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Mais Notícias : Com autofinanciamento total, TSE vai piorar política
Enviado por alexandre em 16/02/2018 09:20:17

Com autofinanciamento total, TSE vai piorar política

Postado por Magno Martins

Tribunal deveria rever regra que beneficia ricos

Blog do Kennedy

O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) publicou neste mês uma resolução que permite a um candidato financiar totalmente a sua campanha eleitoral. O único limite é o valor que pode ser gasto para cada cargo em disputa em outubro. Por exemplo: R$ 2,5 milhões para concorrer a deputado federal.

Já há reação de alguns partidos, como o PSB, o PT e a Rede, no sentido de que o TSE altere essa liberação do autofinanciamento. Se não houver uma revisão dessa regra, limitando o autofinanciamento eleitoral, os candidatos ricos serão beneficiados em detrimento dos demais concorrentes.

Na prática, foi criada pelo TSE uma regra que interfere na maior igualdade possível de condições para uma disputa eleitoral equilibrada e limpa.

Nas eleições passadas, já tivemos exemplos de candidatos ricos que tiraram dinheiro do próprio bolso. Um caso notório foi o prefeito de São Paulo, João Doria, que arcou com mais de um terço do gasto da própria campanha. É óbvio que essa vantagem o ajudou na disputa.

Quando ouvia críticas ao Congresso Nacional, o deputado federal Ulysses Guimarães dizia algo assim: se está achando ruim, espere para ver o próximo Congresso.

Uma regra que permite o autofinanciamento já cria distorções em candidaturas majoritárias, mas como são campanhas mais caras, a tendência é o candidato rico complementar o que o partido não consegue arrecadar. Foi o que aconteceu com João Doria.

Para a Presidência da República, o gasto máximo por campanha pode chegar a R$ 70 milhões. Essa possibilidade, que já é ruim para campanhas majoritárias mais caras, pode ser pior ainda na disputa para o Congresso Nacional e as Assembleias Legislativas. Poderá haver uma enxurrada de candidatos capazes de arcar com 100% dos custos da própria campanha a cargos legislativos.

Como o limite de gasto por deputado federal é de até R$ 2,5 milhões, o país corre o risco de ter um Congresso recheado de milionários e celebridades que vai confirmar a máxima de Ulysses Guimarães. Devido aos prazos eleitorais, o TSE tem até o dia 5 de março para rever esse desastre. Até essa data, o tribunal precisa publicar todas as regras que valerão na disputa de outubro.

Se não mudar seu entendimento sobre o autofinanciamento, o TSE contribuirá para piorar a política no Brasil.

Mais Notícias : Clima azedo entre verde-olivas
Enviado por alexandre em 16/02/2018 09:19:41

Clima azedo entre verde-olivas

Postado por Magno Martins

De Roraima à Lei da Anistia, clima azedo entre os verde-oliva

Helena Chagas – Blog Os Divergentes

O clima azedou nos meios militares nas últimas 48 horas. As autoridades do Exército não ficaram nada satisfeitas com a nova missão em Roraima – mais uma vez, fora das atribuições constitucionais das Forças Armadas, razão alegada também para que as tropas não permanecessem no Rio de Janeiro para cuidar da segurança. Mas elas ficaram. E agora a tensão aumentou ainda mais com o parecer da PGR Raquel Dodge pedindo que o STF retome a ação contra os acusados de matar o ex-deputado Rubens Paiva, numa rediscussão da Lei da Anistia.

Sobrou para o verde-oliva de novo – é a frase que circula nas conversas e mensagens de whattsup trocadas entre generais, comandantes e oficiais do Exército. Eles estão preocupados porque, embora tenham poder de polícia para combater o crime nas fronteiras, não possuem autoridade legal para tratar da questão migratória, incumbência que agora estão recebendo no estado de emergência decretado pelo presidente Michel Temer para lidar com a imigração em massa de venezuelanos para Roraima.

“Agora somos serviço de imigração e escritório de refugiados”, comenta um oficial de alta patente. Os militares não gostaram da entrevista de Temer ao lado da governadora Suely Campos e da prefeita Tereza Jucá, na viagem do presidente ao estado no início da semana, e não gostam de ver os interesses políticos de cada um misturados às ações em relação ao problema dos venezuelanos. E acham que, até o momento, outros órgãos federais falharam no atendimento e na ajuda ao estado, já que o problema não é apenas de segurança das fronteiras, mas sobretudo social.

Nesse clima, setores militares agora temem uma rediscussão da Lei da Anistia e de episódios relacionados à morte e tortura em instalações militares, que consideram superados pela anistia.

O maior risco para o governo e para as forças políticas do campo governista, neste início de ano eleitoral, é ver engrossar o apoio dos setores ligados aos militares à candidatura Jair Bolsonaro. Até pouco tempo atrás, Bolsonaro tinha o apoio dos jovens oficiais do Exército, mas a franca antipatia das altas patentes. Coronéis e generais não guardam boas lembranças de episódios de indisciplina do hoje deputado em seus tempos de caserna.

