Mais Notícias - Urucubaca - Notícias
« 1 2 3 (4) 5 6 7 ... 3538 »
Mais Notícias : Urucubaca
Enviado por alexandre em 13/08/2018 08:57:15

Urucubaca

Postado por Magno Martins

Elio Gaspari - Folha de S.Paulo

Numa malvadeza do calendário, o ministro José Antonio Dias Toffoli foi eleito para a presidência do Supremo Tribunal Federal no mesmo dia em que o pretório excelso decidiu por 7x4 pedir ao Congresso um aumento de 16,38%. Cada eminente ministro pretende receber R$ 39,2 mil mensais.

Toffoli votou a favor do mimo e disse o seguinte:

“Não se está encaminhando para o Congresso um acréscimo ao orçamento do Supremo. Está se encaminhando uma previsão para uma recomposição remuneratória parcial de 2009 a 2014. Não se está tirando de saúde, de educação. Está-se tirando das nossas despesas correntes, dos nossos custeios.”

De duas uma, ou Toffoli não sabe que o aumento dos ministros do Supremo desencadeia um efeito cascata que pode custar entre R$ 3 bilhões e R$ 4 bilhões à Viúva, ou sabe e acha que a choldra é boba.

Tomara que ele acredite na segunda hipótese, pois se o novo presidente do Supremo não sabe como funciona o teto dos salários dos servidores, sua presença na cadeira é uma ameaça à ordem pública.

Chapa estreita

Lula estreitou o alcance da chapa do PT ao colocar Manuela D’Ávila, do Partido Comunista do Brasil, na chapa encabeçada por Fernando Haddad.

Ele sabe o que prevaleceu em duas eleições quando ampliou-a, colocando na sua vice o empresário José Alencar.

Mais Notícias : No Brasil: Pentágono quer deter influência militar da China
Enviado por alexandre em 13/08/2018 08:56:43

No Brasil: Pentágono quer deter influência militar da China

Postado por Magno Martins

Visita de secretário de Defesa é permeada por incômodo dos EUA com alta nas atividades de Pequim com países na América do Sul

Henrique Gomes Batista –O Globo (Enviado Especial)

Enviado especial a WASHINGTON E BRASÍLIA - A crescente influência não só econômica, mas militar da China na América Latina marca o início da primeira viagem de James Mattis, o secretário de Defesa dos Estados Unidos, à América do Sul. Com a visita que começa em Brasília, ele encontra uma região muito diferente da existente em 2014, quando Chuck Hagel foi o último chefe militar americano recebido na América do Sul.

Os asiáticos já contam com uma base de monitoramento de satélites na Argentina e negociam o fornecimento de insumos à indústria bélica brasileira. Embora oficialmente o objetivo da viagem a Brasil, Argentina, Chile e Colômbia seja reforçar laços com parceiros históricos, o debate sobre Pequim esteve presente já de cara.

— Temos visto China e Rússia atuando dentro da América Latina. Existe mais de uma maneira de perder soberania no mundo. Isso ocorre não apenas com a violência, pode ser com presentes e grandes empréstimos — afirmou Mattis a jornalistas que o acompanhavam em seu voo a Brasília, quando disse que quer países “livres, democráticos e independentes” no continente. — Eu não estou olhando o que as outras nações fazem como algum tipo de ataque contra nós. Estas são decisões soberanas, e eu somente me preocuparia se estes países (latino-americanos) estiverem perdendo certo grau de soberania por causa das decisões próprias ou de outras nações.

Mas o alinhamento ideológico dos principais países da região pode ajudar os Estados Unidos a reafirmarem sua influência, se Mattis conseguir avançar em propostas concretas de parcerias, compras e desenvolvimento tecnológico. O apelo pelos laços históricos esteve presente na conversa que ele manteve na viagem de Washington a Brasília.

