Brasil - SEM PREVENÇÃO - Notícias
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Brasil : SEM PREVENÇÃO
Enviado por alexandre em 29/09/2017 00:19:41


Só um terço dos homens sempre usa camisinha durante o ato sexual

SUPERINTERESSANTE


Você já deve ter ouvido a máxima de que grandes poderes trazem grandes responsabilidades. Pois quando o assunto é sexo, esse ditado pode muito bem ser convertido em grandes prazeres exigem grandes responsabilidades.

E, sem o devido cuidado, também trazem consigo grandes consequências. Um claro exemplo dessa relação causa e consequência é a estimativa da Organização Mundial da Saúde de que metade das gestações no mundo não são planejadas.

Ou do levantamento do Ministério da Saúde que mostra que 40 mil novos casos de doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) são detectados por ano no país. Ou ainda de que 33 milhões de gestações no mundo acontecem porque o casal não usou corretamente o método contraceptivo que escolheu.

Mas, afinal, de quem é a responsabilidade de pensar na prevenção na hora H? Muitas vezes atribuída às mulheres, a pergunta deveria ser respondida em uníssono: por todo mundo que for sexualmente ativo.

No entanto, no Brasil ainda falta um pouco para chegarmos à resposta unânime: 72% dos homens entre 15 e 25 anos considera que é responsabilidade do casal e 10% acha que é obrigação feminina. Mesmo acreditando da “divisão de tarefas”, 48% dos jovens brasileiros considera o anticoncepcional oral como seu método favorito e prefere que suas parceiras tomem o medicamento, seguida do preservativo masculino (39%), e 38% disse que não apoiaria sua parceira se ela decidisse parar de tomar a pílula.

Os dados acima são resultado de um levantamento do Departamento de Ginecologia da UNIFESP, em parceria com a Bayer, realizado com dois mil homens jovens de 10 capitais brasileiras com o intuito de entender o papel de homens e mulheres no planejamento familiar e na prevenção de DST.

Brasil : MATA VIGIADA
Enviado por alexandre em 28/09/2017 08:20:22


Municípios de Rondônia são monitoradas contra o desmatamento na amazônia

O Ministério do Meio Ambiente (MMA) atualizou, por meio de portarias. A lista de cidades da Amazônia Legal com prioridade para prevenção, monitoramento e controle do desmatamento foi atualizada nos estados do Amazonas, do Pará e de Rondônia. Outras cidades do Pará e de Mato Grosso foram relacionadas na lista de áreas com desmatamento monitorado e sob controle na região amazônica.

Ao todo, 39 municípios estão entre os prioritários para ações de prevenção, monitoramento e controle do desmatamento. Passam a integrar a lista: Apuí (AM), Manicoré (AM), Novo Aripuanã (AM), Itaituba (PA), Portel (PA), Buritis (RO), Candeias do Jamari (RO) e Cujubim (RO). As áreas listadas correspondem a 59% do desmatamento registrado entre agosto de 2016 e julho de 2017.

Já a relação de municípios com desmatamento monitorado e sob controle incluiu Santa Maria das Barreiras, no Pará, e Alto Boa Vista, Cláudia, Confresa, Nova Ubiratã, Porto dos Gaúchos, Santa Carmem, São Félix do Araguaia, Tapurah e Vila Rica, em Mato Grosso. No total, os 21 municípios que constam na lista dos municípios monitorados totalizam 6% do desmatamento.

Os critérios para inclusão na lista de municípios prioritários incluem aqueles com área total de floresta desmatada em 2016 igual ou superior a 80 km²; área total de floresta desmatada nos últimos três anos igual ou superior 160 km² e aumento da taxa de desmatamento em pelo menos três, dos últimos cinco anos.

Plano de Ação

As listagens foram criadas no âmbito do Plano de Ação para Prevenção e Controle do Desmatamento na Amazônia Legal (PPCDAm). Para o secretário de Mudança do Clima e Floresta do MMA, Everton Lucero, elas são importantes porque estabelecem medidas restritivas ou de incentivos para controlar o desmatamento no âmbito municipal, exigindo maior envolvimento dessas instâncias de governança.

