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Brasil : MULHERES NEGRAS
Enviado por alexandre em 30/05/2018 08:30:21

Maioria de mortes maternas no país ocorre entre mulheres negras jovens

Mulheres negras têm duas vezes mais chances de morrer por gravidez

Por Débora Brito - Repórter da Agência Brasil Brasília

Mais da metade (54,1%) das mortes maternas no Brasil ocorrem entre as mulheres negras de 15 a 29 anos. A população negra feminina também tem duas vezes mais chance de morrer por causas relacionadas à gravidez, ao parto e ao pós-parto do que as mulheres brancas. A informação foi destacada pela doutora em saúde pública, Fernanda Lopes, durante as discussões da 4ª Conferência Nacional da Promoção da Igualdade Racial (Conapir). O evento está sendo realizado em Brasília com a presença de especialistas, pesquisadores e ativistas da causa racial de vários estados para levantar propostas de enfrentamento ao racismo.

Com base em estatísticas do Ministério da Saúde e da Organização Mundial da Saúde (OMS), a especialista, que também integra o grupo de racismo e saúde da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), apresentou algumas variáveis que mostram a desigualdade racial no âmbito da saúde pública.
A pesquisadora Fernanda Lopes participa da 4ª Conferência Nacional de Promoção da Igualdade Racial (Conapir), no Centro Internacional de Convenções do Brasil.
A pesquisadora Fernanda Lopes participa da 4ª Conapir - Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

“Estas mulheres morrem com uma frequência maior, prioritariamente por hipertensão, um problema que poderia ser identificado lá no pré-natal. Mas, estas mulheres são as que menos têm informações sobre sinais de parto, que com mais frequência têm o pré-natal considerado inadequado e são aquelas que mais peregrinam até conseguirem vaga na maternidade para dar à luz”, destacou Fernanda.

Apesar de o Brasil ter reduzido consideravelmente os números de mortalidade materna nos últimos anos, ainda não conseguiu atingir a meta estabelecida pela Organização das Nações Unidas de reduzir em 75% o índice de mortes até 2015. A cada 100 mil nascidos vivos, ainda morrem no país uma média de 60 mulheres em idade fértil.
Racismo institucional

A pesquisadora disse ainda que as mulheres negras recebem com menos frequência recursos para alívio para a dor durante o parto, como tomar água, andar, tomar banho, ganhar massagem ou mesmo ter a opção de ser anestesiada. Além disso, de acordo com o levantamento apresentado por Fernanda, as mulheres negras têm menos chance de ter um acompanhante durante o parto e na maternidade e estão mais sujeitas a ouvir expressões discriminatórias. Ela cita entre os dados coletados na pesquisa frases ouvidas pelas pacientes por agentes de saúde como "na hora de fazer não reclamou".

“Isso é racismo institucional, é violência obstétrica e é violência de gênero. É um tipo de violência que só as mulheres vivem”, ressaltou Fernanda. A pesquisadora explicou que o racismo institucional na saúde se expressa pela desigualdade no atendimento dos profissionais da saúde à mulher negra e na negação a ela de acesso a proteção e direitos. Este tipo de discriminação também tem impacto na organização e no funcionamento dos serviços de saúde.

“A violência obstétrica começa no pré-natal. Então, quando a gente está falando lá na atenção básica que estas mulheres têm menos acesso à informação, isso é expressão de violência institucional. Se estas mulheres peregrinaram mais até conseguirem vaga no hospital, é expressão do racismo institucionalizado”, detalhou.

No atendimento pós-parto, os índices também apontam para uma desvantagem das mulheres negras, principalmente as mais jovens, em relação às brancas. “Em uma avaliação da estratégia da família e da Rede Cegonha se observou que eram as mulheres mais jovens e negras que recebiam com menos frequência a visita da equipe de saúde da família durante o período de puerpério”, completou.

