Mais Notícias - AstraZeneca: Vacina adaptada para as variantes da Covid deve demorar até 9 meses - Notícias
« 1 2 3 (4) 5 6 7 ... 3793 »
Mais Notícias : AstraZeneca: Vacina adaptada para as variantes da Covid deve demorar até 9 meses
Enviado por alexandre em 11/02/2021 08:29:28

Idosa é vacinada contra o coronavírus em sistema drive-thru
Idosa é vacinada contra o coronavírus em sistema drive-thru
Foto: Evandro Leal/Agência Free Lancer/Estadão Conteúdo

O desenvolvimento de uma vacina comprovadamente eficaz contra as novas variantes do coronavírus deve demorar de 6 a 9 meses, segundo a farmacêutica AstraZeneca. Até o momento, um estudo preliminar mostrou eficácia contra a variante do Reino Unido, mas os resultados contra a cepa proveniente da África do Sul ainda não foram satisfatórios.

A informação sobre o estudo da vacina contra as novas variantes foi feita durante a apresentação dos resultados financeiros da AstraZeneca em 2020 nesta quinta-feira (11).

Segundo a AstraZeneca, os dados sobre a eficácia da vacina contra as novas variantes foram publicados na revista científica The Lancet, comprovando de maneira prévia o potencial do imunizante contra a variante B.1.1.7, que foi encontrada pela primeira vez no Reino Unido. O estudo, que ainda não foi revisado por pares da comunidade médica, é assinado por pesquisadores da Universidade de Oxford.

No Brasil, a vacina desenvolvida pela AstraZeneca/Oxford é distribuída pela Fundação Oswaldo Cruz, que também fará a produção do imunizante.

No entanto, pesquisadores da Universidade de Oxford anunciaram que uma análise primária dos testes contra a nova variante B.1.351, da África do Sul, mostraram que a vacina tem "eficácia limitada" contra casos graves de doença e até hospitalização causada pela cepa.

De acordo com a empresa, que desenvolve a vacina junto com a Universidade de Oxford, ambas estão focadas na adaptação do imunizante contra as novas cepas, mas que ainda trabalham nos estudos clínicos da vacina contra a Covid-19, com a expectativa de reduzir o tempo de produção em larga escala da vacina comprovada contra as variantes.

Os estudos com o imunizante da AstraZeneca e de Oxford continuam analisando "eficácia, efeito de diferentes intervalos entre as dosagens, impacto das novas variantes e duração da imunização da vacina".

Segundo a AstraZeneca, a empresa continua a compartilhar dados dos estudos clínicos com outros órgãos reguladores e autoridades sanitárias em todo o mundo.

Mais Notícias : Uso de máscara não prejudica quem tem comorbidade respiratória, diz médico
Enviado por alexandre em 10/02/2021 09:23:14

Na edição desta quarta-feira (10) do quadro Correspondente Médico, do Novo Dia, o neurocirurgião Fernando Gomes tirou uma dúvida enviada pelo telespectador da CNN, Lázaro Campos, sobre o uso de máscara ser prejudicial para pessoas que possuem comorbidades respiratórias. 

O médico explicou que a máscara só causaria prejuízos para pessoas com grande insuficiência respiratória, mas, nesses casos, dificilmente elas estariam fora de casa.

"Em todas as outras situações, a máscara funciona como um bloqueio mecânico para evitar a dispersão de gotículas da respiração, quiçá do espirro, da tosse, para todo o ambiente. É só isso. Ela não tem nenhum poder de provocar mal a ninguém", explicou o médico.

"É lógico que existem máscaras mais confortáveis, outras menos. Existe também toda a questão de cuidado, não adianta usar a máscara, deixar em qualquer lugar e colocar [de novo]. Sabemos que a cada uma ou duas horas é necessário trocar a máscara. Em casa, higienizar com água e sabão já basta. É mais simples do que imaginamos", completou Gomes.

Pedestre de máscara em Curitiba em meio à pandemia da Covid-19
Pedestre de máscara em Curitiba em meio à pandemia da Covid-19
Foto: Eduardo Matysiak/Futura Press/Estadão Conteúdo

 

(Publicado por: André Rigue)

Mais Notícias : Biólogo: Vacinar 70% da população de Manaus é crucial para diminuir transmissão
Enviado por alexandre em 09/02/2021 08:50:59

novo coronavírus em Manaus, 70% a 80% da população da região precisa ser vacinada contra a doença até maio. Na avaliação do especialista, a negligência do governo federal e estadual propiciaram a situação alarmante no Amazonas.