“Entre as medidas está o direcionamento das ações de fiscalização ambiental e o impedimento de emissão de novas autorizações de desmatamento, acima de 5 hectares por ano. Por outro lado, os municípios monitorados serão priorizados pela União nos planos, programas e projetos voltados à região amazônica, para fins de incentivos econômicos e fiscais, visando à produção florestal, agroextrativista e agropecuária sustentáveis”, afirma.

Floresta

Para integrar a relação de municípios com desmatamento monitorado e sob controle, o critério é manter desmatamento inferior a 40 km² nos últimos quatro anos e possuir 80% de seu território, excetuadas as unidades de conservação e terras indígenas homologadas, com imóveis rurais devidamente monitorados por meio do Cadastro Ambiental Rural (CAR).

Essas áreas, no entanto, poderão voltar a fazer parte da lista de municípios prioritários caso atinjam desmatamento anual superior a 40 km² no próximo período de monitoramento realizado pelo Programa de Monitoramento do Desmatamento na Amazônia Legal por Satélite (PRODES), do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE).
Fonte: Ministério do Meio Ambiente (MMA)

Brasil : SAÚDE PÚBLICA
Enviado por alexandre em 26/09/2017 00:32:43


No Brasil, 45% da população ainda não têm acesso a serviço adequado de esgoto

No Brasil, 45% da população ainda não têm acesso a serviço adequado de esgoto. O dado consta no Atlas Esgotos: Despoluição de Bacias Hidrográficas divulgado pela Agência Nacional de Águas (ANA) e pelo Ministério das Cidades. O estudo traz informações sobre os serviços de esgotamento sanitário no país, com foco na proteção dos recursos hídricos, no uso sustentável para diluição de efluentes e na melhor estratégia para universalização desses serviços. O Plano Nacional de Saneamento Básico (Plansab) considera como atendimento adequado de esgoto sanitário o uso de fossa séptica ou rede de coleta e tratamento de esgoto.

Dentro desse critério, 55% dos brasileiros dispõem do serviço adequado. A publicação aponta que 43% são atendidos por sistema coletivo (rede coletora e estação de tratamento de esgotos); 12%, por fossa séptica (solução individual); 18% têm o esgoto coletado, mas não é tratado; e 27% não têm qualquer atendimento. Foram realizadas avaliações em cada um dos 5.570 municípios do país, sempre considerando as diversidades regionais e a abordagem por bacia hidrográfica.

No estudo, são consideradas exclusivamente as residências urbanas e não foi avaliada a prestação do serviço na área rural. O documento divide o país em 12 regiões hidrográficas: Amazônica, Tocantins-Araguaia, Atlântico Nordeste Ocidental, Parnaíba, Atlântico Nordeste Oriental, São Francisco, Atlântico Leste, Atlântico Sudeste, Atlântico Sul, Uruguai, Paraná e Paraguai.

Investimentos

De acordo com o Atlas Esgotos, a universalização do esgotamento sanitário na área urbana do país necessitaria de R$ 150 bilhões em investimento, tendo como horizonte o ano de 2035. Cerca de 50% dos municípios, que precisam de serviço de tratamento convencional de esgoto, demandam 28% do valor estimado. Já 70 dos 100 municípios mais populosos requerem solução complementar ou conjunta e concentram 25% do total de investimento. Os custos com coleta e com tratamento variam conforme a região, sendo maiores no Norte e menores no Sudeste. Para o Brasil como um todo, os gastos com coleta representam 2,7 vezes mais do que os previstos em tratamento.

Entretanto, segundo a ANA e o ministério, apenas o aporte financeiro não é suficiente para a universalização, sem capacidade adequada de administração do serviço. No país, existem vários exemplos de sistemas de coleta e tratamento de esgoto que foram abandonados ou sequer entraram em operação devido a problemas associados a gestão. Na maioria dos municípios (4.288) o serviço é prestado pela própria prefeitura ou há um prestador que precisa aprimorar a capacidade de gestão.

Entretanto, parte significativa da população urbana (87 milhões de habitantes), projetada para 2035, está nos municípios cujo prestador de serviço tem situação institucional consolidada. Segundo o Atlas Esgotos, os serviços de esgotamento sanitário podem ser prestados de forma indireta, quando delegados para autarquia municipal, companhia estadual ou concessionária privada; ou de forma direta, sem prestador de serviço, sendo realizado pelas próprias prefeituras.

