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Brasil : PONTO G
Enviado por alexandre em 27/06/2022 10:39:58

Pesquisa aponta que Ponto G por 5 zonas erógenas

Alvo de polêmicas e controvérsias intermináveis, o chamado “Ponto G” pode estar com os dias contados. Ao menos com este nome. Em nova publicação, cientistas americanos alegam que o termo é “enganoso” e “inadequado” ao descrever a zona erógena da vagina como um ponto único. De acordo com eles, o mecanismo por trás das sensações de prazer intenso, na verdade, envolve cinco tecidos.

 

No lugar do que foi popularmente descrito, durante anos, como um ponto localizado a alguns centímetros dentro da vagina nas paredes superiores do órgão, entrariam em cena, segundo os pesquisadores, os crus (constituídos de dois corpos cavernosos, que se unem e formam o corpo do clitóris), os bulbos de vestíbulo (dois bulbos de tecido erétil que descem ao longo da vagina), as glândulas periuretrais, a uretra e a própria parede anterior da vagina.

 

O “Ponto G” foi assim nomeado em homenagem ao ginecologista alemão Ernst Gräfenberg, que descreveu a área de produção de orgasmos na década de 1950. Ele foi o primeiro a retratar cientificamente uma “zona erótica” localizada “na parede anterior da vagina ao longo da uretra”. O termo, porém, surgiu nos anos 1980, a partir do trabalho do médico Frank Addiego e de seus colegas sobre ejaculação feminina.

 

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“Com base na descrição de Gräfenberg da parede vaginal anterior como contendo uma ‘zona erógena distinta’, acreditamos que o uso subsequente do termo ‘Ponto G’, cunhado 31 anos depois por Addiego et al, seja enganoso”, disseram os pesquisadores. “Sugerimos que o termo atual ‘Ponto G’ é enganoso e, portanto, inadequado. As cinco regiões erógenas da parede vaginal anterior são mais precisa e apropriadamente denominadas ‘Zona Gräfenberg’ ou Zona G’.”

 

A equipe comandada por Irwin Goldstein chegou a essa conclusão após reavaliar a descrição original da área descrita pela primeira vez por Gräfenberg. Segundo eles, o ginecologista alemão originalmente atribuiu três funções à “zona erótica”: “sensações prazerosas”, “inchaço” e “ejaculação fluida”, não sendo um único “ponto” responsável por todas elas.

 

A nova análise foi defendida em editorial na revista científica Sexual Medicine Reviews, da qual Goldstein é editor-chefe. Nela, seus autores pedem ainda que especialistas em saúde sexual considerem essa mudança de nome para pesquisas futuras.

 

 

A ciência envolvendo o “Ponto-G” é controversa, com vários estudos afirmando que ele não existe porque nem mesmo os pesquisadores podem encontrá-lo. Outra hipótese é que o “Ponto G” seria simplesmente uma parte interna profunda do clitóris estimulada durante o sexo. 

 

Fonte: iG

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Brasil : PARINTINS
Enviado por alexandre em 27/06/2022 10:30:00

Saiba quais marcas já adaptaram suas cores por conta do Festival de Parintins

Mudança de cores é em alusão à grande disputa entre os bois-bumbás Garantido, o vermelho e branco, e Caprichoso, o azul e branco.


Um dos maiores eventos folclóricos do Brasil é o Festival de Parintins, no Amazonas. A festa atrai milhares de turistas todos os anos durante três dias de competição entre os bois-bumbás Garantido e Caprichoso no mês de junho, há mais de 50 anos. A cidade se divide (literalmente) nas cores dos bois - vermelho do Garantido e azul do Caprichoso - o que representa o amor dos torcedores por cada bumbá.

E esse amor é tão grande que até mesmo grandes marcas e patrocinadores já tiveram que adaptar suas identidades visuais para agradar as duas torcidas, absorvendo alguns elementos do festival.

