PolÝtica - VAI QUE ╔ TUA - NotÝcias
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PolÝtica : VAI QUE ╔ TUA
Enviado por alexandre em 18/10/2018 00:28:09

Jogada de Lula, distanciado da campanha, é se descolar da derrota de Haddad
Petista presidiário deixa claro que a derrota não será dele
Quando orientou o candidato do PT a presidente ser “mais Haddad” no segundo turno, após a derrota acachapante no primeiro turno, o ex-presidente e presidiário Lula apenas colocou em prática sua nova jogada: descolar-se de nova derrota para Jair Bolsonaro (PSL). “Lula é esperto, experiente, percebeu logo que Haddad não venceria”, diz um ex-ministro lulista de carteirinha eleito para o Congresso no dia 7. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

A tentativa de Lula de se descolar de eventual derrota explica sua demora e relutância na definição de Haddad como candidato do PT. Lula ficou “traumatizado” com a derrota de 2016: Haddad teve menos votos que brancos e nulos, mesmo com o ex-presidente a tiracolo.

O ex-presidente culpa a derrota humilhante de Haddad em 2016, ao tentar a reeleição, pelo derretimento do seu cartaz em São Paulo.
Lula cumpre pena de 12 anos por lavagem de dinheiro e corrupção, mas põe a culpa pela derrota do PT em Haddad.

PolÝtica : SEM REGALIAS
Enviado por alexandre em 18/10/2018 00:24:02

Deputado Federal do Novo quer combater privilégios de parlamentares
Vinicius Point afirma que o combate a regalias e privilégios serão a base do seu mandato
“Precisamos de mais eficiência para o governo, o serviço público, começando pelo nosso próprio gabinete”, palavras do futuro deputado federal Vinicius Point (Novo), 32 anos, que ressalta que o combate a regalias e privilégios serão a base do seu mandato. Point foi eleito por São Paulo com 207 mil votos.

O novato afirmou que é contrário a eventual proposta de aumento salarial para deputados. Point prometeu também que vai reduzir pela metade o uso da cota parlamentar, que varia de R$ 30,7 mil para R$ 45,6 mil, dependendo do estado, além da verba para contratação de assessores no valor de R$ 106,8 mil.

Formado em administração e pós-graduação em coaching, ele defende mudanças na legislação para que o empreendedorismo consiga prosperar no país. “Menos imposto, simplificação da carga tributária, tecnologia para facilitar a abertura de empresas, diminuir encargos trabalhistas”.
Para o deputado com a criação dessas condições, a economia brasileira vai voltar a crescer e gerar renda. “Mais importante ter um time que executa rápido do que ter uma baita ideia que não vai para frente. Posso agregar minha experiência do empreendedorismo ao debate”.

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Seguindo essa linha, o futuro parlamentar é um dos criadores de uma plataforma on-line para recrutamento de funcionários para pequenas empresas, o Recruta Simples.

Point afirmou que no começo de seu mandato, pretende ouvir mais do que falar, e já busca contato com os demais deputados a fim de entender melhor o funcionamento da Câmara dos Deputados. “Tenho a meta de entrar em contato com todos os deputados eleitos até o final deste mês, de ter um trânsito bom, aprender”.

Fruto do RenovarBR
Vinicius Point participou dos cursos do movimento RenovarBR, o que classifica como fundamental em sua preparação eleitoral. Foi fundamental para minha formação, agora vamos ter módulo de mandato. “O melhor foi a convivência e o diálogo com pessoas que pensam diferente”.