— Não estou interessado em reconquistar o controle destes países (da América do Sul) pois acredito que isso nunca existiu. Eu acredito na parceria, e não em controle — garantiu. — Mas citando a Argentina, gostaria de lembrá-los de quem os ajudou quando eles tiveram o submarino desaparecido (no fim do ano passado): os americanos. Fomos os mais rápidos e com a melhor tecnologia do mundo, agimos da mesma forma que se este fosse um submarino americano.

A maior prova desta influência chinesa está na Patagônia. O país asiático tem em Quintuco, na província de Neuquén, uma estação para controle de satélites e missões espaciais. A base, que começou a operar em março e oficialmente não tem fins militares, é vista com desconfiança pelos americanos. Herança dos anos de Cristina Kirchner no poder, a instalação foi negociada em segredo com Pequim e causa estranhamentos na relação bilateral entre Buenos Aires e Washington.



ESFORÇO POR NOVOS CANAIS DE COOPERAÇÃO

No Brasil, além de dominar cada vez mais setores estratégicos como a geração de energia elétrica, a China está se preparando para fornecer insumos militares à indústria bélica brasileira. Atualmente o Brasil não tem autorização para comprar produtos como combustíveis sólidos para foguetes dos americanos e, caso não se avance em um acordo, as empresas terão que buscar esses e outros componentes químicos de chineses ou até de russos.

As demandas devem ser altas. Os brasileiros, segundo fontes envolvidas nos preparativos para a visita de Mattis, pedirão, além de acesso a produtos e tecnologias, mais integração, com a ampliação dos exercícios militares conjuntos. O objetivo é criar novos canais e ampliar a “operabilidade” entre os dois países. Além disso, temas como o acordo para a base de lançamento de satélite de Alcântara, considerado fundamental para que o Brasil tenha acesso ao mercado bilionário do envio de satélites ao espaço. Parado desde 2003, o acordo recebeu no início do ano o sinal verde das autoridades americanas. As negociações estarão entre os temas que serão debatidos na segunda-feira nos encontros de Mattis com Aloysio Nunes Ferreira, ministro das Relações Exteriores, e com o ministro da Defesa, o general de reserva Joaquim Silva e Luna, em Brasília.

Mattis prometeu ouvir de forma aberta as demandas de todos os países. Elogiando o Brasil, lembrou da histórica parceria entre as duas nações, citando a luta conjunta na Segunda Guerra Mundial.

— Em países como o Brasil não há dúvidas de que nossa relação militar é forte e transparente e que não nos vemos como competidores, mas como parceiros — disse.

Para Peter Hakim, brasilianista e presidente emérito do centro de estudos Inter-American Dialogue, o que se vê dos americanos é uma preocupação semelhante à vivida nos anos 1960 após a revolução socialista em Cuba, mas agora focada nos chineses:

— Não está claro o que os americanos podem oferecer melhor que os chineses. Não há avanço no comércio, na infraestrutura ou em linhas de financiamento como foram feitos naquela época — avaliou ao GLOBO.

IMPASSES EM ECONOMIA E NARCOTRÁFICO

O americano, contudo, também deverá ser muito questionado sobre o tema e sobre a proposta da compra da Embraer pela Boeing na terça-feira, quando dará uma palestra e responderá a perguntas de estudantes da Escola Superior de Guerra na Urca, no Rio.

Também é esperado que ele fale mais da situação da Venezuela — tema presente em todos os países da visita — e do combate a narcotraficantes pelas Forças Armadas. O tema ganhou importância depois que a Argentina aprovou uma lei que permite que os militares enfrentem o tráfico internacional, e deverá ser tratado nas reuniões de quarta-feira em Buenos Aires.

‘O secretário vem propor integração e parcerias, e o resto do governo, principalmente o presidente, acena com muros e sobretaxas de produtos. Isso mostra como o governo americano está sem foco na América Latina’

- ERICK LANGERprofessor do Centro de Estudos Latino-americanos da Georgetown University

— Em ambos os assuntos, Mattis deve apresentar alguma proposta, mas sem que isso faça parte de uma estratégia maior. O secretário vem propor integração e parcerias, e o resto do governo, principalmente o presidente, acena com muros e sobretaxas de produtos. Isso mostra como o governo americano está sem foco na América Latina — afirma Erick Langer, professor e ex-diretor do Centro de Estudos Latino-americanos da Georgetown University.