Confira algumas das marcas que já mudaram o visual para celebrar o Festival:

A Coca-cola é uma das grandes marcas reconhecidas pela cor vermelha, mas também adaptou-se para atender a torcida do contrário até nas placas, como em 2012. Foto: Frank Cunha/Acervo/G1 Amazonas
Latas especiais da Coca-cola em 2007. Foto: Divulgação
Nestlé desenvolveu embalagens comemorativas do Festival de Parintins em 2008. Foto: Divulgação
Em 2012 a Skol também fez uma edição especial das latinhas. Foto: Frank Cunha/Acervo/G1 Amazonas
A Brahma mudou o visual no Festival de Parintins 2018. Foto: Divulgação
O banco Bradesco é um dos patrocinadores do Festival e também precisou adaptar as cores. Foto: Frank Cunha/Acervo/G1 Amazonas
Bohemia homenageou os bois este ano com artes nas latas. Foto: Reprodução/AM em pauta
Este ano o Guaraná Tuchaua mudou as cores para celebrar o festival. Foto: Reprodução/Instagram-guaranatuchaua
Outro patrocinador em 2022, o PixBet também optou por unir as cores para destacar os bois. Foto: Reprodução/Instagram-pixbet
A porto é uma das patrocinadores em 2022 e adaptou-se ao festival. Foto: Divulgação
Uma das patrocinadoras oficiais do festival em 2022, a Eneva uniu as cores dos bois. Foto: Divulgação
E até o cartão passafácil, em Manaus, ganhou versões especiais em homenagem ao Festival. Foto: Diego Oliveira/Portal Amazônia

E aí? Lembra mais marcas que mudaram suas cores em comemoração ao Festival Folclórico de Parintins?

Conheça os 21 itens avaliados nas apresentações do Festival Folclórico de Parintins

O Festival Folclórico de Parintins, realizado tradicionalmente no mês de junho, no Amazonas, movimenta as redes sociais, mas também um grande número de visitante para a "Ilha da Magia". A festa é reconhecida como Patrimônio Cultural do Brasil pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) e acontece desde 1965 no município de Parintins, distante 369 km de Manaus.

O evento é uma disputa entre os bumbás Garantido e Caprichoso, que contam lendas e histórias do imaginário amazônico. Quando a competição finaliza, um dos bois é escolhido como campeão do Festival anualmente. A apuração dos pontos e o anúncio do boi vencedor são sempre divulgados na segunda-feira após as apresentações, que acontecem durante três dias no Centro Cultural e Esportivo Amazonino Mendes. Centro esse que é mais conhecido como 'Bumbódromo', uma arena que possui o formato de cabeça de boi e tem capacidade de reunir 35 mil pessoas.

Mas você sabe todos os itens que são avaliados para se escolher ao campeão?

Foto: Reprodução/AmazonasTur

Cada ano os bois escolhem temas para desenvolver suas apresentações. Em 2022, por exemplo, o boi Caprichoso escolheu o tema 'Amazônia, nossa luta em poesia' e o boi Garantido escolheu 'Amazônia do povo vermelho'. 

As apresentações são divididas em três noites seguidas e cada competidor deve se apresentar no mínimo 2 horas e no máximo 2 horas e meia durante cada noite. A equipe que não cumprir este tempo estabelecido, é punida com perda de pontuação.

A comissão de jurados é formada por nove pessoas, geralmente com conhecimento em antropologia e folclore. As notas são dadas para 21 itens individuais e coletivos. Eles não possuem uma ordem predeterminada de apresentação, com exceção dos itens 'apresentador', 'levantador de toadas' e 'marujada ou batucada'.

Os itens são divididos em três blocos:

'A - Comum/Musical';

'B - Cênico/Coreográfico';

'C - Artístico'.

Confira:

...

