Política - A REUNIÃO - Notícias
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Política : A REUNIÃO
Enviado por alexandre em 26/11/2019 08:48:09

Líderes se reúnem com Moro para discutir prisão após 2ª instância

Prisão em 2ª instância: líderes se reúnem com Moro nesta terça para discutir texto a ser votado. Rodrigo Maia já disse que Câmara focará em proposta que altera a Constituição para permitir a prisão. Grupo de senadores defende votar projeto que modifica Código de Processo Penal.
Maia e Alcolumbre costuram acordo para aprovar prisão em segunda instância no Congresso
Por Gustavo Garcia e Sara Resende, G1 e TV Globo 

Líderes partidários da Câmara dos Deputados e do Senado se reunirão nesta terça-feira (26) com o ministro da Justiça, Sergio Moro, para debater a votação de uma proposta que permita a prisão após condenação em segunda instância.

O encontro acontecerá na residência oficial do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP). Também são esperados o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e os presidentes das comissões de Constituição e Justiça das duas Casas, a senadora Simone Tebet (MDB-MS) e o deputado Felipe Francischini (PSL-PR).

Na semana passada, Alcolumbre disse que buscará um acordo entre Senado e Câmara para definir o texto sobre o tema a ser votado pelos parlamentares.

Nesta segunda (25), porém, Maia disse que a Câmara dará andamento a uma proposta de emenda à Constituição (PEC) que já passou pela CCJ e será analisada por uma comissão especial. O texto foi apresentado pelo deputado Alex Manente (Cidadania-SP).

No Senado, um grupo de parlamentares defende a aprovação de um projeto de lei que altera o Código de Processo Penal (CPP). A proposta foi apresentada pelo senador Laiser Martins (Podemos-RS).

Confira a reportagem na íntegra aqui: Prisão em 2ª instâncialíderes se reúnem com Moro nesta ..




Política : VAI LIBERAR?
Enviado por alexandre em 26/11/2019 08:43:44

TSE avalia liberar assinatura eletrônica para criar partidos

TSE avalia liberar assinatura eletrônica 

Julgamento nesta terça interessa diretamente a Jair Bolsonaro, que tenta regularizar sua nova legenda, Aiiança pelo Brasil, a tempo de concorrer em 2020.

Bolsonaro e Michelle em convenção inaugural do partido "Aliança Pelo Brasil", em Brasilia (Reprodução/Facebook)

Por Da Redação da Veja

 

O plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidirá na terça-feira sobre a possibilidade de a Justiça Eleitoral aceitar o uso de assinaturas eletrônicas para a formação de um partido político, uma causa que tem repercussão direta nos planos do presidente Jair Bolsonaro da criar sua legenda, a Aliança pelo Brasil.

Os ministros do TSE vão decidir sobre o assunto em uma consulta formulada pelo deputado federal Jerônimo Goergen (PP-RS) no ano passado.

Na semana passada, o vice-procurador-geral Eleitoral, Humberto Jacques de Medeiros, se manifestou contra a possibilidade de a Justiça Eleitoral aceitar o uso de assinaturas eletrônicas legalmente válidas de eleitores que apoiem a formação de um partido político.

A posição de Medeiros contraria os planos de Bolsonaro para criar o novo partido. O presidente –que participou na semana passada de ato para o lançamento da legenda– disse que, se o TSE aceitar as assinaturas eletrônicas, o partido seria legalmente constituído a tempo de ter candidatos para as eleições municipais do próximo ano. Do contrário, segundo ele, a Aliança pelo Brasil estará fora da corrida municipal.


Economia dá sinais de reação

Nas últimas passagens por Brasília, termômetro da cena nacional, ouvi com mais frequência avaliações otimistas em relação à reação da economia.

Selecionei seis itens mais ouvidos: 1 – Consumo das famílias puxando o crescimento; 2 – Criação de emprego formal subindo há sete meses; 3 – Investimento privado em 12 meses cresceu 4,87%. 4 – Previsão do mercado para o PIB de 2020 subindo para 2,17%; 5 – Taxa Selic em baixa; e 6, por fim, déficit fiscal do ano no patamar de R$ 86 bilhões, cerca de R$ 50 bilhões a menos do que o previsto graças a receitas extraordinárias que foram viabilizadas.

