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Mais Notícias : Viralizou: "Centrão bloco de ladrão"
Enviado por alexandre em 03/05/2019 08:06:36

Viralizou: "Centrão bloco de ladrão"

A rápida ascensão da hashtag “centrão bloco de ladrão” nas redes sociais chamou a atenção de dirigentes de partidos e da cúpula do Congresso. O levante virtual foi uma resposta à fala do deputado Paulinho da Força (SD-SP) sobre a votação da reforma da Previdência, mas o ataque generalizado a todo o bloco pegou mal.

Empresas que fazem monitoramento de mídia para parlamentares apontaram um impulsionamento organizado do termo por simpatizantes de Bolsonaro. “Muito inteligente. Vai ser super fácil conseguir voto atacando todo mundo dessa forma”, ironizou um parlamentar

Paulinho da Força disse na quarta-feira (1º) que o centrão queria desidratar a reforma da Previdência para evitar a reeleição de Bolsonaro em 2022. O deputado acabou desautorizado por integrantes do grupo e pela cúpula do Congresso.(Painel – FSP)



Bolsonaro: sou eu quem decide

Além do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), o comandante do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), ficou incomodado com a mensagem na qual Jair Bolsonaro disse que a decisão de intervir na Venezuela seria “exclusivamente” dele.

Pessoas próximas a Alcolumbre contam que o senador fez chegar ao presidente na quarta (1º) que além de esse tipo de declaração aparentar certo desprezo pelo Legislativo, na situação atual, uma intervenção militar no país vizinho não seria autorizada pelo Congresso.

A parlamentares, Bolsonaro teria dito que a situação na Venezuela só terá um desfecho daqui a cerca de duas semanas. (Daniela Lima – FSP)





Bolsonaro; ofensiva publicitária

Caniela Lima - Painel -Folha de S.Paulo

O Planalto finalizou a formatação da ofensiva publicitária a favor das mudanças nas regras de aposentadoria. O mote, “Nova Previdência, pode perguntar”, tenta desmontar críticas à proposta e apresentar de maneira palatável os principais troncos do projeto de Jair Bolsonaro. As peças dizem que nada muda para quem já é aposentado, que as alterações vão ampliar a margem para investimentos e que quem ganha menos vai contribuir com menos e quem ganha mais vai com contribuir mais.

Sou o caminho A campanha foi formulada pela Artplan. As peças feitas para a TV apostam na simulação de diálogos, no formato pergunta e resposta. A ideia central é apontar para uma gestão capaz de justificar e defender os principais pontos da proposta. Há ainda uma espécie de selo que classifica as informações oficiais como “Essa é a verdade”.

Mais Notícias : Protesto: dinheiro de Bolsonaro para venezuelos
Enviado por alexandre em 02/05/2019 08:37:20


Deputados de Roraima protestam contra dinheiro de Bolsonaro para venezuelanos

'O valor que ele enviou para os venezuelanos é maior do que o orçamento de muitas cidades do estado', diz Jhonatan de Jesus (PRB-RR)

Mônica Bergamo – Folha de S.Paulo

A decisão de Jair Bolsonaro de enviar R$ 224 milhões para o acolhimento de venezuelanos em Roraima irritou parlamentares do estado, que fizeram chegar ao governo seu descontentamento.

 “Brasileiros de Roraima estão passando fome. Não há dinheiro para investir em políticas públicas. Mas tem para manter venezuelanos?”, diz o deputado Jhonatan de Jesus (PRB-RR). Segundo ele, Bolsonaro está piorando a situação ao anunciar que sustentará um sistema de acolhida aos cidadãos do país vizinho. “Sabendo disso, mais gente vai querer vir para o Brasil”, afirma.

 “O valor que ele enviou para os venezuelanos é maior do que o orçamento de muitas cidades do estado”, segue. “O governo federal já gastou R$ 12 mil por venezuelano. Compara com o Bolsa Família”, diz. “Eu defendo o governo. Mas quero que ele dê certo para os brasileiros.”

Jhonatan diz que a quase totalidade da bancada de parlamentares de Roraima está indignada. “Deixa os EUA brigarem com a Venezuela. Eles estão brigando pelo petróleo. Essa briga não é nossa”, afirma. Há resistências também na cúpula do Parlamento. O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, já afirmou que Bolsonaro não pode declarar guerra ao país vizinho sem a aprovação do Congresso.



Está em todas. Só ensaio?

O líder do PSL no Senado, Major Olímpio (SP), conversou na semana passada com o apresentador Luiz Datena.

Tema: disputa pela Prefeitura de São Paulo no ano que vem.