Tupi, Estrelinha e Mineirinho: conheça os bois mirins do Festival Folclórico de Parintins 


 

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Brasil : PULMÃO VERDE
Enviado por alexandre em 27/06/2022 10:29:13

Qual a importância de preservar a Amazônia?

Em um contexto em que a Amazônia Legal apresentou o pior índice de desmatamento nos últimos 10 anos, torna-se cada vez mais essencial a preservação das florestas.


As florestas, de modo geral, são as principais responsáveis por termos ar puro, água potável de qualidade e muito dos alimentos que consumimos.

Contudo, nos últimos anos, evidenciam-se fatores como o desmatamento das florestas, ações antrópicas que ocasionaram queimadas, monocultura e pecuária extensiva, corte ilegal de madeira, entre outras razões que estão causando a perda da biodiversidade nas florestas, além de perdas biológicas e sociais imensuráveis.

O Portal Amazônia conversou com o doutor pelo Departamento de Ecologia e Biologia Evolucionária da Universidade de Michigan e pesquisador no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), Philip Fearnside, sobre a importância da preservação das florestas.

Foto: Ricardo Oliveira/Ipaam

Em um contexto em que a Amazônia Legal apresentou o pior índice de desmatamento nos últimos 10 anos, com 29% a mais de áreas desmatadas em relação à 2020, totalizando 8.096 km² de áreas desmatadas, torna-se cada vez mais essencial a preservação das florestas.

De acordo com Fearnside, a preservação das florestas amazônicas têm importância vital para a manutenção de todo ecossistema brasileiro, a exemplo da seca que ocorreu em 2014 no sudeste brasileiro. 

"Em 2014, São Paulo quase ficou sem água até para beber e em 2021 aquela região também sofreu uma grande seca. O novo padrão de secas no Sudeste brasileiro, que está ligado ao aquecimento global, diminui a margem de tolerância para perda da água suprida pelos ventos conhecidos como "rios voadores" da Amazônia, que transportam água que foi reciclada pelas árvores da floresta. A perda dessa água também implicaria em grandes perdas para a agricultura brasileira",

lembra.

O pesquisador também comentou que a perda da floresta, seja por desmatamento ou queimadas, por exemplo, implica em grandes perdas de biodiversidade. "[...] também há perda de valor intrínseca. Junto com a floresta também perde os povos indígenas e viola os seus direitos", declara.

A exemplo da importância biológica da floresta, as árvores funcionam como uma espécie de 'esponja' que absorve as águas da chuva que, por sua vez, abastecem lençóis freáticos e recarregam aquíferos.

Ou seja, a carga de água dos rios está diretamente relacionada à existência de florestas. Além disso, a manutenção das florestas ajuda a evitar a erosão do solo. 

"A floresta também estoca grandes quantidades de carbono e se isto for lançado na atmosfera seria uma contribuição substancial ao efeito estufa. O aquecimento global é um problema para o mundo inteiro e o Brasil é um dos países que tem mais para perder ser o aquecimento for permitido a avançar sem controle",

complementou Fearnside.

No mais, a retirada de floresta afeta o habitat de animais que vivem na região e sua diminuição e até mesmo de animais que se alimentam de vetores como o Aedes aegypti, transmissor de doenças como dengue, chikungunya e zika vírus.

Em relação aos impactos sociais, a retirada da cobertura  vegetal também prejudica  os povos indígenas devido ao fato de ameaçar reservas e territórios ocupados por estes povos.

Desenvolvimento VS Equilíbrio 

Esses fatores nos fazem questionar se há como ocorrer um desenvolvimento econômico aliado a um equilíbrio ecológico e ambiental.  Nesse sentido, ele explica:

"A primeira prioridade é de reconstruir IBAMA, ICMBio e FUNAI, que foram desmantelados nos últimos anos, colocando lideranças comprometidos com o enfrentamento dos problemas ambientais, repondo e aumentando o quadro de servidores, dando orçamento adequado e revogando a enorme "boiada" de normas internas instituídas para inibir a sua atuação e eficacidade".