No Chile, país que cada vez mais tem intensificado exercícios militares — sobretudo da Marinha — no Pacífico, há a tentativa de criar um novo nível de relação com os EUA. O modelo sonhado pelo presidente Sebastián Piñera, segundo fontes próximas das negociações, é repetir o modelo colombiano, onde os americanos colocam recursos pesados para o combate ao narcotráfico e às guerrilhas. O presidente chileno deverá se encontrar com Mattis na quinta-feira.

E, numa Colômbia agora governada por Iván Duque, novas tensões devem surgir: apesar de o país ter entrado na Otan como membro observador — algo sem muita função prática, mas com forte carga simbólica —, há uma maior resistência ao uso de pesticidas pelos americanos para acabar com as plantações de coca no país. Em um novo governo que prometeu rever até o tratado de paz com as Farc, a histórica relação com os EUA, vista como um caso de sucesso, tende a ser cada vez mais questionada.

(*O repórter viajou a convite do Departamento de Defesa)

Mais Notícias : Como outrora
Enviado por alexandre em 13/08/2018 08:56:00

Como outrora

Postado por Magno Martins

Secretário de Defesa dos EUA vem acelerar acordos de ajuda militar na região

Jânio de Freitas – Folha de S.Paulo

A regressão se dá em mais vias do que vemos na política e em outras paisagens do dia a dia brasileiro. Uma das vias não observadas tem hoje um dia marcante, com a chegada do secretário de Defesa dos Estados Unidos ao Brasil, sua parada inicial na América do Sul. O general James Mattis vem acelerar o empenho americano de restabelecer os acordos "de cooperação militar" com países da região.

O Acordo Militar Brasil-Estados Unidos foi extinto pelo governo Geisel, em represália a atitudes do governo Jimmy Carter contra as práticas de violência da ditadura. Em parte, Geisel aproveitava a ocasião para encerrar uma presença de militares americanos que começava a ser perigosa para o regime. Os militares da "missão militar americana" estavam nas principais unidades do Exército, para uma assistência que nunca se limitou a questões técnicas.

Os assistentes do acordo tiveram papel importante, de fato, como doutrinadores políticos. Desde seus primeiros anos nos quartéis brasileiros, colaboraram para reverter o nacionalismo difundido entre os militares a partir da "batalha do petróleo", nos primeiros anos 1950, com a decorrente criação da Petrobras.

Na mesma trilha, sua encoberta doutrinação contribuiu para a formação, nas casernas, do movimento contra Getúlio e seu desenvolvimentismo. A abundância atual de documentos oficiais americanos reduz ao ridículo os que negavam a ação de americanos no preparo e na execução do golpe de 1964.

Por diferentes motivos, os acordos "de cooperação" se extinguiram na América Latina, passada a série de golpes. A degradação e depois o fim da União Soviética relaxaram a vigilância ativa dos Estados Unidos na região. Até verem, já atrasados, que a China se reinventou mais uma vez.

Com Lula, o governo Obama tanto propôs a reassociação como a encerrou em um curto-circuito inexplicado. Com Dilma, vigente ainda o mal-estar, o governo Obama foi desmascarado em escutas clandestinas das comunicações da presidente, espionagem cuja motivação também não foi esclarecida. Com Temer, as portas se abriram.

Os americanos querem o controle da base de lançamento de foguetes em Alcântara, Maranhão. As conversas a respeito, entre os dois governos, estão adiantadas. O mesmo a respeito de maior oferta do pré-sal a empresas privadas. Além disso, o governo Temer estuda a derrubada das restrições à venda, pela Petrobras, de parte das suas áreas no pré-sal.

A cessão da Embraer à entrada dominante da Boeing, empresa sob influência da Secretaria da Defesa, é outro item da reaproximação em andamento. E, com a vinda do general Mattis, iniciam-se os entendimentos para um plano de segurança regional, aproveitando a oportunidade implícita nos atuais governantes de Brasil, Argentina, Colômbia e Chile, países a receberem o secretário.

