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Brasil : FUTEBOL NET
Enviado por alexandre em 12/05/2019 18:37:20

Com internet e novas ferramentas, transmissão do Campeonato Brasileiro passa por revolução

Daqui a alguns anos certamente os fãs de futebol vão se lembrar de 2019 como um ano que mexeu com a história das transmissões do esporte no Brasil. A temporada marcou a ruptura com um antigo modelo tradicional, ao impor novidades tanto para a Série A do Campeonato Brasileiro como em exibições via internet para competições como Séries C e D e pelo Twitter para futebol feminino.

Em vez de somente contar com a televisão, o torcedor agora tem uma série de novos dispositivos para continuar ligado no futebol. Se por um lado a Série A vive um impasse sobre direitos de transmissão e terá neste domingo, por exemplo, uma partida sem exibição de nenhum canal, outros campeonatos menos badalados ganharam espaço em plataformas até então inéditas.

A Série C do Brasileiro assinou neste ano um contrato de quatro temporadas com a DAZN. A empresa inglesa vai exibir 86 partidas da competição pela internet. Nas duas primeiras rodadas, foram oito jogos exibidos por Youtube e Facebook. O destaque foram os 500 mil acessos registrados no empate por 2 a 2 entre Santa Cruz e Treze (PB).

“Estamos diante de um mercado de transmissão esportiva em evolução para o digital, no qual as emissoras estão repensando os formatos”, disse o vice-presidente da DAZN Brasil, Bruno Rocha. “A Série C foi à oportunidade perfeita para os nossos planos para o DAZN se estabelecer dentro do futebol brasileiro e expandir a sua presença”, completou.

Até mesmo a divisão nacional mais inferior, a Série D, ganhou mídia neste ano. A plataforma portuguesa MyCujoo fechou contrato com a CBF para exibir as partidas da competição, assim como torneios de futebol de base e feminino. 

As transmissões são feitas com tecnologia simples, na maioria das vezes com uma única câmera para gerar imagens ou até por um celular apoiado em um tripé e com conexão 3G.

Segundo o diretor do MyCujoo para o Brasil e América Latina, Terence Gargantini, apenas na primeira rodada da Série D a plataforma transmitiu 30 jogos e teve 400 mil acessos. “Nós não queremos disputar com os grandes canais. Temos nosso próprio segmento: os jogos que não passariam na TV. A internet nos ajuda a estar em vários lugares ao mesmo tempo”, comentou.

A CBF terá mais de 600 jogos distribuídos em diferentes dispositivos e coordena com as respectivas equipes dos parceiros a padronização das exibições. O intuito é fixar em grande parte dessas transmissões os mesmos conceitos, como ângulos de câmera, padronização gráfica das informações presentes na tela e da linguagem das equipes de transmissão.

IMPACTO

Para especialistas ouvidos pela reportagem, as mudanças no mercado de transmissão estão apenas no começo. “Existe um desafio de atender a audiência das novas gerações. A pessoa olha a TV, mas está com o celular e o tablet nas mãos. Não se consome esporte da mesma forma que anos atrás”, afirmou o diretor de negócios da consultoria Golden Goal, Danyel Braga, especialista em marketing esportivo.

Já para o advogado especialista em direito desportivo André Sica, do escritório CSMV, a mudança nas transmissões no Brasil poderiam ser ainda maiores caso a Lei Pelé não fosse tão restritiva. O texto determina que para uma partida ser exibida é necessário os dois times estarem sob o mesmo contrato de transmissão. “Isso atrapalha fundamentalmente a abertura do mercado para novos concorrentes e novos veículos. As legislações mais modernas preveem que o mandante é o detentor do espetáculo e pode negociar”.

Brasil : CONCESSÃO
Enviado por alexandre em 12/05/2019 00:29:10

Governo quer conceder 20 parques nacionais à iniciativa privada ainda este ano

O governo planeja repassar ainda este ano para a iniciativa privada, em um modelo de concessão, pelo menos 20 unidades de conservação. O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, disse ao Estado que Jericoacoara (CE), Lençóis Maranhenses (MA), Chapada dos Guimarães (MT) e Aparados da Serra (RS) estão entre as prioridades que serão ofertadas para administração de empresas privadas interessadas em explorar as regiões, com oferta de serviços e turismo. O ministro define o modelo como “toma que o filho é teu”. 

Os 20 parques que vão entrar no pacote de concessão até o fim deste ano são hoje controlados pelo Instituto Chico Mendes de Biodiversidade (ICMBio) e incluem algumas das regiões de belezas naturais mais conhecidas do País. As quatro unidades que serão ofertadas inicialmente são visitadas hoje por 450 mil pessoas por ano. 