Entre as propostas para enfrentar o problema, a pesquisadora sugere que o país melhore as pesquisas sobre percepções das pacientes sobre atitudes discriminatórias nos serviços de saúde.
Conapir

No segundo dia da 4ª Conferência de Promoção da Igualdade Racial (Conapir), os conselheiros e delegados se dividiram em grupos temáticos para discutir diferentes propostas de combate à discriminação étnica e racial nas áreas de educação, violência, religião, entre outros. O conjunto final das propostas e resultados das discussões serão apresentados nesta quinta-feira (30), último dia da conferência.
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Cotas foram revolução silenciosa no Brasil, afirma especialista

Edição: Amanda Cieglinski

Brasil : ISOLADA
Enviado por alexandre em 28/05/2018 19:32:05

Menina vive isolada devido à doença rara em povoado no Iraque
Desesperada diante do isolamento e da condição, que pode se tornar maligna, a família não consegue encontrar uma solução.

Haura quase nunca sai de casa. Em seu povoado no sul do Iraque, as outras crianças não querem se aproximar da menina de 4 anos, porque ela sofre de uma doença que cobre sua pele com uma grande mancha negra coberta de pelos. Desesperada diante do isolamento e da condição, que pode se tornar maligna, a família não consegue encontrar uma solução.

A escassez de recursos econômicos lhes impede de tentar uma cirurgia, que precisaria ser feita longe do povoado de Wahed Haziran, na província agrícola de Diwaniya, a 200 quilômetros ao sul de Bagdá. Os pais de Haura vestem a menina diariamente com roupas de manga comprida e gola alta, mas não conseguem esconder a doença.

Os poucos centímetros de pele visíveis no pescoço deixam à mostra a mancha negra que provoca as humilhações e a rejeição dos demais. "Daqui a dois anos deverá ir para a escola, tememos muito esse momento", conta sua mãe, Alia Jalif. "Como as demais crianças vão se portar com ela? Não podemos garantir que ficará confortável em uma escola, e é o maior obstáculo para seu futuro", lamenta essa iraquiana, coberta com o tradicional véu negro.

Haura nasceu um com nevo, ou sinal, gigante, uma marca coberta de pelos que se estende por seus ombros, por parte do torso e nas costas. O sinal poderia se tornar um melanoma, ou câncer de pele, "que pode ser fatal", aponta o dermatologista Aqil al-Jaldi. O tratamento mais eficaz seria um transplante de pele, sessões de laser e acompanhamento psicológico, garante.

Isso é praticamente impossível de se conseguir no Iraque, onde o setor médico foi afetado por uma década de embargo comercial e anos e violência e corrupção. Todos os médicos que a família visitou sugerem a ida a um centro especializado no exterior, segundo a mãe. "Mas não podemos pagar a viagem, nem os custos médicos. O que temos dá apenas para viver e mandar seus quatro irmãos e irmãs à escola", explica Alia Jalif.
DP

Brasil : SEXO
Enviado por alexandre em 28/05/2018 19:27:37

Quanto tempo após uma cesárea a mulher deve esperar para fazer sexo?
Tanto mulheres que passaram por partos normais, como as que passaram por cesáreas, precisam de um tempo antes de recuperar a vida sexual.

Ter relações sexuais pode ser a última coisa na mente de uma mulher após passar por uma cesárea - mas muitas mulheres (e seus respectivos parceiros) têm dúvidas sobre a intimidade pós-nascimento. Tanto mulheres que passaram por partos normais, como as que passaram por cesáreas, precisam de um tempo antes de recuperar a vida sexual para o corpo se recuperar após o parto.