O Equador de Lenín Moreno, eleito pela esquerda e presidente de direita, já fez com o governo Trump o acordo formulado pelo Pentágono, para reativar a "cooperação militar" prevista no plano de segurança.

Contra que ameaças aos países procurados, isso os militares sul-americanos vão aprender nos cursos em bases americanas, como outrora era feito na "Escola das Américas" no Panamá, e na "assistência técnica" em seus próprios quartéis, também como outrora.

Mais Notícias : Lula, um elefante na sala
Enviado por alexandre em 13/08/2018 08:55:24

Lula, um elefante na sala


Bernardo Mello Franco – O Globo

Agora começou para valer. O debate da Bandeirantes deu a largada na corrida dos presidenciáveis. Até outubro, a eleição dominará conversas nas casas, nas ruas e na internet. É bom que seja assim. Quem não gosta de política está condenado a ser governado por quem gosta. E por quem gosta mais ainda de dinheiro, como mostra a experiência brasileira.

No primeiro encontro na TV, o eleitor foi apresentado a oito aspirantes ao Planalto. Faltou o nono, que lidera as pesquisas, mas deve ser barrado pela Justiça Eleitoral. Preso numa cela de 15 metros quadrados, Lula virou um elefante na sala. A maioria dos rivais finge não notá-lo, mas todos sabem que ele será assunto obrigatório na disputa.

Na quinta-feira, só dois candidatos citaram o ex-presidente. O franco-atirador do PSOL, Guilherme Boulos, usou sua fala de abertura para defendê-lo. “Boa noite ao ex-presidente Lula, que deveria estar aqui, mas está preso injustamente em Curitiba, enquanto Temer está solto lá em Brasília”, disparou.

O governista Henrique Meirelles, do MDB, mencionou o petista duas vezes. Lembrou que ele o escolheu para comandar o Banco Central, mas não disse nada sobre a Lava-Jato. Os outros seis presidenciáveis acharam melhor ignorar o homem. Nem Jair Bolsonaro (PSL), que se projetou na onda antipetista, ousou citar o ex-presidente.

Foi um esquecimento calculado. Falar mal de Lula virou mau negócio, pelo menos no primeiro turno. Com 30% das intenções de voto, o ex-presidente ainda é o maior cabo eleitoral do país. Engana-se quem pensa que sua força se deva só ao carisma. A memória positiva de seu governo, marcado por crescimento e distribuição de renda, é o que o sustenta no topo das pesquisas.

Se o petista pudesse concorrer, sua presença no segundo turno seria certa. Como o TSE deve barrá-lo, a disputa pelas duas vagas continua aberta. Ninguém pode dar as costas aos milhões de eleitores do ex-presidente. Nem Bolsonaro, que hoje herdaria uma fração de seu espólio.

Neste momento, a grande pergunta da eleição é a seguinte: para onde vão os votos de Lula? Nas últimas duas disputas, ele conseguiu transferi-los para Dilma Rousseff. Agora a tarefa será mais complicada, e não só porque o ex-presidente está preso. A campanha mais curta, e com menos dinheiro disponível, também deve dificultar a operação.

Na Band, ficou claro que a tática de insistir num candidato fantasma pode virar uma armadilha para o PT. Se ninguém lembrar a existência de Lula, o eleitor se ocupará com outra coisa. No dia seguinte, a pregação exótica do Cabo Daciolo foi mais comentada que a ausência do ex-presidente.

Quando Fernando Haddad for oficializado candidato, o elefante deve voltar para o centro da eleição. Ao que tudo indica, o debate fez os petistas caírem na real. Na sexta-feira, o partido informou que o ex-prefeito recebeu carta branca para viajar o país e falar em nome do padrinho.

