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Mais Notícias : Pesquisa: 93% das escolas públicas sofreram com falta de tecnologia na pandemia
Enviado por alexandre em 26/11/2021 09:42:59

Mais de 94 mil instituições de ensino no Brasil relataram dificuldades para levar o ensino remoto a seus estudantes

Prefeitura de Uberlândia

Mais de 94 mil escolas públicas brasileiras apresentaram dificuldades em realizar todas as atividades pedagógicas determinadas pelo Ministério da Educação durante a pandemia de Covid-19, período que as aulas remotas foram implementadas.

O número representa 93% de todas as unidades da rede de ensino, que engloba as escolas municipais, estaduais e federais do país.

Os dados são da pesquisa divulgada pelo Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic), entidade ligada ao Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI).

Todas essas instituições públicas de ensino apontaram a falta de dispositivos tecnológicos – computadores e celulares – como o principal impeditivo para a realização de aulas online durante a crise sanitária. A falta de acesso à internet também foi citada pela mesma quantidade de escolas.

O terceiro obstáculo mais recorrente relatado pelos diretores das escolas foi a “adversidade enfrentada pelos pais e responsáveis para apoiar os alunos nas atividades escolares”, questão assinalada por 92% das unidades de ensino.

Logo em seguida os dirigentes relatam a dificuldade das próprias escolas em auxiliar os alunos que vivem em áreas isoladas ou em condição de vulnerabilidade social.

“No Brasil, um dos grandes desafios para a continuidade do ensino na pandemia foi a desigualdade de acesso a dispositivos e à Internet pela população brasileira nos domicílios. Nesse sentido, os dados da pesquisa indicam que, embora 83% dos domicílios tivessem acesso à Internet, quase a metade destes não dispunham de computador em casa e 16% não tinham nem computador nem Internet”, destaca um trecho da pesquisa.

A falta de familiaridade dos professores com os dispositivos tecnológicos também representou uma dificuldade na realização das atividades pedagógicas durante a pandemia do novo coronavírus.

Segundo o estudo, 63% dos educadores alertaram a pouca habilidade para utilizar esses recursos durante as atividades remotas. Entre os principais obstáculos, o pouco conhecimento com as plataformas de reuniões virtuais, como Skype e Zoom, foi o mais citado pelos profissionais de ensino.

Com o intuito de solucionar os problemas, algumas escolas públicas brasileiras disponibilizaram instrumentos para conduzir o ensino à distância por alguma modalidade, seja via rádio, televisão, materiais de aprendizagem à distância ou plataformas on-line.

A Prefeitura do Rio de Janeiro, por exemplo, disponibilizou videoaulas gravadas que foram ao ar em um canal aberto, mas essa não foi uma realidade para a maior parte dos estudantes.


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Mais Notícias : Veja como fica o esquema de vacinação de reforço, de acordo com a Anvisa
Enviado por alexandre em 25/11/2021 08:38:22

Agência de vigilância ressaltou nesta quarta-feira que o Ministério da Saúde deveria aguardar a orientação técnica antes informar sobre reforço

Vacinação contra Covid-19 no Brasil
Vacinação contra Covid-19 no Brasil Reuters

A área técnica da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) definiu, nesta quarta-feira (24), as diretrizes para administração das doses de reforço contra a Covid-19 no Brasil e sobre a intercambialidade das vacinas.

Foi aprovada a vacinação de reforço heteróloga — com um imunizante diferente — apenas para quem tomou duas doses da Coronavac. Para as demais vacinas (AstraZeneca, Pfizer e Janssen), o esquema ideal é o homólogo, ou seja, com o mesmo imunizante (veja abaixo).

No caso da vacina da farmacêutica Pfizer, a recomendação já foi publicada no Diário Oficial da União (DOU). Isso porque a solicitação havia sido feita em setembro pela empresa. O pedido de modificação na bula aprovado pela Anvisa nesta quarta.

Já a inclusão da dose de reforço nas bulas dos imunizantes da AstraZeneca e Janssen segue em análise, pois as solicitações à Anvisa foram feitas há uma semana. A agência tem 30 dias para responder.