O ministro explicou o objetivo do governo com as concessões. “A gente tem de dar uma destinação econômica para as unidades de conservação, para diminuir a dependência do orçamento público. Senão, essas áreas não terão saída”, disse Salles. “Você pode fazer o discurso mais bonito do mundo sobre o meio ambiente, mas, se não dermos uma mais-valia econômica para as unidades de conservação, estaremos sempre a reboque do orçamento federal”.

Questionado sobre o modelo de concessão, o ministro disse que a ordem é repassar às empresas tudo o que for possível, mantendo o mínimo sob a alçada do governo. “A concessão do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, por exemplo, feita no fim do ano passado, foi péssima. Fizeram uma concessão meia-boca, de alguns serviços, dizendo que 80% tinha de continuar sob o comando do ICMBio” declarou Salles. “O resultado é uma concessão em que o empreendedor não tem quase nenhuma liberdade de atuação. Vamos inverter a lógica dessas concessões. Vamos estabelecer um mínimo de restrições. De resto, toma que o filho é teu”, complementou. 

No caso de Aparados da Serra, segundo o ministro, o governo pretende fazer “oferta em bloco”, reunindo em um mesmo pacote as unidades de Aparados da Serra, Serra Geral, São Francisco de Paula e Canela.

Revisão

O plano de concessões de florestas protegidas faz parte de uma política preparada para as unidades de conservação do País. Nesta sexta-feira (10), o Estadão revelou que a administração federal pretende revisar a criação de todas as 334 unidades administradas pelo ICMBio. 

A ideia do governo é alterar a categoria das unidades para permitir a exploração comercial das áreas e, em algumas situações, alterar o perímetro. A iniciativa surpreendeu organizações socioambientais, que criticaram o plano do governo. O coordenador de políticas públicas do Greenpeace, Marcio Astrini, classificou a medida como “um retrocesso sem precedentes”. As alterações só podem ser feitas por meio de projeto de lei, o que significa que precisam ser analisadas e aprovadas pelo Congresso Nacional.

Segundo Ricardo Salles, as revisões são necessárias porque teriam sido criadas sem critérios técnicos. “Nós não somos contra as unidades de conservação, mas, de 2006 para cá, várias unidades foram criadas sem critério, na base do voluntarismo, sem cuidados para evitar conflitos. Não estudaram o nível de restrição que teria em cada área”, comentou. “Essa falta de planejamento é a prova do açodamento e da falta de critério, não só da categoria dada à unidade, mas também do perímetro que foi definido”.

A redefinição de áreas, na avaliação do MMA, é necessária para resolver passivos financeiros porque, em muitos casos, famílias que viviam em áreas que foram delimitadas não receberam as indenizações previstas. “Criaram restrições para famílias que viviam nos locais sem o mínimo planejamento financeiro. É um calote premeditado. Você inviabiliza a vida das pessoas no local, já sabendo que não vai poder pagar as indenizações. Só no Parque Nacional de Campos Gerais, a dívida está estimada em R$ 2 bilhões para retirar e indenizar as famílias”, disse Ricardo Salles.

O ministro tem sido alvo de críticas constantes de ambientalistas e servidores públicos que atuam na pasta. Ele é acusado de patrocinar um “desmonte” de compromissos e políticas ambientais assumidas há décadas pelo País. 

Sem dinheiro

A falta de recursos de órgãos como o ICMBio e o Ibama, vinculados ao Ministério do Meio Ambiente, passa pelos cortes que atingiram todas as pastas do governo federal. No mês passado, o MMA recebeu a ordem de cortar 100% das emendas parlamentares que estavam previstas para os dois órgãos. O corte sobre o orçamento geral da pasta previsto no início do ano ficou em 24%. 

No ICMBio, as ações de criação e gestão das unidades de conservação tiveram corte de 26%, chegando a R$ 45 milhões. Os recursos que seriam usados na administração da unidade sede também perderam 22%, redução de R$ 15,1 milhões.

O Ibama teve seu orçamento reduzido de R$ 368,3 milhões, conforme constava na Lei Orçamentária, para R$ 279,4 milhões. O governo diz que contingenciamento não é corte e, quando a reforma da Previdência for aprovada, o valor será recomposto. 

Ficha Técnica

Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses

  • Criado em 1981
  • Área total de 155 mil hectares, sendo 90 mil de dunas livres e lagoas
  • Abrange os municípios de Barreirinhas, Santo Amaro e Primeira Cruz (MA)
  • Recebe mais de 100 mil pessoas por ano

Parque Nacional Chapada dos Guimarães

  • Criado em 1989
  • Área total de 32.630 hectares
  • Abrange os municípios de Chapada dos Guimarães e Cuiabá (MT)
  • Recebe mais de 100 mil pessoas por ano

Parque Nacional de Jericoacoara

  • Criado em 2002
  • Área total de 8.416 hectares
  • Abrange os municípios de Jijoca de Jericoacoara, Cruz e Camocim (CE)
  • Recebe cerca de 150 mil pessoas por ano

Parque Nacional de Aparados da Serra

  • Criado em 1959
  • Área total de 30.400 hectares, incluindo Serra Geral
  • Abrange os municípios de Cambará do Sul e Praia Grande (RS)
  • Recebe cerca de 100 mil pessoas por ano.

