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Política : PROPINEIROS
Enviado por alexandre em 17/05/2017 21:41:56


Temer e Aécio foram gravados pedindo propina, diz jornal O Globo
Dono do frigorífico JBS delata presidente Temer e Aécio Neves


Os donos do frigorífico JBS,o maior do mundo, Joesley Batista e o seu irmão Wesley fecharam um acordo de delação premiada com o Ministério Público Federal, segundo o jornal 'O Globo'. No acordo, os donos do maior frigorífico do mundo incluíram gravações de altas autoridades como o presidente Michel Temer, o presidente do PSDB, Aécio Neves (MG) e o ex-presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

Michel Temer

A acusação mais grave consta contra o presidente Michel Temer. Segundo o jornal, Temer indicou o deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR) para resolver um assunto da J&F (holding que controla a JBS). Depois, Rocha Loures foi filmado pela Polícia Federal recebendo uma mala com R$ 500 mil enviados por Joesley. Temer ouviu de Joesley que estava dando a Eduardo Cunha e ao operador Lúcio Funaro uma mesada na prisão para ficarem calados. Diante da informação, Temer disse: "Tem que manter isso, viu?".

Aécio Neves

Aécio Neves foi gravado, segundo O Globo, pedindo R$ 2 milhões a Joesley. O montante foi entregue a um primo do tucano, o que também foi gravado pela Polícia Federal. A PF rastreou a grana até a conta de uma empresa do senador Zeze Perrella (PSDB-MG).

Eduardo Cunha

O dono da JBS, segundo o jornal O Globo, revelou em sua delação que também pagou R$ 5 milhões para Eduardo Cunha após o ex-deputado ser preso. O valor seria referente a um saldo de propina que o peemedebista tinha com ele. Disse ainda que devia R$ 20 milhões pela tramitação de lei sobre a desoneração tributária do setor de frango, revelou o jornal.


Temer deu aval para compra de silêncio de Cunha


Do O Globo

Na tarde de quarta-feira passada, Joesley Batista e o seu irmão Wesley entraram apressados no STF e seguiram direto para o gabinete do ministro Edson Fachin. Os donos da JBS, a maior produtora de proteína animal do planeta, estavam acompanhados de mais cinco pessoas, todas da empresa. Foram lá para o ato final de uma bomba atômica que explodirá sobre o país — a delação premiada que fizeram, com poder de destruição igual ou maior que a da Odebrecht. Diante de Fachin, a quem cabe homologar a delação, os sete presentes ao encontro confirmaram: tudo o que contaram à Procuradoria-Geral da República em abril foi por livre e espontânea vontade, sem coação.

É uma delação como jamais foi feita na Lava-Jato:

Nela, o presidente Michel Temer foi gravado em um diálogo embaraçoso. Diante de Joesley, Temer indicou o deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR) para resolver um assunto da J&F (holding que controla a JBS). Posteriormente, Rocha Loures foi filmado recebendo uma mala com R$ 500 mil enviados por Joesley. Temer também ouviu do empresário que estava dando a Eduardo Cunha e ao operador Lúcio Funaro uma mesada na prisão para ficarem calados. Diante da informação, Temer incentivou: "Tem que manter isso, viu?".

Aécio Neves foi gravado pedindo R$ 2 milhões a Joesley. O dinheiro foi entregue a um primo do presidente do PSDB, numa cena devidamente filmada pela Polícia Federal. A PF rastreou o caminho dos reais. Descobriu que eles foram depositados numa empresa do senador Zeze Perrella (PSDB-MG).


Joesley relatou também que Guido Mantega era o seu contato com o PT. Era com o ex-ministro da Fazenda de Lula e Dilma Rousseff que o dinheiro de propina era negociado para ser distribuído aos petistas e aliados. Mantega também operava os interesses da JBS no BNDES.

Joesley revelou também que pagou R$ 5 milhões para Eduardo Cunha após sua prisão, valor referente a um saldo de propina que o peemedebista tinha com ele. Disse ainda que devia R$ 20 milhões pela tramitação de lei sobre a desoneração tributária do setor de frango.

