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Mais Notícias : Bolsonaro na China: "Estou em um país capitalista"
Enviado por alexandre em 24/10/2019 08:49:26

Bolsonaro na China: "Estou em um país capitalista"

"Estou em um país capitalista", diz Bolsonaro ao chegar na China. Presidente se negou a comentar política chinesa e guerra comercial com os EUA. "Queremos nos inserir sem viés ideológico nas economias do mundo", disse.

José Cruz/Agência Brasil

Da Redação da Veja


Pouco após desembarcar em Pequim, nesta quinta-feira 24, Jair Bolsonaro disse a jornalistas que estava em um “país capitalista”. O presidente havia sido indagado sobre como seu eleitorado reagiria à sua presença em um país que há poucas semanas comemorou 70 anos da revolução comunista que formou seu atual regime. Bolsonaro reagiu afirmando que não foi a Pequim “para falar de questão política sobre a China” e se recusou a se aprofundar na questão.

O presidente disse “ser normal” o presidente chinês, Xi Jinping, ser membro do Partido Comunista Chinês. Ele se reúne com Jinping na sexta-feira, em encontro no qual fará “o que for possível para o desenvolvimento do Brasil”, disse Bolsonaro.

Questionado sobre a guerra comercial entre China e Estados Unidos, Bolsonaro adotou tom de distanciamento. “Não é uma briga nossa. Nós queremos nos inserir sem qualquer viés ideológico nas economias do mundo”, declarou.

Nesta quinta, a agenda de Bolsonaro prevê um visita à Muralha da China e a participação em uma audiência e um jantar promovidos pelo presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, com a presença de comitiva de CEOs de empresas chinesas.



Defesa de sobreaviso contra protestos no Brasil

Bolsonaro aciona Ministério da Defesa para o caso de manifestações como as que ocorrem no Chile.

José Cruz/Agência Brasil

Da IstoÉ - Por O Dia

 

O presidente Jair Bolsonaro afirmou, ontem, que o Ministério da Defesa foi acionado para deixar as Forças Armadas em sobreaviso em caso de manifestações no país semelhantes aos protestos no Chile e na Bolívia. O chefe de Estado e seus auxiliares temem confrontos violentos provocados pela polarização política no Brasil.

“A gente se prepara para usar o Artigo 142 da Constituição Federal, que é pela manutenção da lei e da ordem, caso eles (integrantes das Forças Armadas) venham a ser convocados por um dos três Poderes”, afirmou o presidente em viagem oficial ao Japão.

A avaliação considera a votação da constitucionalidade da prisão dos condenados em segunda instância pelo Supremo Tribunal Federal. O governo avalia que o resultado do julgamento pode levar a manifestações de apoiadores da Lava Jato e bolsonaristas. O jornal O Estado de S. Paulo mostrou, terça-feira, que grupos isolados de caminhoneiros ameaçam promover protestos caso a votação no STF possibilite a soltura de Lula.

Protestos no Chile

Nos últimos 15 dias, milhares de chilenos foram às ruas para protestar contra o aumento das tarifas de metrô, mas, a partir da última, as manifestações se tornaram violentas. Até o momento, 18 pessoas morreram e mais de 78 estações foram atacadas.

No sábado, o presidente chileno, Sebastián Piñera, revogou o aumento das passagens e decretou toque de recolher para as duas próximas noites. Mesmo depois das medidas, as manifestações continuam.

Mais Notícias : PDT decide sobre situação de Silvia Cristina em novembro
Enviado por alexandre em 23/10/2019 08:28:18

PDT decide sobre situação de Silvia Cristina em novembro

Congresso em Foco

O diretório nacional do PDT vai se reunir no dia 25 de novembro, em Brasília (DF), para decidir sobre a punição dos oito deputados que votaram pela reforma da Previdência. Hoje, o partido decidiu revogar a suspensão dos deputados. A informação foi confirmada pelo presidente do PDT, Carlos Lupi.

Desta forma, os oito deputados podem voltar a ocupar cargo de líder, vice-líder e funções representativas nos diretórios municipais, estaduais e nacional do PDT.

