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Política : FUTURO
Enviado por alexandre em 19/01/2018 00:40:22


Outdoors em Porto Alegre pedem ‘Lula na cadeia’ a partir do dia 24
Campanha é assinada pelos movimentos MBL-RS e Vem Pra Rua

Os outdoors apresentam a imagem de Lula como presidiário, no estilo do Pixuleco (Foto: Reprodução)

Cerca de 30 outdoors com dizeres pedindo “Lula na cadeia” foram instalados em avenidas de grande circulação de Porto Alegre e outras cidades da região metropolitana. Os cartazes são assinados pelo Movimento Brasil Livre (MBL) e pelo Vem Pra Rua. Iria Cabreira, uma das coordenadoras do Vem Pra Rua no Rio Grande do Sul, explica que a campanha é um ato de apoio ao Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), “que tem cumprido o seu papel”. Lula será julgado pelo TRF4 no caso do triplex do Guarujá na próxima quarta-feira, 24.

“Temos visto ataques ao trabalho da Justiça e apoio incondicional ao Lula, que já foi condenado em primeira instância. Precisamos mostrar que a população não está conivente com os crimes de corrupção, que o cidadão comum, que está trabalhando e lutando pela sua subsistência quer, sim, acabar com a corrupção e apoia, se for o caso, condenação, prisão, o que for, de qualquer um. Ninguém pode estar acima da lei”, diz Cabreira.

Os outdoors apresentam a imagem de Lula como presidiário, no estilo do Pixuleco, o boneco inflável que ficou conhecido em protestos contra Lula e Dilma. Ao lado, há uma silhueta com o convite: “faça sua selfie aqui”. A ideia era que as pessoas manifestassem seu apoio nas redes sociais, mas o movimento tem dificuldades para mensurar o sucesso da campanha, segundo Cabreira: “Muita gente não compartilha ou tira foto de dentro dos carros, já que em muitas avenidas não é fácil de parar”.

A coordenadora afirma que uma vaquinha foi feita para suprir as despesas com a instalação dos outdoors, porém não informa o valor arrecadado. “Cada um de nós acaba doando, além do tempo, valores para as ações”, resume. O movimento Vem Pra Rua prepara um ato para a próxima terça, 23, véspera do julgamento de Lula no TRF4. O ponto de encontro será o Parque Moinhos de Vento, o Parcão, local já tradicional das manifestações contra Lula e Dilma em Porto Alegre. O evento no Facebook que convoca para o ato, a partir das 18h, tem menos de uma centena de confirmações.

“Vai ser um evento pequeno, já que consideramos e avaliamos que um evento grande poderia implicar questões de segurança. Será um ato de apoio ao TRF4 e à Justiça, para que continuem fazendo o seu trabalho e que não se tolere ameaças ou intimidações”, explica Cabreira.

DIÁRIO DO PODER

Política : TENSÃO EM ALTA
Enviado por alexandre em 17/01/2018 22:59:19


Polícia teme que o PT ‘produza’ um cadáver dia 24
Autoridades estão preocupadas com incitação à violência do PT

Polícia sabe que 'fabricação' de cadáver é recurso recomendado pelos manuais de agitação política.

Autoridades de segurança estão prevenidas sobre a forte possibilidade de o PT promover manifestações violentas, no próximo dia 24, o “dia de fúria” contra a Justiça, provocando policiais gaúchos a tentar “produzir um cadáver”. Só a comoção provocada por uma morte, na concepção de porraloucas petistas, poderia inibir a condenação de Lula por corrupção no Tribunal Regional Federal da 4ª Região, de Porto Alegre. A informação é do colunista Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

As forças de segurança estão cientes de que os manuais de agitação e propaganda preconizam a fabricação de cadáver, em casos extremos. “Tudo o que o PT mais deseja, na situação atual, é um cadáver”, adverte experiente analista de inteligência de órgão de informações. A “palavra de ordem” de ódio foi da presidente do PT, Gleisi Hoffmann, incitando a violência: “Para prender o Lula, vai ter que matar gente”. Não há manipulação no processo contra Lula. Sérgio Moro o condenou a 9 anos e seis meses de prisão por corrupção, simples assim.