As insatisfações acumuladas nesses episódios, as seguidas investigações de corrupção envolvendo pessoas do governo e, sobretudo, a falta de uma alternativa – não apareceu nenhum outro candidato forte à direita – estariam mudando esse sentimento, segundo relato de quem transita nas Forças Armadas. Hoje Bolsonaro estaria ampliando seu eleitorado verde-oliva.



Candidatura de Huck envelheceu antes do parto



Josias de Souza

Bem-sucedido em sua atividade profissional, Luciano Huck descobriu enterrada dentro de si uma vocação irrefreável para a vida pública. Prenhe de boas intenções, foi seduzido pela ideia de colocá-las em prática. Ardendo no desejo de servir ao povo, lançou-se ao trabalho das consultas polítcas. Súbito, Huck descobriu-se numa posição parecida à de um apostador que acorda sobressaltado de um pesadelo no qual, depois de perder a Ferrari e o jatinho do BNDES na mesa de pôquer, dirige-se ao meio-fio entoando Angelica: “Vou de táxiiiiiiii…”

Caindo-lhe a ficha, Huck se deu conta de que estava prestes a entrar numa fria. À frente de movimentos apartidários de renovação política, doía-lhe a ideia de ter que ancorar seu projeto presidencial num partido tradicional. Liberal, achegou-se ao PPS, sucedâneo do velho e bom Partido Comunista. Em jantar com Fernando Henrique Cardoso, o animador de auditório recebeu uma aula de Realpolitik, o nome de fantasia para hipocrisia política.

Huck aprendeu com o grão-mestre do tucanato que, dissociado de uma vistosa coligação partidária, a carruagem do PPS viraria abóbora antes do melhor da festa. Sem reforço, o apresentador não seria eleito. Elegendo-se com sua própria popularidade, o Congresso não o deixaria governar. Se deixasse, cobraria caro. E o novato logo veria transformar-se em realidade o pesadelo de apostar a governabilidade de sua hipotética administração numa mesa com a presença do PMDB de raposas com a experiência de Temer, Padilha, Moreira e Jucá.

Com a noção de meios e fins já meio embaralhada no caldeirão que ardia no interior de sua cabeça, Huck ainda flertou com um partido que, salvo pequenos hiatos, frequenta o poder desde as caravelas: o DEM —ex-Arena, ex-PFL… Huck foi refugado como se fosse lata velha irreformável...

Mais Notícias : Valdemar Costa Neto quis Bolsonaro no PR
Enviado por alexandre em 16/02/2018 09:18:33

Valdemar Costa Neto quis Bolsonaro no PR

Postado por Magno Martins

Para o chefão do partido, o deputado fluminense ajudaria a ampliar a bancada

ÉPOCA – Nonato Viegas

A interlocutores, o chefão do PR, Valdemar Costa Neto, afirmou que gostaria de ter o deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ) como candidato a presidente por sua legenda.

Não porque acreditasse na vitória do presidenciável, mas por achar que com o deputado fluminense poderia ampliar a bancada do partido. Bolsonaro está prestes a se filiar ao PSL

Enquanto isso, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, tenta fisgar o apoio do PR e do PSD a sua candidatura presidencial. Com o PSD, do ministro Gilberto Kassab, as conversas estão adiantadas. Existe, inclusive, um acerto para que o candidato a vice-governador do candidato tucano ao Palácio dos Bandeirantes (provavelmente João Doria) saia dos quadros do PSD. O nome mais provável é do próprio Kassab.

Com o PR, de Valdemar Costa Neto, a costura por uma aliança está num estágio menos avançado. Em São Paulo, a legenda promete apoio ao vice-governador do estado, Márcio França (PSB).



PM bate duro em Alckmin: “É desonra receber elogio seu”



Blog do Esmael

O governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSDB), o “Santo” das planilhas de propina, foi às redes sociais comemorar 190 mil prisões no ano de 2017, mas acabou levando uma invertida de um PM que até Deus duvidou.

“O trabalho policial foi impressionante em 2017, com recorde no número de prisões realizadas, 190 mil. Foram também mais de 15 mil armas apreendidas. Ainda há muito pela frente, parabenizo os envolvidos. A violência é sem dúvida um dos maiores problemas do Brasil”, escreveu o tucano, que plaina o campinho para candidatar-se a presidente da República.

O policial militar Humberto Gouvêa Figueiredo aproveitou a postagem para dar uma “sabugada” no governador do PSDB.

“Para mim, como policial militar há mais de 33 anos, muitos dos quais sob sua gestão é uma desonra receber um elogio seu! Você é inimigo das Forças de segurança do Estado, desvaloriza suas Polícias e agora vem querer se apropriar politicamente dos resultados? Por que você não paga aos seus Soldados pelo menos o que o seu Secretário de Segurança ganha de Auxílio Moradia? Se Deus quiser sua carreira política se encerra em Abril, Desgovernador!”, respondeu o veterano PM.

