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Política : OURO PRETO
Enviado por alexandre em 01/01/2020 22:30:00


É chegado mais um ano eleitoral

Um novo ano se inicia, e com ele, é dada a largada para as eleições municipais.  

Em todo o país, serão eleitos prefeitos (as) e vereadores (as). Muitos tentarão a reeleição, muitos tentarão alcançar o pleito pela primeira vez. O ano de 2020 é extremamente importante para o andamento de nossa nação e para alguns municípios será um divisor de águas. 

É chegada a época também de figuras outrora totalmente desaparecidas, ressurgirem das cinzas com soluções para todos os problemas em suas cidades. Já é fácil observarmos muitos políticos de carreira nas ruas, na busca incansável de manutenção do poder.  

Para Ouro Preto do Oeste, as eleições tanto para o poder executivo quanto para o legislativo, serão acirradíssimas! De um lado, o prefeito Vagno Gonçalves Barros, que tentará a reeleição, do outro, paira a incerteza quando todos estão esperando uma decisão do ex – deputado estadual e ex – prefeito Alex Testoni que deixou o comando da cidade com um índice de aprovação superior a 80 por cento sendo um marca positiva para um gestor público. Alex em conversa com a nossa reportagem pontuou que não pensa entrar em uma disputa eleitoral, mas como “fala” de político não se pode levar em consideração é bem possível que o ex – prefeito esteja apenas analisando como a população vê o seu nome é bem verdade que em todas as pesquisas as sérias e as compradas o nome Alex Testoni aparece bem pontuado a mesma coisa que o seu nome é um baixíssimo índice de rejeição. O nome do ex – deputado estadual Marcelino Tenório é sempre lembrado, mas é bom deixar registrado caso o Alex resolva sair candidato a prefeito, certamente Marcelino abdica da disputa eleitoral. Celso Cabral é outro nome que vem sendo fomentado com um grupo de lideranças da cidade, Celsinho como é conhecido é servidor da Câmara municipal há quase 30 anos é um profundo conhecedor da administração pública e tem trânsito livre em todas as camadas sociais sendo uma pessoa bem relacionada no meio social em razão do seu engajamento nas causas de filantropias, outros nomes surgidos são da funcionária pública do quadro federal Maria Araújo de Oliveira que tem o apoio de muitas lideranças do município e uma via surgida é do coronel da RR José Itamir de Abreu, que marcou sua passagem no comando do destacamento local da PM ao implantar a Polícia Comunitária e ter baixado os índices de criminalidade durante o seu comando, atualmente o militar da RR é chefe de segurança do Tribunal de Contas do Estado de Rondônia – TC/RO o que implica em afirmar que o seu nome tem respaldo. Nomes como do Carlos Magno, Rosária Helena, Dr. Perly Dorneles são lembrados por um reduzido número de pessoas e dificilmente o eleitor vai ver suas caras na urna eletrônica pelo menos para o cargo de prefeito.     

Já na Câmara de Vereadores, a preocupação não será menor. Os vereadores de mandato terão que trabalhar muito para conseguir manter seu eleitorado. A verdade é que, com a mudança do perfil da política em nosso país, o comportamento do eleitor também vem mudando, e a busca por renovação é uma realidade firmada no anseio geral da população.  

 

Outro fator que talvez sofra alterações é sobre o quantitativo de mulheres na Câmara Municipal de Ouro Preto do Oeste. Na atualidade, são 9 (nove) vereadores em exercício, e destes, apenas uma mulher integra o parlamento que é a vereadora Ivone Vicentim (MDB), que já declarou não sairá a reeleição. Em tempos de disseminação massiva da igualdade de gênero e valorização da inclusão de mulheres na política, é esperado que novos nomes surjam e talvez até possam surpreender pela força de voto nas urnas. 

Mas o maior desafio é sem dúvidas, o fato de que os partidos disputarão individualmente as eleições, trazendo um fim as coligações proporcionais. E isso, segundo especialistas, trará uma eleição mais justa e também competitiva. 

Para um ano político, o nosso desejo é que vença a ética nos debates que virão e que os embates não ultrapassem o campo do respeito e da construção mútua em pró do bem comum. Que o povo seja a primazia e que este não seja enganado por aqueles que buscam seus próprios interesses!  



