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Saúde : PICARETAGEM
Enviado por alexandre em 06/10/2011 19:08:49



Fraude e corrupção nos cursos de Medicina na Bolívia


Matéria veiculada em site acreano denuncia a facilitação de diplomas e desleixo de parte dos alunos brasileiros

A matéria intitulada “Cursos de medicina na Bolívia: fraude, corrupção e perigo real para a saúde pública brasileira”, publicada ontem no site Ac24horas pelo jornalista Ray Melo, denuncia uma série de fraudes e corrupções que estariam acontecendo em algumas universidades da Bolívia, incluindo o comportamento despreocupado de alunos acreanos que estudam em tais instituições.

A reportagem narra que a realidade nas principais faculdades do país vizinho é a de que quem tem dinheiro para pagar para passar nas provas poderá ter a plena certeza de se formar em medicina e ingressar no mercado acreano, através de apadrinhamento de pessoas influentes do meio político. A cidade de Santa Cruz é tida como paraíso para quem gosta das noitadas de bebedeira e prostituição. Alguns acadêmicos brasileiros estariam lesando a boa-fé dos pais e fraudando provas e avaliações de cursos de medicina.

Ainda segundo o site de notícias, a revalidação de diplomas seria um mero obstáculo para alguns dos fraudadores, que, acostumados com as facilidades proporcionadas pelas propinas, fazem a revalidação pagando generosas quantias em instituições brasileiras. Os rigores que muitos reclamam que existe na revalidação do diploma adquirido em países da América do Sul são facilmente contornados por uma minoria que pode pagar. Segundo informações obtidas pela reportagem do site, pessoas ligadas a faculdades bolivianas teriam contatos no Brasil para agilizar o processo de revalidação.

Ufac mantém método de revalidação por meio do MEC
A Universidade federal do Acre (Ufac) não entra no mérito da discussão sobre a qualidade do ensino nas instituições do país vizinho. Ela adotou há três anos o método de revalidação de diplomas via Ministério da Educação e Cultura (MEC), no qual os alunos formados na Bolívia têm que passar por testes para obter a licença e atuar no Brasil.

O assessor de comunicação da Ufac, João Petrolitano, lembra que a instituição apenas encaminha as inscrições dos candidatos para o concurso nacional, tendo em vista que ela não teria condições estruturais para realizar os testes no Estado, uma vez que o certame exigiria espaço, gastos e corpo docente específicos.

Petrolitano diz ainda que o processo de revalidação dos diplomas dos médicos formados no exterior segue padrão semelhante ao que é realizado pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e outras instituições do país. A presidente do Conselho Regional de Medicina no Acre (CRM), Dilza Terezinha Ribeiro, não foi encontrada na entidade para opinar sobre o assunto.


Autor: UOL

Saúde : VALORIZANDO
Enviado por alexandre em 06/10/2011 15:18:10



SEMSAU promove dia de Interação dos Agentes Comunitários de Saúde

Em comemoração ao dia nacional do Agente Comunitário de Saúde, celebrado todo dia 4 de outubro, a Secretaria Municipal de Saúde de Ouro Preto do Oeste promoveu na última terça-feira um encontro de interação e confraternização entre os agentes de saúde, endemias e demais profissionais do Programa de Saúde da Família do município. O evento aconteceu no clube Tocari e contou com a participação de 140 servidores.

Segundo a Secretaria de Saúde, o objetivo foi promover a interação entre os servidores destacando a importância de cada profissional e eficácia da integração entre as equipes para melhor desenvolvimento das ações de saúde do município. Para tanto, foram realizadas durante todo o dia atividades recreativas voltadas à integração e troca de experiências entre os participantes, além de palestra sobre motivação com o psicólogo Dr. Pedro Paulo.