Pela primeira vez na Lava-Jato foram feitas "ações controladas", num total de sete. Ou seja, um meio de obtenção de prova em flagrante, mas em que a ação da polícia é adiada para o momento mais oportuno para a investigação. Significa que os diálogos e as entregas de malas (ou mochilas) com dinheiro foram filmadas pela PF. As cédulas tinham seus números de série informados aos procuradores. Como se fosse pouco, as malas ou mochilas estavam com chips para que se pudesse rastrear o caminho dos reais. Nessas ações controladas foram distribuídos cerca de R$ 3 milhões em propinas carimbadas durante todo o mês de abril.

Se a delação da Odebrecht foi negociada durante dez meses e a da OAS se arrasta por mais de um ano, a da JBS foi feita em tempo recorde. No final de março, se iniciaram as conversas. Os depoimentos começaram em abril e na primeira semana de maio já haviam terminado. As tratativas foram feitas pelo diretor jurídico da JBS, Francisco Assis e Silva. Num caso único, aliás, Assis e Silva acabou virando também delator. Nunca antes na história das colaborações um negociador virara delator.

A velocidade supersônica para que a PGR tenha topado a delação tem uma explicação cristalina. O que a turma da JBS (Joesley sobretudo) tinha nas mãos era algo nunca visto pelos procuradores: conversas comprometedoras gravadas pelo próprio Joesley com Temer e Aécio — além de todo um histórico de propinas distribuídas a políticos nos últimos dez anos. Em duas oportunidades em março, o dono da JBS conversou com o presidente e com o senador tucano levando um gravador escondido — arma que já se revelara certeira sob o bolso do paletó de Sérgio Machado, delator que inaugurou a leva de áudios comprometedores. Ressalte-se que essas conversas, delicadas em qualquer época, ocorreram no período mais agudo da Lava-Jato. Nem que fosse por medo, é de se perguntar: como alguém ainda tinha coragem de tratar desses assuntos de forma tão desabrida?

Para que as conversas não vazassem, a PGR adotou um procedimento inusual. Joesley, por exemplo, entrava na garagem da sede da procuradoria dirigindo o próprio carro e subia para a sala de depoimentos sem ser identificado. Assim como os outros delatores.

Ao mesmo tempo em que delatava no Brasil, a JBS mandatou o escritório de advocacia Trench, Rossi e Watanabe para tentar um acordo de leniência com o Departamento de Justiça dos EUA (DoJ). Fechá-lo é fundamental para o futuro do grupo dos irmãos Batista. A JBS tem 56 fábricas nos EUA, onde lidera o mercado de suínos, frangos e o de bovinos. Precisa também fazer um IPO (abertura de capital) da JBS Foods na Bolsa de Nova York.

Pelo que foi homologado por Fachin, os sete delatores não serão presos e nem usarão tornozeleiras eletrônicas. Será paga uma multa de R$ 225 milhões para livrá-los das operações Greenfield e Lava-Jato que investigam a JBS há dois anos. Essa conta pode aumentar quando (e se) a leniência com o DoJ for assinada.

Temer sobre pagamento a Cunha: ‘Tem que manter isso, viu?’



“Tem que manter isso, viu?”, disse o presidente Michel Temer (PMDB) sobre mesada milionária ao ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB), segundo revelou o executivo Joesley Batista, do Grupo JBS. A informação foi revelada com exclusividade pelo jornalista Lauro Jardim, no site do jornal O Globo.

Joesley diz ter gravado conversa com Temer na noite de 7 de março durante reunião de cerca de 40 minutos no Palácio do Jaburu.

O executivo disse que comentou detalhes com o presidente da mesada também paga ao lobista Lúcio Funaro, antigo aliado de Cunha. Os dois estão presos – o ex-deputado pegou 15 anos e quatro meses de condenação imposta pelo juiz federal Sérgio Moro; o lobista está custodiado preventivamente em Brasília.

