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Política : MILHÕES NO AR
Enviado por alexandre em 17/11/2017 02:00:07


Safadeza grande na compra de aviões de combate
Superfaturamento dos caças Gripen pode chegar a R$360 milhões

Superfaturamento dos caças Gripen pode chegar a R$ 360 milhões

O bloqueio de R$24 milhões em contas do ex-presidente Lula e do filho Luiz Cláudio revela a convicção do Ministério Público Federal quanto ao envolvimento de ambos no tráfico de influência para a compra bilionária de aviões de combate suecos Gripen. O Brasil está pagando US$5,4 bilhões por 36 caças (US$ 150 milhões cada), mas a Suíça rejeitou a oferta do mesmo caça a US$140 milhões por cada um deles.

A informação é do colunista Cláudio Humberto, do Diário do Poder. O suposto superfaturamento de US$10 milhões em cada avião levanta a suspeita de propina próxima dos US$360 milhões (R$1,2 bilhão). A maioria dos suíços (53,4%) rejeitou, em referendo, a compra dos caças Gripen dois anos e meio após o Brasil do PT fechar a compra. A compra dos caças Gripen custou ao Brasil R$ 1,5 bilhão apenas este ano, no pagamento das parcelas previstas no contrato.

DIÁRIO DO PODER

Política : BRASIL 2018
Enviado por alexandre em 15/11/2017 13:34:33


“Não temos um De Gaulle”, lamenta FHC em Nova York

Ausência de um líder capaz de unir a sociedade

Em Nova York, ex-presidente evita se posicionar de maneira clara sobre sua preferência na corrida pelo Palácio do Planalto

O Estado de S.Paulo - Cláudia Trevisan, enviada especial

NOVA YORK - A menos de um ano da eleição presidencial brasileira, ainda não há na disputa um líder capaz de conquistar o apoio de vários partidos e da sociedade, afirmou o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, nesta terça-feira, 14, em Nova York. Em duas horas de discussão com alunos da Universidade de Columbia, ele evitou se posicionar de maneira clara sobre sua preferência na corrida pelo Palácio do Planalto.

“Não temos um De Gaulle”, disse FHC, em referência ao general que presidiu a França de 1959 a 1969 e liderou o país europeu durante a Segunda Guerra Mundial. “Alguém capaz de dar um sentimento de que estamos juntos.” O tucano lembrou que Charles de Gaulle enfrentou uma situação ainda mais difícil que a vivida pelo Brasil e conseguiu reorganizar a sociedade e fundar a Quinta República, em vigor até hoje.

FHC disse que a eleição se dará em um cenário de descrédito dos partidos políticos, em uma disputa na qual a questão moral estará no centro da motivação dos eleitores. Perguntado como o PSDB poderá enfrentar essa questão tendo o senador Aécio Neves (MG), presidente licenciado da legenda, como um de seus líderes, o ex-presidente respondeu: “Como todos os outros partidos, como todos os outros partidos. Não há diferença nisso aí. Há uns piores que os outros. O meu é o melhorzinho até”.

A chegada de FHC nos Estados Unidos, nesta segunda-feira, 13, coincidiu com o agravamento da crise interna do PSDB, motivada pela disputa em torno da presidência da legenda e sua permanência no governo Michel Temer. O ex-presidente limitou seus contatos com a imprensa a declarações relâmpago, de no máximo 1 minuto.

Fonte ouvida pelo Estado afirmou que FHC está em contato com líderes do PSDB, na busca de um caminho consensual para definir o comando do partido. Havia a possibilidade de ele se reunir com o senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), que está em Boston, mas o encontro ainda não havia sido marcado nesta terça-feira.

Demagogo. Segundo FHC, o descrédito nas instituições políticas no Brasil se reflete na apatia da população. “Agora não há mais pessoas nas ruas, porque as pessoas não acreditam mais.” A emergência de candidatos vindos da extrema direita é um dos novos fatores da disputa presidencial no Brasil, afirmou FHC, que vê o risco de fortalecimento de um líder demagogo.

Para contrapor essa probabilidade, o tucano defendeu a necessidade de um candidato que seja capaz de se cercar de pessoas competentes, apresentar ideias e se comunicar com emoção. “Os partidos normalmente oferecem essas pessoas. Temos várias pessoas. Mas todos os partidos estão em um mau momento.”

Partidos perderam credibilidade, diz FHC em Nova York



Folha de S.Paulo – Silas Martí – De Nova York

"Os partidos políticos perderam a sua credibilidade. Eu pertenço a um partido e vou tentar fazer que ele avance, mas sei das dificuldades", afirmou Fernando Henrique Cardoso, diante de um auditório lotado na Universidade Columbia, em Nova York.