O PDT se reuniu hoje para definir estratégias sobre a solicitação de Tabata Amaral (SP) e outros dissidentes do PDT e do PSB ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para poderem sair de suas siglas sem perderem o mandato. Tabata e mais sete deputados pedetista desobedeceram à orientação partidária e votaram pela reforma da Previdência.

Na semana passada o líder do PDT na Câmara, André Figueiredo (CE), afirmou ao Congresso em Foco que ser contra a reforma da Previdência proposta pelo governo de Jair Bolsonaro é "quase uma cláusula pétrea" da legenda.


Governo vai enviar PEC com regra de ouro para estados

O governo vai enviar ao Senado três propostas de emenda constitucional para alterar a regra de ouro, definir medidas de controle fiscal para estados e promover uma ampla revisão dos fundos constitucionais e infraconstitucionais. As propostas devem ser apresentadas na próxima terça-feira (29) pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, em reunião no Senado, afirmou o líder do governo, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE). “A expectativa é aprovar as medidas do novo pacto federativo no Senado até o final de novembro ou início de dezembro”, disse.

A primeira PEC altera a chamada regra de ouro – instrumento que proíbe o endividamento público pela União para pagar despesas correntes, como os salários do funcionalismo público. A ideia é estabelecer gatilhos que elevem o controle fiscal.

Uma espécie de regra de ouro também deve ser definida para os estados numa segunda PEC, considerada pelo líder como “a mais densa de todas”. “A segunda PEC vai criar a cultura da responsabilidade fiscal. Nós temos uma Lei de Responsabilidade Fiscal, mas, infelizmente, ao longo dos últimos 20 anos, não se conseguiu evitar a quebradeira dos estados brasileiros e de muitos municípios”, avaliou Fernando Bezerra. “A ideia é que você institua o Conselho Fiscal da República, com as presenças dos chefes dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, e tenha os gatilhos definidos toda vez que um ente federativo incorrer numa situação fiscal emergencial”.

De acordo com o líder do governo, a PEC prevê uma série de mecanismos que serão acionados para evitar situações de emergência fiscal, como redução de despesas com pessoal e reequilíbrio das contas da Previdência. “As regras serão duras, mas é o caminho para a saída dos problemas”.

O senador acrescentou que a PEC também aprimora os mecanismos de monitoramento das contas estaduais. “Você não pode acordar num dia e identificar que tem diversos entes federativos em situação de emergência fiscal. Você tem que instituir regras de monitoramento que serão feitas pelo Tribunal de Contas da União, supervisionando o trabalho dos tribunais de contas dos estados, para que se possa ter transparência no acompanhamento das contas públicas dos entes federativos”. As propostas serão subscritas pelos senadores Fernando Bezerra Coelho e Eduardo Gomes (MDB-TO), líder do governo no Congresso.

Mais Notícias : Bolívia: confrontos após tribunal apontar reeleição de Morales
Enviado por alexandre em 22/10/2019 08:12:20


Órgão eleitoral boliviano retomou apuração após denúncias de fraudes; opositor Carlos Mesa não reconhece resultados que apontam vitória de Evo em 1º turno.

Ueslei Marcelino/Reuters)

Por Redação da Veja

 

O Tribunal Eleitoral da Bolívia retomou, nesta segunda-feira 21, um sistema de contagem rápida de votos, após reclamações de opositores, da OEA e vários países, e situou o presidente Evo Morales na liderança (46,86%), seguido do opositor Carlos Mesa (36,72%), com 95,23% das cédulas apuradas. Com os 10,14 pontos percentuais de vantagem, o candidato do Movimento ao Socialismo estaria reeleito em primeiro turno.

O tribunal eleitoral “fraudou a apuração e deu 10 pontos de diferença (para Morales). Agora imagino que vão aumentar isto, consumando a fraude, consumando um roubo eleitoral inaceitável”, denunciou Mesa. Segundo a Constituição boliviana, para vencer no primeiro turno o candidato deve obter mais de 50% dos votos votos válidos ou aos menos 40% com uma vantagem de 10 pontos sobre o segundo colocado.