“Devemos imunizar em torno de 70%, 80% da população de Manaus nos próximos três meses. Isso é crucial para diminuir a taxa de transmissão do vírus no estado, pois nossos modelos indicam que essa taxa deve continuar constante, o que pode, inclusive, criar novas mutações e, quem sabe, até uma variante resistente à vacina, tornando Manaus um epicentro mundial do coronavírus e um problema de saúde pública mundial", firmou Ferrante.

“O governo federal não fechou o consórcio da produção de vacinas, e então hoje nós temos uma capacidade de vacinação no Brasil muito pequena. O negacionismo do governador do estado (Wilson Lima), que não tem adotado medidas restritivas rígidas, também”, afirma. “Em parte porque não se tem um auxílio emergencial para corroborar com a participação da população, que deveria vir também via governo federal.”

Ferrante faz parte do grupo de cientistas que previram o colapso no sistema de saúde na capital amazonense e alertam para uma terceira onda da doença. Entretanto, de acordo com ele, a nova variante que surgiu em Manaus não é a responsável pela situação grave da região.

“Nós usamos uma das ferramentas de frente no controle de qualquer pandemia mundial, que são modelos epidemiológicos capazes de prever com muita antecedência o movimento que a pandemia vai realizar. Esse modelo basicamente considera as taxas de mortalidade, internações e transmissibilidade”, diz.

“Fizemos um modelo novo com essa nova variante que surgiu em Manaus que indica que ela não é a responsável pela segunda onda, mas sim [responsável por] uma taxa grande de reinfecções e também de uma população que não tinha sido grandemente exposta ao coronavírus.”

Essa nova variante do coronavírus, esclarece o biólogo, se tornou predominante na população no meio de janeiro apenas. “Nós tínhamos previsto desde agosto do ano passado que a segunda onda ia acontecer, [e] isso foi pela falta de aplicação de isolamento social rígido, de relaxamento das medidas restritivas. A negligência dos tomadores de decisão de Manaus foi muito clara.”

 

Vacinação em Manaus
Início da vacinação contra o novo coronavírus em Manaus - 18 jan. 2021
Foto: José Brito/CNN

(Publicado por: André Rigue)
 

Mais Notícias : ACIOP emite nota de pesar pelo falecimento do empresário Augustinho da Facilar
Enviado por alexandre em 08/02/2021 01:32:20


Mais Notícias : Butantan começa a produzir 8,6 milhões de doses da CoronaVac
Enviado por alexandre em 06/02/2021 21:52:39


Butantan começa a produzir 8,6 milhões de novas doses da CoronaVac Foto: Divulgação/Butantan

O Instituto Butantan começou a produzir 8,6 milhões de novas doses da vacina CoronaVac neste sábado (6). Os imunizantes estão sendo fabricados a partir dos insumos que chegaram da China na noite de quarta-feira (3). O órgão de pesquisa desenvolve a vacina contra o novo coronavírus em parceria com o laboratório chinês Sinovac.

Os 5.400 litros de matéria-prima passarão por envase, rotulagem, embalagem e processo de inspeção para controle da qualidade das ampolas. A previsão é de que as novas doses comecem a ser liberadas para imunização dos brasileiros a partir de 23 de fevereiro.

Leia também1 Covid-19: China libera o uso da CoronaVac em todo o país
2 Pfizer pede à Anvisa registro definitivo da vacina da Covid-19
3 Fiocruz prevê entregar doses da vacina de Oxford em março
4 Governo pretende importar 10 milhões de doses da Sputnik V
5 Na França, 4 em cada 10 pessoas rejeitam vacina da Covid-19

A chegada da matéria-prima, na quarta-feira, encerra, por enquanto, os problemas enfrentados para a importação do material. A carga atrasou e o governador de São Paulo, João Doria (PSDB) chegou a pedir atuação do governo federal, por meio do Ministério das Relações Exteriores, para ver a importação ser bem sucedida.

A vacina contra Covid-19 vem sendo envasada após o recebimento do insumo farmacêutico ativo (IFA), importado da China. Na próxima quarta-feira (10), o instituto deverá receber mais 5.600 litros da matéria-prima. Eles correspondem a mais 8,7 milhões de doses.

A liberação de outros 8 mil litros está em negociação com a farmacêutica chinesa. Uma nova fábrica está sendo construída para a produção completa da vacina pelo Butantan, que deve iniciar a fabricação em escala a partir de janeiro.

A CoronaVac é hoje a mais amplamente disponível no país. A produção da vacina foi comprada pelo Ministério da Saúde e está sendo distribuída aos Estados. Até o dia 31 de janeiro já haviam sido entregues 8,7 milhões de vacinas. O contrato com o governo federal prevê a entrega de 46 milhões de doses, além da promessa de aquisição de mais 54 milhões.

*Estadão

« 1 2 3 (4) 5 6 7 ... 3793 »