Phillip Fearnside

E o especialista completa lembrando que muitas ações que tem ocorrido na região amazônica devem ser urgentemente evitadas.

"Também precisa bloquear os muitos projetos de lei pendentes que visam mudanças como abrir terras indígenas para mineração, barragens e agronegócio; impedir criação de terras indígenas e unidades de conservação; rebaixar ou reduzir unidades de conservação; facilitar legalização de terras griladas; diminuir ou eliminar exigências de licenciamento ambiental para projetos de infraestrutura; etc",

enumerou.
 


Brasil : AVC PREVINA-SE
Enviado por alexandre em 23/06/2022 14:54:03

Médico explica como reconhecer um AVC

O acidente vascular cerebral, conhecido popularmente como derrame, causa cerca de seis milhões de mortes no mundo por ano, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS).

 

Ele acontece quando há um entupimento ou um rompimento de vasos sanguíneos cerebrais, que interrompe o fluxo do sangue para o órgão, lesionando-o.

 

O radiologista Igor Santos, superintendente de inovação e dados da Fundação Instituto de Pesquisa em Diagnóstico por Imagem, explica que os principais sintomas de um AVC são:

 

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paralisia ou fraqueza dos braços ou pernas de um dos lados do corpo;

formigamento em apenas um dos lados do rosto, braço ou perna;

dificuldade para falar;

confusão mental;

paralisia da metade inferior da face;

perda repentina da visão, parcial ou total;

e dificuldade para engolir.

 

“Reconhecer os sinais do derrame cerebral rapidamente ajuda a reduzir o risco de sequelas”, afirma o especialista. A seguir, ele comenta alguns mitos e verdades relacionados à doença. Confira:

 

O AVC está entre as doenças que mais matam no Brasil?

 

Verdade. De acordo com a OMS, o acidente vascular cerebral (AVC) é a segunda maior causa de mortes no mundo. Os derrames também são responsáveis pela incapacitação de muitos pacientes. O especialista explica que durante a manifestação da doença, aproximadamente 120 milhões de células cerebrais morrem por hora, resultando na perda da movimentação de áreas do corpo controladas por essas células.

 

O AVC ocorre apenas uma vez no paciente?

 

Mito. É justamente o contrário. Segundo a Associação Americana de AVC, um a cada quatro sobreviventes de um derrame cerebral ou infarto provavelmente passará por outro. Na maior parte das vezes, as mesmas condições que levaram ao primeiro AVC – tabagismo, obesidade e diabetes – não são adequadamente administradas.

 

Pacientes que sofre um AVC têm poucas chances de cura?

 

Mito. As chances de cura vão depender do diagnóstico da pessoa e do tratamento ao qual ela for submetida. Os tratamentos existentes são distintos para cada tipo de AVC.

 

Para o acidente vascular cerebral isquêmico, quando há entupimento dos vasos sanguíneos, é possível liberar o vaso obstruído para que a circulação e a pressão arterial na região sejam normalizadas. Já para o acidente vascular cerebral hemorrágico, quando há rompimento dos vasos, é preciso conter a hemorragia imediatamente.

 

“É importante ressaltar que em um episódio agudo de AVC, o atendimento em pronto-socorro deve ocorrer o mais rápido possível para evitar que os danos ao cérebro aumentem a cada minuto”, alerta Igor Santos.

 

Superada essa primeira etapa, o tratamento deve ser direcionado à prevenção de novos derrames, que podem voltar a ocorrer caso não sejam devidamente acompanhados.

 

O uso de pílula anticoncepcional aumenta o risco de AVC?

 

Verdade. Segundo informações da Sociedade Brasileira de Doenças Cerebrovasculares, os anticoncepcionais podem aumentar o risco de surgimento de AVC, principalmente, em mulheres fumantes, com hipertensão arterial ou enxaqueca crônica. Por isso, é necessário fazer acompanhamentos frequentes do uso do medicamento.