“O governo criou uma situação impossível e denunciamos isto também à comunidade internacional”, disse Mesa, presidente boliviano entre 2003 e 2005. Em suas redes sociais, o opositor de Morales declarou que não reconhece o resultado e afirmou que o governo “com a decisão de burlar a vontade do povo é o único responsável pela violência que ameaça a Bolívia”.

Alguns dos simpatizantes de Mesa tentaram invadir o hotel em La Paz onde o processo está sendo realizado, obrigando a Polícia Nacional da Bolívia a jogar bombas de gás lacrimogêneo para evitar o ação. Em Potosí, manifestantes atearam fogo no Tribunal Eleitoral.

Enquanto os aliados de Mesa contestavam os resultados divulgados pelo Tribunal Supremo Eleitoral, os correligionários de Morales comemoraram a reeleição do presidente da Bolívia com base nos dados da Transmissão de Resultados Eleitorais Preliminares (TREP). No  chamado “cômputo oficial”, que contabiliza os votos individuais, há virtual empate entre os dois favoritos. Com 61,9% das atas apuradas (até às 22h30 de Brasília), Mesa tinha 42,51% dos votos contra 42,24% de Morales.

O governo da Bolívia pediu tranquilidade à espera dos dados definitivos e garantiu que a apuração é transparente.

Na noite de domingo, um primeiro boletim da contagem rápida, com 84% dos votos apurados pelo TREP, dava 45,28% a Morales e 38,16% a Mesa, mas o escrutínio foi paralisado até a tarde desta segunda-feira, provocando protestos de Mesa e dos observadores da Organização de Estados Americanos. Além disso, países como Brasil, Argentina e Estados Unidos pediram a reativação do TREP.

Mesa disse mais cedo nesta segunda que os resultados do TREP garantiriam um segundo turno contra Morales em dezembro, e denunciou que a situação, em cumplicidade com o TSE, está tentando manipular os votos. Por este motivo, convocou militantes e a população a se mobilizar para que seja respeitada a vontade popular.

(Com EFE e AFP)



Chile: Piñera pede pacto social com governo e oposição

Protestos

Presidente chileno anunciou, para esta terça 22, uma reunião com líderes de partidos.

O presidente do Chile, Sebastián Piñera (Agencia Makro/Getty Images)

Por Redação da Veja

 

O presidente chileno, Sebastián Piñera, propôs na noite desta segunda-feira 21 um “pacto social” para fazer frente às demandas expressas durante as intensas manifestações que duram quatro dias e já deixaram ao menos 11 mortos em todo o Chile.

“Amanhã (terça) me reunirei com presidentes de partidos, tanto do governo quanto da oposição, para poder explorar e tomara avançar para um pato social que permita a todos nos aproximarmos com rapidez, eficácia e também responsabilidade para melhores soluções aos problemas que afligem os chilenos”, informou Piñera.

Milhares de pessoas ocuparam a praça Itália, em Santiago, nesta segunda-feira, na maior manifestação registrada no local desde o início, na sexta passada, dos protestos que não diminuem de intensidade.
“Que os milicos vão embora!”, repetiram em coro os manifestantes, em aberto desafio às forças militares e policiais, que resguardam em grande número o centro da capital chilena, sob estado de emergência, sem que até o momento tenham ocorrido novos enfrentamentos.
“Isto não para, isto não para, irmão”, declarou uma manifestante a uma emissora de TV local, enquanto em um clima de grande tensão, os chilenos começavam o primeiro dia de trabalho após o início dos protestos, os mais violentos desde a volta do país à democracia, em 1990, com o fim da ditadura de Augusto Pinochet.

“O número oficial de mortos que temos que lamentar nestes últimos dias é 11”, disse a jornalistas Karla Rubilar, intendente (governadora) da Região Metropolitana.

Após esta coletiva, um jovem de 23 anos foi atropelado por um caminhão militar durante um saque na cidade de Talcahuano, 500 km ao sul de Santiago, tornando-se a 12ª vítima fatal dos protestos, segundo as autoridades da região de Biobío.

O ministro da Saúde, Jaime Máñalich, informou que há 239 civis feridos – oito em risco de vida – depois dos protestos.