Mesmo evitando mencionar qualquer pré-candidato, sua fala sobre a atual situação política do Brasil serviu de comentário sobre a corrida ao Planalto do ano que vem, momento que ele acredita será marcado menos por discussões sobre o avanço do conservadorismo e mais pela discussão sobre violência.

"O crime está causando muitos estragos no Brasil. E qualquer candidato que fale em crime menos como questão social e mais como um assunto real acaba abrindo um espaço mais à direita", disse nesta terça-feira (14), esclarecendo que se identifica com um "centrismo à esquerda" no espectro político.

"Precisamos de um líder capaz de organizar a situação e nos dar a sensação de que estamos juntos, alguém capaz de expressar emoções, não ideias", disse FHC. "O próximo líder que surgir terá de ser alguém que nos faça mover adiante, alguém capaz de confrontar realidades."

Entre os possíveis novos líderes, o ex-presidente comentou "muitos prefeitos muito bons de partidos diferentes" que estão na disputa, sem dar nome a ninguém.

Também comentou a ascensão da direita evangélica. "Considerando a desorganização de outras instituições, essas instituições estão organizadas, já elegeram pessoas e terão uma voz" na eleição.

Em resposta a uma pergunta de um estudante sobre o pré-candidato à Presidência pelo PSC, Jair Bolsonaro, FHC disse que a "mídia dá mais espaço para os que são bizarros", mas que "precisamos de alguém que não seja bizarro, que fale com as pessoas".

Isso lembra um dos pontos de abertura de sua fala, quando comparou o populismo do Brasil ao dos Estados Unidos.

"Nosso populismo olhava para a frente e o populismo atual olha para trás, a ideia de pôr a América em primeiro lugar", disse o tucano, contrastando a tradição ibérica de corporativismo na América Latina com o individualismo americano resumido pelo slogan de Donald Trump.

"Um líder populista pode aparecer de novo", afirmou, sobre as próximas eleições no Brasil. "Mas o único capaz de entusiasmar dessa forma as pessoas perdeu enorme credibilidade. Temos de rever nossas ideias sobre o que é possível, o que as pessoas querem", acrescentou FHC, fazendo uma alusão a Lula.

"Todos terão a capacidade de dizer algo sensível e transparecer verdade. Isso é bom e perigoso porque nunca saberemos quem será capaz de entusiasmar as massas."

Na saída do encontro em Nova York, quando questionado por jornalistas sobre como o PSDB pode lidar com a crise moral no país, o tucano respondeu que a reação seria parecida com a de outros partidos. "Há uns partidos piores que os outros, mas o meu está melhorzinho", disse.

No rastro da demissão do tucano Bruno Araújo do Ministério das Cidades, consolidando o desembarque do PSDB do governo Temer, o ex-presidente também fez uma crítica indireta à reforma ministerial agora em curso.

"Hoje o presidente está lá discutindo o que fazer com alguns setores do governo, mas não por motivos ideológicos", disse. "É um retrato de como a coisa funciona. É um sistema que implica algumas formas de corrupção."

O tucano veio a Manhattan depois de ser homenageado pelo Inter-American Dialogue, um think tank de Washington, e participaria de mais um debate na Universidade Brown, em Rhode Island, até o fim desta semana.

Política : DEBANDADA
Enviado por alexandre em 15/11/2017 13:30:42


A disputa pela carniça do governo Temer


Vinicius Torres Freire – Folha de S.Paulo

A troca de uns ministérios por votos parecia a maneira restante de aprovar alguma reforma da Previdência. Até que, agora se vê, a troca de ministérios também se tornou um problema.

Quando não é apenas sintoma de doença letal do governo, "ampla reforma ministerial" é um mito da política brasileira, tal como uma "profunda" reforma política ou a reforma tributária. Mais fácil ver o fogo que a mula sem cabeça solta pelas ventas que não tem.

A reforma ministerial enrola problemas tais como redistribuição de feudos de exploração eleitoreira, a acomodação de gente desesperada por um foro privilegiado e a composição de alianças para a eleição de 2018. Melindres entre partidos maiores e a temporada de apostas em cavalos com chance de vitória na eleição presidencial dificultam ainda mais os acordos no Congresso.

Difícil ver que desse emaranhado de problemas e conflitos saiam 308 votos para mudar a Previdência.

Problema um, há disputa pela carniça do governo Temer. A redistribuição de ministérios não deve ser bastante para comprar o apoio de partidos do centrão, que começaram a brigar entre si pelo butim.

Os votos ganhos pela doação de tal pasta a tal partido criam desafetos na outra turma, disputas de PR, PP, PRB e PSC. Além do mais, alas do PMDB e o DEM também querem levar o seu. Começou mal a coisa.

Problema dois: muito ministro quer ficar na cadeira até o minuto final do prazo da desincompatibilização para se candidatar em 2018, a fim de usar o ministério como propaganda eleitoral, "business as usual".