Alex Testoni e o atual prefeito Vagno Gonçalves Barros


Celson Cabral


Coronel da RR Abreu


Maria Araújo

Fonte: Alexandre Araujo/www.ouropretoonline.com

Política : CENSO ESCOLAR
Enviado por alexandre em 31/12/2019 09:00:32

Censo Escolar 2019 é divulgado pelo MEC

http://www.agm-go.org.br/res/midias/img/36a2652707e3769391c6249248ced800.jpg?x=NaN&y=0&w=NaN&h=0

Já estão disponíveis os resultados finais do Censo Escolar 2019. Os dados foram divulgados na edição desta segunda-feira (30), do Diário Oficial da União (DOU). Constam na portaria os números referentes às matrículas da rede pública na educação infantil, no ensino fundamental e médio do ensino regular e do fundamental e médio da educação de jovens e adultos (EJA).

O quantitativo de matrículas na rede pública serve como base para o cálculo dos coeficientes de distribuição dos recursos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). Para fins de distribuição dos recursos do Fundeb, são consideradas exclusivamente as matrículas presenciais das escolas públicas das redes municipais e estaduais, urbanas e rurais, em tempo parcial e integral.

A publicação traz ainda o número de matrículas exclusivas da educação especial (alunos de escolas especiais, classes especiais e incluídos) na rede pública de ensino. As informações também podem ser acessadas pelo site do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), vinculado ao Ministério da Educação (MEC) e responsável pelo levantamento.

A divulgação completa dos resultados do Censo Escolar, que inclui as sinopses estatísticas e os microdados para todas as redes de ensino, está prevista para o final de janeiro de 2020.

Censo Escolar

O Censo Escolar é uma pesquisa estatística que tem por objetivo oferecer um diagnóstico sobre a educação básica brasileira. Coordenado pelo Inep, é realizado em regime de colaboração entre a União, os estados, o Distrito Federal e os municípios. A pesquisa é declaratória, de abrangência nacional e coleta informações de todas as escolas públicas e privadas, suas respectivas turmas, gestores, profissionais escolares e alunos de todas as etapas e modalidades de ensino: ensino regular, educação especial, EJA e educação profissional.


Décio Brasil, secretário especial dos esportes do Ministério da Cidadania

A lista de competidores contemplados com os recursos dos programa Bolsa Atleta foi publicada nesta segunda-feira (30), no Diário Oficial da União. O investimento total será de R$ 84,2 milhões, envolvendo um total de 6.248 atletas que integram os programas dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos, a serem realizados no próximo ano em Tóquio.

O atletismo é a modalidade com maior número de beneficiados: 862, seguido por natação (483), handebol (316), tiro esportivo (299) e tênis de mesa (256). Todos os esportes que farão suas estreias na programação olímpica e paralímpica também compõem a relação.

Os atletas que foram contemplados no edital estão divididos entre os 4.248 de modalidades olímpicas e outros 1.134 de modalidades paralímpicas. Do total, 3.517 são homens e 2.731, mulheres. Os competidores também estão separados nas divisões Nacional, com 4.286 atletas, Internacional (949), Estudantil (383), Olímpica/Paralímpica (340) e de Base (290).

“Com esse edital foi possível atender uma boa quantidade de atletas, fruto do esforço do governo Jair Bolsonaro para recompor o Bolsa Atleta. Creio que cumprimos a nossa parte e fechamos o ano com chave de ouro. Esse edital dá uma tranquilidade maior para os nossos atletas, que estão na reta final de preparação para os Jogos de Tóquio 2020, embora o Bolsa Atleta tenha atingido todas as cinco categorias: a da Base, o Estudantil, o Nacional, o Internacional e o Olímpico/Paralímpico”, afirmou o secretário especial do Esporte do Ministério da Cidadania, Décio Brasil (foto). Continue reading


Em março, Escola municipal Maria Anger, em Campos Eliseos, Duque de Caxias, estava sem aulas no turno da tarde. Foto: Cléber Júnior / Agência O Globo

O número de matrículas em escolas públicas nos ensinos fundamental e médio caiu, aponta o Censo Escolar. O fenômeno vem se repetindo nos últimos anos. Segundo os dados divulgados nesta segunda-feira, pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), foram matriculados 6.192.819 alunos no ensino médio em 2019, contra 6.462.124 no ano anterior, uma redução de 4,34%.