Mais Notícias : Huck reafirma decisão de não concorrer à Presidência
Enviado por alexandre em 16/02/2018 09:17:36

Huck reafirma decisão de não concorrer à Presidência

Postado por Magno Martins

Apresentador vinha sendo cobrado pela Globo a se definir

Igor Gielow – Folha de S.Paulo

O apresentador Luciano Huck manteve sua decisão de não concorrer à Presidência este ano, como já havia dito em artigo publicado na Folha em novembro.

Ele deve fazer o anúncio formal nesta sexta (16). A manutenção da desistência foi adiantada pelo site "O Antagonista" na tarde desta quinta (15) e confirmada por sua assessoria.

Nas últimas semanas, a condenação por corrupção em segunda instância e virtual inelegibilidade de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) recolocaram o nome do apresentador da Rede Globo no jogo. A análise de números de perfil do eleitor permitia antever que boa parte de quem vota no petista poderia ser abocanhada por Huck.

Além disso, o fraco desempenho e os diversos problemas de largada na pré-campanha de Geraldo Alckmin (PSDB) animou aliados do tucano a especular mais firmemente sobre o apoio a Huck. As conversas chegaram ao DEM, que depois fez questão de negar e defender candidatura própria, e ao PSD de Gilberto Kassab.

Antes do Carnaval, ele havia feito uma nova rodada de conversas com seus conselheiros, em especial o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB), que é o mentor intelectual da hipótese Huck. FHC ponderou sobre as dificuldades da campanha, mas manteve o estímulo ao apresentador se lançar.

O ex-presidente foi duramente criticado por setores de seu partido que viram no apoio uma constatação de pouca viabilidade eleitoral do governador paulista, que ainda enfrentará prévias com o prefeito de Manaus, Arthur Virgílio.

Pressionado pela Rede Globo a se definir, já que a emissora teme a já corrente associação entre uma candidatura do apresentador e seu nome, Huck prometera dar uma resposta depois do feriado.

Segundo interlocutores do apresentador, a Globo foi central para a tomada de decisão. No horizonte próximo de Huck está o espaço hoje ocupado aos domingos por Fausto Silva, o maior salário de TV aberta brasileiro. Além disso, uma eventual candidatura iria obrigar a mulher de Huck, a apresentadora Angélica, a também deixar de ter vínculos com a emissora.

Além da questão da perda de fontes de renda, pesou na decisão o óbvio escrutínio a que Huck seria submetido na campanha. No feriado, emergiu o fato de que ele usou uma linha do BNDES para comprar seu jatinho em 2013, caso em que não havia irregularidade formal apontada.

O que deixava seus aliados mais preocupados, contudo, era a associação de Huck com o empresário Alexandre Accioly, amigo íntimo e ex-sócio dele em uma rede de academias. Accioly, muito próximo do senador Aécio Neves (PSDB-MG), já é investigado pela Operação Lava Jato no Rio de Janeiro.

Mais Notícias : Joesley fez mensão de "dinheiro" a Temer com os dedos
Enviado por alexandre em 16/02/2018 09:16:55

Joesley fez mensão de "dinheiro" a Temer com os dedos

Postado por Magno Martins

Empresário falou à PF nesta quinta. Segundo Joesley, gesto foi feito ao perguntar a Temer se podia tratar de todos os assuntos com Loures. Planalto diz que 'mentiras' já foram 'desmascaradas'.

Por Camila Bomfim e Marcelo Parreira, TV Globo, Brasília*

O empresário Joesley Batista, dono do grupo J&F, afirmou nesta quinta-feira (15), em depoimento à Polícia Federal, que fez gesto de "dinheiro" com os dedos durante o encontro que teve com o presidente Michel Temer em março do ano passado no Palácio do Jaburu.

A TV Globo teve acesso ao depoimento com exclusividade. Segundo Joesley, o gesto foi feito ao perguntar a Temer se podia tratar de todos o assuntos com Rodrigo Rocha Loures, ex-deputado e ex-assessor especial do presidente.

Procurada, a assessoria de Temer respondeu: "O bandido Joesley Batista continua acrescentando mais mentiras a suas fantasias absurdas, já desmascaradas por suas próprias gravações que revelaram seus propósitos criminosos e políticos."

O G1 ainda buscava contato com a defesa de Rocha Loures até a última atualização desta reportagem.

Joesley Batista está preso em São Paulo e, no depoimento à PF, acrescentou detalhes sobre o dia em que gravou uma conversa com Temer para usar o diálogo como prova no acordo de delação premiada fechado com a Procuradoria Geral da República (PGR) no âmbito da Operação Lava Jato.

Joesley disse à PF que questionou Temer de maneira "enfática" durante o encontro: "Posso tratar todos os assuntos com Rocha Loures?". Nesta ocasião: "Demonstrou gestualmente ao presidente uma sinalização de dinheiro com os dedos; que o presidente Michel Temer, também enfaticamente, respondeu dizendo que poderia tratar de tudo com Rocha Loures e que 'Loures é da minha mais estrita confiança'".

No depoimento Joesley completa que "a partir de então, passou a tratar e conversar com Rocha Loures como se esse, de fato , fosse verdadeiro preposto e intermediário nos assuntos de interesse Michel Temer".

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