Lançado em 2017, o grupo defende a renovação política e tem como objetivo “preparar novas lideranças para entrar na política”. O movimento ofereceu cursos de janeiro a junho para 133 pessoas, que passaram por processo seletivo. Nas aulas, foram abordados temas como economia, saúde e educação. (Com informações Agência Câmara)

PolÝtica : FUMO GROSSO
Enviado por alexandre em 17/10/2018 08:39:19

PF indicia Temer no inquérito dos portos

...e pede prisão de amigo do presidente

Segundo investigação, Temer e outros dez praticaram crimes de corrupção passiva, ativa, lavagem e organização criminosa

Camila Mattoso e Letícia Casado – Folha de S.Paulo

A Polícia Federal concluiu inquérito sobre propina no setor portuário e afirmou que o presidente Michel Temer e outras dez pessoas praticaram os crimes de corrupção passiva, ativa, lavagem de dinheiro e organização criminosa. O delegado Cleyber Malta Lopes pediu a prisão de quatro investigados, entre eles o coronel João Baptista Lima Filho, amigo do presidente. A polícia ainda solicitou o bloqueio de bens dos indiciados, inclusive do presidente. O relatório foi entregue ao ministro Luís Roberto Barroso, do STF (Supremo Tribunal Federal). O Ministério Público Federal é quem tem competência para denunciar.

Os indiciados pela PF são: Michel Temer, sua filha, Maristela Temer, Rodrigo Rocha Loures, seu ex-assessor, Antonio Greco, ex-diretor da Rodrimar, Ricardo Mesquista, também da Rodrimar, Gonçalo Torrealba, diretor do grupo Libra, o coronel João Baptista Lima Filho e sua mulher, Maria Rita Fratezi, amigos de Temer, Carlos Alberto Costa e seu filho, diretor da Argeplan, e Almir Ferreira, contador da Argeplan.

Em um despacho do ministro do Supremo, ele fala que o relatório da polícia diz que foram apurados fatos envolvendo “propinas em espécie, propinas dissimuladas em doações eleitorais, pagamentos de despesas pessoais por interpostas pessoas —físicas e jurídicas—, atuação de empresas de fachada e contratos fictícios de prestação de serviços.”

Aberto em 2017, o inquérito buscava esclarecer se Temer recebeu, por meio do militar aposentado, propina em troca da edição de um decreto que teria beneficiado companhias que atuam no porto de Santos. A medida assinada por Temer permitiu ampliar de 25 para 35 anos os prazos dos contratos de concessões e arrendamentos no porto firmados após 1993.

Um dos pontos do relatório da PF é uma reforma realizada na casa da filha do emedebista, entre 2013 e 2015. Como a Folha revelou em abril, a mulher do coronel, Maria Rita Fratezi, pagou em dinheiro vivodespesas da obra do imóvel de Maristela Temer. Além do coronel Lima, a polícia pediu prisão da mulher dele e de duas pessoas ligadas à Argeplan —empresa do coronel—, Carlos Alberto Costa e Almir Martins Ferreira.

Eles estão proibidos de deixar o país por decisão do Supremo. O Ministério Público Federal ainda vai se manifestar sobre as solicitações da PF. Barroso fala ainda, em seu despacho, que o relatório da PF diz que foram produzidas provas diversas, “que incluíram colaborações premiadas, depoimentos, informações bancárias, fiscais, telemáticas e extratos de telefone, laudos periciais, informações e pronunciamentos do Tribunal de Contas da União.

De acordo com a polícia, a organização criminosa era dividida em quatro núcleos: político, administrativo, empresarial (ou econômico) e operacional (ou financeiro). No meio do ano, a PF encontrou planilhas e extratos bancários que apontam cerca de R$ 20,6 milhões em contas de empresas do coronel Lima.

O dinheiro está, de acordo com os documentos, em contas correntes e investimentos em nome do coronel (pessoa física), da PDA Projeto e Direção Arquitetônica LTDA e da PDA Administração e Participação LTDA.

Não há nenhuma menção nos papéis sobre a Argeplan, empresa mais conhecida de Lima, dona de diversos contratos milionários com o setor público ao longo dos últimos anos.

PRESIDENTE

Em 2007, o STF proibiu a PF de fazer, por conta própria, o indiciamento de autoridades com foro privilegiado, como presidente da República, ministros de Estado, senadores e deputados. O indiciamento é um ato formal em que a autoridade declara que existem indícios suficientes de ocorrência de crime.