O titular da pasta do Interior, enquanto isso, disse que 50 policiais e soldados também ficaram feridos. A procuradoria informou, ainda, 2.151 detidos em todo o país.

Neste primeiro dia de trabalho desde que os protestos começaram, muitos empregadores liberaram os funcionários e as aulas foram suspensas em praticamente todos os colégios e universidades.

As autoridades estimaram em 20 mil os postos de trabalho afetados pela destruição. A bolsa de Santiago caiu 4,61% e o peso chileno perdeu 2,06% de seu valor nesta segunda-feira, primeiro dia de operações após o início dos protestos.

A falta do metrô – eixo do transporte público, que transporta cerca de três milhões de passageiros por dia – é o que mais causa estranhamento nesta cidade de quase sete milhões de habitantes, agora obrigados a fazer longas filas para pegar ônibus ou para ter acesso às poucas estações que abriram.

A poucos metros da Casa de Governo, em pleno centro de Santiago, a estação de metrô La Moneda abriu suas portas depois das 7h locais (mesmo horário em Brasília), permitindo o ingresso de dezenas de pessoas que esperavam impacientes para poder embarcar. Vários soldados controlavam o fluxo de entrada.

Esta tarde, o chefe militar a cargo da segurança em Santiago, Javier Iturriaga, anunciou o decreto do toque de recolher pelo terceiro dia consecutivo.

“Precisamos novamente decretar toque de recolher, que vigorará para toda a região metropolitana a partir de hoje às 20h e até amanhã às 06h”, disse Itturriaga em mensagem transmitida pela TV.

(Com AFP)

Mais Notícias : Brasil depende de medidas internas para driblar crise
Enviado por alexandre em 21/10/2019 08:48:24

Brasil depende de medidas internas para driblar desaceleração global. Juros baixos, reformas e estímulos podem manter crescimento em 2020.

Agência Brasil  - Por Wlton Maximo

 

A desaceleração da economia global em 2019 e em 2020 imporá desafios a todos os países. O Brasil, no entanto, pode minimizar os efeitos da retração se prosseguir com medidas internas. Segundo economistas, o país precisa executar ações que vão da continuidade das reformas estruturais a medidas de estímulo da demanda, para que a recuperação econômica não seja afetada.

Na semana passada, o Fundo Monetário Internacional (FMI) reduziu, de 3,2% para 3%, a previsão de crescimento da economia mundial em 2019. O fundo também revisou para baixo a estimativa de 2020: de 3,5% para 3,4%. Desde 2017, quando a economia global cresceu 3,8%, o mundo vem passando por uma desaceleração.

Para o Brasil, o FMI ajustou a previsão de crescimento econômico em 2019 de 0,8% para 0,9%. No início do ano, a estimativa estava em 2,5%. Para 2020, o cenário para a economia brasileira deve ser melhor, mas o organismo internacional reduziu a projeção de crescimento de 2,4% para 2%.
A desaceleração da economia global em 2019 e em 2020 imporá desafios a todos os países. O Brasil, no entanto, pode minimizar os efeitos da retração se prosseguir com medidas internas. Segundo economistas, o país precisa executar ações que vão da continuidade das reformas estruturais a medidas de estímulo da demanda, para que a recuperação econômica não seja afetada.

Na semana passada, o Fundo Monetário Internacional (FMI) reduziu, de 3,2% para 3%, a previsão de crescimento da economia mundial em 2019. O fundo também revisou para baixo a estimativa de 2020: de 3,5% para 3,4%. Desde 2017, quando a economia global cresceu 3,8%, o mundo vem passando por uma desaceleração.

Para o Brasil, o FMI ajustou a previsão de crescimento econômico em 2019 de 0,8% para 0,9%. No início do ano, a estimativa estava em 2,5%. Para 2020, o cenário para a economia brasileira deve ser melhor, mas o organismo internacional reduziu a projeção de crescimento de 2,4% para 2%.

Confira a matéria completa aqui: Brasil depende de medidas internas para driblar ...


Protestos no Chile: sobe para sete o número de mortos

Mais de 1.400 pessoas foram detidas pela polícia. Manifestações já são consideradas as mais violentas desde a redemocratização.