Segundo a relatora Meiruze Freitas, diretora da Anvisa, a recomendação do reforço da Pfizer para quem tomou a Coronvac foi “tendo em vista que não há dados da Coronavac na Anvisa para dose de reforço e considerando avaliações de outros que já utilizam dose de reforço da Pfizer para Coronvac — Chile, Uruguai, Indonésia e Singapura”.

Ainda de acordo com Meiruze, a recomendação da utilização do reforço da Pfizer como reforço da Coronavac irá acontecer “até que o Instituto Butantan nos apresente mais informações, e que os estudos de monitoramento nos mostrem dados diferentes.”

Veja como fica o esquema de vacinação de reforço, de acordo com a Anvisa.

/ CNN Brasil
  • Quem tomou duas doses de Coronavac deve receber preferencialmente o reforço de Pfizer;
  • Quem tomou duas doses de Pfizer deve receber preferencialmente o reforço de Pfizer após seis meses da segunda dose (esquema de vacinação completo);
  • Quem tomou duas doses da AstraZeneca  deve receber preferencialmente o reforço de AstraZeneca;
  • Quem tomou a dose única de Janssen deve receber preferencialmente o reforço (segunda dose) de Janssen.

Os diretores da Anvisa tomaram a decisão por unanimidade na reunião desta quarta-feira (24). A área técnica da agência utilizou o parecer técnico do gerente-geral de medicamentos, Gustavo Mendes.

Meiruze Freitas ainda afirmou que o próprio Ministério da Saúde se corrigiu em ofício enviado nesta quarta à Anvisa, após não ter procurado a agência para tomar decisões sobre a dose de reforço na semana passada.

Porém, neste ofício, Meiruze disse que a pasta “ainda recomenda a vacinação heteróloga (vacina diferente) para os imunizados com a AstraZeneca”. A informação diverge da análise técnica da Anvisa.

“Não identificamos riscos adicionais para utilização da vacina heteróloga. Achamos que homologo é mais adequado. Mas também nessa revisão não identificamos a necessidade de comunicar ao Ministério da Saúde a suspensão imediata do modelo heterólogo”, destaca Meiruze.

Procurado pela CNN, o Ministério da Saúde não se manifestou até a publicação desta reportagem.

Ministério da Saúde decidiu pela dose de reforço sem consultar Anvisa

Na reunião desta quarta, ficou decidido por unanimidade que a vacinação com a dose de reforço deve ser homóloga — mesma vacina — com Pfizer, AstraZeneca e Janssen. No caso da Coronavac, o reforço precisa ser heterólogo. Ou seja, quem tomou duas vacinas de Coronavac deve tomar uma terceira dose de Pfizer.

Ministério da Saúde já tinha decidido pela dose de reforço sem consultar a agência, que se reuniu hoje, extraordinariamente, para se manifestar sobre como andam as análises de doses de reforço no Brasil.

A pasta anunciou na semana passada que todos os 158 milhões de brasileiros com mais de 18 anos deveriam receber uma terceira dose depois de 5 meses da segunda dose de qualquer vacina contra a Covid-19.

O esquema seria o heterólogo, ou seja, a dose de reforço deveria ser com uma tecnologia diferente das duas primeiras. Mas, no dia seguinte, o próprio Ministério da Saúde recuou em relação à Pfizer e à Janssen, dizendo aguardar o aval da Anvisa.

Para os vacinados com esses imunizantes, os reforços deveriam ser com as mesmas vacinas. No caso da Pfizer, cinco meses depois das duas primeiras doses. E, para os imunizados com a Janssen, segunda dose de Janssen após dois meses.

No caso da AstraZeneca, a informação do Ministério da Saúde — de que quem tomou duas doses deve se imunizar com um reforço de um imunizante diferente — diverge do aval técnico da Anvisa.

A agência ressaltou ainda nesta quarta-feira (24) que a pasta do governo federal deveria aguardar a orientação técnica antes de ter dado as informações sobre a intercambialidade das vacinas.