Hoje filiado ao DEM, o apresentador já ensaiou entrar na política diversas vezes.  (Painel)





Coluna da quinta-feira

Moro vai jogar a toalha?

A turma pesada pendurada na Lava Jato está tirando proveito de uma MP que tramita no Congresso para esvaziar o ministro da Justiça, Sergio Moro. A manobra visa retirar da sua pasta o Coaf – Conselho de Controle de Atividades Financeiras, o órgão que controla as movimentações bancárias atípicas e a lavagem de dinheiro. Antes atrelado ao Ministério da Economia, passou para a alçada de Moro por sugestão do ministro Paulo Guedes.

Após a mudança, o número de funcionários aumentou de 37 para 56, foram ampliados em 25% os Relatórios de Inteligência Financeira produzidos pelo órgão (2.745) e em 27% as comunicações recebidas (1.209.676), em comparação com o mesmo período do ano passado. Sem o Coaf, Moro fica enfraquecido no combate à criminalidade, pois necessário o esforço das diferentes áreas envolvidas em Justiça e Segurança Pública.

É importante, por exemplo, que Coaf e DRCI (Departamento de Recuperação de Ativos e Cooperação Jurídica Internacional) responsáveis, respectivamente, pela inteligência contra a lavagem de dinheiro e pela cooperação jurídica internacional, tenham atuação integrada com a Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal e polícias estaduais. Separar e fragmentar os esforços não faz nenhum sentido.

Jornalista do ciclo de confiança do ministro da Justiça, Augusto Nunes fez uma advertência, ontem, pelas redes sociais: “Eu conheço suficientemente Sergio Moro para afirmar que ele deixará o Ministério se o projeto que concebeu sofrer lesões profundas durante os trabalhos de “parto”. Ele tampouco será silenciado pela oferta de uma vaga no Supremo. Pouquíssimos habitantes do mundo político brasileiro acreditam que existe o homem honrado, parece uma espécie extinta. Moro mostrará que não é”, escreveu.

Nunes, na verdade, sugere que o ministro vai jogar a toalha. Moro fez a maior bobagem da sua vida ao trocar uma carreira bem-sucedida como juiz, com imagem de herói por ter prendido Lula, para servir a um Governo atabalhoado, que não tem projetos, sobrevive a dura penas pelo improviso de ações que não têm aderência nem sustentação na sociedade. Mais do que isso, ao aceitar o convite de Bolsonaro, o algoz de Lula deixou a leve impressão que fez da sua missão na Lava Jato trampolim para a Esplanada.

Artilharia pesada – No Congresso, há oito emendas para tirar o Coaf de Sergio Moro. Seis são assinadas por deputados do PT. As outras duas, pelo PSOL e pelo PCdoB. O Centrão, claro, apoia o expurgo. Arthur Lira, do PP, disse para O Globo: “Essa questão do Coaf só não se resolveu ainda porque não votou. Se o relator não fizer, a gente vai tirar do texto da MP da mesma forma, entrando com uma emenda supressiva. ” “Nos subterrâneos do Congresso, a retirada do Coaf das mãos de Sergio Moro é tratada como jogo jogado”, diz Josias de Souza. “A articulação cresceu sem que o Planalto esboçasse reação. No caso do Coaf, legendas do Centrão — PP, PR e assemelhados — uniram-se a partidos da oposição — PT, PCdoB e similares — no propósito de privar Moro do controle do arsenal do Coaf.

Vai na marra – Relator da MP que abre brechas para o controle do Coaf sair das mãos do ministro Sérgio Moro, o senador Fernando Bezerra Coelho (MDB), líder do Governo no Senado, está sob forte pressão. Líderes partidários avisaram ao ministro Onyx Lorenzoni, da Casa Civil, que ou Bolsonaro ‘retifica’ sua posição, liberando o relator Fernando Bezerra para ajustar o texto da medida provisória, ou o Coaf será ‘retificado’ na marra. No limite, trama-se derrotar o governo no voto. O jogo é muito mais pesado do que possa julgar o ministro da Justiça. Seus adversários são parte da operação Lava Jato.

Presente de Bolsonaro – O Governo Bolsonaro deu o primeiro presente ao Alto Sertão pernambucano: fechou a representação da Receita Federal no município de Salgueiro, a 500 km do Recife. Da tribuna, o deputado Gonzaga Patriota (PSB) fez o seu protesto: “Qual é a Agência que vai atender Salgueiro? Serra Talhada? Ou Salgueiro vai ficar subordinado à Ouricuri, 100 quilômetros de distância? Cada uma dessas cidades fica inviável. E o usuário da zona rural como fica? Totalmente leigo, com dificuldade em resolver questões relacionadas ao CPF e ITR, dentre outros, vai ter que se deslocar para esses municípios distantes. Isso só atrasa as dificuldades dessa gente, não é humano nem moderno”.

