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Saúde : AGENTE DE SAÚDE
Enviado por alexandre em 24/09/2011 21:01:21



Governador reafirma apoio a agentes comunitários de saúde em Ji-Parana

Os cerca de 250 mil agentes comunitários de saúde em comunidades rurais ou urbanas da país estão reivindicando a regulamentação e piso de dois salários e benefícios em todo o território nacional. Aproximadamente 500 profissionais destes estiveram, na sexta-feira (23), em Ji-Paraná, no auditório do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia (IFRO), para debater o assunto.

No início de junho, por meio de comissão especial instituída pela Câmara Federal, o deputado federal Padre Ton teve requerimento aprovado para debater o projeto de lei n 7495 de 2006 que trata de regulamentar artigos da constituição e instituir o piso salarial nacional dos agentes comunitários de saúde e agentes de combate as endemias.

Os agentes de saúde estão presentes nos 52 municípios de Rondônia, sendo 3.012 no total. O Ministério da Saúde repassa R$ 750 para cada agente através de portaria, pois em muitos municípios alguns profissionais recebem menos que um salário e as prefeituras eventualmente complementam a diferença.

Padre Tom diz que “o projeto para instituir o piso salarial da categoria tramita há bastante tempo na câmara e agora seminários e reuniões estão sendo realizadas em todo o país pra subsidiar o relatório, porém há divergências com o Ministério da Saúde em relação ao piso”.

O governador Confúcio Moura, que esteve presente para debater a regulamentação e manifestar seu apoio para com a categoria, reafirmou seu compromisso e reconheceu a importância destes profissionais para a saúde publica preventiva.

"Esta é uma reunião histórica. Ainda na campanha manifestei apoio à categoria dos agentes. Entre os itens solicitados, como materiais e equipamentos de trabalho, apoio a congressos e eventos, acesso a educação superior, já adianto o irrestrito apoio do Governo. E, com uma gestão moralizante, economizaremos recursos para ajudar na complementação salarial”, finalizou o governador sob aplausos dos agentes.

Também estiveram presentes na reunião os deputados federais Marinha Raupp e Nilton Capixaba, o deputado estadual Adelino Follador, Laerte Gomes, representando a Associação Rondoniense de Municípios (AROM), o secretário de Saúde Orlando Ramires, o secretário Regional Romildo Pereira, subchefe da Casa Civil Edvaldo Soares, Joel Sena, representando a Federação dos Agendes de Saúde de Rondônia, Gilmara Rabelo, do Sindicato Estadual dos Agentes de Saúde e o relator do processo, deputado Domingos Dutra, do Maranhão

decom

Saúde : TOXOPLASMOSE
Enviado por alexandre em 14/09/2011 15:23:57



Surto de toxoplasmose: Médico orienta população e descarta epidemia da doença em Ouro Preto

O médico Álvaro Hoffmann (foto) que atende na rede pública de Saúde de Ouro Preto do Oeste, descartou uma epidemia da doença Toxoplasmose que acometeu um número significativo de pessoas nos últimos dias na região. O médico confirmou que foram feitos exames em alguns pacientes e o resultado foi positivo, mas que as medidas cabíveis já estão sendo adotadas para impedir a proliferação da doença.

Os possíveis casos de toxoplasmose no município começaram a surgir após um caminhão Ford Cargo, cor prata, placas BMF- Rolim de Moura, ao desviar da fiscalização da balança do DNIT na BR 364 zona rural de Ouro Preto, caiu dentro do Rio Boa Vista que abastece a cidade. Na época (30/07), o motorista do caminhão disse que a carga era de sal para gado, mas logo descobriu que o pesado veiculo carregava foragem de aves o que pode ter originado a contaminação da água que é consumida pela população.

Segundo explicação clinica do médico Álvaro Hoffmann a toxoplasmose é hoje uma doença comum tratada de forma cotidiana no pré-natal de todas as grávidas e sua transmissão se dar por contato com gatos e aves. De acordo com o médico a toxoplasmose “é transmitida por quaisquer alimentos crus contaminados” pelos cistos do protozoário, presentes nas fezes de alguns animais.

O principal transmissor é o gato (hospedeiro final). Há também a transmissão intra-uterina, quando a gestante contamina o feto: a toxoplasmose congênita; caso preocupante.