Em 2016, o ministro Teori Zavascki, do STF (Supremo Tribunal Federal), afirmou que os pedidos de indiciamento de autoridades com foro privilegiado pela Polícia Federal ferem entendimento do tribunal. A PF entendeu, no entanto, que poderia fazer o pedido de indiciamento de Temer.

PF vê indícios de que Temer praticou corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa



Do G1

Em relatório entregue ao ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), a Polícia Federal afirmou ter encontrado indícios de que o presidente Michel Temer cometeu os crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

Além de Temer, a PF indiciou outras dez pessoas, entre as quais a filha dele, Maristela Temer, e o coronel João Baptista Lima Filho, amigo do presidente. A Polícia Federal pediu o bloqueio de bens de todos os suspeitos.

Procurada pela TV Globo, a defesa do presidente informou que não teve acesso ao conteúdo do relatório.

O indiciamento significa que a Polícia Federal concluiu haver indícios suficientes dos crimes imputados ao investigado. Agora, caberá ao Ministério Público Federal decidir se apresenta ou não denúncia à Justiça.

O Supremo tem uma jurisprudência que impede que a Polícia Federal indicie políticos com foro privilegiado sem autorização do STF. Mas, na decisão que mandou o material para PGR, o ministro fala que houve indiciamento dos 11, incluindo Temer.

O relatório

O relatório foi enviado no âmbito do inquérito que apura se Temer editou o decreto dos portos para favorecer empresas específicas que atuam no setor, o que o presidente sempre negou.

"De acordo com o relatório, foram produzidas, no âmbito do inquérito, provas de naturezas diversas [...] bem como foram apurados fatos envolvendo propinas em espécie, propinas dissimuladas em doações eleitorais, pagamentos de despesas pessoais por interpostas pessoas – físicas e jurídicas –, atuação de empresas de fachada e contratos fictícios de prestação de serviços, em meio a outros", afirmou Barroso.

De acordo com o ministro, "por força de mandamento constitucional, cabe ao Ministério Público Federal, titular da ação penal, a decisão acerca do oferecimento ou não de denúncia".

Se o Ministério Público denunciar Temer ao Supremo Tribunal Federal, a Câmara dos Deputados terá de autorizar o prosseguimento do processo.


PolÝtica : VAI PERDER FEIO
Enviado por alexandre em 16/10/2018 08:24:26

Desabafo de Cid perfura como prego em caixão

Ao chutar o balde num ato pró-Fernando Haddad, no Ceará, o senador eleito Cid Gomes espalhou o cheiro de enxofre que emana dos subterrâneos da candidatura presidencial do PT. O miasma ficará no ar até o próximo dia 28, quando o eleitor voltará às urnas. O desabafo do irmão de Ciro Gomes foi perfurante como prego em caixão: o PT “vai perder a eleição”, declarou. Vai ''perder feio''.

Num instante em que o petismo tenta atrair a família Gomes para o polo democrático anti-Bolsonaro, Cid cobrou na noite desta segunda-feira (15) um mea-culpa do PT. Hostilizado por militantes petistas, abespinhou-se: “…Não admitir os erros que cometeram é pra perder a eleição. E é bem feito… Vão perder feio! Porque fizeram muita besteira, porque aparelharam as repartições públicas, porque acharam que eram donos de um país. E o Brasil não aceita ter dono…”

A certa altura, a plateia entoou um velho coro: Olê, olê, olê, oláááá, Lulaaaa, Lulaaaa…” E Cid: “Lula o quê? O Lula está preso, babaca! O Lula está preso, o Lula está preso, e vai fazer o quê? Deixa de ser babaca, rapaz, tu já perdeu a eleição.”