O prefeito Alex Testoni (PSD) participou da abertura do evento aproveitando a ocasião para parabenizar a todos os profissionais da saúde e reforçar a importância de cada um na administração municipal, além de anunciar novos investimentos ao setor, como a compra de mais equipamentos para o Hospital Municipal, por meio da emenda do Deputado Estadual Jaques Testoni (PSD) no valor de 600 mil, bem como a reforma e ampliação do Centro de Saúde Ana Nery, emenda de 350 mil do deputado estadual Marcelino Tenório (PRP).

Assessoria

Saúde : BOA NOTÍCIA
Enviado por alexandre em 04/10/2011 18:02:00



Hospital São Daniel Comboni será inaugurado neste sábado (08) em Cacoal

Com investimentos superiores a R$ 80 milhões, o prefeito de Cacoal, padre Franco Vialetto (PT) inaugura no sábado (8), com a presença do ministro da Saúde Alexandre Padilha, do governador Confúcio (PMDB) e de outras autoridades, o complexo hospitalar São Daniel Comboni. Localizado numa área privilegiada com 25 mil metros quadrados e em fase final de construção, o complexo está pronto entrar em funcionamento imediatamente.
Complexo hospitalar moderno será inaugurado no sábado
No inicio de 2004, sentindo a necessidade de um hospital com estrutura para atender a população carente de Cacoal e região, o padre Franco Vialetto, convocou a sociedade local propondo a criação da Associação Assistencial a Saúde São Daniel Comboni. Neste sábado às 9h, o padre e os dirigentes da Associação esperam receber para a inauguração, entre amigos e
Quadro
Todo o quadro de profissionais, incluindo médicos e técnicos para exames laboratoriais estão completos. Tratamento de hemodiálise e centro especializado em odontologia, quimioterapia e radioterapia, já estão prontos para entrar em funcionamento. Até o final do ano conforme explica o padre Franco Vialetto, estará funcionando o centro de cirurgia oncológica, cardíaca e o centro de unidade de tratamento intensivo.
Com equipamentos de última geração, o complexo hospitalar São Daniel Comboni terá a disposição entre 160 a 200 leitos, servindo como referência para Rondônia, principalmente no tratamento do câncer.
Apoio e recursos
Padre Franco lembra que para levantar e colocar em funcionamento este complexo hospitalar, buscou recursos e ajuda junto a Ongs na Itália, assim como teve o apoio da população daquele município e do governador Confúcio Moura, que agora está liberando recursos da ordem de R$ 5 milhões. “O povo de Cacoal colaborou, fez bingo, festa e leilões, tudo porque acreditou no sonho de se construir um bom hospital para servir ao Estado”, frisou o padre Franco Vialtto.
Ele considera que o bom relacionamento existente entre administração municipal e o governo de Rondônia, poderá surgir parcerias importantes na área de saúde.

