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Mais Notícias : Em cenário para 2022, AstraZeneca é única certeza para Ministério da Saúde
Enviado por alexandre em 30/09/2021 09:31:14

Os detalhes foram apresentados pelo ministro interino, Rodrigo Cruz, na porta do ministério em Brasília

Vacina da AstraZeneca contra a Covid-19
Vacina da AstraZeneca contra a Covid-19 Cristine Rochol/PMPA

Natália Andréda CNN

Em Brasília

O Ministério da Saúde entende que, por enquanto, a única vacina certa para 2022 é a AstraZeneca produzida nacionalmente pela Fiocruz. Mas a pasta segue trabalhando com folga de doses de Pfizer e Janssen para o próximo ano. Os detalhes foram apresentados pelo ministro interino, Rodrigo Cruz, na porta do ministério em Brasília, nesta quarta-feira (29).

“O cenário de 2022, em termos de oferta de vacinas, é muito mais tranquilo do que do final do ano passado. Então, nesse cenário, a gente tem que privilegiar as vacinas que têm o registro definitivo na Anvisa. O que é concreto hoje para 2022 é AstraZeneca com IFA nacional. As outras vacinas, a gente conversa, mas de concreto é AstraZeneca”, explicou Cruz.

As duas vacinas com registro definitivo, que já foram incluídas ao SUS, são a AstraZeneca e a Pfizer. Mas a AstraZeneca está sendo produzida nacionalmente pela Fiocruz. O secretário-executivo também afirmou que o IFA nacional já foi produzido e agora a Fiocruz aguarda a liberação da Anvisa.

Em relação às outras vacinas, a Pfizer termina o mês de setembro concluindo o envio das primeiras 100 milhões de doses ao Brasil. Entre outubro e dezembro de 2021, a empresa enviará o segundo lote de 100 milhões de doses. Já a Janssen, que já teve uma remessa pequena adiantada, nos últimos três meses deste ano, chegarão mais de 30 milhões de doses.

De acordo com Cruz, o ministério analisa estudos internacionais dos próprios laboratórios e o próprio estudo, encomendado em conjunto à Universidade de Oxford, trarão detalhes sobre quantas pessoas precisam receber a terceira dose, ou dose de reforço, e, aí sim, a pasta definirá as novas compras.

“Como o MS tem contratado mais de 550 milhões de doses de vacinas e a gente tem uma população de cerca de 200 milhões de habitantes, dependendo da quantidade de brasileiros que a gente vai precisar reforçar ou de qual grupo a gente vai imunizar. Hoje, a gente vacina os acima de 12 anos. A gente pode ter uma folga para o ano que vem”, concluiu Cruz.


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Mais Notícias : Dia Mundial do Coração: veja os exercícios benéficos para a saúde cardíaca
Enviado por alexandre em 29/09/2021 10:04:39

Atividades físicas regulares contribuem para reforçar a saúde cardíaca e podem ajudar a prevenir o desenvolvimento de doenças cardiovasculares

A corrida e a caminhada ajudam o coração e podem ser alternadas
A corrida e a caminhada ajudam o coração e podem ser alternadas Getty Images (Buena Vista Images)

Lucas Rochada CNN

em São Paulo

Os cuidados com a saúde cardíaca devem fazer parte da rotina desde o início da vida. A alimentação saudável, o controle do estresse e a atividade física moderada são medidas essenciais para a prevenção de doenças cardiovasculares. O Dia Mundial do Coração, celebrado neste 29 de setembro, faz um alerta para a atenção a um dos principais órgãos do corpo humano.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda de 150 a 300 minutos, no mínimo, de atividade aeróbica por semana para adultos saudáveis e uma média de 60 minutos por dia para crianças e adolescentes.

O sedentarismo está associado a várias doenças que aumentam o risco de problemas cardiovasculares. A falta de atividade física favorece o acúmulo de gordura nas paredes dos vasos sanguíneos, o que dificulta a passagem de sangue, compromete o funcionamento do órgão e pode levar ao infarto, além do risco de provocar acidente vascular cerebral (AVC) e trombose.

“Quanto mais precocemente começamos a cuidar do coração, menores os fatores de risco ao longo da vida. Hoje, temos a obesidade infantil e taxas elevadas de colesterol no sangue das crianças. A pandemia de Covid-19 aumentou o sedentarismo nessa faixa etária e pode ser gerador de um fator de risco maior para problemas cardíacos”, afirma Vanessa Guimarães, cardiologista do Hospital Sírio-Libanês, de São Paulo.

Especialistas consultados pela CNN destacam que os exercícios aeróbicos, em geral, podem trazer benefícios para a saúde do coração.

“Exercícios aeróbicos e que requerem o uso de força de resistência são benéficos para o coração. São exercícios que aumentam os condicionamentos muscular e cardíaco. Isso tudo deve ser avaliado individualmente para cada pessoa, especialmente aquelas que têm algum risco para o coração”, comenta Vanessa.

Caminhada e corrida

A caminhada é benéfica para pessoas de todas as idades por ser um exercício de menor intensidade. De acordo com os especialistas, ela pode ser ideal para quem ficou muito tempo sem praticar qualquer tipo de atividade por conta da pandemia de Covid-19.