Para Cid Gomes, Jair Bolsonaro é uma criação dos ''donos da verdade'' do PT. Tomado pelas palavras, Cid avalia que o mea-culpa do petismo demorou tanto que tornou-se desnecessário. Coordenador da derrotada campanha de Ciro Gomes, o senador cearense parece considerar que o caso do PT já não é de autocrítica, mas de autópsia. (Josias de Souza)

PolÝtica : FALASTR├O
Enviado por alexandre em 14/10/2018 17:50:21

Vice de Jair Bolsonaro some de campanha

Após falas polêmicas, vice de Bolsonaro some de campanha. Última declaração de general Mourão foi no dia da eleição, quando admitiu ter errado ao dizer que o neto era bonito e contribuía para o ‘branqueamento da raça’

Foto: General Antônio Hamilton Mourão em entrevista no dia da eleição Foto: Ailton Freitas / Ailton Freitas

O Globo - Por Jussara Soares



Na quinta-feira, o presidenciável Jair Bolsonaro se reuniu pela primeira vez com a bancada eleita de seu partido, o PSL, no Rio de Janeiro. Cinquenta dos 52 deputados federais compareceram. Uma ausência, porém, foi sentida: a do candidato a vice de Bolsonaro, general Antonio Hamilton Mourão (PRTB).

Antes onipresente, Mourão sumiu após o primeiro turno. Antes solícito, esquivou-se de entrevistas. Sua última declaração foi no dia da eleição, quando admitiu ter errado ao dizer que o neto era bonito e contribuía para o "branqueamento da raça". O sumiço é um pedido da equipe da campanha. A capacidade de Mourão de colecionar polêmicas com suas declarações preocupava o entorno de Bolsonaro.

Mourão sempre ignorou a fama de falastrão. Disse que foi justamente a clareza com que expõe suas ideias que o aproximou de Bolsonaro na política.

— Ele sempre soube dos meus posicionamentos - diz o general de 65 anos

Mourão afirma que suas palestras de cerca de 45 minutos só agora começaram a ser criticadas. Em suas explanações, fala desde a formação do povo brasileiro até ao fato do neto de 10 anos estudar filosofia na escola. Foi em ambientes favoráveis que ele afirmou que o brasileiro herdou a "indolência" do índio e a "malandragem" do negro, e que lares apenas com "mães e avós" são "fábricas de desajustados."

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— Quando eu não era candidato ninguém dava bola para isso. Agora passou a ter repercussão - disse Mourão antes de sumir.

A declaração mais delicada de Mourão, que gerou uma reprimenda pública de Bolsonaro, foi uma crítica ao 13º salário. Mas, ao contrário de Bolsonaro, Mourão não se sente perseguido pela imprensa.

— Eu não fico chateado, porque creio na liberdade de imprensa, entendo como um valor. A mídia é feita para os governados, não para os governantes. Os governantes têm que estar sob pressão - diz. - Você vai apanhar sempre. Sei que estou suscetível a críticas.

Foi justamente após uma declaração polêmica que Mourão recebeu o convite de Bolsonaro para entrar na política, no fim de 2017. Na oportunidade, ele havia perdido o cargo de secretário de Economia e Finanças do Exército por defender a possibilidade da intervenção militar caso o Judiciário não conseguisse resolver "o problema político".

Bolsonaro e Mourão se conheceram em 1986, quando eram tenentes no 8° Grupo de Artilharia de Campanha Paraquedista, no Rio. Em setembro daquele ano, Bolsonaro foi preso por 15 dias após publicar um artigo na revista "Veja" protestando contra os baixos salários. A convivência na Vila Militar, onde ambos moravam,foi curta. Em 1988, Bolsonaro foi eleito vereador.

— Sempre tivemos uma boa relação. Éramos uma dupla de amigos no Exército - contou Mourão.

É essa dupla de amigos que Mourão garante que os dois vão reeditar - e não uma versão verde oliva de Dilma Rousseff e Michel Temer. O fato de ser um general e estar subordinado a um capitão, posição inferior na hierarquia militar, não será uma questão.

— Isso não tem problema - afirma Mourão, cuja patente alta o blinda de ser questionado por outros integrantes da campanha.

O único assunto que Mourão se recusa a comentar é seu casamento com uma tenente-coronel do Exército, de 42 anos, marcado para depois das eleições.

— Isso é particular. Eu sou viúvo. A pessoa com quem eu convivo é divorciada. Nada mais natural que a gente se case - resumiu.


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