Brasil : POTÊNCIA
Enviado por alexandre em 10/05/2019 00:31:33

Conheça a bebida que potencializa a queima de gordura no treino

Esqueça os shakes de proteína, uma simples xícara de café pode ser a melhor indicação para potencializar seus treinos.


A segunda bebida mais consumida no mundo, perdendo apenas para a água, é a primeira opção quando se pensa em ter mais 'gás' para trabalhar ou exercer alguma atividade. Por conta disso, especialistas ouvidos pela revista Woman's Health recomendam beber uma xícara de café 45 minutos antes da prática de exercício físico, para começar o treino quando o estimulo da cafeína estiver mais ativo, impactando de forma mais poderosa.


Nutricionistas salientam ainda que o café serve de combustível para os treinos, já que contém o mesmo princípio ativo de outros suplementos ingeridos antes da atividade física, no caso a cafeína.


O estimulante é capaz de promover a perda de peso e o aumento muscular mais eficaz. A nutricionista Megan Medrano, em declarações à MensHealth.com, disse: “A cafeína pode promover a melhoria da performance durante a prática intensa de exercício físico entre cinco a 20 minutos”.


Todavia, a especialista em nutrição reforça também a importância de ingerir alimentos antes da prática de exercício. “O corpo necessita de uma quantidade adequada de carboidratos, gordura e proteína de modo a aguentar um treino intenso”, acrescenta Medrano. “Beba café antes de fazer exercício, juntamente com uma pequena refeição ou lanche”.


A especialista refere ainda que um dos benefícios de beber café ao invés de um shake de proteína é saber exatamente quais ingredientes está ingerindo. A ingestão de cafeína é mais efetiva para o organismo 45 minutos após o seu consumo, de acordo com a especialista.


Vale ressaltar que a recomendação internacional é não consumir mais de 400 miligramas de cafeína por dia. O que equivale a cerca de quatro xícaras durante um período de 24 horas.

 

Notícias ao Minuto

Brasil : DESPERDÍCIOS
Enviado por alexandre em 07/05/2019 08:45:06

País perde US$ 4 bilhões/ano

Brasil perde US$ 68 bilhões por ano com gastos ineficientes

Segundo estudo do BID, desperdício representa 3,9% do PIB e inclui subsídios que acabam beneficiando os mais ricos

Marcello Corrêa – O Globo

O desperdício de recursos públicos no Brasil representa um prejuízo de US$ 68 bilhões por ano ou 3,9% do PIB, de acordo com estudo do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) que será divulgado nesta terça-feira. O indicador leva em consideração recursos mal direcionados em áreas como transferências de renda, compras governamentais e subsídios. Na média da América Latina, essa taxa de ineficiência chega a 4,4%. O número do Brasil, no entanto, é maior do que o de países como Uruguai, Peru e Chile. A Argentina tem a pior marca, com 7,2% do PIB desperdiçados.

De acordo com o diagnóstico do BID, os países da região elevaram os gastos públicos nos últimos anos, embalados pelo boom das commodities, que turbinou o crescimento de países em desenvolvimento e emergentes. A instituição avalia, no entanto, que esse aumento de despesas levou a desperdícios. “Falta de profissionalismo, negligência, corrupção, ou uma combinação desses fatores, inflacionam o custo dos insumos usados para produzir esses serviços”, avalia o levantamento.

O levantamento constatou, por exemplo, que, de todos os beneficiários do Bolsa Família, 80% são considerados pobres. Alguns tipos de incentivos fiscais, no entanto, acabam direcionados para quem não precisa.

Brasil : FORRÓ
Enviado por alexandre em 06/05/2019 23:50:08

Forró mais perto de virar Patrimônio Cultural do Brasil

O período junino que se aproxima coloca o forró no centro das atenções das festas. Mas, paralelo a isso, está em curso uma mobilização em prol de uma valorização do ritmo que dure o ano inteiro. Músicos, produtores e entusiastas do gênero de todo o País se movimentam pelo reconhecimento das matrizes do forró como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil. A empreitada ganha um novo capítulo com a realização do Seminário Forró e Patrimônio Cultural, desta quarta-feira (08) até sexta-feira (10) de maio, no Recife. O objetivo do evento é levar ao debate público questões importantes para a continuidade da iniciativa.