Há, entretanto, sinais ruins: o Governo provoca instabilidade política, os investidores andam inseguros com incertezas políticas, jurídicas e regulatórias.

O desemprego ainda muito alto, atingindo 12,5 milhões de brasileiros. O Governo tem dificuldades na agenda legislativa com o Congresso e até a reforma administrativa acabou adiada.

Política : DE OLHO EM 2020
Enviado por alexandre em 25/11/2019 08:45:08

Membros do Aliança pelo Brasil podem se filiar no Patriota

Por Lauro Jardim/O Globo

Adilson Barroso, presidente do Patriota, afirma que está negociando com Jair Bolsonaro para que a tropa de descontentes do PSL se filie ao partido até que o Aliança Pelo Brasil esteja regularizado oficialmente, e assim, consigam disputar as eleições do ano que vem.

Diz Barroso:

— O partido dele não deve ficar pronto para as próximas eleições. Estou acertando com ele para colocar o povo dele aqui no Patriota nesta eleição para se candidatarem.

Sobre Bolsonaro ter escolhido criar seu próprio partido e não ter optado por ir para o Patriota, o que chegou a ser cogitado, Barroso argumentou que:

— Eu prefiro ser uma aliado dele (Bolsonaro) com o Patriota do que atender o que o grupo dele queria ,que eu desse 100% do Patriota para eles.

BSB - Brasília - Brasil - 17/10/2019 - Delegado Waldir, líder do PSL na Câmara dos Deputados, concede entrevista coletiva no gabinete do partido.
Foto: Jorge William / Agência O Globo Foto: Jorge William / Agência O Globo

O PSL decidiu tentar uma nova estratégia para conter o avanço do Aliança pelo Brasil, partido que o presidente Jair Bolsonaro tenta fundar após abandonar a legenda usada para se eleger em 2018. Em mais um embate entre bolsonaristas e aliados do presidente Luciano Bivar dentro do PSL, a sigla tenta impor um novo entendimento sobre desfiliações, o que poderia levar à configuração de infidelidade partidária e, consequentemente, à perda de mandato de deputados que decidirem se filiar ao Aliança pelo Brasil.

A estratégia envolve o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), por meio de uma consulta encaminhada pelo deputado Delegado Waldir (GO), ex-líder do partido na Câmara, posto hoje ocupado pelo deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), depois de uma longa disputa interna.

Em uma consulta protocolada no TSE na última quinta-feira, Delegado Waldir questionou se a desfiliação se dá apenas por um ato expresso, de papel assinado, ou se pode ser interpretada a partir de manifestações em meios de comunicação, redes sociais ou outros atos “que demonstrem vínculo do filiado a outro partido ou de interesse em criar outro partido”.

“A lei dispõe que o detentor de cargo eletivo é passível de perder o mandato caso venha se desfiliar. O termo ‘desfiliar’ pode ser interpretado para fins de que a desfiliação também ocorra nos casos em que o filiado pratica atos que caracterizam nítida desfiliação, como atos que demonstrem interesse em criar outro partido?”, questiona o texto. Continue reading

Política : SÃO FALSAS
Enviado por alexandre em 25/11/2019 08:35:26

Fichas de apoio pela internet são falsas diz, secretário geral

Secretário da Aliança pelo Brasil diz que fichas de apoio na internet são falsas. Admar Gonzaga alerta que a coleta de assinaturas para criar nova sigla ainda não começou

Admar Gonzaga Neto é atualmente advogado de Bolsonaro Foto: Ueslei Marcelino / Reuters
O Globo - Por Amanda Almeida

 

Aliado de Jair Bolsonaro, o ex-ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Admar Gonzaga divulgou vídeo, neste domingo, em que informa que a Aliança pelo Brasil, partido que o presidente da República e seu grupo político pretendem criar, ainda não começou a recolher assinaturas de apoiamento. O aviso é dado porque, segundo ele, há fichas falsas para cadastros de apoiadores circulando em redes sociais.

Gonzaga é o secretário-geral da Aliança pelo Brasil, que foi lançado na semana passada. Ao GLOBO, o ex-ministro do TSE disse que o grupo ainda cumpre "formalidades" e passará a recolher assinaturas nas próximas semanas.