Apesar da redução, houve aumento nas escolas de tempo integral, que passaram de 9,2% para 10,6% do total de matrículas na última etapa do ensino básico em instituições públicas. Quando estudam no ensino integral, os estudantes podem, com mais tempo na escola, ter acesso a atividades culturais, esportivas, além de conteúdos de comunicação, saúde, entre outros.

No ensino fundamental, que vai do 1º ao 9º ano, o número de alunos matriculados em 2019 caiu 1,62% em relação a 2018, passando de 21.760.831 de alunos para 21.413.391. Desse total, quase 11% foram para o ensino integral.

Uma das metas do Plano Nacional de Educação (PNE), que estabelece parâmetros para melhorar a qualidade da educação brasileira, é ampliar a educação em tempo integral nas escolas. O objetivo estipulado no PNE é oferecer educação em tempo integral em, no mínimo, 50% das escolas públicas, de forma a atender, pelo menos, 25% dos alunos da educação básica até 2024.

O Censo Escolar também trouxe dados sobre o número de alunos matriculados na Educação de Jovens e Adultos (EJA), modalidade presencial, que também diminuiu, passando de 2.878.165 de alunos em 2018 para 2.625.462 em 2019, uma redução expressiva, de 9,6%. Continue reading

Política : É O CARA
Enviado por alexandre em 31/12/2019 08:49:54

Metade dos brasileiros querem Moro como vice de Bolsonaro em 2022

Para 45,6% dos brasileiros, o vice na chapa de Jair Bolsonaro em 2022 deve ser o ministro Sergio Moro (Justiça), segundo levantamento da Paraná Pesquisas divulgado nesta 2ª feira (30). Outros 16% acreditam que ele deve conservar no posto o atual vice-presidente, general Hamilton Mourão.

Veja a pesquisa na íntegra.

A pesquisa foi realizada por 2.222 entrevistas via telefone de 14 a 18 de dezembro e tem margem de erro de 2 pontos percentuais. Uma lista de nomes cotados a vice na chapa foi apresentada aos entrevistados.

Além de Moro e Mourão, foram incluídos o empresário Luciano Hang, o ministro general Augusto Heleno (Segurança Institucional) e os deputados Marco Feliciano (Podemos-SP) e Luiz Phelippe de Orleans e Bragança (PSL-SP), que marcaram desempenho menor de 5% cada.

SEGMENTOS

A pesquisa registrou também estratificações dos resultados. Eis as variações em relação à percepção de quem deve ser o vice de Bolsonaro em 2022:

  • por sexo – 48,1% mulheres tendem a apostar em Sergio Moro; entre homens, o número é de 42,9%. Hamilton Mourão é mais citado por homens (20,8%) que por mulheres (12,3%);
  • por idade – Moro tem seu desempenho mais alto entre os entrevistados mais jovens, de 16 a 24 anos (48,8%). Mourão, com os de 60 anos ou mais (19,2%);
  • por região – entrevistados na região Nordeste respondem com maior frequência que não sabem que deve ser o vice (17,7%) ou que não deve ser nenhum dos nomes citados (19,6%).

Congresso revê quase 30% dos vetos de Bolsonaro

Por Estadão Conteúdo 

Em 2019, o Congresso alterou vetos do presidente Jair Bolsonaro em quase 30% dos projetos barrados total ou parcialmente pelo chefe do Executivo. Se esse ritmo se mantiver, o volume de derrotas do Executivo no Legislativo caminha para um recorde.  

Em números absolutos, em seu primeiro ano de mandato, Bolsonaro já supera a quantidade de vetos alterados nos governos de Fernando Henrique Cardoso, Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff somados, segundo dados levantados pelo jornal O Estado de S. Paulo e pelo Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.  

O número de vetos de Bolsonaro derrubados parcial ou totalmente pelo Legislativo até agora só não é maior do que a soma daqueles rejeitados nos dois anos e meio da administração de Michel Temer. No período em que esteve à frente do Palácio do Planalto (2016 a 2018), Temer teve 21 reveses desse tipo.  