DECOM

Saúde : CAOS
Enviado por alexandre em 30/09/2011 20:18:06



UTI improvisada do JP II resulta em três mortes em menos de 48 horas

Comentários, boatos e por fim informações verídicas das péssimas condições de infra-estrutura do Pronto Socorro João Paulo II estão vindo ao conhecimento da sociedade rondoniense
Imagens que contradizem com a reportagem do Jornal Nacional, que teve a cara de pau de anunciar que tinham resolvido o problema da saúde de Rondônia após a visita do JN no AR. Uma balela, um engodo, uma grande mentira a nível nacional.
Na época, o governador de Rondônia e médico Confúcio Moura (PMDB), concedeu entrevista a emissora de TV mostrando a situação caótica e ressaltando os problemas deixados pelo antigo governo. Disse que as melhorias estavam por vir. Se a saúde no João Paulo II estava precária no início desde ano, neste segundo semestre está pior. Também não existe para o engodo chamado JN no AR voltar para o “João Paulo II”
No último dia (28), o Presidente do SIMERO (Sindicato dos Médicos de Rondônia), Rodrigo Almeida Souza, registrou o boletim de ocorrência n°11E1004007598 no 4° Delegacia da Polícia Civil em Porto Velho e relatou no histórico que haviam nove pacientes entre a vida e a morte aguardando uma vaga na UTI do Pronto Socorro João Paulo II, em uma sala improvisada sem monitores que indicam a freqüência dos batimentos cardíacos e respiração de cada paciente, o sistema de refrigeração da sala é por ventilação mecânica, ou seja, precária.
Em menos de 24h, dois dos nove pacientes que estavam em espera morreram na UTI improvisada do Pronto Socorro João Paulo II. Na madrugada desta sexta-feira (30), mais um paciente foi vítima da calamidade da saúde do Estado de Rondônia. Em 48h, três mortes dentro da unidade de saúde de grande porte. De acordo com o SIMERO, o Ministério Público Estadual tem conhecimento da precariedade do hospital.
Para o Presidente do SIMERO, Rodrigo Almeida, a saúde deve ser respeita, pois todos da sociedade rondoniense estão suscetíveis a ir para o Pronto Socorro João Paulo II, pois uma unidade de saúde de grande porte não pode ser tratada de forma desleixada.
OBS: As imagens em alta resolução da UTI estão em poder do Rondoniaovivo e disponível as emissoras de televisão REALMENTE comprometidas com a comunidade.

Saúde : VACINA
Enviado por alexandre em 28/09/2011 09:09:59



Vacina contra o HIV deixa cientistas otimistas


Após décadas de esperanças frustradas, os desenvolvedores de vacinas contra o HIV estão se permitindo uma cautelosa atitude otimista. Em conferência realizada em Bancoc, na Tailândia, cientistas relataram indícios moleculares que ajudam a explicar o primeiro sucesso de um teste da vacina em humanos. O resultado pode indicar o caminho para a produção de mais vacinas no futuro.

”É possível afirmar que este foi até agora o experimento mais bem-sucedido’’, afirma Adriano Boasso, imunologista do Imperial College de Londres.


O estudo analisou amostras clínicas de um teste da vacina RV144 realizado anteriormente com mais de 16 mil pessoas. Em 2009, três anos após a aplicação da vacina, os cientistas relataram que, para os voluntários que receberam a vacina, a probabilidade de contrair a doença diminuiu 30 por cento em relação aos que receberam placebo.

Os resultados modestos marcaram o primeiro sucesso de um teste da vacina em humanos – dois anos após o notório fracasso da vacina produzida pelo laboratório farmacêutico Merck. Porém, o teste da Tailândia também deixou os pesquisadores intrigados.

Maior do que a soma das partes O regime de vacinação consistia em dois componentes que fracassaram quando sozinhos: a vacina primária ALVAC-HIV (vCP1521), que continha diversas proteínas do HIV, seguida da vacina de reforço AIDSVAX, feita de uma proteína da superfície do HIV. A primeira foi produzida pelo laboratório Sanofi-Pasteur, de Lyon, na França, e a segunda, pelo australiano VaxGen, de Brisbane. Contudo, duas das três medições usadas pelos pesquisadores para determinar se a vacina prevenia a infecção por HIV não revelaram diferenças que alcançassem significância estatística entre vacinados e o grupo de controle. No último estudo, os pesquisadores formaram uma equipe para examinar o sangue dos voluntários em busca de indicadores imunológicos diferentes das 41 pessoas que receberam a vacina e contraíram HIV em comparação com as 205 pessoas que não contraíram o vírus. A pesquisa foi realizada pela Universidade de Mahidol, em Bancoc, e pelo Programa de Pesquisas do HIV das Forças Armadas Americanas, em Washington.

A investigação não foi concluída. Até o momento, porém, a equipe descobriu dois indícios moleculares que explicam porque para algumas pessoas a vacina preveniu contra o HIV, mas para outras não. Para os voluntários cujo sangue continha um anticorpo em forma Y denominado imunoglobulina G (IgG), que reconhece uma parte do envelope externo do HIV, denominada laço V2, a possibilidade de contrair o vírus era 43 por cento menor do que para os indivíduos cujos sistemas imunológicos não produziam esses anticorpos.