- Já estão pedindo dinheiro e botando ficha falsa, como se houvesse uma campanha de apoiamento. Nosso cadastro de apoiadores será feito em momento posteriores e vai ser via oficial, pelo nosso site. Nós pretendemos usar a biometria - diz Gonzaga, reforçando que qualquer ficha de apoio ao partido em circulação hoje é falsa.

No vídeo distribuído nas redes, com um minuto e meio, Gonzaga diz que as fichas falsas foram produzidas por "pessoas que não querem o nosso sucesso".

- Vocês terão toda a segurança de que nossos apoiadores serão aqueles que são realmente nossos aliados - finaliza.

Bolsonaro optou por tentar criar um partido depois de romper com o presidente do PSL, Luciano Bivar, no início do mês passado, quando disse a um apoiador, na porta do Palácio do Alvorada, que o deputado federal está "queimado". Bolsonaro ainda pediu ao homem, que pediu para gravar um vídeo com ele, que "esquecesse" o PSL.



Delfin: privatizações, caminho para a reeleição de Bolsonaro

Delfin Neto: privatizações são o caminhao para a reeleição de Bolsonaro. Segundo ex-ministro, muitos políticos têm medo que governo tenha êxito e consiga se reeleger em 2022, o que dependeria do enxugamento do estado.

Foto : Roosewelt Pinheiro/Arquivo Agência Brasil

Do IG - Por, Cristiano Noronha, da ISTOÉ

Antônio Delfim Netto, ex-ministro, ex-deputado e decano da economia brasileira, orbita o poder há décadas e faz questão de alertar sobre os caminhos que entende como certeiros para o Brasil na direção do crescimento sustentável.

Um dos principais responsáveis pelo “milagre” econômico que proporcionou desenvolvimento acelerado entre os anos de 1968 a 1973, durante a ditadura militar,  Delfim Netto soube se afastar da imagem manchada pelo autoritarismo do regime ao qual fez parte e ajudou a manter, conseguindo, posteriormente, aproximar-se de governos ideologicamente distintos em relação à ditadura.
Segundo ex-ministro, muitos políticos têm medo que governo tenha êxito e consiga se reeleger em 2022, o que dependeria do enxugamento do estado

Antônio Delfim Netto, ex-ministro, ex-deputado e decano da economia brasileira, orbita o poder há décadas e faz questão de alertar sobre os caminhos que entende como certeiros para o Brasil na direção do crescimento sustentável .

Um dos principais responsáveis pelo “milagre” econômico que proporcionou desenvolvimento acelerado entre os anos de 1968 a 1973, durante a ditadura militar,  Delfim Netto soube se afastar da imagem manchada pelo autoritarismo do regime ao qual fez parte e ajudou a manter, conseguindo, posteriormente, aproximar-se de governos ideologicamente distintos em relação à ditadura.

Ao longo de sua trajetória, a paternidade de uma ideia – teve outras, mas essa certamente o guindou ao posto de guru — fez com que todos compreendessem a importância de deixar crescer o bolo para depois dividi-lo .

Otimista por convicção e princípio, Delfim foi e segue sendo um atávico defensor do crescimento econômico como saída para todos os males.

Resguardado, ele busca costurar uma teia de teorias que, juntas, podem elucidar a complexa equação que mistura geração de empregos, resgate da indústria, incremento das exportações, estímulo aos investimentos e garantia de um mercado de ações ativo para firmar o chamado ciclo positivo da economia .

Aos 91 anos, ele acha que as mudanças propostas pelo ministro da Economia, Paulo Guedes , são mais ambiciosas “do que aquelas que qualquer um tenha imaginado até hoje”. As mudanças estruturais que Guedes está propondo dentro do plano “Mais Brasil” têm o condão de organizar a economia.

Para o ex-ministro, as transformações propostas por Guedes comportam “ambições” maiores em relação às que ele próprio sugeriu no programa “Ponte para o Futuro”, posto em prática pelo ex-presidente Michel Temer em 2016 como forma de recuperar a economia.

Delfim acredita que o atual governo, no entanto, em que pese os bons técnicos disponíveis na equipe econômica, não conseguirá repetir os resultados do milagre . "O mundo era outro, as circunstâncias eram bem diferentes", ressalva.

O ex-ministro entende que a política executada por Guedes, obedecendo os fundamentos do corte dos gastos públicos lançados pelo governo anterior, já está surtindo efeitos positivos.