“Em sua forma mais comum, a doença causa febre, dor de cabeça e surgimento de gânglios. Pode também crescer um pouco o fígado ou o baço. Na forma aguda, pode vir acompanhada de pneumonia e miocardite”, orienta o médico que acrescentou – Os pacientes diagnosticados estão sendo tratados e não há risco de contagio ente humano-

Em todos os casos, o médico Álvaro Hoffmann diz que a melhor forma de tratamento é o preventivo. Procedimentos simples de higiene reduzem drasticamente os riscos de contaminação. Consumir apenas carnes bem cozidas, lavar muito bem frutas, verduras e legumes antes de ingeri-los, evitar a presença de animais domésticos, especialmente gatos, dentro da residência são alguns dos procedimentos básicos.
Os laboratórios de análises clínicas da cidade irão enviar relatório com número de casos e áreas onde vivem os infectados pela doença.

Autor: Alexandre Araujo/ouropretoonline.com

Saúde : CAOS NA SAÚDE
Enviado por alexandre em 08/09/2011 12:44:59



Greve de médicos para atendimento em Cacoal

Desde segunda-feira, greve de médicos de várias especialidades que atendem nos hospitais Unidade Mista e Materno Infantil – principais Unidades de prontoatendimento do pólo de Cacoal causa transtornos à população que dependende do serviço público de saúde. Apenas atendimentos de urgência e emergência são realizados.

Na manhã dessta terça-feira, havia gestantes à espera de atendimento no hospital Materno Infantil, por exemplo, sem previsão de retorno. A situação é ainda mais crítica no hospital Unidade Mista que atende com ambulatório, pronto-socorro, ortopedia e várias outras especialidades. Atualmente 66 médicos atendem nos hospitais e Unidades Básicas, e não há ainda um número oficial dos que aderiram a paralização. Na porta dos hospitais o clima era de revolta e hostilidade. A dona de Casa Elisa Lisa, grávida de seis meses, se mostrou indignada com a situação, “não condeno os médicos que dizem ganhar mal, mas também acho um absurdo deixarem a gente sem atendimento”, desabafou. Um senhor de idade que mal conseguia falar seria atendido logo pela manhã, Jovino de Augusto dos Anjos estava acompanhado da filha, que reclamou da situação.

“A gente veio de longe, do sítio buscar atendimento aqui, quando não é uma coisa é outra”, reclamou a jovem, se referindo a demora habitual no atendimento. “Meu pai tem 80 anos e toda vez espera de duas a três horas pra ser atendido aqui”, contou. O salário pago aos municípios em Cacoal fica entre R$ 5 mil e R$ 7 mil.

SEM DADOS

Conforme o prefeito Franco Vialeto informou alguns municípios pagam mais de R$ 10 mil aos médicos. O secretário de Saúde Antônio Masioli disse que as negociações são em cima de gratificações, que chegam a R$ 2 mil – além do salário base mencionado acima - porém ainda não houve acordo. O secretário destacou que o trabalho em sistema de plantão possibilita gratificações, no entanto a falta de médicos nos hospitais é um problema anterior a greve. “Nós temos médicos que pediram demissão do Materno Infantil, médicos que estão de atestado, então quantos estão em greve não dá para dizer”, disse.

LEGALIDADE

Segundo o secretário, a greve está totalmente fora da legislação que dispõe sobre o tema. “A greve tem que ter toma uma construção, tem que haver proposta de negociação, tem que haver recusa do outro lado, já eles não avisaram nada, não tem número de participantes, sindicato, nada”, disse. Em reunião com a comissão de greve, onde foram discutidas para as reivindicações da categoria, entre elas a revitalização com a pactuação com outros municípios e ativação da comissão de infecção hospitalar, nada foi resolvido e a paralisação deve se estender nesse feriado de Dia da Independência. A maior reclamação dos médicos é quanto a equiparação salarial com Ji-Paraná – onde alguns profissionais ganham até R$ 10.180 na rede pública.