O estudo ressalta que, mesmo com as duas possibilidade de organização, há municípios sem coleta e tratamento de esgoto. Nesse contexto, 2.981 municípios têm delegado os serviços de saneamento (forma indireta), sendo que cerca de 50% deles têm coleta e tratamento de esgotos, alcançando pelo menos 10% dos habitantes. Por outro lado, 2.589 municípios não têm prestador de serviço, e apenas 5% desse grupo oferecem tratamento coletivo de esgoto. A forma indireta de gestão é adotada pelas cidades maiores que delegam, na maior parte das vezes, o serviço para companhias estaduais. Nos municípios de pequeno porte, o serviço fica a cargo das prefeituras. Ao observar as regiões, na porção leste do país (Nordeste, Sudeste e Sul), é possível identificar que a maioria dos municípios tem serviço de esgotamento sanitário delegado, enquanto mais a oeste (Norte e Centro-Oeste) predominam aqueles cuja responsabilidade pela prestação do serviço recai sobre as prefeituras.

Carga orgânica

Conforme o estudo, o Brasil produz cerca de 9,1 mil toneladas de Demanda Bioquímica de Oxigênio (DBO) por dia, parcela orgânica dos efluentes vindos do esgoto doméstico. Desse total, 48% são provenientes de 106 municípios com população acima de 250 mil habitantes. A DBO é um dos mecanismos usados para medir a poluição das águas e a qualidade do tratamento de esgoto. Quanto mais DBO, maior o grau de poluição na água. De acordo com o atlas, durante o tratamento, 60% de DBO precisam ser removidos. Entretanto, na maioria das cidades brasileiras (4.801) os níveis de remoção da carga orgânica são inferiores a 60% da quantidade gerada.

Os baixos níveis de remoção são encontrados em todas as regiões, em especial no Norte e no Nordeste. Dos 5.570 municípios, 70% removem no máximo 30% da carga orgânica gerada. No outro extremo, apenas 769 cidades (14%) têm índices de remoção de DBO superiores a 60%, concentradas principalmente na Região Sudeste. Apenas 31 dos 100 municípios mais populosos conseguem remover carga orgânica acima de 60%. Em relação à unidades da Federação, apenas o Distrito Federal remove mais de 60%. Os estados de São Paulo e Paraná chegam perto desse índice, enquanto que nos demais estados os índices são menores.

No país, de toda a carga orgânica gerada (9,1 mil toneladas de DBO/dia), somente 39% são removidos nas estações de tratamento de esgoto. Com isso, uma parcela significativa de poluentes é lançada diretamente nos corpos d’água das bacias, “comprometendo a qualidade das águas para diversos usos, com implicações danosas à saúde pública e ao equilíbrio do meio ambiente”, de acordo com a publicação. Pelo menos, cerca de 110 mil quilômetros de cursos d’água, notadamente na porção leste do país, têm baixa qualidade de água.


AGÊNCIA BRASIL

Brasil : DESIGUALDADES
Enviado por alexandre em 26/09/2017 00:21:55


Seis têm tanto dinheiro quanto a soma de 100 milhões mais pobres
Dados são do Relatório A Distância Que Nos Une, da Oxfam Brasil


Segundo relatório, apenas em 2086 haverá equiparação entre a renda média de negros e brancos (Foto: Estadão Conteúdo)

No Brasil, os seis maiores bilionários têm a mesma riqueza e patrimônio que os 100 milhões de brasileiros mais pobres. Essas são as constatações do relatório A Distância Que Nos Une, Um Retrato das Desigualdades Brasileiras, divulgado nesta segunda-feira (25) pela Oxfam Brasil. Caso o ritmo de inclusão no mercado de trabalho prossiga da forma como foi nos últimos 20 anos, o estudo aponta que as mulheres só terão os mesmos salários dos homens no ano de 2047, e apenas em 2086 haverá equiparação entre a renda média de negros e brancos. De acordo com projeções do Banco Mundial, o país terá, até o fim de 2017, 3,6 milhões a mais de pobres.