Anvisa diz que há problema de segurança para quem tomou a dose de reforço da Coronavac

A diretora da Anvisa Meiruze Freitas afirmou, durante entrevista coletiva, que não foram identificados problemas de segurança para quem foi imunizado com a Coronavac na dose de reforço.

“O que a gente identifica é que pode ter uma resposta imunológica maior [o uso da Pfizer no reforço de quem tomou duas doses da Coronavac. A avaliação da Anvisa com a vacina de mRNA, que é a da Pfizer, tem a melhor resposta imunogénica, considerando a vacinação de vírus de inativado [caso da Coronavac] que tem uma menor eficácia, é a preferencialmente a utilização da vacina da Pfizer.”


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Mais Notícias : OMS prevê mais 700 mil mortes por Covid-19 na Europa até março
Enviado por alexandre em 24/11/2021 09:10:00

Projeções da Organização Mundial da Saúde sugerem que 25 países da região europeia correm o risco de registar falta de camas hospitalares

Romênia tem uma das taxas de vacinação mais baixas da Europa, com 36% da população imunizada contra a Covid-19.
Romênia tem uma das taxas de vacinação mais baixas da Europa, com 36% da população imunizada contra a Covid-19. CNN

Da CNN Portugal

A delegação regional da Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou que a pandemia de Covid-19 poderá provocar mais 700 mil mortes só na Europa, até março de 2022, caso a tendência atual se mantenha. O número acumulado de óbitos deverá aumentar de 1,5 para 2 milhões.

As projeções da OMS sugerem que 25 países da região europeia que a organização do sistema das Nações Unidas avalia – composta por 53 Estados da Europa e da Ásia Central – correm o risco de registar falta de camas hospitalares e 49 terão, até março, uma situação de grande ou extrema sobrecarga dos serviços de cuidados intensivos.

“Para conviver com este vírus e continuar com o nosso dia a dia, precisamos ir além da vacina. Isto significa receber as doses padrão [da vacina] e um reforço, se necessário, mas também incorporar medidas preventivas nas nossas rotinas”, afirmou o diretor regional da OMS Europa, Hans Kluge, em comunicado divulgado esta terça-feira.


Entre as medidas, Kluge aponta o uso de máscaras de proteção individual em espaços fechados, a higienização das mãos, a ventilação dos espaços, a manutenção do distanciamento físico ou o hábito de cobrir a boca com o antebraço ao tossir.

Estes gestos ajudam a “evitar tragédias desnecessárias e perdas de vidas”, além de limitarem os transtornos na sociedade, destacou o diretor da OMS Europa.

A organização defende ainda a combinação dessas medidas com intervenções de saúde pública, como a implementação do certificado covid-19 (documento que comprova que a pessoa foi vacinada ou fez um teste com resultado negativo nas 48 horas anteriores), o isolamento de quem tem sintomas, a realização de testes de rastreio e a aplicação de quarentenas.

A região europeia continua muito vulnerável à pandemia, destaca a OMS.

Últimos números pandémicos na Europa preocupam OMS

Na semana passada, o número de mortes diárias duplicou, para as 4.200, e o número de vítimas mortais desde o início da pandemia ultrapassou 1,5 milhões de pessoas, podendo este valor, de acordo com as projeções atuais, crescer para 2,2 milhões até à primavera.

De acordo com o Instituto de Indicadores e Avaliação de Saúde, responsável por fornecer dados à OMS, a covid-19 é atualmente a principal causa de morte na região europeia.

A rápida transmissão do novo coronavírus se deve , segundo a organização, a vários fatores: o domínio da variante Delta (estirpe do coronavírus SARS-CoV-2 mais contagiosa e perigosa), o levantamento das restrições em todos os países, a descida das temperaturas e o consequente aumento de reuniões em espaços fechados e o grande número de pessoas ainda não vacinadas.

Mais de 1.000 milhões de doses foram administradas no continente, onde 53,5% da população total já completou o esquema vacinal, mas o número implica grandes diferenças entre países: enquanto alguns ultrapassam os 80% da população vacinada, outros não chegam aos 10%.

