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Política : PAÍS DA FANCARIA
Enviado por alexandre em 10/09/2020 09:02:51

Maia e Alcolumbre dois congressista desmoralizados
Por Cássio Rizzonuto

Nossos “bravos” senadores estão articulando a reeleição do presidente da Casa, David Alcolumbre, e também a do presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia. São dois congressistas desmoralizados, semialfabetizados e envolvidos em grossa bandalheira, que não dispõem da mínima credibilidade para sequer gerenciar um bordel.

As pessoas sempre imaginam, quando se alcança clima de grave tensão como o que vivemos, que nada poderá ficar pior e que, em determinado momento, tudo irá ser resolvido por milagre ou por mágica. Mas não se conhece santo ou nigromante habilitado à resolução do imbróglio.

As instituições brasileiras são compostas em sua maioria por quadrilheiros perversos, avacalhados, incapazes de nutrir qualquer respeito ou consideração pelo que quer que seja! No Poder Judiciário, os piores bandidos ocupam os mais altos e importantes postos, julgando crimes semelhantes aos que costumam praticar todos os dias.

Muito se fala do STF, cujo nível de desmoralização tornou-se impossível de ser superado, mas um órgão como o STJ, criado em 1989 pela “Constituição Cidadã” (Assembleia Constituinte de 1987), é quase sempre esquecido em suas falcatruas. A ex-corregedora nacional de Justiça Eliana Calmon denunciou publicamente o Judiciário.

Na opinião da ex-ministra do STJ, não poderia haver Operação Lava-Jato isenta “sem a investigação de ministros dos Tribunais Superiores”. Mas quem irá investigar Gilmar Mendes, Dias Toffoli, Lewandowski e os demais, que se entendem, segundo Eliana Calmon, “acima do bem e do mal?”

Agora mesmo, de acordo com a mais recente operação da Polícia Federal, descobriu-se que “o advogado Eduardo Martins, filho do atual presidente do Superior Tribunal de Justiça, Humberto Martins, embolsou pelo menos R$ 42,9 milhões da Fecomércio na gestão Orlando Diniz”. Mas isso ainda não é tudo!

“O MPF descobriu que Eduardo Martins repassou parte dos valores recebidos” ao ex-presidente do STJ Francisco Cesar Asfor, “a propósito de também lhe remunerar pela pretensa e vendida influência junto ao STJ”. Quer dizer: o ex-presidente do importantíssimo STJ nada mais é do que um vendedor de sentenças. E aí, como fica?

É necessário lembrar, também, que o ainda presidente do STF, Dias Toffoli, recebe cem mil reais de propina do escritório de advocacia da mulher, Roberta Rangel, fato denunciado com provas pela revista digital Crusoé. Até hoje o ministro nada disse sobre o assunto e tudo vai ficando por isso mesmo.

Essas pessoas são capazes de destruir países inteiros e nada acontece. Quando surge reação, o caldo já foi entornado. Veja-se a Venezuela: Hugo Chávez e Maduro arrasaram o país e tudo continua na mesma. Claro que Nicolás Maduro será afastado um dia, mas até que isso aconteça, o prejuízo terá sido imensurável.

No Brasil, Bolsonaro pode não ser o ideal, mas é o que se tem. E vem se revelando excelente presidente. Imagine-se o país nas mãos do PT, ou de qualquer figura dessa esquerda criadora do Foro de São Paulo. É só prestar atenção no drama da Argentina. Caminhamos sobre o fio de uma navalha.

Enquanto o drama se desenrola, o STF cuida de anular processos da Lava-Jato e se prepara para livrar Lula da Silva de todas as acusações de roubo. Circula nas redes sociais uma constatação: “Falta pouco para o STF concluir que fomos nós que roubamos o Lula”. A criatividade do nosso povo é ilimitada.



Política : RATINHO DETONA
Enviado por alexandre em 10/09/2020 08:58:56

A Globo faz um jornalismo de lixo, diz Ratinho

Ratinho detona a Globo: “Faz jornalismo parcial”

Em live pelo canal do You Tube do meu blog, ontem, com transmissão simultânea pela Rede Nordeste de Rádio, presente hoje com 43 emissoras nos Estados de Pernambuco, Alagoas e Bahia, o empresário e apresentador Carlos Massa, o Ratinho, do SBT, confirmou que começou a investir no Nordeste num projeto de confecções em Santa Cruz do Capibaribe, orçado em R$ 28 milhões, que deve entrar em operação a partir do ano que vem. 