A organização, que trabalha no combate à pobreza e à desigualdade, resolveu publicar pela primeira vez um estudo em que investiga, com base em vários dados, as raízes e soluções para um país onde se distribui de forma desigual fatores como renda, riqueza e serviços essenciais.

De acordo com Katia Maia, diretora-executiva da entidade, o objetivo é divulgar um relatório anual sobre a desigualdade e mostrar os diferentes problemas do tema, como, por exemplo, o da tributação brasileira. “Nós pagamos muitos impostos. Mas não é que a nossa tributação é excessiva, na verdade ela é injusta. A gente está abaixo da média dos países da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) [em termos de carga tributária]. Mas é uma tributação onde quem paga o pato é a classe média e as pessoas mais pobres”, disse.

Tributação

O documento identifica falhas na forma como o imposto é arrecadado no Brasil, em contraste com outros países. Além da alta tributação indireta, há questionamentos à isenção de impostos sobre lucros e dividendos de empresas e à baixa tributação de patrimônio, que, com isso, acabam contribuindo para aumentar a concentração de renda dos mais ricos.

A coordenadora do relatório defende que é possível que as autoridades brasileiras combatam fatores que impedem a tributação proporcionalmente igualitária, mesmo antes de uma necessária reforma tributária. Um deles é a evasão tributária, em que somente em 2016, segundo o Sindicato Nacional dos Procuradores da Fazenda (Sinprofaz), deixaram de ser arrecadados R$ 275 bilhões.

Direitos

A Emenda do Teto dos Gastos, que limita os gastos públicos por 20 anos, é considerada no documento como um “largo passo atrás na garantia de direitos”. De acordo com as constatações da Oxfam Brasil, há a necessidade de se revisar a reforma trabalhista aprovada recentemente pelo Congresso Nacional, “onde ela significou a perda de direitos”. Outros entraves ao fim das “desigualdades extremas” do Brasil, segundo a pesquisa, são a melhoria dos mecanismos de prestação de contas, mais transparência, combate à corrupção e uma “efetiva regulação da atividade de lobby”.

De acordo com Katia, a meta do relatório não é defender que todas as pessoas tenham a mesma coisa e sim mostrar os extremos que não devem ser aceitos pela sociedade. No dia em que se completam dois anos da assinatura dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) pelos 193 Estados Membros da Organização das Nações Unidas (ONU), com metas para os países até 2030, a coordenadora do relatório acredita, corroborando o documento, que as desigualdades “não são inevitáveis”. (AE)

Brasil : ATENÇÃO
Enviado por alexandre em 22/09/2017 18:30:00



Uso de celular é a terceira maior causa de mortes no trânsito no Brasil

Uma pesquisa da Associação Brasileira de Medicina do Tráfego (Abramet) revelou que o uso de celular na direção é a terceira maior causa de mortes de trânsito no Brasil, segundo informou o Jornal Hoje. Ao todo, são 150 vítimas por dia e 54 mil por ano, segundo a associação. Essa combinação só perde em números de fatalidades para o excesso de velocidade e a embriaguez ao volante.

Em um estudo realizado com estudantes de direção em um simulador de autoescolas, a Abramet constatou que os motoristas levam, em média, de 8 e 9 segundos para atender a uma chamada telefônica. Caso o motorista esteja dirigindo a uma velocidade de 80 km/h, permitida nas marginais de São Paulo, o tempo é o suficiente para percorrer duas quadras desatento.

Já para responder uma mensagem de texto, a associação calcula que o motorista leve de 20 a 23 segundos. Caso esteja a uma velocidade de 60 km/h, esse é o tempo necessário para percorrer quatro quadras com a atenção dividida entre o tráfego e o celular. Portanto, em ambas situações, o risco de colisões com outros veículos, objetos ou animais é muito alto.

“Primeiro, ele divide a atenção e a concentração entre aquilo que está sendo falado ao celular e aquilo que acontece na via. A percepção periférica do ambiente fica muito prejudicada. E o tempo de resposta, de reação a um obstáculo também tá muito mais lento”, disse Aly Said Yassine, médico do tráfego da Abramet.
De acordo com a legislação do trânsito vigente, os motoristas podem ser multados segurando, manuseando e usando o celular.

Fonte: pagina 1 PB

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