DIÁRIO DO PODER

Política : É GUERRA
Enviado por alexandre em 17/01/2018 19:48:54


Petistas fazem “guerra de nervos” às vésperas do julgamento de Lula
Nas vésperas do julgamento do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pelos juízes do Tribunal Federal Regional de Porto Alegre, sob acusação de corrupção e envolvimento em outras irregularidades, petistas e simpatizantes de Lula desenvolvem uma verdadeira guerra de nervos através de redes sociais e órgãos de comunicação, numa suposta manobra para intimidar magistrados ou forçar uma absolvição do ex-mandatário, de forma a que ele possa concorrer novamente à presidência da República este ano. A presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann, chegou ao extremo da radicalização nas últimas horas ao insinuar que haverá mortes caso Lula seja condenado pela Justiça e impossibilitado de disputar o pleito deste ano. Diante da repercussão negativa das suas palavras, Gleisi tentou reconsiderar o que disse, alegando ter utilizado uma “força de expressão”.

Lula divide-se entre preocupação e ironias, como quando afirmou que a Rede Globo tenta transformar a eleição presidencial de 2018 num imenso “Caldeirão do Huck”. Manifestações de apoio a Lula estão sendo organizadas e caravanas de lulopetistas preparam-se para desembarcar em Porto Alegre, o que gera inquietação das forças de segurança quanto a incidentes e agressões que possam ocorrer. Os simpatizantes de Lula, ecoando refrão do próprio líder, assinalam que a Justiça condenou o ex-presidente sem provas, baseada em meras suposições e, ainda por cima, deu a entender que a apelação teria rito processual sumaríssimo, para reexame da sentença condenatória, qualificada pelo presidente do tribunal como “irretocável”.

O julgamento do ex-presidente está mantido para o dia 24 de janeiro. A revista “CartaCapital”, que apoia Lula ostensivamente, de cujo governo recebeu polpudas verbas publicitárias, adverte textualmente: “Diante da elevada probabilidade de se querer, no TRF, confirmar a condenação, a sociedade se mobiliza. Porto Alegre vai virar o primeiro palco de enfrentamento num ambiente claramente hostil”. A cúpula nacional do PT, embora oficialmente não confirme, trabalha coma hipótese de lançar nomes alternativos para suceder a Lula como candidato a presidente, se este for impedido de concorrer. Mas não é fácil o cenário para o petismo. Um dos mais recentes, cogitados para candidato, Fernando Haddad, ex-prefeito de São Paulo, entrou na alça de mira da Justiça devido a irregularidades flagrantes cometidas na administração municipal, da qual foi desalojado pelo “fenômeno” João Doria, atual prefeito de São Paulo e pré-candidato ao governo do Estado este ano.

Nonato Guedes

Política : CALDEIRÃO
Enviado por alexandre em 17/01/2018 09:51:03


Lula: "Querem transformar o Brasil no Caldeirão do Huck"

O ex-presidente voltou a fazer críticas ao juiz Sérgio Moro, que o condenou em primeira instância a nove anos e seis meses de prisão no caso do tríplex

Agência Estado

Diante de uma plateia de cerca de mil apoiadores, majoritariamente da área da cultura, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva sugeriu na noite desta terça-feira, 16, no Rio, que a Justiça Federal em Porto Alegre fez "leitura dinâmica" da sentença do juiz Sérgio Moro, que o condenou no processo do tríplex do Guarujá (SP).  O petista afirmou ainda que seus opositores "querem transformar o Brasil no Caldeirão do Huck", numa referência ao apresentador da TV Globo Luciano Huck, aventado como possível candidato à Presidência, embora já tenha negado a possibilidade.

"Não posso falar dos juízes de Porto Alegre, não conheço. Mas acho estranho que tenham dito que a sentença do Moro é irretocável, sem ler. Leram não sei quantas mil páginas em poucos dias. Mas tem a leitura dinâmica", ironizou Lula, no evento "Em Defesa da Democracia e de Lula", realizado no Teatro Oi Casa Grande, no Leblon, zona sul do Rio. Antes, na porta do teatro, foi realizado um pequeno mas ruidoso protesto que pedia "Lula na cadeia já".

O ex-presidente voltou a fazer críticas ao juiz Sérgio Moro, que o condenou em primeira instância a nove anos e seis meses de prisão no caso do tríplex. "Juízes com o comportamento dele deveriam ser exonerados." Acompanharam Lula no palco do Casa Grande a cantora Beth Carvalho, o humorista Gregorio Duvivier, o produtor de cinema Luiz Carlos Barreto, os diretores de teatro Aderbal Freire-Filho e Amir Haddad e os atores Dira Paes, Chico Diaz, Herson Capri, Cristina Pereira, Bete Mendes, Antonio Pitanga e Osmar Prado, entre outros. Também esteve presente o coordenador do Movimento dos Sem Teto, Guilherme Boulos, cotado como possível opositor de Lula na corrida presidencial, numa chapa do PSOL. O compositor Chico Buarque ajudou na mobilização, mas não compareceu.