Por isso, a OMS lembra que as vacinas “são fundamentais” para prevenir a forma mais grave da doença e a morte, e alerta que é necessário aumentar as taxas de imunização, tendo em conta que tudo indica que a proteção proporcionada pela vacinação está a diminuir.

“Neste contexto, deve ser dada uma dose de reforço a todos aqueles que são mais vulneráveis, dando prioridade aos imunodeprimidos. Dependendo do contexto nacional de disponibilidade de doses e da situação da epidemia, os países também devem considerar administrá-la aos maiores de 60 anos e aos trabalhadores do setor da saúde”, conclui a OMS.

A Covid-19 já provocou pelo menos 5.156.563 mortes em todo o mundo, entre mais de 257,51 milhões infeções pelo novo coronavírus registadas desde o início da pandemia, segundo o mais recente balanço da agência France-Presse (AFP).

A doença respiratória é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detetado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China, e atualmente com variantes identificadas em vários países.

(Texto traduzido. Leia o original aqui)


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Mais Notícias : Brasil tem 60,8% da população com vacinação completa
Enviado por alexandre em 23/11/2021 08:38:16

O número de pessoas vacinadas com ao menos uma dose contra a covid-19 no Brasil chegou nesta segunda-feira, 22, a 158.049.247, o equivalente a 74,09% da população total. Nas últimas 24 horas, 143.090 pessoas receberam a primeira dose da vacina, de acordo com dados reunidos pelo consórcio de veículos de imprensa junto a secretarias de 26 Estados e Distrito Federal. 

Entre os mais de 158 milhões de vacinados, 129,7 milhões receberam a segunda dose, o que representa 60,8% da população com a imunização completa contra o novo coronavírus. Nas últimas 24 horas, 575.013 pessoas receberam essa dose de reforço. Somando as vacinas de primeira e segunda dose aplicadas, além da terceira de reforço (294.031), o Brasil administrou 1.039.841 doses nesta segunda-feira.

Deringa com dose de vacina da Pfizer contra Covid-19 em Nova York
23/02/2021 REUTERS/Brendan McDermid
Deringa com dose de vacina da Pfizer contra Covid-19 em Nova York 23/02/2021 REUTERS/Brendan McDermid
Foto: Reuters

Em termos proporcionais, São Paulo é o Estado que mais vacinou sua população até aqui: 81,25% dos habitantes receberam ao menos a primeira dose. A porcentagem mais baixa é encontrada em Roraima, onde 52,39% receberam a vacina. Em números absolutos, o maior número de vacinados com a primeira dose está em São Paulo (37,9 milhões), seguido por Minas Gerais (16,2 milhões) e Rio de Janeiro (12,9 milhões).


Estadão

Mais Notícias : Brasil está acima da média global na vacinação contra a Covid-19
Enviado por alexandre em 22/11/2021 08:45:36

Com 60% da população totalmente imunizada contra a Covid-19, o Brasil está acima da média global de imunização que é de 41%. Na última semana, o país ultrapassou o Estados Unidos, que estagnou com 58% da população totalmente vacinada.

Apesar da boa porcentagem e do número de vacinados continuarem subindo, o Brasil segue atrás de países vizinhos como o Chile, que conta com 82% de sua população imunizada, e do Uruguai, com 76%.

/ CNN/Reprodução

Os dados da adesão da população brasileira a vacinação indicam um caminho positivo para o controle do coronavírus. Dos grupos de vacinação que já tiveram a segunda dose disponibilizada, se destacam as pessoas entre 60 e 69 anos, 70 e 79 anos e com mais de 80 anos, com 95%, 94% e 92% deles completamente vacinados, respectivamente.

/ CNN/Reprodução

Até este sábado, o Brasil já aplicou 300.543.741 dosas da vacina contra a Covid-19, seja dose única, segunda dose ou de reforço, segundo levantamento da Agência CNN. Ao todo, 128.685.521 brasileiros já estão completamente imunizados, seja com duas doses ou com dose única da vacina da Janssen.

O Brasil encontra-se na quarta colocação entre os países que aplicam mais doses absolutas no mundo, mas é apenas o 37º quando levado em conta o número de vacinas aplicadas para cada 100 mil habitantes.

 

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