Governo contra – Na Assembleia, a oposição pega carona na PEC de um governista, Alberto Feitosa (SD), para impor uma nova derrota a Paulo Câmara. A proposta prevê o aumento de valores das emendas individuais dos deputados e autoriza colegiados da Casa a apresentar emendas impositivas ao Orçamento Estadual. “Ficar contra o conteúdo original da PEC “é ficar contra prefeitos, vereadores e, na ponta, aos eleitores que esperam por obras e benefícios que chegam aos municípios por meio dos recursos das emendas”, diz o deputado Álvaro Porto (PTB). Palácio do Campo das Princesas insiste em descaracterizar e jogar para adiante a vigência da PEC. Estão em debate o escalonamento dos aumentos das emendas e até mesmo a possibilidade de adiar para 2023 as mudanças propostas. Na primeira votação, na semana passada, a PEC foi aprovada por 30 votos favoráveis.

Versão do autor – Autor da PEC, Alberto Feitosa diz que prosperou porque, entre os anos de 2016 e 2018 (primeiro governo de Paulo Câmara), os valores pagos às emendas foram decrescentes e desconsideraram a impositividade. O fato de os recursos devidos não serem inscritos nos restos a pagar pelo orçamento estadual também contribuiu para a aceitação da PEC, segundo ele.  Sobre a perspectiva de aprovação do, afirmou: "Vamos (a Casa) dar esse presente aos pernambucanos. Vamos nos valorizar. Quero lembrar aqui o que falou o deputado Kennedy Nunes (PSD-SC), presidente a Unale (União Nacional de Legisladores), durante audiência pública na Alepe. Segundo ele, as casas legislativas não podem se tornar meros cartórios homologatórios do Poder Executivo".

Debate do desabastecimento – Depois de frustrada a primeira tentativa, por requerimento da deputada Priscila Krause (DEM), a Comissão de Direitos Humanos e Participação Popular da Assembleia Legislativa aprovou, na última terça-feira, audiência pública para o secretário de Saúde dar explicações sobre o desabastecimento de remédios na rede do SUS. Desta feita, o autor da proposta foi o deputado William Brígido (PRB). Integrante da Comissão, a deputada Clarissa Tércio (PSC) comemorou. “Dessa vez não ouve jeito. O governo foi derrotado e terá que explicar o caos na saúde”.

CURTAS

EM SÃO LOURENÇO – Pré-candidato a prefeito de São Lourenço da Mata, o vice-prefeito Gabriel Neto recebeu o apoio de mais um partido da base do prefeito Bruno Pereira (PTB). Trata-se do PMN, formalizado pelo presidente estadual da legenda, Ivanildo Pedro, e os aliados Damião Barros e Evandro Pablo, este cotado para assumir o controle da legenda no município. Sem partido, Neto já conta do Cidadania, ex-PPS.

UTIS NO AGRESTE – O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, aprovou solicitação do deputado Fernando Rodolfo (PR), para construção de uma UTI (Unidade de Terapia Intensiva) neonatal no Hospital Infantil Palmira Sales, em Garanhuns, e de uma UTI no ICIA (Instituto do Câncer Infantil do Agreste), em Caruaru, com dez leitos cada uma. Os recursos virão de emendas parlamentares adicionais a serem liberadas. “Vamos construir as UTIs”, assegurou Mandetta. Rodolfo argumentou ao ministro da Saúde ser inconcebível que dois hospitais de alta demanda, vinda de todo o Agreste Meridional, não possuam UTIs.

BARRADOS NO BAILE – Vencedor do Prêmio Sharp de Música em 1991, o cantor Israel Filho foi rifado da programação do São João de Caruaru. “Me sacanearam feio. Disseram que eu não cabia lá este ano, ninguém merece tanto desrespeito. Disseram que eu vou para o Polo Azulão”, desabafou. Também ficaram de fora Benil e Elifas Júnior. Outros nomes de peso que não estão na grande principal do São João de Caruaru: Flávio José, Zé Ramalho, Lucy Alves, Wesley Safadão, Amazan, Adelmário Coelho, Calcinha Preta, Limão com Mel, Nando Cordel, Flávio Leandro, Três do Nordeste, Assisão, Santanna, Brasas do Forró, Magníficos, Gatinha Manhosa e Capim com Mel.