O veto nada mais é do que a discordância do presidente da República em relação a um projeto de lei aprovado pela Câmara e pelo Senado. Na prática, pode ser interpretado como jurídico, quando o texto é classificado como inconstitucional, ou mesmo político, sob a alegação de que a proposta fere o interesse público. Os dois motivos podem servir como justificativa, e cabe ao Congresso a palavra final.  

 Cada veto pode trazer a rejeição do presidente da República a diversos trechos do mesmo projeto. O Congresso e o Palácio do Planalto contam como um único veto o do pacote anticrime, por exemplo, sancionado no último dia 24, embora haja 25 pontos suspensos por Bolsonaro. "Na elaboração de leis, quem dá a última palavra sempre é o Congresso, 'derrubando' possíveis vetos. Não posso sempre dizer não ao Parlamento, pois estaria fechando as portas para qualquer entendimento", escreveu Bolsonaro em postagem publicada no Facebook ao comentar, na semana passada, a sanção do projeto anticrime.  

Bolsonaro não conseguiu manter integralmente os vetos assinados em 17 propostas aprovadas pela Câmara e pelo Senado. Em seis projetos, o Congresso derrubou o veto integral. Nos outros 11 textos, deputados e senadores retomaram 52 de 333 dispositivos que tinham sido retirados pelo presidente.  

Na comparação com o primeiro ano de governo de seus antecessores, o volume de derrotas do atual mandatário disparou: foram 29% rejeitados total ou parcialmente, ante 6,5% de Temer e 1,6% de FHC. Lula e Dilma não tiveram nenhum revés desse tipo no primeiro ano. 


Política : CORTANDO
Enviado por alexandre em 31/12/2019 08:41:00

Governo estabelece limites de gastos com diárias

Decreto assinado por Bolsonaro estabelece limites com diárias e passagens no governo federal.

Foto:  Antonio Cruz/ Agência Brasil  

Por Agência Brasil

Um decreto assinado pelo presidente Jair Bolsonaro estabeleceu limites para a contratação de bens e serviços e autorização para diárias e passagens de servidores no âmbito do Poder Executivo Federal. A medida foi publicada na edição desta segunda-feira (30) do Diário Oficial da União (DOU), e não se aplica às agências reguladoras.

Segundo o decreto, caberá ao ministro da Economia fixar anualmente os limites e os critérios da despesa a ser empenhada com a contratação de bens e serviços e na concessão de diárias e passagens. Antes, essa atribuição era do ministro do Planejamento, mas a pasta foi extinta no atual governo e incorporada ao ministério comandado por Paulo Guedes.

A assinatura de novos contratos administrativos e a prorrogação de contratos em vigor, relativos às atividades de custeio da máquina pública, só serão autorizadas em ato do ministro de Estado ou do titular de órgão diretamente subordinado ao presidente. Essa competência poderá ser delegada a outras autoridades, como titulares de cargos de natureza especial ou dirigentes de unidades subordinadas ou vinculadas a ministérios.

Pelas novas regras, em contratos de locação de imóveis por algum órgão da administração pública federal, os procedimentos de seleção de imóveis serão estabelecidos em ato do secretário de Gestão da Secretaria Especial de Desburocratização, Gestão e Governo Digital do Ministério da Economia.

Diárias e passagens

A concessão de diárias e passagens a servidores, militares, empregados públicos e colaboradores eventuais também deve ser autorizada pelo ministro ou pelo titular de órgão diretamente subordinado ao presidente da República, mas o decreto permite a delegação de competência para outras autoridades subordinadas. A necessidade de autorização superior, pela norma, vale para diárias por período superior a cinco dias contínuos, ou em quantidade superior a 30 diárias intercaladas, que envolvam pagamento em finais de semana, com prazo de antecedência inferior a 15 dias da data de partida e para deslocamentos ao exterior, quando há ônus para o poder público. Mesmo nessas situações, o decreto também possibilita a delegação de competência.