A movimentação foi iniciada em 2011, junto ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). Tudo começou com um pedido encaminhado pela Associação Cultural Balaio do Nordeste, da Paraíba. Desde então, o órgão vem incentivando encontros em várias cidades para discutir o processo de registro. Em setembro de 2015, um evento nacional sediado em João Pessoa apontou as diretrizes do estudo que investigará as matrizes tradicionais do forró.

O pleito junto ao Iphan vem sendo acompanhado por diferentes instituições e pelo Fórum Nacional Forró de Raiz, que reúne pessoas engajadas na causa. Em Pernambuco, a coordenação do fórum é de Tereza Accioly, presidente da Sociedade dos Forrozeiros de Pé de Serra e Ai.

A Associação Respeita Januário, ligada à Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), foi selecionada através de um edital para efetuar a instrução técnica do registro. O trabalho nada mais é do que uma pesquisa profunda sobre o bem cultural proposto, apontando a importância do seu reconhecimento. O seminário marca o início dessas atividades, que devem envolver uma equipe com cerca de 30 profissionais, entre musicólogos, historiadores, antropólogos e comunicadores.

O estudo vai abranger todos os estados do Nordeste, com ênfase maior em Pernambuco, Ceará e Paraíba, além de São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília. “O projeto conta com uma parte de análise documental, mas o mais importante é ir a campo, colhendo entrevistas. Quando se fala em patrimônio imaterial, que é o que trata das tradições vivas, ouvir as pessoas que vivenciam essa manifestação é fundamental”, explica o etnomusicólogo Carlos Sandroni, coordenador-geral da Respeita Januário.

“A pesquisa ainda não foi iniciada, porque depende de um trâmite administrativo que ainda não foi completado. É um compromisso de dois anos que a gente assume com o Iphan. Então, tudo precisa ser tecnicamente bem estabelecido, para definir os deveres de cada uma das partes. Falta assinar alguns documentos ainda, mas deve ser em tempo de alcançarmos esse São João”, conta Sandroni.

Segundo o pesquisador, o alvo da investigação não é o forró com maior alcance midiático, mas sim sua vertente mais tradicional, exposta por meio de manifestações como baião, xaxado e xote. “O forró pode ser muita coisa hoje em dia: dança, festa, paquera. Algo que é muito discutido é esse desentendimento entre o pessoal do chamado forró pé-de-serra e o dito estilizado. Mas não é esse o recorte que será feito. Levamos em conta os setores que estão mais sintonizados com a ideia de identidade cultural”, ressalta.

A importância do reconhecimento

O trabalho da Respeita Januário vai dar origem a uma dossiê sobre as matrizes do forró, que passará por uma série de etapas dentro do Iphan. Primeiro, ele será analisado pelo Departamento de Patrimônio Imaterial, que fará um parecer técnico. Em seguida, o material segue para a apreciação do Conselho Consultivo, que dará a palavra final sobre a aceitação do registro. A expectativa é que o processo seja concluído até 2021.

Para o cantor e compositor Maciel Melo, o registro vai oficializar aquilo que o ritmo já é na prática. “O forró já é um patrimônio cultural do nosso povo há muito tempo. Mas acho válido esse título, para que venha uma maior valorização por parte do poder público. O que não pode é deixar que essa tradição vire folclore, restrito a apenas um mês do ano”, aponta.

Pernambuco é um dos estados com mais bens registrados pelo Iphan. Já receberam essa nomeação a Feira de Caruaru, frevo, roda de capoeira, os mestres de capoeira, maracatu nação, maracatu de baque solto, cavalo-marinho, teatro de bonecos popular do nordeste, caboclinho e literatura de cordel.

O diretor do Departamento de Patrimônio Imaterial do Iphan, Hermano Queiroz, ressalta que o reconhecimento não deve ser entendido apenas como um ato declaratório. “É um compromisso que o poder público firma com a comunidade, através de vários órgãos, de atuar na salvaguarda daquele patrimônio. A partir de um plano de salvaguarda, com ações de curto, médio e longo prazo, vamos atuar conjuntamente para o fortalecimento desse bem cultural”, detalha.

Seminário

Gratuito e aberto ao público, o Seminário Forró e Patrimônio Cultural vai reunir forrozeiros, artistas, músicos, artesãos, e dançarinos, além de gestores públicos e culturais, produtores e pesquisadores. As atividades vão ocupar o Cais do Sertão, Paço do Frevo, Praça do Arsenal e Teatro Mamulengo, todos no Bairro do Recife. A programação reúne mesas com diferentes temáticas, aulas de mestres forrozeiros e apresentações artísticas. As inscrições estão disponíveis através da plataforma Sympla.

Serviço:

Seminário Forró e Patrimônio Cultural
Desta quarta-feira (8) até sexta-feira (10), da 9h às 18h
No Museu Cais do Sertão, Paço do Frevo, Praça do Arsenal e Teatro Mamulengo (Bairro do Recife)

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