Perguntar não ofende: Quais os critérios que a prefeita de Caruaru adotou para montagem da grade do São João?

Mais Notícias : Novo choque entre Bolsonaro e Receita Federal
Enviado por alexandre em 01/05/2019 09:27:13

Novo choque entre Bolsonaro e Receita Federal

Economia perde

Blog do Kennedy

Mais uma vez, o presidente Jair Bolsonaro e o diretor da Receita Federa, Marcos Cintra, entraram em rota de colisão. Bem no início do governo, foi Cintra quem teve que negar a suposta criação de imposto único, desmentindo uma fala de Bolsonaro.

Ontem, o jogo se inverteu. Fato: a equipe econômica discute a ideia de reunir impostos federais num tributo e cobrá-lo nos moldes da antiga CPMF.

Em tese, faz sentido simplificar a tributação, mas a simples menção à criação de um imposto, com o adendo de que também seria cobrado de igrejas, levou Bolsonaro a desautorizar o chefe da Receita.

Isso causa ruídos que têm impacto negativo sobre as expectativas econômicas. Agentes econômicos e cidadãos comuns precisam de normalidade para tomar suas decisões. Normalidade é algo que não parece estar no vocabulário do atual presidente da República.


Um clima de sossego

O fim de semana marcou, no Brasil, um raro momento de trégua entre os aliados do presidente Bolsonaro. Embora Rodrigo Maia tenha falado mal do 02 e 03 – chamou Eduardo 03 de deslumbrado e Carlos 02 de radical - ele e Bolsonaro estão de bem. Segundo Onyx Lorenzoni, da Casa Civil, “daqui para a frente é vida nova, os dois reabriram um canal direto”. Bolsonaro disse que respeita Maia, os dois almoçaram juntos no sábado, e o presidente, além de chamar a conversa de “maravilhosa”, garantiu que está namorando o presidente da Câmara. Com o namoro, a reforma da Previdência se acelera.

Eduardo e Carlos, criticados por Rodrigo Maia, tuitaram louvores à reforma, sem ataques. Ambos pensam em afastar o general Santos Cruz do Governo, mas isso até agora não gerou crise. Por enquanto, o clima é de paz.  (Carlos Brickmann)

Os puxa-sacos

Bolsonaro incentiva a formação de um governo de puxa-sacos

Auxiliares escancaram ideias bizarras para agradar e enterram critérios técnicos

Bruno  Boghossian – Folha de S.Paulo

Nenhum governante quer ter uma equipe que trabalha na contramão das diretrizes estabelecidas por sua gestão. Se um ministro não quiser seguir a linha determinada pelo presidente, por exemplo, pode tentar convencer o chefe a mudar de rumo ou, então, voltar para casa.

Jair Bolsonaro deixou essa orientação clara para seus subordinados. Depois de demitir um diretor do Banco do Brasil por causa de uma propaganda que tinha atores negros, ele passou o recado: “Quem indica e nomeou o presidente do banco? Sou eu? Não preciso falar mais nada”.

O presidente quer assessores afinados com suas visões. É normal que ele busque se livrar de dissidentes, mas o objetivo final é outro. Bolsonaro se move para eliminar focos de moderação e limpar terrenopara suas ideias mais radicais.

Na prática, o governo estimula a formação de um time de puxa-sacos. Nesse programa de incentivo à bajulação, pouco importam critérios técnicos ou avaliações sobre os projetos de um ministério. O importante é dizer “sim” para o chefe.

“Eu não sou armamentista? Então, ministro meu ou é armamentista ou fica em silêncio. É a regra do jogo. Tá ok? Mais alguma coisa?”, afirmou Bolsonaro no sábado (27).

Em primeiro plano, o núcleo extremista do governo quer evitar as marolas provocadas por declarações públicas como as do vice-presidente Hamilton Mourão. O objetivo secundário é neutralizar e constranger personagens, principalmente entre os militares, que trabalham para bloquear os planos desse grupo.

Mais Notícias : No governo, Mourão e Santos Cruz são os golpistas
Enviado por alexandre em 30/04/2019 08:34:44

No governo, Mourão e Santos Cruz são os golpistas

Coluna do Estadão – Alberto Bombig

Na ala ideológica do governo, o ministro da Secretaria de Governo, Santos Cruz, e o vice-presidente Hamilton Mourão são chamados abertamente de “golpistas”.

Na ala militar do governo, os ideológicos são chamados abertamente de “Os Trapalhões”.

Já o TCU volta a analisar hoje as regras para fiscalizar financiamentos da Ancine. Decisão de março considerou a prestação de contas da Agência Nacional de Cinema “contrária à legislação e incapaz de detectar falhas” em relação aos recursos públicos destinados a projetos audiovisuais.