Por exigir menos esforço físico, as caminhadas podem ajudar a criar o hábito de reservar um tempo diário para o movimento. Já a corrida, além de ganhos cardiovasculares, ajuda na redução de peso, devido ao alto gasto calórico da atividade aeróbica.

Segundo o professor e preparador físico Marcio Atalla, a caminhada e a corrida podem ser alternadas. “Não precisa começar a correr longas distâncias. Alterne entre correr e caminhar. Além de condicionar a parte cardiovascular, você também prepara aos poucos a musculatura e articulação para as exigências da corrida”, explica.

Ciclismo

O ciclismo é uma atividade física moderada e que apresenta um impacto menor em comparação com outras atividades, como a corrida. Segundo Marcio Atalla, o exercício pode ser ideal para as pessoas que estão acima do peso.

“O ciclismo é uma atividade com ganho cardiorrespiratório e que preserva as articulações pela falta de impacto. Para quem está fora de forma, pode ser uma ótima atividade física para ganhar condicionamento e fortalecer os membros inferiores”, diz Atalla.

Por ser uma atividade moderada, o ciclismo pode ser praticado até cinco vezes por semana. A quantidade ideal de treinos, a duração e a intensidade deve ser recomendada por especialistas, como cardiologistas e médicos do esporte.

Natação

Ao nadar, você utiliza a musculatura do corpo inteiro, como se fosse uma grande orquestra em que braços, pernas e abdômen têm um papel essencial para o resultado final. Por ser um dos esportes mais completos, a modalidade também traz ganhos para a condição cardiorrespiratória e, por consequência, para o condicionamento físico.

Segundo Atalla, a natação é vantajosa principalmente para crianças e pessoas acima do peso. Além de ser uma atividade relacionada à sobrevivência, a natação promove uma série de ganhos motores e para as articulações.

“Quem tem excesso de peso acaba cansando mais rápido em atividades como basquete ou corrida, que sobrecarregam as articulações. Fazer uma atividade na água é bacana pela diminuição do impacto das articulações”, analisa.

A importância da avaliação médica

A lista de exercícios aeróbicos também conta com modalidades como o surfe, o skate, a dança, além de treinos envolvendo subir e descer escadas e pular corda. De acordo com a médica Vanessa Guimarães, do hospital Sírio-Libanês, antes de começar qualquer exercício físico, é fundamental passar por uma avaliação médica.

“Temos tanto as arritmias que podem ser induzidas pelo exercício físico como condições que nunca foram avaliadas e que são descobertas quando a pessoa vai fazer uma atividade física. A avaliação física antes das atividades, do início da academia, por exemplo, é necessária, inclusive para crianças que desejam fazer esportes com tendência de alto rendimento”, ressalta.

Segundo a especialista, a prática de exercícios físicos pode aumentar o rendimento cardíaco, além de ajudar a manter o controle de peso, o bom humor e o funcionamento adequado do sistema imunológico. No entanto, os benefícios estão associados à prática moderada das atividades. O excesso pode ser prejudicial à saúde.

“O exercício em excesso pode aumentar o risco de lesões, tanto musculares, como ligamentosas e das articulações. Isso pode ser evitado com o exercício moderado, que gera bom condicionamento e que vai ter bons resultados, num prazo maior e de forma mais saudável. O excesso de carga, tempo e intensidade nunca vai ser recomendado por qualquer profissional sério da área. O nosso corpo tem um limite”, explica.

Para as pessoas diagnosticadas com algum tipo de doença cardiovascular, o cuidado para as atividades deve ser redobrado. Indivíduos com hipertensão, por exemplo, podem vivenciar um aumento da pressão arterial durante a realização do exercício.

“É importante que o paciente hipertenso faça a atividade, tendo seu benefício hormonal, diminuição da resistência insulínica e menor risco vascular, por exemplo, mas ele deve estar medicado. Ele não pode fazer a atividade sem estar em uso da medicação habitual e com os exames que o médico avalia para saber o nível adequado de intensidade”, frisa.

Os benefícios ocultos da atividade física

A psicóloga Luciana Ferreira Angelo acrescenta que, além dos ganhos para a saúde física, a atividade também promove a sensação de bem-estar e relaxamento, que pode ser benéfica para o coração.

“Um dos benefícios psiconeurológicos da atividade física é a neuroplasticidade, uma característica do sistema nervoso central que promove mudança e adaptação do sistema de acordo com experiências e necessidades. A área é estimulada quando fazemos exercícios físicos”, conta Luciana, coordenadora do curso de aperfeiçoamento e especialização em Psicologia do Esporte do Instituto Sedes Sapientiae, de São Paulo.

O movimento também está associado ao aumento do nível de fatores relacionados ao desenvolvimento e manutenção dos neurônios. O exercício físico auxilia na liberação da neurotrofina (BDNF), que é uma proteína importante para a manutenção e sobrevivência dos neurônios.