Três: Michel Temer precisa arrumar refúgios de foro privilegiado para aliados com rolo na polícia. Em suma, não vai ter cadeira para todo o mundo que queria vender voto por ministério.

Quatro: PMDB e DEM fazem ameaças cada vez mais críveis de que vão largar o PSDB sozinho com Geraldo Alckmin. Não quer dizer que alianças e candidaturas principais sejam logo definidas. Mas o jogo de ameaças nesse sistema de alianças leva a guerra também ao Congresso.

Quanto maior a possibilidade de candidaturas variadas nesse bloco, menos provável que os parlamentares das dissidências se empenhem muito em votar com o governo, mesmo com juras de amores pelas reformas.

O PMDB já tem um racha lulista. O DEM se inclina cada vez mais pela candidatura do "outsider" de direita que suba nas pesquisas, qualquer um. O que vier traçam, desde que pareça um cavalo vencedor (que pode até ser Alckmin, se por milagre o governador subir logo nas pesquisas). Se o PSDB fingir que nada teve a ver com o governo Temer, parte do PMDB vai querer vingança, como vem dizendo Romero Jucá, ministro virtual, senador e presidente do partido.

Nenhum desses rolos vai se resolver tão cedo ou tão facilmente: reforma agrária de feudos ministeriais, alianças locais, candidaturas a presidente. Ainda que sejam desembaraçados, não se sabe o saldo de insatisfações que restará. Esse tumulto, enfim, dificulta a "recomposição da base", a aquisição de votos até para aprovar o remendo do Orçamento ou da reforma trabalhista. Que dirá para a reforma da Previdência.

Caso Temer aprove aprovar alguma mudança, terá tirado as meias sem tirar os sapatos.

Vai-se o primeiro tucano despertado…



Rudolfo Lago – Blog Os Divergentes

Um dos personagens do saudoso Chico Anysio, o locutor Roberval Taylor, costumava declamar nos programas o poema “As Pombas”, de Raimundo Correia. Ele caprichava nos pés e bês da palavra pomba. A brincadeira é que no Ceará de Chico Anysio pomba tem uma conotação um pouco mais, digamos, erótica. Então, a cada “pomba” que Roberval Taylor soltava, coravam os rostos das senhoras da sociedade cearense. Mas o poema falava da revoada de pombos para fora dos pombais comparando-as aos corações na juventude. O primeiro verso dizia: “Vai-se a primeira pomba despertada”…

Na nada poética política atual brasileira, iniciou-se no governo Michel Temer a revoada de tucanos pelo ministro das Cidades, Bruno Araújo. E, como tudo o que envolve o PSDB, a argumentação de Bruno Araújo para a sua saída é bem peculiar. Ele não sai por considerar que o PSDB deve ficar mais independente, como prega o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, o senador Tasso Jereissati (CE) e até o senador Aécio Neves (MG), que há dois dias disse que “há convencimento de todos” quanto à necessidade do desembarque. Sai por reclamar que falta no PSDB “apoio no tamanho” que lhe permita continuar no cargo.

Araújo faz na carta elogios ao governo Temer, dizendo que “a serenidade da história vai reconhecer (…) resultados profundamente positivos para a sociedade brasileira”.

Ou seja, mesmo o revoar do “primeiro tucano despertado” não parece clarear a situação do PSDB. Bruno Araújo cede à pressão dos “cabeças pretas” mas fazendo um discurso de “cabeça branca”. Sua saída, com o conteúdo da sua carta, não resolve de pronto o amadurecimento da posição de independência do governo que a ala que ficou conhecida como “cabeças pretas” deseja, para embasar o projeto tucano para a sucessão do ano que vem. E, ao mesmo tempo, enfraquece o discurso da ala chamada de “cabeças brancas” que apoia o governo. Afinal, ele saiu do ministério.

Assim, o “primeiro tucano despertado” voou somente do pombal para o muro. Seu coração juvenil não lhe permitiu arroubos maiores que lhe permitissem vencer a sua natureza tucana…

Política : LULA & DILMA
Enviado por alexandre em 15/11/2017 13:25:12


Quem os perdoa pelo que fizeram?

Lula e Dilma "perdoam os golpistas", mas quem os perdoa pelo que fizeram?

Igor Gielow – Folha de S.Paulo

Luiz Inácio Lula da Silva perdoa "os golpistas". Dilma Rousseff perdoa "quem bateu panela". E quem os perdoa? Até aqui, os cerca de um terço do eleitorado recapturado pela combinação entre populismo canhestro e a impopularidade sem limites do governo Michel Temer.

Isso não os absolve, contudo. A ficha corrida de práticas do petrolão, para ficar apenas no exemplo extremo da dissolução política dos anos do PT no poder, fala por si. É ocioso apresentar os números da economia para provar que Lula e Dilma são responsáveis por uma hecatombe.