Em depoimento aos procuradores da força-tarefa da Lava Jato, Joesley disse que “não foi” Temer quem determinou a mesada a Eduardo Cunha. Mas ele afirma que o presidente “tinha pleno conhecimento” da operação pelo silêncio do peemedebista.

Os pagamentos ilícitos foram monitorados pela Polícia Federal. O procedimento é denominado “ação controlada” – com autorização judicial, agentes seguem os alvos, fazem filmagens e gravações ambientais.

Um repasse filmado foi de R$ 400 mil para uma irmã de Funaro, Roberta.

Rede protocola pedido de impeachment de Temer



O deputado Alessandro Molon (Rede-RJ) protocolou na Secretaria-geral da Mesa da Câmara dos Deputados pedido de impeachment contra o presidente Michel Temer (PMDB).

Segundo reportagem do jornal O GLOBO, Temer deu aval para que repasses de dinheiro fossem feitas para comprar o silêncio do ex-presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

Um ex-assessor de Temer, o atual deputado federal Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR), aparece em imagens gravadas pela Polícia Federal recebendo uma mala com 500.000 reais.

“A espinha dorsal do governo foi quebrada hoje. O governo acabou”, disse o autor do pedido de impeachment. Cabe agora ao presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), dar seguimento ao processo de impeachment.

Planalto divulga nota negando comprometimento de Temer



Leia abaixo a íntegra da nota divulgada na noite desta quarta-feira (17) pelo Palácio do Planalto sobre a reportagem do jornal "O Globo" segundo a qual o empresário Joesley Batista entregou ao Ministério Público Federal áudio no qual foi discutida a compra do silêncio do deputado cassado Eduardo Cunha.

NOTA À IMPRENSA

O presidente Michel Temer jamais solicitou pagamentos para obter o silêncio do ex-deputado Eduardo Cunha. Não participou e nem autorizou qualquer movimento com o objetivo de evitar delação ou colaboração com a Justiça pelo ex-parlamentar.

O encontro com o empresário Joesley Batista ocorreu no começo de março, no Palácio do Jaburu, mas não houve no diálogo nada que comprometesse a conduta do presidente da República.

O presidente defende ampla e profunda investigação para apurar todas as denúncias veiculadas pela imprensa, com a responsabilização dos eventuais envolvidos em quaisquer ilícitos que venham a ser comprovados.

Política : BELA PIZZA
Enviado por alexandre em 17/05/2017 08:31:05


O TSE deve matar no peito

O ministro Gilmar Mendes e o relator da ação contra a chapa Dilma-Temer, Herman Benjamin

Bernardo Mello Franco - Folha de S.Paulo

O Natal vai cair em dezembro, um artista famoso vai morrer este ano e o TSE vai salvar Michel Temer. As três profecias acima andam com a mesma cotação em Brasília. Apesar da enxurrada de provas de caixa dois na campanha de 2014, não há mais quem acredite na hipótese de o presidente vir a ser cassado pela Justiça Eleitoral.

O processo contra a chapa Dilma-Temer se arrasta há quase dois anos e meio. Enquanto esteve no cargo, a petista fez de tudo para adiá-lo. Depois do impeachment, o peemedebista assumiu a tarefa com gosto.

No último capítulo da novela, o TSE decidiu que não estava pronto para decidir. A corte deu mais prazo para as defesas e o ministro Gilmar Mendes parou o julgamento sem marcar data para retomá-lo. Com ar atarefado, informou que teria compromissos inadiáveis no exterior.

Depois de dois giros pela Europa, Gilmar encontrou uma brecha para bater ponto no tribunal. Ele marcou a reabertura do caso para o próximo dia 6. O último capítulo da novela ainda não está escrito, mas quem acompanha a trama de perto já sabe que Temer ganhará um final feliz.

No último mês, o presidente trocou dois dos sete ministros que vão julgá-lo. O Planalto passou a considerar certos os votos de Admar Gonzaga e Tarcísio Vieira. O raciocínio também vale para Gilmar, o juiz que vai decidir o futuro do presidente e não vê problema em viajar no avião presidencial. Com três votos na manga, Temer só precisaria de mais um. Seus aliados contam com dois: de Luiz Fux e Napoleão Nunes Filho.