Mais Notícias : PT ataca "festival de ilegalidades" na prisão de Lula
Enviado por alexandre em 13/08/2018 08:54:48

PT ataca "festival de ilegalidades" na prisão de Lula

Postado por Magno Martins

Por meio de nota, o PT criticou duramente a entrevista do diretor-geral da PF, Rogério Garollo, (foto) ao jornal o Estado de S. Paulo, na qual ele revela ter se submetido as pressões feitas por Sergio Moro além de ter acatado passivamente "um alerta da procuradora-geral da República, Raquel Dodge, e uma ordem verbal do presidente do TRF-4, Thompson Flores, para desobedecer a decisão judicial de soltar Lula naquele domingo, 8 de julho".

Para o PT, a entrevista "expõe as entranhas do abuso de autoridade, da violência jurídica, da desfaçatez de quem tem de observar leis e regras e age por conveniência política. É um verdadeiro retrato do sistema podre a que estamos submetidos."

O texto também ressalta que ao mesmo tempo em que Garollo fez suas revelações, "soma-se a esse festival de parcialidade, ilegalidade e perseguição uma nota na revista Veja que narra confissão do desembargador Gebran Neto a amigos, dizendo ter agido "fora da lei" para "evitar o mal maior que seria soltar Lula"".

Leia a íntegra da nota assinada pela senadora Gleisi Hoffman:

NOTA DO PARTIDO DOS TRABALHADORES

AGENTES DO ESTADO CONFESSAM ABUSO DE PODER CONTRA LULA

A entrevista do diretor-geral da PF, Rogério Garollo, ao Estado de S. Paulo expõe as entranhas do abuso de autoridade, da violência jurídica, da desfaçatez de quem tem de observar leis e regras e age por conveniência política. É um verdadeiro retrato do sistema podre a que estamos submetidos.

O delegado revela que sofreu e aceitou pressões de Sérgio Moro, um alerta da procuradora-geral da República, Raquel Dodge, e uma ordem verbal do presidente do TRF-4, Thompson Flores, para desobedecer a decisão judicial de soltar Lula naquele domingo, 8 de julho.

Soma-se a esse festival de parcialidade, ilegalidade e perseguição uma nota na revista Veja que narra confissão do desembargador Gebran Neto a amigos, dizendo ter agido "fora da lei" para "evitar o mal maior que seria soltar Lula".

A ilegalidade da prisão de Lula e da revogação do habeas corpus concedido a ele naquele domingo já haviam sido denunciadas pela comunidade jurídica. Mas é ainda mais escandalosa a desfaçatez de agentes do Judiciário e da Polícia Federal, ao expor em público sua conduta ilegal e as razões políticas que os moveram.

E não é menos escandaloso que a imprensa revele tudo isso sem acrescentar uma nota de crítica, como se fossem fatos naturais, endossando na prática a brutal perseguição ao maior líder político do país.

Foi a essa situação de barbárie que o Brasil foi levado pelo golpe do impeachment sem crime e pelo empoderamento irresponsável de delegados, procuradores e juízes fora da lei. Tudo feito com o objetivo de derrubar o governo eleito democraticamente e de tentar impedir, pela força e por medidas de exceção, a eleição de Lula em 7 de outubro.

O Partido dos Trabalhadores, em sintonia com a sociedade civil e as forças democráticas do País, exige que o Conselho Nacional de Justiça, o Ministério da Justiça e o Senado da República, responsável pela aprovação de Dodge no cargo, se pronunciem vigorosamente sobre as violações cometidas – e confessadas publicamente – por agentes do estado que deveriam defender a lei e fizeram o oposto.

O Brasil não pode mais conviver com a exceção, a ilegalidade e a injustiça. Não vamos aceitar passivamente a perseguição política e injusta ao presidente Lula, que envergonha o país aos olhos da comunidade internacional. Vamos exigir de todas as formas que seja respeitado o direito do povo votar em quem melhor o representa.

Lula Livre! Lula presidente pela vontade do Povo!

Gleisi Hoffmann - Presidenta Nacional do Partido dos Trabalhadores
Lindbergh Farias - Líder do PT no Senado
Paulo Pimenta - Líder do PT na Câmara" (BR 247)

« 1 2 3 (4) 5 6 7 ... 3538 »