Por: Diário da Amazônia

Saúde : DENGUE
Enviado por alexandre em 02/09/2011 14:35:33



Prefeitura Ouro Preto antecipa ações preventivas de combate a Dengue
Com o início do período chuvoso se aproximando, a Prefeitura de Ouro Preto do Oeste, por meio da Secretaria Municipal de Saúde - SEMSAU, dará início na próxima segunda-feira (5) as ações intensivas de combate e prevenção a dengue. As estratégias de trabalho foram definidas na última terça-feira (30), em reunião realizada pelo assessor especial da prefeitura, Antonio Zenildo, com a equipe de endemias do município e da Divisão Regional de Ji-Paraná.

As ações se darão em conjunto com o governo do Estado, através da Delegacia Regional de Saúde e AGEVISA (Agência Estadual de Vigilância em Saúde) e envolvem: controle do vetor por meio de agentes químicos e fumacê, intensificação das ações educativas durante as visitas domiciliares dos Agentes Comunitários de Saúde, identificação dos focos e notificação ao Departamento de Controle e Endemias do município; remoção de lixo com potencial risco de formação de criadouros, dentre outros.

As medidas visam diminuir o índice de infestação predial pelo Aedes aegypti, reduzir a incidência de casos da doença e principalmente conscientizar a população quanto às medidas de prevenção e controle da dengue. As ações vão de encontro ao Plano Municipal de Contingências da Dengue, elaborado pela SEMSAU no início do ano.

De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, desde que a atual administração adotou medidas preventivas de combate a dengue, como a operação cidade limpa, por exemplo, a incidência da doença no município tem diminuído, como mostra os dados do Sistema de Informações de Agravos de Notificação (SINAN). Em 2009, Ouro Preto teve 801 casos suspeitos de dengue, destes, 448 foram confirmados. Em 2010 esses números caíram para 439 suspeitos e 345 confirmados. Já neste ano de 2011houve 51 notificações e apenas 21 casos confirmados até o presente momento.


Localidades de Alto Risco em Ouro Preto

Para o efetivo controle da doença, o município adotou, dentre outras medidas, a realização anual de dois levantamentos de Índice Rápido do Aedes aegypti – LIRA, o qual identifica os bairros com o maior índice de infestação predial, classificando-os como de alto, médio e baixo risco de transmissão.

Com base nas informações geradas pelo último LIRA, os bairros identificados com Alto Risco de infestação predial em Ouro Preto são: Jardim Novo Horizonte, Liberdade, Bandeirantes, Incra e Boa Esperança. Médio Risco: Novo Estado, União e Boa Esperança e Baixo Risco: Nova Ouro Preto, Jardim Bandeirantes, Alvorada, Industrial e Bela Floresta.

Mas a SEMSAU lembra que mesmo os bairros considerados de médio e baixo risco precisam ficar atentos e adotar sempre as medidas de prevenção contra o mosquito transmissor da doença.

Fonte: Naira Ferreira

Foto: Meidson Diorginis

Saúde : Terra do governador
Enviado por alexandre em 27/08/2011 15:55:58



Relatório aponta caos na saúde de Ariquemes, cidade do governador Confúcio Moura



Um relatório apresentado pelo vereador Clovis José (PMDB) ao prefeito de Ariquemes José Márcio Londe Raposo (DEM) e a secretária de Governo Débora Raposo mostra que a saúde do município está um verdadeiro caos. As imagens e entrevistas gravadas em vídeo mostram como é a rotina do Hospital Regional da cidade e das Unidades Básicas de Saúde (UBS’s) do município: corredores lotados, com longas filas para conseguir atendimento.

O cenário é apenas o início do sofrimento de quem depende do serviço público de saúde em Ariquemes. Nas paredes do Hospital Regional do Município os avisos: Faltam profissionais. Aparelhos para realização de exames quebrados. Fila de espera para a realização de exames e consultas com especialistas. “Não estamos sendo bem atendidos. Faltam médicos, exames de ultrassom, ginecologista...a gente sempre tem que esperar até dois meses para conseguir fazer um”, denuncia a dona de casa, Antônia Nascimento. “Nada foi resolvido, como cidadão a gente tem que ficar se humilhando em cada Hospital que passa. Fui ao Regional e não fui atendida porque agora só atendem emergências. Eu espero que o Governo do Estado junto com o município resolva esta situação que está precária para todos”, complementa a promotora de Vendas, Madalena da Costa.