Esbanjando simplicidade, bem à vontade, Ratinho, 64 anos, dono de um império de rádio e TV entre os Estados do Paraná e São Paulo, falou de tudo, inclusive da concorrente Globo, emissora de televisão, que, em sua visão, presta um desserviço ao País com perseguição implacável ao Governo Bolsonaro na adoção de um jornalismo parcial. “A Globo faz um jornalismo extremamente parcial, de falar mal do Governo. Bolsonaro inaugurou a Transposição e a Globo não mostrou. Acho isso muito ruim. Tem que falar nos erros e nos acertos. E não tenho visto isso na Globo. Existe na TV Globo um excesso de opiniões de esquerda”. Abaixo sua entrevista na íntegra.

Por que o senhor resolveu investir no Nordeste?

A gente, que fica mais no Sudeste, só ouve falar de festas do Nordeste, de carnaval, de seca, etc. Ninguém fala da pujança do Nordeste. A pessoa começa a conhecer o Nordeste quando conhece os nordestinos que vivem em São Paulo, que trabalham e muito. O empresário já sabe que o nordestino é bom de trabalho. Já sabe que o cara do Piauí é bom de restaurante, que o cearense é bom de comércio. Eu fiquei impressionado com Nordeste, com a prosperidade para ver negócios.

Quem convenceu o senhor a investir em Santa Cruz do Capibaribe?

O Marcelo Tortato, dono da "Pitbull" e que tem vários hotéis pelo Brasil a fora. Ele agora está investindo em shoppings populares e alguém falou para ele de Santa Cruz. Ele perguntou se eu toparia entrar como sócio e eu falei que ia com ele. E fui. Eu não imaginava a força do Nordeste e hoje vejo a região com outros olhos. A verdadeira independência do Nordeste vai vir agora. O Nordeste já foi o grande produtor de açúcar. Mas depois acabou esse ciclo e o povo foi para o interior. Só que mesmo naquele sol quente, ele foi firme. Eu acho que vou ajudar nessa nova independência do Nordeste. A gente ouve muito falar de corrupção no Nordeste, mas a gente não pode conhecer o Nordeste só por isso ou pelas festas. Em Santa Cruz, as pessoas fabricam as próprias peças de roupas ali e levam para a feira. Voltei de lá feliz, pois quero ajudar o Brasil a conhecer esse outro Nordeste.

O senhor conheceu e está investindo numa área do Nordeste em que o desemprego é quase zero.

E agora com esses empresários abrindo um grande galpão, será uma coisa fabulosa. A ideia é levar o Brasil para comprar lá. A ideia é justamente mostrar essa região como uma região forte. Todo mundo vem na Rua 25 de Março, em São Paulo, fazer compras. Pode vir, mas tem outra opção, tem Santa Cruz, também. Por que não comprar jeans em Toritama?

Lá existe um problema seriíssimo de água. Chega água nas torneiras duas vezes por semana. Agora, tem um programa do governo que envolve a transposição, com a adutora do Agreste, mas não se sabe quando funcionar. O senhor está inteirado dessa situação?

Não, não sabia, mas se está vindo essa adutora estão a situação vai estar resolvida, vai ficar melhor ainda. Aproveito, sem querer fazer campanha, já que só faço campanha para meu filho, que é governador do Paraná, mas gostei muito da atitude do Governo de ir agora para o Nordeste. O atual presidente foi agora. Foi ver como funciona. E acho que essa ideia de fortalecer o Nordeste é boa para o Brasil, é uma necessidade.

Nós temos o velho Nordeste, que é o da seca, do político corrupto e o novo Nordeste. Como o senhor ainda enxerga esse velho Nordeste?

Eu acho que isso do político corrupto já está acabando. Está indo embora. Os nordestinos é que vão fazer a região crescer. O meu entusiasmo é criar coisas para o povo de o Brasil inteiro ir consumir aí. Eu tenho sido procurado por empresários que me conhecem, querendo saber por que estamos indo para o Nordeste.

O senhor está interessado em investir em outros setores no Nordeste. É verdade que o senhor abriu negociações para comprar o grupo de comunicação da família Collor em Alagoas?