Se Brasília não for atingida por um raio capaz de mudar este roteiro, restará saber de que forma o TSE vai "matar no peito" o julgamento. Há duas alternativas na mesa: o tribunal manda o processo para o arquivo ou aceita a tese de separação da chapa. Se a última opção prevalecer, o caso terminará de forma inusitada: o tribunal vai salvar o presidente e declarar a cassação da antecessora —que já foi cassada há um ano

Política : DIGA NĂO
Enviado por alexandre em 17/05/2017 01:28:31


Denunciar caso de abuso sexual contra criança e adolescente é tema de palestra
A denúncia de casos envolvendo abusos sexual contra crianças e adolescentes pode evitar transtornos psicológicos graves dessas vítimas e, ainda, punir pessoas que cometem esse tipo de crime. O 18 de maio é lembrado pelo Dia Nacional de Combate ao Abuso e Exploração Sexual Infanto-juvenil e, como preparativo para a data a Secretaria Executiva Regional de Governo polo IV, promoveu para os alunos e educadores da Escola Estadual Altamir Billy do município de Urupá uma palestra com o psicólogo-clinico Pedro Paulo de Carvalho voltado ao tema em questão.
Casos, como violência, abuso sexual, bullying, violência escolar, violência doméstica, drogas, pedofilia, entre outros assuntos que podem interferir dentro da unidade de ensino, na família e na comunidade foram o mote das palestras que ocorreram nos períodos da manhã e tarde com a participação de aproximadamente 450 pessoas alunos e educadores.

“No abuso sexual as questões econômicas são incidentes, mas não determinantes. Não existe um perfil do abusador. Atingem todas as classes sociais, econômicas, ocupação profissional, condição sexual, concepção religiosa”, assim definiu o palestrante para o público que lotou o espaço. Durante a palestra, o psicólogo Pedro Paulo, apresentou também dados que contextualizam o enfrentamento à violência sexual infanto-juvenil. “Estima-se que apenas 10% dos casos sejam conhecidos pelas autoridades públicas. Dos agressores, 65% são da família”.

Diferença entre Abuso e Exploração Sexual

O abuso sexual envolve contato sexual entre uma criança ou adolescente e um adulto ou pessoa significativamente mais velha e poderosa. As crianças, pelo seu estágio de desenvolvimento, não são capazes de entender o contato sexual ou resistir a ele, e podem ser psicológica ou socialmente dependentes do ofensor. O abuso acontece quando o adulto utiliza o corpo de uma criança ou adolescente para sua satisfação sexual. Já a exploração sexual é quando se paga para ter sexo com a pessoa de idade inferior a 18 anos. As duas situações são crimes de violência sexual. Nos casos de denúncia, Disque 100.

“O tema é sério e relevante. Gostaria que não tivéssemos esse problema, mas como ele existe, temos que enfrentar. As crianças precisam ser protegidas pelos adultos e qualquer abuso precisa ser denunciado”, disse a secretária de Governo Maria Araujo de Oliveira que no ato representou o governador do Estado Confúcio Moura. A secretária agradeceu a presença de todos e disse que o momento para discutir a violência contra as crianças deve ser constante. Parabenizou a equipe da Secretaria Municipal de Ação Social na pessoa da titular da pasta a primeira dama Célia Lang, o Conselho Tutelar e toda equipe da Escola Estadual Altamir Billy na pessoa da diretora Pilar Delgado Barbosa e ao mesmo tempo na sua fala lamentou que essa violência ainda seja uma realidade. Segundo ela, as ações conclamam a sociedade para agregar esforços e não deixar os agressores impunes.

No dia 18 de maio de 1973, uma menina de 8 anos foi sequestrada, violentada e cruelmente assassinada no Espírito Santo. Seu corpo apareceu seis dias depois carbonizado e os seus agressores, jovens de classe média alta, nunca foram punidos. A data ficou instituída como o “Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes” a partir da aprovação da Lei Federal nº. 9.970/2000. O “Caso Araceli”, como ficou conhecido, ocorreu há quase 40 anos, mas, infelizmente, situações absurdas como essa ainda se repetem. Todos os anos, o Comitê Nacional de Enfrentamento à Violência Sexual realiza a campanha “Faça Bonito, Proteja nossas Crianças e Adolescentes”, com o objetivo de mobilizar a sociedade.