Temer, a prorrogação do jogo petista de poder, é um alvo fácil quando os assuntos são práticas éticas e governança em geral -mas os mesmos números da mesma economia são indiscutivelmente favoráveis ao que veio no pós-PT. Isso obviamente não o absolve, contudo, pelos motivos éticos e gerenciais citados.

A transmutação do discurso do "Fora, Temer" para o "eu os perdoo" por parte de Lula (Dilma, reencarnação algo pitoresca do ectoplasma que vagou pelo Alvorada em 2016, é mera caixa de ressonância sua hoje em dia) consegue rebaixar ainda mais o nível do jogo. Como se fosse possível, eu sei.

Enquanto isso, o PSDB pula de cisma em cisma, rezando para que os cacos sejam recolhidos e galvanizados na cada vez mais provável candidatura de Geraldo Alckmin. É uma possibilidade, até pelas especificidades de um jogo eleitoral que abre espaço exíguo para as aventuras incentivadas por quem não tem voto que estão na praça.

Resta ao tucanato descobrir se ainda tem voto, e é essa dúvida correta que incentiva as dissensos, distorções, aventureiros e sonhos de noite de verão que pululam no mercado do centro, centro-direita, campo conservador, chame como quiser.

Lula tem voto, e sabe que isso pode lhe garantir peso na disputa jurídica que promete travar pela candidatura. O PT, que havia jogado a toalha sobre a empreitada, voltou a se animar com análises e pareceres que permitem sonhar com um puxador de votos de primeiro turno para evitar que o partido vire uma sigla média na Câmara e perca tempo de TV e Fundo Partidário.

Azar do país, que irá conviver com uma instabilidade homérica por cortesia desse cálculo. Particularmente azarados são os integrantes do contingente de iludidos que gritam até hoje que "foi golpe", só para agora fingir que não estão vendo seus incensados golpeados dizerem que está tudo bem, pois afinal de contas precisam do pessoal do "golpe" não deixar a fonte secar.

Política : QUALIFICAÇÃO
Enviado por alexandre em 14/11/2017 09:12:03


Deputado Marcelino Tenório participa na Aciop do encerramento da Oficina de Fotografia


Encerrado na última sexta-feira com uma exposição seguido de um coquetel a “Oficina de Fotografia”, o primeiro curso de Iniciação em Fotografia aplicado em Ouro Preto do Oeste, oferecido pela Assembléia legislativa por meio da Escola do Legislativo, e organizado através do gabinete regional do deputado estadual Marcelino Tenório (PRP – Ouro Preto).  O curso ministrado pelo jornalista Marcos Antônio Grützmacher atingiu 220 inscrições, e 150 alunos de idade entre 12 e 60 anos moradores de Ouro Preto, Vale do Paraíso, Teixeirópolis e da região de Ji-Paraná e de Jaru concluíram o aprendizado realizado no período de 6 a 10 de novembro, no auditório da Aciop - Associação Comercial e Industrial de Ouro Preto do Oeste.


Além da Oficina de Fotografia, o deputado Marcelino Tenório trouxe neste semestre outros quatro cursos: Oratória, Redação Oficial, Cerimonialista e Protocolo de etiqueta. Na Oficina de Fotografia, os alunos absorveram os conhecimentos teóricos à produção fotográfica, nos variados setores de trabalho, através do conhecimento histórico e técnico científico. O Conteúdo Programático do curso teve o “Histórico da fotografia no Brasil e no mundo”, “A linguagem fotográfica quanto a plano, foco, movimento, forma, ângulo, cor, textura, iluminação, aberrações, perspectiva, equilíbrio e composição” e “Leitura fotográfica”.

Uma exposição com as fotografias dos alunos foi realizada no encerramento do curso, e segundo a equipe do deputado Marcelino Tenório haverá uma mostra itinerante do trabalho dos participantes em instituições e órgãos públicos da cidade de Ouro Preto. O professor Marcos Grützmacher estimulou os cursantes à formação de um grupo de fotógrafos permanente, para discutir sobre o tema, trocar conhecimentos e expor sugestões e trabalhos fotográficos. O deputado Marcelino Tenório felicitou os participantes pelo empenho e dedicação, e falou da importância que tem a Escola do Legislativo com os cursos que são oferecidos gratuitamente em todas as regiões do estado; ele agradeceu ao presidente da Ale/RO Maurão de Carvalho e a toda equipe da Escola do Legislativo.


“É gratificante ver pessoas com idades distintas aplicadas em buscar conhecimento para melhorar a sua capacidade profissional, ou para iniciar uma nova atividade profissional. O curso de redação, por exemplo, foi útil para quem estava focado no Enem, e este de Fotografia abre novos horizontes para aqueles que concluíram”, comentou o deputado.

ascom

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