Alguém conversou com a minha equipe, mas nós não avançamos. Eu não acredito que alguém vá vender uma empresa como a do Collor, então a gente não vai perder tempo. Ninguém vai vender uma empresa que tem a programação da TV Globo. E se vender, é muito caro.

Quais as áreas que o senhor investe hoje no País?

Em comunicação, logística e hotelaria. Mas estou investindo bem em comunicação. Hoje temos 53 emissoras, a nossa empresa já é a terceira do País, e a gente pretende chegar até o final do ano com 70 emissoras de rádio.

Silvio Santos fez um caminho parecido e acabou criando o próprio canal de televisão. Passa pela sua cabeça seguir esse exemplo?

Não, acho que estou feliz dessa forma. No Paraná, por exemplo, temos seis emissoras. Acho que não tenho mais tempo para televisão. E sou tão feliz com o SBT, que prefiro ficar assim, trabalhando para o Silvio Santos.

Como está sua audiência no SBT?

Eu continuo em segundo lugar no País inteiro. Ela não cresce, mas também não cai. Eu disputo com novela, e outros bons produtos. Quem ganha de novela? Ninguém. A Record já colocou em cima do meu programa 78 programas diferentes, para ver se derruba o meu horário. E até agora não derrubou. Espero continuar a ganhar deles por muito tempo.

Como o senhor reage aos comentários que é um comunicador de povão, sem chega ao público A e B, formador de opinião?

Eu nunca me preocupei com isso. Até 1998, a revista Veja chamava Silvio Santos de camelô e ele já eram um homem de sucesso. A imprensa faz o que quiser. A gente tem que trabalhar com nosso negócio. Nessa pandemia, não desempreguei ninguém. Tenho meio público, pessoas que eu preciso dar satisfação e vou continuar trabalhando, sem se preocupar com título. Já me chamaram de "rei do brega", sensacionalista, falem o que quiser. Deixa falar.

As emissoras hoje desencadearam para programas explorando a violência. O senhor não entra nessa área, mas está muito no popular. Deu certo?

Eu saí dessa área de sensacionalismo já tem mais de 10 anos, optando pela área do entretenimento, a qual faço com mais paz, com mais resultados. Hoje, meu programa está com todas as cotas de patrocínio vendidas até o final do ano, não tenho mais vagas para cotas comerciais. Então, não tenho essa preocupação. Silvio Santos me paga muito bem, pois eu sou sócio no programa. Mas eu trabalharia de graça, pois gosto. As pessoas que estão fazendo propaganda comigo já estão há 15 anos.

A pandemia atingiu fortemente a economia e os empresários. O senhor sofreu prejuízos?

Não, não. Eu não vou ter lucro, mas minha empresa mantém o mesmo tamanho. Vou pegar de um lado que deu lucro e colocar em outro que não deu. Fui mal no investimento em hotelaria, mas bem na agricultura, por exemplo. Vendemos soja a quase 90 reais.

Em que setor o senhor ganha mais dinheiro hoje?

Comunicação. O meu programa me dá muito lucro.

Voltando à Santa Cruz do Capibaribe, quando o senhor pretende inaugurar o shopping popular?

Nós queremos inaugurar ano que vem. A ideia é fazer seis mil boxes de vendas de pequenos comerciantes. Vamos fazer uma área para ônibus bem arejada, arborizado. Vai ser um shopping popular de muito conforto. O projeto é mais moderno e mais arrojado do que o Moda Center, para dar conforto aos clientes. O carro da pessoa ficará na sombra, vamos ter hotéis ali na mesma área. São 17 hectares. E vamos gerar muitos empregos. Num cálculo básico, são 18 mil pessoas trabalhando.

Então, o Ratinho estará mais presente no Nordeste a partir de agora?

Pretendo. Estou apaixonado pelo Nordeste e em especial pelo povo nordestino. Eu vi o povo colocando saco de roupa naquelas Toyotas, que são produzidas ali. Fiquei doido com aquilo, vou até compra uma para mim.

O senhor vai buscar apoio do Governo do Estado para concretizar o investimento em Santa Cruz do Capibaribe?

Não, não temos esse interesse. Temos um fundo de investidores e quando a gente precisa, ele nos socorre. E lá para Santa Cruz foi muito fácil. Eles fizeram uma pesquisa e viram que lá é um sucesso.