 

A causa da doença é genética?

 

Mito. Apesar do histórico familiar contribuir em grande parte para as chances de ter um AVC, é necessário se atentar também aos fatores de risco. O ideal é fazer a investigação de todos os fatores que podem contribuir para o desenvolvimento da doença e ter a abordagem correta com um médico. Assim, será possível modificar hábitos danosos e tentar prevenir a doença de maneira mais efetiva. 

 

Fonte: Metrópoles

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Brasil : A MAIS ANTIGA
Enviado por alexandre em 23/06/2022 14:51:40

Fogueira mais antiga do mundo é encontrada em Israel

A descoberta do fogo foi um dos marcos que permitiu com que a humanidade progredisse em múltiplos sentidos. Entretanto, quando foi que os seres humanos passaram a fazer fogueiras?

 

De acordo com um grupo de cientistas, tudo teria começado há quase 1 milhão de anos — muito antes do que se pensava.

 

Utilizando um software de Inteligência Artificial (IA), os pesquisadores do Weizmann Institute of Science passaram a estudar ferramentas antigas de pederneira encontradas no sítio arqueológico de Evron Quarry, em Israel, para determinar se elas foram queimadas propositalmente ou não. Veja só quais foram as respostas!

 

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RASTREANDO O FOGO

 

(Fonte: Evron Quarry/Reprodução)

 

Ao longo dos séculos, um dos grandes desafios científicos é conseguir rastrear o uso do fogo pelos seres humanos durante a história. Os métodos mais tradicionais encontrados pela ciência costumavam indicar que as primeiras evidências só foram existir há 200 mil anos.

 

No entanto, os pesquisadores do Instituto Weizmann decidiram contrariar essa teoria ao optar por outros métodos de pesquisa na pedreira de Evron, a qual teria sido frequentada entre 800 mil e 1 milhão de anos atrás. Para isso, o objetivo seria olhar de perto as ferramentas de sílex — objetos feitos com rochas sedimentares silicatadas — usadas naquela época.

 

De acordo com os estudiosos, a pederneira, que é um tipo de sílex, muda em nível molecular quando queima. Com isso, os cientistas poderiam recorrer à IA para determinar o quão quente essa substância teria ficado no passado e desvendar se isso seria parte de um processo natural ou do uso de fogo. Os resultados iniciais se mostraram impressionantes.

 

PRIMEIRAS RESPOSTAS

 

(Fonte: Evron Quarry/Reprodução)

Fotos: reprodução

 

 

Utilizando um modelo de aprendizado profundo na IA, os pesquisadores determinaram que as ferramentas de sílex foram queimadas a temperaturas de até 600ºC e até mais quentes que isso. Além disso, dezenas de ossos de animais encontrados no local também mostram evidências de mudança molecular devido ao aquecimento.

 

 

Em entrevista ao Jerusalem Post, os pesquisadores disseram que todas essas informações sugerem que os primeiros humanos estiveram experimentando a queima de diferentes materiais naquela região de Israel há milhares de anos. Resumidamente, a nossa espécie estava tentando aprender a controlar o fogo.

 

O problema do estudo, porém, é que ainda não existe nenhuma evidência arqueológica confirmada sobre como o fogo foi feito pela primeira vez, embora existam múltiplas teorias — algo que levanta uma dúvida sobre se Evron Quarry realmente teria servido como a primeira fogueira de todos os tempos.

 

 

Para os próximos passos, os pesquisadores estão animados para ver como o novo método de IA pode ser usado em outros sítios arqueológicos de milhões de anos. Na melhor das hipóteses, essa revolucionária ferramenta poderia servir para que nós passássemos a entender melhor a relação da humanidade com o fogo e como tudo teve seu início. Sendo assim, inúmeras oportunidades estão sendo abertas nesse campo científico.

 

Fonte: Mega Curioso

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