Ainda de acordo com o decreto, as autorizações para despesas com diárias e passagens poderão ser confidenciais, “quando envolverem operações policiais, de fiscalização ou atividades de caráter sigiloso, garantido o levantamento do sigilo após o encerramento da operação ou do deslocamento”.

Equipe médica está de sobreaviso por Michelle Bolsonaro

A primeira-dama tem consulta marcada nos primeiros dias de 2020.

A primeira-dama Michelle Bolsonaro em fotos feitas antes de cirurgia para correçãode desvio do septo (à esq.) e depois Divulgação/Divulgação

Da Redação da Veja

 

A equipe de cirurgiões plásticos que atende a primeira-dama Michelle Bolsonaro está de sobreaviso no Rio de Janeiro. Eles devem embarcar no dia 1º ou 2 de janeiro para atendê-la em Brasília, onde poderá ser realizado um novo procedimento cirúrgico. Em julho de 2019, no Hospital das Forças Armadas, Michelle passou por uma cirurgia de correção do desvio de septo, que coincidentemente deixou o nariz um pouco mais arrebitado.

Ao longo do seu primeiro ano no Palácio da Alvorada, é inegável que o visual de Michelle vem passando por transformações. Adepta de um laser utilizado para uniformizar a textura da pele, ela também já fez o preenchimento com toxina botulínica, o famoso Botox. A diferença se vê pelas fotos: basta reparar como as sobrancelhas ficaram mais arqueadas e o contorno do rosto afinou.

Política : O CÂNCER
Enviado por alexandre em 30/12/2019 09:15:58

Corrupção diminuiu em 2019na opinião de 39% dos brasileiros

Levantamento exclusivo realizado pelo Paraná Pesquisa para o Diário do Poder em todo o território nacional avaliou a percepção do brasileiro sobre o nível de corrupção no setor público, depois da posse do presidente Jair Bolsonaro.

Para 39,2%, a corrupção diminuiu, para 46% permaneceu igual e apenas 12% acreditam que o setor público ficou mais corrupto desde a posse, em janeiro deste ano.

Para 42,9% dos brasileiros do Norte e Centro-Oeste, a corrupção no setor público diminuiu com o atual governo.

No Nordeste, são 18,6% aqueles que acreditam que a corrupção aumentou. Em todas as outras regiões, menos de 10% pensam assim.

A faixa etária mais pessimista em relação à corrupção são os jovens de 16 a 24: 13% acham que a corrupção aumentou em 2019.

A pesquisa foi realizada com 2.222 brasileiros em 26 Estados e o DF, em 166 municípios, entre os dias 14 a 18 de dezembro de 2019. A informação é do Diário do Poder.



Decreto cria conselho que vai acompanhar a adesão do Brasil à OCDEhttps://diariodopoder.com.br/wp-content/uploads/2019/07/Ministerios-Ana-Volpe-Agencia-Senado-150x85.jpg 150w, https://diariodopoder.com.br/wp-content/uploads/2019/07/Ministerios-Ana-Volpe-Agencia-Senado-300x170.jpg 300w, https://diariodopoder.com.br/wp-content/uploads/2019/07/Ministerios-Ana-Volpe-Agencia-Senado-768x434.jpg 768w" data-expand="700" data-pin-no-hover="true" width="618" height="349" />

O governo federal já pagou R$8,1 bilhões em diárias a servidores e aos chamados “colaboradores eventuais”, como os aspones e pelegos que participam dos conselhos federais, nos últimos dez anos.

Na prática, é como se, em cada um dos mais de 3.650 dias desde janeiro de 2010, o governo tivesse gasto R$2,21 milhões com esses pagamentos, que vão direto para o bolso sem qualquer desconto, como o imposto de renda.

Em 2010, ano da eleição de Dilma, o gasto com diárias foi recorde: R$1,89 bilhão [atualizados]. Na reeleição, em 2014, R$1,5 bilhão.

Em 2017 e 2018, anos completos sob a presidência de Michel Temer, o gasto médio anual com as diárias caiu para R$756,2 milhões.

O ano de 2019 ainda não acabou, mas o gasto com diárias caiu para R$ 375,1 milhões, metade do gasto observado nos últimos dois anos. A informação é da Coluna de Cláudio Humberto.

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