para o voo com a nave Vostok VI. Recebeu as duas maiores condecorações nacionais, a Ordem de Lenin e Herói da União Soviética. Anos depois ingressou na vida política do país.

9. Maud Stevens Wagner (1877 - 1961)

A primeira tatuadora profissional

Maud Stevens Wagner

A primeira tatuadora de que se tem notícias, Maud Stevens Wagner era uma acrobata circense quando conheceu o marido Gus Wagner, com quem aprendeu o ofício da tatuagem. É atribuída aos dois a expansão da tatuagem pelo interior dos Estados Unidos.

10. Anita Garibaldi (1821 - 1849)

Combatente da Revolução Farroupilha e da Unificação da Itália

Anita Garibaldi

A “Heroína dos Dois Mundos” foi uma brava guerreira que se apaixonou e lutou ao lado do guerrilheiro italiano Giuseppe Garibaldi pela independência Gaúcha no Brasil e pelo Risorgimento, movimento de unificação da Itália. Ela teve um papel fundamental durante as batalhas e a sua garra e determinação inspiraram diversas homenagens pelos locais onde passou, havendo pelo menos duas cidades em Santa Catarina nomeadas em sua homenagem: Anita Garibaldi e Anitápolis.

11. Bertha Von Suttner (1843 - 1914)

A primeira mulher a receber o Prêmio Nobel da Paz

Bertha Von Suttner

Autora do romance Die Waffen nieder! Abaixo as Armas!, Bertha Von Suttner reuniu nesta obra as suas duas maiores paixões: a literatura e a luta pelo desarmamento. A escritora esteve envolvida na organização do primeiro Congresso Internacional de Paz, em Viena e sempre esteve presente nas edições posteriores. Publicou um jornal dedicado à Paz com o mesmo nome do romance e recebeu o Prêmio Nobel da Paz em 1905.

12. Marie Curie (1867 - 1934)

Duas vezes vencedora do Prêmio Nobel de Química

Marie Curie

A cientista polonesa foi a primeira mulher a ser enterrada no Panteão de Paris por méritos próprios. Não é por menos, já que foi pioneira em diversos aspectos: foi quem descobriu dois elementos da tabela periódica (Polônio e Rádio), quem descobriu e cunhou a teoria da relatividade, foi a primeira professora admitida na Universidade de Paris e a primeira pessoa a receber duas vezes o Prêmio Nobel.

13. Kathrine Switzer (1947 - )

A primeira mulher a participar de uma maratona

Kathrine Switzer

Kathrine Switzer desafiou as regras e se tornou a primeira mulher a correr em uma maratona no ano de 1967, em Boston, quando somente era permitido a homens participar de provas de rua nos EUA. Um dos diretores do evento tentou impedi-la de correr, mas foi bloqueado por outros competidores, tudo em frente às câmeras. Após este feito, a atleta criou a fundação 261 Fearless pela luta pela igualdade de gênero nos esportes.

14. Sabiha Gökçen (1913 - 2001)

A primeira piloto de avião de caça

Sabiha Gökçen

O sobrenome de Sabiha Gökçen significa "pertencente ou relativo ao céu” em turco. Um nome bastante adequado para a primeira mulher aviadora da Turquia e a primeira piloto de combate do mundo. Sabiha Gökçen voou durante toda a vida e a sua última pilotagem foi aos 88 anos de idade.

15. Maria da Penha (1945 - )

Líder de movimentos de defesa dos direitos das mulheres

Maria da Penha

A Lei Maria da Penha em defesa das vítimas de violência doméstica existe hoje no Brasil muito em virtude da luta desta mulher em garantir que o seu agressor fosse condenado. Maria da Penha foi vítima de graves agressões por parte do marido que a deixaram paraplégica. Isto não a impediu de agir em busca de justiça para o seu caso e de criar movimentos em defesa de outras vítimas.

16. Gertrude Ederle (1905 - 2003)

A primeira mulher a nadar pelo Canal da Mancha

Gertrude Ederle

Com apenas 12 anos de idade Gertrude Ederle se tornou a pessoa mais nova a bater um recorde de natação, e este foi apenas o primeiro. Porém, o que a deixou mesmo para a história foi ter sido a primeira mulher a ter atravessado o Canal da Mancha a nado, tendo também batido o recorde nesta ocasião. Antes dela, o nadador mais rápido tinha sido Enrique Tiraboschi com 16 horas e 33 minutos de travessia. Gertrude fez o percurso em 14 horas e 34 minutos.

17. Malala Yousafzai (1997 - )

A pessoa mais jovem a receber o Prêmio Nobel da Paz

Malala Yousafzai


Conhecida internacionalmente pelo seu empenho para que mulheres e crianças paquistanesas recebam educação, mesmo sendo algo contra as ordens do regime talibã. Malala Yousafzai recebeu o Prêmio Nobel da Paz quando tinha apenas 17 anos, em 2014. O seu ativismo começou muito cedo, com apenas 11 anos de idade já escrevia relatos sobre a ocupação talibã, sendo que aos 15 anos sofreu um ataque devido às suas ações ativistas.

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