Qual o valor do investimento?

Não vou poder te responder com muita precisão, mas em torno de R$ 28 milhões. Mas acho que vai ser muito mais, mas não tenho autorização para falar. Virão novos parceiros depois, que eu ainda não posso revelar.

Eu recebi um vídeo do senhor lá, mas não vi no seu programa. O senhor colocou no ar em seu programa de TV?

Coloquei imagens que captei na hora. E peguei imagens de dois anos atrás. Muita gente achou ruim, pois as pessoas estavam sem máscara. Mas eram filmagens antigas. Eu falei no programa que tinha ido conhecer e que ia montar um grande negócio lá.

Certamente sua audiência aqui no Nordeste vai crescer depois desses investimentos...

Vai. E acho que o mais importante é usar o meu programa para mostrar o Nordeste. É mais valoroso do que mostrar o projeto. O maior investimento que eu vou dar vai ser divulgar as coisas boas da região. E repito: se o Governo continuar olhando para o Nordeste, vamos ter o verdadeiro descobrimento do Nordeste.

O senhor tem que bater muito em dois problemas terríveis na região que optou em investir: falta de água e estradas. Está consciente disso?

Eu não sabia, mas vou começar a falar. Assista ao programa de segunda-feira. Eu já começo. Vou cobrar. Temos que lembrar ao governador que a infraestrutura é vital.

O senhor sabia que há um projeto de um aeroporto em Brejo da Madre de Deus parado, mas de um grupo privado?

Eu não sabia desse aeroporto. Mas vamos marcar para poder dar uma olhada. Isso seria muito importante para o escoamento de tudo que vamos produzir e vender.

Como o senhor avalia o Brasil de hoje?

Estou muito animado. Acho que o Brasil vai sair da pandemia mais estruturado. Muitos governadores trabalharam direito. Acho que em 2022 vamos estar em situação boa. Nós estamos a 1 ano e 8 meses sem casos de corrupção. A gente não pode ter governos que entrem em história de comunismo, pois isso é bobagem. Não tem nenhum um só País que deu certo enveredando pelo comunismo ou o socialismo.

O senhor percebe também uma radicalização pelas redes sociais entre bolsonaristas e lulistas?

Sim, percebo, é verdade. Acho que o que acontece é que dentro do governo do PT existiam muitas vantagens para a classe artística. E temos vários jornalistas que estão nas faculdades ouvindo que socialismo é um bom negócio. Então, ensinam isso. Temos que ter livre mercado. É o que estamos fazendo no Nordeste. Abrir e levar mais gente. FHC fala em social-democracia, mas ninguém sabe o que é isso.

O senhor foi deputado federal. Tem plano para voltar ao Congresso?

De jeito nenhum, a única coisa que não quero. Não gosto nem de ir a Brasília. Fui um deputado que não consegui fazer nada. Fui um péssimo deputado. Não nasci para isso. É tudo muito demorado e tudo com interesses. Jô Soares uma vez me perguntou se eu já tinha visto corrupção lá, mas nunca vi. Mas foi um período infeliz na minha vida. Perdi minha casa, perdi tudo. Passei necessidade e tive que recomeçar do zero.

O senhor sonha em ser candidato a presidente?

Nem pensar, não tenho interesse nenhum. Presidente, não vou me entenderia com o Congresso, sairia no tapa com deputado, iria pegar no pescoço de senador. Não vou entrar nessa fria nunca. Eu sou bom vendedor de publicidade e essa é minha função.

A comunicação no Brasil vive uma crise de identidade?

Sim. É uma crise que se muda tudo, toda hora. E atinge inclusive a Globo. A TV Globo nunca fez desconto na publicidade dela e hoje está fazendo. A TV Globo é a emissora que mais sabe fazer novela, mas faz um jornalismo extremamente parcial, de falar mal do Governo. Bolsonaro inaugurou a transposição e ninguém mostrou. Acho isso muito ruim. Tem que falar nos erros e nos acertos. E não tenho visto isso na grande imprensa. Existe na TV Globo um excesso de opiniões de esquerda.

Em relação a Lula e Dilma, a TV Globo teve um tratamento diferenciado?

Sim, diferente de hoje, que só fala mal do Governo. Bolsonaro sempre reclama muito da TV Globo, pois se acha injustiçado.