Política : PONTO DE VISTA
Enviado por alexandre em 16/01/2018 21:15:21


Poder pelo poder, nada mais que isso

O ano é 1984 e também é título do último livro de George Orwell. Nessa realidade, o mundo foi divido em três grandes potências: Eurasia, Lestasia e Oceania, esta o cenário do romance. Ali, apenas o poder em si importa. “Nem riqueza, nem luxo, nem vida longa, nem felicidade: só o poder pelo poder, poder puro”. O livro guia o leitor atento à uma reflexão sobre a alienação, a falta de liberdade de expressão e consciência sobre o que é o poder e como ele funciona.

O protagonista é o retrato de muitos seres humanos. Winston é um homem ordinário, é um membro do partido (considerado a classe média do sistema) que não se destaca em nada. O partido exerce o poder sobre todos os homens da Oceania, regendo as leis do Socing (socialismo inglês). O regime é representado pelo Grande Irmão, estampado em todas as paredes. Nesse universo não existe liberdade e nem mesmo privacidade. “O Grande Irmão está te observando”

No Socing, tudo é manipulado para que o Partido possa manter-se no poder e a população sob controle. Para garantir a ordem desse sistema, o governo é divido em três ministérios: o Ministério da Verdade, que é responsável por falsificar, fraudar e alterar todo documento impresso (livros, jornais etc.), além de desenvolver no novo idioma, a novilíngua; o Ministério do Amor, responsável por torturar os traidores; e o Ministério da Paz, que incumbida de manter a guerra, disseminar o ódio e propagar o caos.

Todas as casa, exceto dos Proletas (a classe mais baixa, sem poder aquisitivo), são equipadas com a Teletela. O apetrecho era usado pelo governo vigiar todos os cidadãos. A Teletela era como que um televisor bidirecional, que permitia tanto ver quanto ser visto. Quando nenhum programa era exibido, a figura inanimada do líder máximo, o Grande Irmão, ficava no descanso de tela.

O autor constrói muito bem a sua distopia, explicando todos os mecanismos que tornam a realidade possível. O livro abre diversas discussões como a revolta instigada pelo governo, em um hábito chamado dois minutos de ódio, as fontes de notícias, a falta de memória do povo e a falta de interesse de fazer de fato uma revolução libertando a humanidade.

Winston começa a desafiar o sistema quando começa a questionar o funcionamento de tudo, escrevendo no diário que ele comprou em uma loja de antiguidades de um bairro proleta. Para não ser flagrado pelos governantes, ele escrevia em seu diário longe do alcance da teletela. Todos os traidores são punidos no Ministério da Verdade, que levam os castigados, levando-os aos seus limites.

1984 - George Orwell (2)

Winston deixa de ser indiferente perante a sociedade para à revolta por causa do tórrido relacionamento que começa a desenvolver com Júlia. Outro fator que incentiva os burburinho dentro de Winston é a simpatia que ele sente por O’Brien, um membro do Partido Interno. Para conquistar tudo o que anseiam, o casal adere à causa do movimento liderado por Emmanuel Goldstein, considerado o maior traidor do Socing. Passar mais detalhes sobre a trama sem dar mais spoilers é impossível, mas a história em si é incrível.

Com o romance, o autor, George Orwell, apresenta uma teoria que mostra o objetivo da guerra: manter o poder das classes altas, limitando o acesso à educação, à cultura e aos bens materiais das classes baixas. Destruir a produção das classes mais baixas impedem que eles acumulem cultura e riqueza e se tornem uma ameaça ao poder. A linha de pensamento é apresentada em um dos lemas do partido: “guerra é paz”. O termo é explicado no livro de Goldstein: “uma paz verdadeiramente permanente seria o mesmo que a guerra permanente”.

O autor colocou suas urgências no texto, alertando as próximas gerações sobre os perigos que elas correm. O Grande Irmão é inspirado nos sistemas totalitários que dominavam a Europa e Ásia na época. Stalin, também Hitler e Churchill serviram de inspiração para a obra. O livro foi publicado em junho de 1949, mas não deixa de ser atual. A leitura possibilita uma nova visão sobre os modelos de governos existentes ainda hoje.

Por: Rate Aguiar

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