Depois da grande repercussão da decisão e da avaliação de que os novos procedimentos poderiam paralisar o setor, ministros do TCU já admitem reservadamente que a decisão do órgão pode ter “passado um pouco” do ponto.



Ministro Cintra é um palhaço, diz Malafaia

Pastor afirmou que secretário da Receita quer aparecer e que imunidade tributária das Igrejas é constitucional

Época - Rodrigo Castro

A bancada parlamentar evangélica reagiu com gargalhadas à declaração do secretário da Receita Federal, Marcos Cintra, de que até os fiéis da igreja pagariam imposto com sua nova proposta para reforma tributária. Pelo menos é o que garante o pastor Silas Malafaia, líder do ministério Vitória em Cristo, ligado à Assembleia de Deus.Ele chamou Cintra de “um tremendo palhaço” e disse que o secretário está querendo chamar atenção e tumultuar o governo.

“Se ele quer aparecer, mando uma jaca e uma melancia para pendurar no pescoço”, disse. Segundo o pastor, a imunidade tributária a instituições religiosas, partidos e sindicatos é prevista na Constituição e apenas os parlamentares podem mudá-la: “Não é isenção ou uma leizinha que alguém propõe”. 

Em entrevista ao jornal  Folha de S.Paulo , Cintra expôs sua ideia de criar um novo imposto para simplificar a tributação no país, com ampla abrangência e o fim imunidades, recaindo inclusive sobre igrejas.


Fantasia: fusão entre o DEM e o PSDB sem prosperar

Mônica Bergamo – Folha de S.Paulo

Anunciada como 'discussão inicial' por Milton Leite, ela foi tratada como pura fantasia por lideranças nacionais da legenda

A fusão entre o DEM e o PSDB, propagada na convenção estadual dos democratas em São Paulo, no domingo (28), não deve prosperar.

Anunciada como “discussão inicial” pelo vereador Milton Leite, recém eleito secretário-geral do partido, ela foi tratada como pura fantasia por lideranças nacionais da legenda.

 “Não existe”, afirmou um dos principais dirigentes à coluna

 A ideia de setores dos democratas paulistanos é fundir a legenda com o PSDB e apoiar a candidatura de João Doria à Presidência da República.

Mais Notícias : Militares fazem alerta: o inimigo ainda é o PT
Enviado por alexandre em 29/04/2019 08:13:43

Militares fazem alerta: o inimigo ainda é o PT

Coluna do Estadão - Alberto Bombig

A possibilidade de Lula obter o benefício de uma prisão mais branda neste ano reacendeu um alerta na caserna

 Militares de alta patente temem que, com liberdade para articular e receber visitas, o ex-presidente invista na criação de um novo “poste” para futuras eleições.

O receio aumenta conforme os núcleos de poder da gestão Jair Bolsonaro se digladiam e a avaliação do governo dá sinais de estar em viés de baixa.

Por isso, a ordem entre os militares é evitar disputas estéreis e se lembrar sempre de quem é o inimigo comum: a esquerda e o PT.


Militares vão explicar ao público mudanças no Congresso

Os militares prepararam uma cartilha para explicar aos públicos interno e externo as mudanças que foram propostas ao Congresso. Entre as alterações estão o aumento do tempo de contribuição de 30 para 35 anos e a taxação das pensões, hoje isentas de taxa. Para os fardados, não há previsão de idade mínima.

Discurso oficial A cartilha diz que os militares “estão ao lado da sociedade brasileira” e que sua carreira “tem inúmeras peculiaridades e não contempla os mesmos direitos trabalhistas dos civis”. Assim que o projeto chegou, deputados avaliaram que as alterações previstas para as Forças são mais brandas do que as propostas aos demais. (Folha – Painel)


Há muito mais gente que quer privilégios dos militares

Cresce o número de parlamentares que quer incluir agentes de segurança, como policiais civis e federais, nas regras propostas para os militares. Além do

Capitão Augusto, presidente da bancada da bala, que tem 307 membros, o deputado Nicoletti (PSL-RR) prepara emenda nesse sentido. A informação é de Daniela Lima, na sua coluna Painel, da Folha de S.Paulo desta segunda-feira.

Diz a colunista que o governo estipulou idade mínima de 55 anos para a aposentadoria de integrantes da PF e de outras corporações.

Quero mais - O Capitão Augusto, que é policial militar, também prega reduzir o tempo de contribuição de sua categoria e dos bombeiros de 35 anos para 30.

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