O senhor acha que vai surgir um candidato anti-Bolsonaro? Pode ser Moro?

Eu acho que Moro entrou bem, mas se saiu mal. Foi mal aconselhado. Ele podia ter saído agradecendo, escrito um livro sobre a Lava Jato e ter ganhado muito dinheiro. Da forma que saiu, não ficou bem nem com direita, nem com esquerda, nem com centro.

O cenário político é favorável à reeleição do presidente?

Hoje, sim. Não tem ninguém para ganhar dele. Bolsonaro tinha cisma de ir para o Nordeste, mas agora ele viu que tem gente que gosta dele aí. Acho que ele vai voltar muitas vezes e vai ganhar também no Nordeste se continuar investindo em programas sociais.

Quais conselhos o senhor daria a Bolsonaro?

Eu falaria para ele deixar de ser pavio curto.

Qual a participação que o senhor tem na rede Massa de sua propriedade como jornalista e comunicador?

Quase nenhuma. Eu raramente vou lá. Não tenho nenhum programa. Meu filho toca as coisas por lá. Eu estou modernizando as rádios para todas virarem televisão. Por falar nisso, gostaria de destacar o trabalho do ministro das Comunicações, Fábio Faria, que está trazendo o 5G para o Brasil e fazendo um excelente trabalho.

Em relação ao agronegócio, quais são seus investimentos?

Nós temos queimadas naturais, mas o agronegócio é que vai segurar tudo. Não estamos mais só vendendo soja e café, agora estamos industrializando tudo. O Brasil ainda vai crescer muito nisso. Eu tenho produção de soja e café.

Quais são as lições que o Brasil vai tirar dessa fase da pandemia?

 Acho que vamos aprender a ficar mais em casa. Tenho falado no meu programa para as pessoas terem mais paciência e ficar em casa. Mas acho que tem coisas exageradas. Vi o pessoal andando de bicicleta bem longe e de máscara. Não adianta. Só pega se estiver próximo. Isso também é um exagero!

Qual a expectativa do senhor em relação à vacina?

 Acho que em janeiro já está todo mundo vacinado. E acho que a primeira vai ser a russa. Tudo que vem da Rússia e China a gente desconfia. Mas vacina, se não funcionar, o mundo denuncia. A primeira vacina que tiver, eu tomo. Pode ser de onde for. Eu acredito em vacina. Nesse período, fiquei em casa e na fazenda, mas não deixei de trabalhar.

Qual a opinião do senhor em relação ao uso de cloroquina no tratamento da Covid-19?

 Acredito. Jamais um presidente faria propaganda se ninguém tivesse orientado. Cloroquina o Exército sempre usou e ela funciona. Dizem que ele faz mal para quem tem problema sério de coração. Mas é a mesma coisa de quem toma Viagra.

Foi difícil vencer na vida tendo sido filho de pais pobres e trabalhado de engraxate na infância?

Eu sou muito chorão, bastante emotivo. Choro com tudo, mas, sobretudo, de alegria. Não é fácil a vida para ninguém. Seu sempre fui um grande batalhador, desde que engraxei sapato para não ter que pedir dinheiro ao meu pai que, coitado, nem tinha, de tão pobre, mas nunca passei fome. Meus pais não permitiram que a fome nos cercasse. Minha mãe diz que eu trabalhei muito. Eu tenho a qualidade de ser persistente. Acho que isso me dá vontade de viver. E sobre o Nordeste, está na hora de crescer. Precisamos divulgar essa parte boa do Nordeste. Precisamos mostrar o novo Nordeste.


Ratinho: Temos que mostrar a força e a pujança do Nordeste

Por Hylda Cavalcanti

O apresentador Carlos Massa, o Ratinho, se diz “encantado pelo Nordeste”. Ele adquiriu recentemente um terreno em Santa Cruz do Capibaribe, município onde está construindo um shopping popular, e negocia com um grupo de empresários várias parcerias para incrementar o negócio. Homem da Comunicação com uma audiência de mais de 25 milhões de pessoas, Ratinho é também um homem da Agropecuária e do Turismo, entre outros negócios que possui nestes segmentos. Mas acha que agora é a vez de destacar a pujança da região. 