“A atividade também melhora o desempenho cognitivo. Pesquisas apontam o ganho de benefícios em memória, atenção e concentração. Além de relatos de melhora em desempenho acadêmico e redução de risco para demência“, acrescenta.

A especialista afirma que os benefícios ainda incluem o aumento dos níveis de neurotransmissores, como a serotonina, que auxilia na regulação do humor, apetite e sono e que também está associada à sensação de relaxamento.

As atividades físicas podem trazer, ainda, melhorias para as relações sociais, autoestima, confiança e regulação emocional. Especialmente aquelas que podem ser praticadas em grupo.

“Os exercícios podem proporcionar diferentes transformações estruturais e funcionais no cérebro. É um tratamento não medicamentoso para transtornos psicológicos vinculado à melhora de relações sociais, um fator imprescindível para uma boa qualidade de vida”, afirma Luciana Ferreira.


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Mais Notícias : Mais de 95% de internados por Covid são não-vacinados, diz infectologista do SBIm
Enviado por alexandre em 27/09/2021 09:05:39

Pessoas com imunização incompleta contra a Covid-19 são maioria entre os novos hospitalizados com a doença, diz Renato Kfouri, infectologista e diretor da SBIm (Sociedade Brasileira de Imunizações), com base em resultados de estudos nacionais e internacionais.

“Estados Unidos, Israel e mesmo o Brasil já publicaram dados que corroboram esse cenário. Entre os hospitalizados com forma grave da doença, mais de 95% são não-vacinados. Só está parando no hospital quem não tem esquema vacinal completo.”

De acordo com Kfouri, as pessoas imunizadas que se infectam e desenvolvem forma grave são, em geral, grupos de imunossuprimidos ou idosos. “A importância da dose de reforço vem daí”, diz.

O infectologista comenta outro resultado de efetividade que diz respeito à capacidade do indivíduo transmitir a Covid-19. “O risco do indivíduo vacinado transmitir doença é muito menor. Esse é um dado importante destes novos estudos também.”

Terceira dose

O diretor da SBIm explicou que, após seis meses da aplicação da segunda dose, há um prejuízo na proteção independente se a pessoa tomou AstraZeneca, Pfizer, Coronavac ou Janssen. “Esse é um efeito de classe para todas as vacinas”.

Kfouri reforçou a necessidade da proteção dos idosos e analisou que o fator idade ainda é o que impõe mais risco. “Indivíduos idosos, acima de 70 e 80 anos, mesmo vacinados, continuam com o risco maior de hospitalização e morte do que adultos não vacinados”, disse.

Mais Notícias : Justiça derruba decisão que autorizava professora a não se vacinar contra Covid
Enviado por alexandre em 25/09/2021 23:01:57

A Justiça de Santa Catarina derrubou a decisão liminar da juíza Cibelle Mendes Beltrame, da 2ª Vara Cível da Comarca do município de Gaspar, que suspendia a exigência de vacinação contra a Covid-19 para uma professora e a permitia dar aulas presenciais na cidade localizada a 120 quilômetros da capital Florianópolis. Cabe recurso ao parecer.

A docente havia solicitado mandado de segurança contra o decreto municipal que tornou obrigatória a vacinação a Covid-19 para todos os trabalhadores da educação, passível de punições em caso de recusa.

O Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) entrou com um recurso contra a liminar que permitia a professora dar aulas sem se vacinar. No veredito favorável ao MPSC, a desembargadora Denise de Souza Luiz Francoski ressaltou o perigo de infecção e transmissão do novo coronavirus por pessoas não vacinadas e o cenário do estado frente a variante Delta, mais contagiosa.

“Compete ao Judiciário o ato concernente à conformidade ou não do proceder dos órgãos, agência e instituições estatais em relação às normas que os regem, e não, em análise ausente de qualquer empatia social, e aqui se insere destaque, ostentar frágil diagnóstico sobre segurança ou eficácia das vacinas disponibilizadas pelo poder público, sobretudo quando o que está em pauta é o direito à vida em um cenário alarmante de pandemia”, destacou Francoski.

Em sua solicitação, a profissional havia alegado à Justiça que poderia ser demitida. Ao conceder a liminar, a juíza Beltrame entendeu que a professora apresentou “justa causa” para a recusa da vacinação visto que apresentou “exame laboratorial que comprova que adquiriu imunidade contra o coronavírus”.

A desembargadora Francoski, por sua vez, proferiu que a decisão da juíza “roga a observância do direito individual à liberdade em detrimento da proteção coletiva inerente ao direito à vida, o que não é de se admitir.”

A magistrada ainda evidenciou que a vida é o “verdadeiro pré-requisito da existência dos demais direitos consagrados constitucionalmente”.

 

Mais Notícias : Data de posse, fidelidade: veja o que muda com aprovação da Reforma Eleitoral
Enviado por alexandre em 24/09/2021 12:14:14

Medidas precisam ser aprovadas até 2 de outubro para terem validade já nas eleições de 2022

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Entenda as mudanças nas regras eleitorais após a aprovação da PEC da Reforma Eleitoral Antonio Augusto/Secom/TSE

Douglas Portoda CNN*

em São Paulo

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