Da Veja - Por Estadão Conteúdo 

 

Confrontos entre a polícia do Chile e manifestantes voltaram a eclodir neste domingo, 20, em diversas regiões de Santiago, em meio ao processo de convulsão social que levou o governo de Sebastián Piñera a enviar militares às ruas. O número de mortos nas manifestações subiu para sete e, segundo as autoridades, 1.462 pessoas foram presas no país.

O governo decretou toque de recolher pelo segundo dia, adiantando o início da medida para 19h (18h em Brasília), em meio ao “estado de emergência” vigente em cinco regiões do país. Os protestos já são considerados os mais violentos desde o retorno da democracia após o fim da ditadura de Augusto Pinochet (1973-1990).

Neste domingo, um novo “panelaço” se transformou em enfrentamentos com forças especiais da polícia e militares, que repeliram os ataques com bombas de gás lacrimogêneo e jatos d’água.

O país amanheceu com praticamente todo o comércio fechado, voos cancelados no aeroporto e ruas vazias, após os protestos iniciados na sexta-feira, 18, em razão do aumento do preço da passagem do metrô. O centro de Santiago virou um cenário de destruição: semáforos no chão, ônibus queimados, lojas saqueadas e milhares de destroços nas ruas.

Apesar do toque de recolher e da mobilização de quase 10 mil militares nas ruas, distúrbios prosseguiram durante a madrugada em Santiago e outras cidades, como Valparaíso e Concepción, que também foram afetadas pela medida que restringe a movimentação.

Cinco pessoas morreram após um incêndio em uma fábrica de roupas na comuna de Renca, no norte de Santiago, que foi incendiada após ser saqueada em meio aos protestos, segundo fontes oficiais.

Também na capital do país, duas pessoas morreram em outro incêndio, desta vez em um supermercado, um dos muitos alvos de ataques dos manifestantes. Uma pessoa que foi encontrada ao lado dos corpos teve 75% do corpo queimado e está internada em estado grave.

O ministro do Interior e Segurança, Andrés Chadwick, informou que durante a madrugada duas pessoas foram feridas a tiros após um incidente com uma patrulha policial entre Puente Alto e La Pintana.

Destruição

Os manifestantes também atacaram ônibus e estações do metrô. De acordo com o governo, 78 estações foram atingidas e algumas ficaram completamente destruídas.

O prejuízo ao metrô de Santiago supera 300 milhões de dólares, e algumas estações e linhas demorarão meses para voltar a funcionar, afirmou o presidente da companhia estatal, Louis de Grange.

Eixo do transporte público da capital chilena, com quase três milhões de passageiros por dia, o metrô sofreu uma “destruição brutal”, afirmou Grange.

Descontentamento social

Aos gritos de “basta de abusos” e com o lema que dominou as redes sociais “#ChileAcordou”, o país enfrenta críticas a um modelo econômico em que o acesso à saúde e à educação é praticamente privado, com elevada desigualdade social, valores de pensões reduzidos e alta do preço dos serviços básicos.

As manifestações não têm um líder definido ou uma lista precisa de demandas. Até o momento aparece como uma crítica generalizada ao sistema econômico neoliberal que, por trás do êxito aparente dos índices macroeconômicos, esconde um profundo descontentamento social.

O presidente Sebastián Piñera – que suspendeu no sábado o aumento do preço das passagens do metrô – se reuniu com os ministros para abordar a situação. Universidades e escolas suspenderam as aulas na segunda-feira, 21, e os estudantes convocaram um novo dia de protestos.

Mais Notícias : Bolsonaro incia viagem para países da Ásia e Oriente médio
Enviado por alexandre em 19/10/2019 19:13:42

Bolsonaro incia viagem para países da Ásia e Oriente médio

Bolsonaro inicia neste sábado viagem de 2 semanas para 5 países da Ásia e do Oriente Médio. Japão, China, Emirados Árabes, Catar e Arábia Saudita estão no roteiro de quase duas semanas. Viagem busca intensificar relações com países e divulgar privatizações.