“Acredito que agora é o momento da verdadeira independência do Nordeste. Precisamos mostrar ao mundo esse povo trabalhador, que dá muito duro confeccionando peças de roupa em casa, depois carrega quilos de tecidos nas toyotas e ainda sai para vender na feira. É esse dinamismo que precisamos mostrar. Quero que o Brasil conheça esse nordeste pujante que eu vi de perto”, afirmou, durante live concedida para o Blog do Magno.

Para o apresentador, se as pessoas têm o hábito de fazer compras na rua 25 de março em São Paulo (um dos pontos comerciais mais conhecidos do país, para onde sacoleiros de todos os estados viajam para abastecer lojas diversas), “também podem passar a fazer compras em Toritama”. 

“Não estou aqui fazendo campanha, porque só faço campanha para o meu filho (o atual governador do Paraná, Ratinho Júnior), mas gostei muito da atitude do Governo Federal de fortalecer o Nordeste. É uma iniciativa boa para o país como um todo”, destacou. 

Ao ser questionado sobre se conhece o antigo Nordeste, marcado por casos de corrupção entre políticos e pela seca, ele disse estar otimista com a perspectiva de desenvolvimento da região e não pensa nisso. “Essa era dos políticos corruptos está acabando. O nordestino com a força do seu trabalho é que vai fazer a região crescer. Tanto é que tenho sido procurado por empresários para parcerias neste empreendimento”, contou. 

Ratinho disse que quer inaugurar o negócio “no ano que vem”. Explicou que sua pretensão é fazer 6 mil boxes de venda para pequenos comerciantes e uma área grande para estacionamentos, com vistas a receber ônibus de todo o país, com 17 hectares de terreno no total. 

“Não queremos levar luxo para o local, mas construir um shopping popular gostoso e confortável”, afirmou. A expectativa inicial é de gerar 18 mil empregos para as pessoas que vão trabalhar nos boxes, fora os empregos indiretos. Todos na região do Agreste pernambucano.

Segundo o apresentador, embora ele não possa falar no valor total do investimento a ser feito porque ainda depende de parcerias que estão sendo confirmadas, o valor aplicado é de mais de R$ 28 milhões. “Não estou autorizado, ainda, para dar mais detalhes sobre isso”, ponderou. 

Fora do Nordeste, ele tem investido em comunicação e também em fazendas de soja, de café e na hotelaria. Possui seis emissoras de TV, 53 emissoras de rádio e pretende até dezembro ampliar o número para 70 emissoras de rádio, mas não pensa em criar seu próprio canal. “Estou feliz com a Rede Massa no Paraná. Não tenho tempo para uma rede. Tenho 64 anos, não dá mais para investir nisso com minha idade. E depois, adoro o SBT”, confidenciou. 

Ratinho também falou do período em que foi deputado federal, que considera “uma grande decepção”. “A única coisa que não quero mais na vida é ser deputado. Não gosto nem de ir a Brasília. Fui um péssimo deputado, um deputado que não conseguiu fazer nada. Não nasci para isso”, destacou.

Conforme desabafou, “o período no Congresso foi uma fase infeliz da minha vida. Larguei tudo para virar deputado e em função disso, perdi tudo e tive de recomeçar do zero”. Sobre ser considerado um comunicador voltado para as classes C e D, ele disse que nunca se incomodou com o rótulo. “A TV Record já colocou 78 programas diferentes para ver se passa meu programa e nunca conseguiu esse feito. Tenho público, nunca deixei de pagar nenhum funcionário, nem mesmo com essa pandemia, e isso é o que importa. Dizem que sou brega e sensacionalista. Deixa pra lá. Até hoje chamam Silvio Santos de camelô também”. 

O apresentador relatou que tem, hoje, todas as cotas de patrocínio do seu programa deste ano vendidas, o que mostra o sucesso da empreitada e que está muito satisfeito com a careira. Ele considera a crise da comunicação no Brasil grande e acha que atingiu também a TV Globo. “Tanto é que a Globo nunca fez desconto em sua publicidade e agora também faz, como sempre fizeram as outras emissoras”. 

O quesito no qual a Globo está perdendo, em sua opinião, é no jornalismo. “Estão fazendo um jornalismo parcial, assim como outros veículos da grande imprensa, como a Folha de São Paulo, mas a Globo é muito poderosa, ainda tem muita gordura para queimar”, frisou. 