"No setor público, o ajuste fiscal caminha razoavelmente", diz ele, que continua mais ativo do que nunca, não apenas como professor emérito da Faculdade de Economia e Administração (FEA), da Universidade de São Paulo (USP), mas também como consultor de grandes empresas.

Para ele, a redução da taxa de juros , que atinge o mais baixo patamar da história (5% ao ano), pode atrair novos investidores. "Somos um País com estabilidade, com projetos que têm taxas reais de retorno de 7% a 8% ao ano, por 25 ou 30 anos, quando o mundo está com taxas de juros negativas".

Delfim recomenda que o atual governo negocie melhor com o Congresso os avanços propostos por Guedes e fixe regras para que flua melhor a atração de investimentos por meio das privatizações , leilões e projetos de parcerias-público-privadas — fundamentais para o crescimento da economia, segundo ele.

Para facilitar as privatizações , a sugestão é o “fast-track”, uma lei delegada na qual o Congresso entrega ao Poder Executivo as condições de produzir esse processo de atração de capitais.

"O fast-track seria uma via rápida a ser aprovada pelo Congresso para conceder ao governo mais poderes para a venda de estatais", explica.

Delfim só teme que isso não seja possível porque boa parte da classe política "guarda muito medo de que o governo Bolsonaro tenha êxito e assim se reeleja em 2022”.

Ele compreende que os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia, e do Senado, Davi Alcolumbre, tenham dado grande contribuição para a aprovação da reforma da Previdência, mas lembra que o País precisa de muito mais do que isso.

"O investimento está esmagado . Para 2020, ele será de 0,3% do PIB, quando o ideal seria chegarmos a um investimento de 4% ou 5%". Nesse ritmo, diz Delfim, "o Brasil está em pleno subdesenvolvimento acelerado."

Confira a entrevista aqui: Privatizações são o caminho para reeleição de Bolsonaro ...

Política : OS CANALHAS
Enviado por alexandre em 23/11/2019 09:16:03

Eles querem vagas de ministros para apoiar o governo

Com o racha no PSL, o governo Bolsonaro, que só tinha uma sigla na sua base de apoio no Congresso, passou a ter somente meio partido. Assim mesmo, de maneira informal.

Agora que não tem nenhum partido oficialmente o presidente da República está mais ainda refém das legendas que controlam o Congresso. Em outras palavras, do chamado Centrão.

Originalmente esse bloco incluía o PP, o PL, o SD e uma série de pequenos partidos. Mas, desde que ajudou a eleger Rodrigo Maia como presidente da Câmara, o DEM, o MDB e o PRB (hoje Republicanos) se aproximaram do Centrão. Clique aqui e confira a matéria do jornalista Tales Faria na íntegra.


MBL lança livro no Recife

Goste-se ou não da mobilização que derrubou a presidente Dilma Rousseff por meio do impeachment em 2015, trata-se de um fato: o MBL – grupo composto por jovens até então à margem do establishment – foi agente transformador do panorama político brasileiro. Criado em 2014, o Movimento Brasil Livre trouxe novos ares à direita no país.

Em “Como um grupo de desajustados derrubou a presidente: MBL, a origem”, Renan Santos e Kim Kataguiri, dois dos fundadores, relembram os momentos marcantes da trajetória de meia década do Movimento Brasil Livre.

Alternando-se no papel de narradores, Renan e Kim, que se elegeu deputado federal por São Paulo em 2018 com a quarta votação mais expressiva do Congresso, revelam bastidores de algumas das mobilizações mais relevantes promovidas pelo grupo e fazem algumas ponderações sobre o papel do grupo.

No episódio do impeachment da presidente Dilma Rousseff, Kim relata a aliança estratégica entre setores da igreja evangélica e interlocutores do agronegócio para promover as manifestações contra o governo estabelecido. A dupla de autores expõe como se deu o amadurecimento que resultou na institucionalização de um movimento marcado pela rebeldia.

Outro momento descrito no livro é o da emblemática foto com o ex-presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha, Jair Bolsonaro e outros representantes da “velha” política. Renan compara este episódio com a perda da virgindade. Referindo-se a Cunha, o coordenador do movimento afirma que “ele era, gostemos ou não, o homem certo no momento certo”.

O lançamento da obra no Recife acontece hoje, às 19h, na Livraria Saraiva do Shopping RioMar.

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