Sexo depois da gravidez

Para as mães que dão à luz por meio do parto normal, geralmente o corpo demora cerca de seis semanas para se recuperar, quando o colo do útero se fecha. Já mães que passaram por cesariana, o processo de cicatrização é tipicamente mais longo, devido ao porte da cirurgia. Geralmente, a liberação ocorre entre 30 e 40 dias após o nascimento do bebê. O tempo, no entanto, pode variar dependendo do procedimento (tamanho do corte, cicatrização, sangramento, etc)


Nos dois casos é essencial que as mulheres conversem com seus médicos quando sentirem que querem voltar a fazer sexo. O médico poderá dar sinal verde quando não houver riscos de sangramento e quando não comprometer a cicatrização do procedimento.

Vix

Brasil : SAÚDE
Enviado por alexandre em 25/05/2018 09:01:23

Primeiro transplante do Brasil comemora 50 anos

Por Agência Brasil Brasília

Há 50 anos, o lavrador de Mato Grosso João Boiadeiro, codinome de João Ferreira da Cunha, viu sua vida mudar ao se transformar no primeiro brasileiro a ter o coração transplantado a partir de uma cirurgia no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP), inaugurando uma nova etapa na cardiologia brasileira e latino-americana. Sofrendo de uma doença degenerativa, ele obteve a esperança com o transplante. Mas morreu 28 dias após a cirurgia, em consequência de rejeição do órgão.

O transplante de João Boiadeiro ocorreu seis meses após o primeiro realizado no mundo por uma equipe da África do Sul. Assim, em 26 de maio de 1968, o Brasil entrava no grupo de países pioneiros do transplante de coração.
transplantes
No Brasil, o primeiro transplante de coração foi feito pelas equipes dos professores Euryclides de Jesus Zerbini, na cirurgia cardiotorácica, e Luiz Venere Décourt, na clínica. Os professores iniciaram o processo de criação do Instituto do Coração do HCFMSUP (Incor).

Avanços

O presidente do Incor, Roberto Kalil Filho, disse que entre as principais conquistas estão os avanços dos medicamentos que evitam a rejeição ao transplante.

“Nesse meio-tempo surgiram medicamentos contra a rejeição mais eficazes e com menos efeitos colaterais, além de máquinas de suporte ao coração mais eficientes, tendo à frente os modernos ventrículos artificiais portáteis, aparelhos que prologam por mais de cinco anos a vida de pacientes que esperam por um órgão ou que não podem se submeter ao transplante”,afirmou o médico.

Paralelamente, há um esforço conjunto da iniciativa pública e privada para reduzir a chamada janela de captação do coração (momento entre a retirada do órgão do doador e seu implante no receptor) para no máximo quatro horas, mantendo uma complexa logística com ambulâncias, voos fretados e helicópteros.

No Incor, há uma maleta térmica, usada na Europa, que mantem a temperatura do coração doado em condições ideais para a conservação do órgão para transplante (8°C a 10°C), sem a utilização de gelo.
Edição: Graça Adjuto

Brasil : LOUCO
Enviado por alexandre em 24/05/2018 01:03:22

Torcedor tatua rosto de técnico no bumbum após time escapar do rebaixamento
A vitória de 3 a 1 sobre o Fulham no último dia 6 de maio sacramentou a permanência do Birmingham na segunda divisão.

Muito, muito cuidado com as coisas que você promete. Principalmente se é daqueles que cumpre depois. Foi o caso de um torcedor fanático do Birmingham, time de futebol da segunda divisão do campeonato inglês, informa o The Sun.

O clube estava praticamente rebaixado para a terceira divisão quando Kevin Tomlinson prometeu que tatuaria o rosto do técnico Garry Monk nas nádegas caso ele evitasse o rebaixamento. E não é que foi justamente o que aconteceu?

A vitória de 3 a 1 sobre o Fulham no último dia 6 de maio sacramentou a permanência do Birmingham na segunda divisão. Neste último fim de semana, Tomlinson cumpriu a promessa e postou a foto no Twitter com o seguinte comentário, em tradução livre: “Sempre estarei aí (na nádega) para lembrá-lo que você deve pensar antes de falar.” Mais uma vez, muito cuidado com o que você promete.

Surrealista

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