“Sem remédio”

Em todas as unidades de saúde do município, sem exceção, faltam técnicos de enfermagem, enfermeiros, médicos e assistentes administrativos para atender a população. Soma-se a isso, a falta de equipamentos e medicamentos básicos, e pasmem, até material de limpeza.

Segundo os coordenadores de programas de saúde do município, há três meses Ariquemes não recebe remédios para o programa de hipertensão e diabetes e há sete meses os postos de saúde não recebem produtos de limpeza.

A pergunta é: porque os materiais não foram comprados pela Secretaria Municipal de Saúde, se a verba existe e está liberada desde o início do ano? A resposta, ninguém sabe. Ao realizar o levantamento, o vereador Clóvis flagrou um aparelho de ultrasonografia parado há mais de um ano a espera de um técnico. A informação foi confirmada pela diretora da UBS do Setor 9, Edna Machado. “O aparelho ajudaria as gestantes que moram na localidade e com isso, a desafogar o Hospital Regional”, afirma ela.

Na Unidade do bairro mutirão, o aparelho para realização de preventivo está quebrado, a torneira amarrada com uma luva cirúrgica, a água é servida em garrafas reaproveitadas e os pacientes sequer têm onde sentar para esperar o atendimento.

No setor 10 o enfermeiro responsável confirma que este mês a situação chegou aos caos, especialmente com relação à falta de medicamentos. No Centro Odontológico, os aparelhos também não funcionam e em épocas de chuva, é impossível trabalhar por causa das goteiras. O Centro de Internação Domiciliar perdeu a única ambulância que tinha. Na Farmácia Básica também faltam medicamentos, espaço, funcionários e sequer tem um banheiro.

O horror

No pátio do Hospital Regional, uma ambulância está parada há mais de um ano a espera de conserto. Na sala de espera, os pacientes contam o que passam para conseguir atendimento. “Vim aqui umas seis vezes. A fila é enorme. A gente levanta de madrugada, vai ao Posto e também não consegue uma consulta. Estou rodando pra lá e pra cá desde fevereiro e até hoje nada”, diz a dona de casa Cacila de Oliveira que precisa de atendimento com um ortopedista. “Eu estou há quatro meses tentando atendimento”, acrescenta a autônoma Maria Lucia que sofre com um problema sério na coluna.

A falta de estrutura no Hospital Regional de Ariquemes chegou ao horror de transformar os servidores, que também sofrem com o caos na saúde do município, em pacientes. “A grande dificuldade que temos hoje, é a falta de investimentos em equipamentos. Além de baratear o custo dos exames, a aquisição aumentaria a qualidade e agilizaria a prestação de serviços a comunidade. Mas infelizmente não temos tido isso”, lamenta o bioquímico Fabrício Ismarra.

Na lavanderia, uma máquina estragada há anos não recebe reparo adequado. O barulho é ensurdecedor. “Não aparece ninguém pra fazer nada. A máquina está com problema, o que segura ela é uns pedaço de pau”, afirmam as servidoras gerais: Antônia Maria e Valmir Crigas que já estão com problemas de audição por causa do defeito.

Providências

Ao entregar o relatório, o vereador Clovis José explicou que o levantamento foi realizado no mês em que a Câmara esteve em recesso. “A conclusão que chegamos é que a saúde de Ariquemes está de mal a pior e a população está à mercê da sorte”, disse, pedindo que o Governo Municipal utilize os R$ 3,5 milhões em emendas contingenciadas da Assembleia Legislativa do Estado para melhorar a saúde do município. “Tem que melhorar, não podemos ficar nesse descaso e deixar a população nessa situação”, resumiu.

O prefeito Márcio Raposo (DEM) disse que vai se reunir com o secretário de saúde Carlos Alberto Caieiro, administradores e procuradores do município para analisar o relatório “e tomar decisões”. Agradeceu o vereador por ter realizado o trabalho e o entregado ao Executivo.

O prefeito disse ainda que tem conhecimento da maioria dos problemas e garantiu que a situação pode ser melhorada. Entre as primeiras medidas estão as reformas, reparos nas instalações elétricas e aquisição de equipamentos que, segundo ele, poderão ser feitas através dos R$ 3,5 milhões.





Produção: Global Marketing

Redação: Jaqueline Alencar/colaboradora


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