Entretanto, os participantes que produziram grandes quantidades de outro tipo de anticorpo, denominado IgA, que reconhece diferentes partes do envelope do HIV, evoluíram desfavoravelmente no teste – a probabilidade de infecção era 54 por cento maior em comparação às pessoas que produziam esses anticorpos. Contudo, essa reação imunológica não tornava as pessoas mais suscetíveis de contrair o vírus do que os participantes que receberam o placebo.

Os pesquisadores ainda estão estudando esses resultados. Segundo Nelson Michael, diretor do Programa de Pesquisas em HIV das Forças Armadas, os resultados reasseguraram que a vacina protegeu alguns dos participantes do HIV e que o sucesso não significou um acaso estatístico. “Isso proporciona credibilidade biológica aos resultados da pesquisa inicial’’, afirma. ”Isso sugere que os resultados da pesquisa com a RV144 estava relacionado à vacinação’’.

O caminho a seguir Segundo Barton Haynes, diretor do Instituto de Vacinação Humana de Duke, em Durham, na Carolina do Norte, que coordenou o estudo de acompanhamento, afirmou em entrevista coletiva à imprensa que os resultados gerariam hipóteses para outros estudos. ”O que temos no momento são pistas que ajudam explicar porque a vacina funcionou. Nós não obtivemos resultados assim nos últimos 30 anos. Ele é muito importante para esse campo de investigação’’. Os pesquisadores já estão planejando verificar se anticorpos como os encontrados nos participantes exercem o mesmo efeito em primatas infectados com um vírus análogo ao HIV. Esses experimentos determinarão se as respostas imunológicas são responsáveis pelo sucesso ou fracasso da vacina em determinadas pessoas ou se estão apenas ligadas a fatores subjacentes.

Em última análise, segundo Michael, as novas descobertas devem servir de orientação para pesquisas futuras e para o desenvolvimento de vacinas. A equipe está planejando realizar testes de acompanhamento de uma vacina semelhante com homossexuais masculinos da Tailândia – um grupo em elevado risco de contrair o vírus – bem como pesquisas na África do Sul, que necessitarão de vacinas que identifiquem um subtipo diferente do HIV.

Com base nos últimos resultados, é possível que essas novas vacinas sejam remodeladas para estimular a produção de anticorpos IgG, que reconhecem o laço V2 do HIV, afirma Michael. ”Com certeza, essa pesquisa precisará do empenho de muitas pessoas, o que é positivo’’, afirma.

Outra pesquisa apresentada em Bancoc apoia a teoria de que atacar o V2 pode ser uma forma de combater o HIV. Segundo Michael, os vírus coletados dos participantes da pesquisa com a RV144 que contraíram o HIV possuem mutações nesta região, o que sugere que o laço V2 estava sendo atacado pelo sistema imunológico. Nesse meio tempo, foram realizados testes de uma vacina em macacos. Os animais que produziam os anticorpos que identificam o V2 estavam menos propensos a morrer em consequência do SIV, vírus da imunodeficiência que afeta macacos.

Segundo Dan Barouch, imunologista da Escola de Medicina de Harvard, em Boston, que liderou o estudo com os macacos, ter observado reações imunológicas semelhantes em humanos e macacos que receberam vacinas diferentes forneceu garantias de que vale a pena pesquisar o laço V2. Porém, ele afirma que os pesquisadores não devem parar de procurar outras frestas na armadura do vírus.

Por exemplo, Wayne Koff, vice-presidente sênior de pesquisa e desenvolvimento da Iniciativa Internacional de Vacinas contra a Aids, com sede em Nova York, aponta os anticorpos neutralizadores do vírus obtidos de pacientes infectados com o HIV de forma crônica como outra estimulante direção a seguir para a produção de vacinas. ”Este é um período de renascimento para o desenvolvimento de vacinas contra o HIV’’, afirma.





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