Foto: Marcelo Camargo / Agência Brasil

Do G1

 

O presidente Jair Bolsonaro embarca na noite deste sábado (19) para uma viagem internacional de quase duas semanas. O roteiro inclui Japão, China, Emirados Árabes, Catar e Arábia Saudita. O retorno a Brasília está previsto para o dia 31.

Segundo o governo, o giro por Ásia e Oriente Médio tem o objetivo de intensificar relações com países das regiões e de divulgar oportunidades de investimentos no Brasil, como o programa de concessões e privatizações, o PPI.

A viagem também busca ampliar as vendas de produtos agropecuários brasileiros, já que países asiáticos e árabes são grandes compradores de soja e carne, por exemplo, e de defesa. Segundo Bolsonaro, há interessados no novo cargueiro KC-390.

Durante a semana, Bolsonaro declarou que a expectativa da viagem era a “melhor possível”, com a possibilidade de assinar acordos com os países visitados.

“Há interesse da parte deles, não é nossa apenas. O Brasil está aberto para o mundo. Não temos mais o viés ideológico para fazer negócios e a gente espera que seja uma viagem bastante proveitosa”, declarou o presidente.

Comitiva

Bolsonaro tem previsão de decolar às 22h deste sábado com destino ao Japão, o primeiro dos quatro países visitados. Ao longo do giro internacional, a prévia da agenda do presidente reserva encontros com empresários, integrantes de famílias reais e líderes políticos, como o presidente da China, Xi Jinping.
De acordo com o Palácio do Planalto, a comitiva oficial do presidente durante o roteiro terá 20 integrantes, entre os quais, assessores, parlamentares, o governador do Acre, Gladson Cameli (PP), e seis ministros:

Ernesto Araújo (Relações Exteriores)
Onyx Lorenzoni (Casa Civil)
Tereza Cristina (Agricultura)
Osmar Terra (Cidadania)
Bento Albuquerque (Minas e Energia)
Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional)

Leia a reportagem na íntegra aqui: Bolsonaro inicia neste sábado viagem de 2 semanas para 5 ...


Crise no PSL: Bolsonaro se reúne com Aras e Fraga

Bolsonaro trata de crise no PSL com Augusto Aras e com ex-deputado Alberto Fraga

Valter Campanato/Agência Brasil

Da Isto É - Por Estadão Conteúdo

 

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) recebeu na manhã deste sábado, 19, no Palácio da Alvorada, o procurador-geral da República, Augusto Aras, e o ex-deputado federal Alberto Fraga, amigo do presidente. Segundo Fraga, a visita foi uma cortesia, pois Bolsonaro partirá na noite deste sábado para a sua mais longa viagem internacional, mas a implosão do PSL entrou em pauta. “Claro que o assunto surge”, disse o ex-deputado.

A reunião não estava prevista na agenda oficial do presidente. Bolsonaro não teria indicado se deixa o partido, disse Fraga. O ex-deputado afirmou ter dado conselhos ao presidente. “É preciso ter calma e amenizar os ânimos”, declarou.

Ainda segundo o ex-deputado, Aras não fez comentários sobre a crise no PSL. “Não caberia ao procurador se envolver neste assunto”, disse.

Bolsonaro também não teria tratado da situação de seu “filho 03”, Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), que perdeu a disputa nesta semana para assumir a liderança do PSL na Câmara. Além disso, sem apoio para aprovação no Senado, está suspensa a indicação de Eduardo a embaixador do Brasil nos Estados Unidos. “Sobre a Embaixada, quem vai decidir é o próprio Eduardo”, disse Fraga.

Amigo de Bolsonaro, o ex-deputado apresentou Aras ao presidente antes da escolha para sucessão na PGR. Neste sábado, o procurador-geral da República chegou ao Palácio em carro pilotado por Fraga.

Bolsonaro não deixou o Alvorada até o final da manhã deste sábado. É costume do presidente ir até a portaria de sua residência oficial para tirar selfies com fãs. Segundo Fraga, há uma festa de aniversário dentro do Palácio para a filha mais nova de Bolsonaro, Laura, que completou 9 anos nesta semana.

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