Denuncie

Se você tem conhecimento de algum caso de abuso sexual infanto-juvenil, faça sua denúncia. Sua colaboração é fundamental para que crimes como este, que deixam marcas incuráveis nas vítimas, não aconteçam. Por tanto, denuncie, DISQUE 100. Outra opção é procurar órgãos como: Polícia Militar através do 190, Delegacia de Polícia Civil e Conselho Tutelar do seu município.
















Fonte

Texto: Alexandre Araujo

Fotos: Alexandre Araujo

Secom – Governo de Rondônia


Política : TRABALHO
Enviado por alexandre em 16/05/2017 14:57:45




Deputado Marcelino Tenório entrega ensiladeira à Associação de Ouro Preto do Oeste
O deputado ressaltou a importância do implemento para o aumento na produção de leite durante o período de estiagem.

Deputado Marcelino entrega ensiladeira à Associação de Ouro Preto do Oeste

Mais uma associação do estado de Rondônia é contemplada com implementos agrícolas através de emenda parlamentar do deputado estadual Marcelino Tenório (PRP). A entrega do equipamento foi realizada na manhã deste último domingo (14), na sede da Associação dos Produtores de Leite da Linha 203 (Asprol), localizada na zona rural da Estância Turística de Ouro Preto do Oeste.

Na presença do presidente da Asprol, Joaquim Viana, do vice-presidente Pedro Vei e dos demais associados, além dos vereadores Serginho Castilho (PRP) e Celso Coelho (PRP), o deputado realizou a entrega de uma ensiladeira adquirida através de sua emenda parlamentar, ao custo de R$ 22.450,00.

Marcelino, durante a solenidade, ressaltou a importância desse implemento para o fomento da produção de leite dos associados, além do fortalecimento da economia local. “Com este equipamento, os produtores rurais poderão produzir a silagem e a armazenar para o período de estiagem. E o gado leiteiro, com esse tipo de alimento, irá produzir mais leite. Com isso, a produção aumenta e a renda do produtor fica maior”, destacou o parlamentar.

ASCOM

Política : LAVA JATO
Enviado por alexandre em 16/05/2017 00:47:13


Documentos e agenda da OAS provam obras no tríplex e no sítio de Lula
OAS entrega a Moro comprovantes de despesas no tríplex e sítio


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O juiz Sérgio Moro recebeu nesta segunda-feira (15) uma série de documentos que, comprovam a execução de obras no apartamento triplex 164-a do edifício Solaris, no Guarujá, litoral paulista, e em um sítio em Atibaia, no interior de São Paulo, pertencentes ao ex-presidente Lula. Os documentos foram entregues pelos advogados do ex-presidente da OAS, José Aldemário Pinheiro Filho, conhecido como Léo Pinheiro.

As obras fazem parte de um processo em que o ex-presidente é acusado pelo Ministério Público Federal (MPF) de receber propina da empreiteira. Também foram anexadas cópias de uma agenda eletrônica de celular onde, segundo os advogados, há registros de supostos encontros de Léo Pinheiro com o ex-presidente Lula, com o presidente do Instituto Lula, Paulo Okamotto e com o ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto. Há, ainda, cópias de mensagens de texto e emails.

O documento onde, conforme os advogados, constam as reformas no sítio e no apartamento é uma análise de custos de obras conduzidas pela OAS. A cópia do documento data de outubro de 2014. Léo Pinheiro foi preso pela primeira vez um mês depois da realização desse levantamento pela empresa.

O balanço não aponta valores que foram pagos em cada obra. No entanto, chama a atenção o fato de que a reforma do sítio, na versão dos advogados de Léo Pinheiro, consta como custo da construção de um condomínio no bairro Moóca, em São Paulo.

diário do poder

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