Na avaliação de Ratinho, nos governos de Lula e de Dilma Rousseff, a situação era mais equilibrada. “As matérias veiculadas tinham dois lados, agora não”, observou. “Nas entrevistas que concedeu a mim, o presidente Bolsonaro sempre se queixou de que se acha injustiçado pela emissora”, afirmou, se referindo à vênus platinada. 

Indagado se acha que o ex-juiz e ex-ministro da Justiça e Segurança, Sérgio Moro, pode ser um nome a atrapalhar a reeleição de Bolsonaro em 2022, o apresentador disse não acreditar nesta possibilidade. Acha que o atual presidente será reeleito. Segundo ele, Moro entrou bem no governo, mas foi mal aconselhado e não saiu bem. 

“Da forma como foi sua saída, ele não ficou bem com a direita, nem com a esquerda nem com o centro. Além do mais, Moro não foi amigo o suficiente a ponto de o presidente o querer no Supremo”, disse. Ratinho afirmou também que, se tivesse liberdade com Bolsonaro, o único conselho que daria a ele seria “para encompridar mais o seu pavio”. “É curto demais!”.

Carlos Massa, o Ratinho, empresário múltiplo, com destaque na área de comunicação, apresentador do SBT, fala, daqui a pouco, ao Nordeste, com exclusividade ao meu blog, numa live pelo YouTube com transmissão simultânea pela Rede Nordeste de Rádio no horário do programa Frente a Frente, de 18 às 19 horas. São 43 emissoras, hoje estreando mais uma, a Polo, de Santa Cruz do Capibaribe, cidade onde o comunicador investe na área de confecções.

Ratinho nasceu entre São Paulo e Minas Gerais e foi registrado em Águas de Lindóia (SP). Mas desde a infância pobre, onde viveu em cidades paranaenses como Jandaia do Sul, teve que ajudar a família trabalhando como engraxate, lavador de carro e açougueiro, porque o pai era pedreiro.

A alcunha de Ratinho o acompanha desde a infância e teria surgido do fato de ele 'dar sumiço' nas bolas de partidas de futebol de várzea e os jogadores dizerem, culpando-o pelo sumiço: 'foi aquele ratinho', em função de sua rapidez e agilidade.

Iniciou sua carreira televisiva em 1991 na Rede OM (atual CNT) como repórter policial e logo em seguida apresentador do programa Cadeia, do ex-deputado Luiz Carlos Alborghetti, de quem adotou o estilo espontâneo, irreverente, desafiador, escrachado e acalorado de atuação, assim como o uso do cacetete durante os programas. Ratinho entrou na Record em setembro de 1997 estreando o programa Ratinho Livre.

Seu programa na Record era das 20h30 às 22h. Um mês depois alcançou Globo e SBT no Ibope. Naquela época, também obteve certa visibilidade nacional e até internacional. Ficou conhecido por seu temperamento explosivo, seu estilo polêmico e brincalhão, por não ter papas na língua. Hoje, além de fazer sucesso no SBT, Ratinho construiu um império de comunicações no Paraná.

Lá, é dono de cinco emissoras de televisão e 32 de rádio (Rede Massa e Massa FM). Há vinte anos no SBT, hoje tem 19 fazendas produtivas, a maioria no Paraná, e investe em outros setores da economia, tendo aviões e até hotel. Emprega 1,5 mil trabalhadores. Fora as emissoras de rádio e TV, Ratinho também ganha dinheiro com produtos licenciados que tem direito a 6,5% das vendas.

Sardinha, atum, adoçante, café, achocolatado, ração animal e esponja de limpeza são alguns dos itens que ele deixa ter sua imagem vinculada. Ao todo, o patrimônio de Ratinho, de acordo com ele mesmo há alguns anos, estava em 125 milhões de dólares. Hoje em dia, esse valor ultrapassaria os 500 milhões de reais.

Mas se for levar em consideração o tempo que ele falou isso e acrescentar a informação de que recentemente Carlos Massa comprou mais uma emissora de rádio, o valor pode facilmente ultrapassar a fortuna de Silvio Santos que está avaliada em 2,6 bilhões de reais.

Outro ponto que vale ressaltar é que Ratinho possui mais funcionários que o próprio SBT. São três mil pessoas que trabalham para Carlos Massa em suas empresas, enquanto na emissora paulistana, o número de funcionários está em 2,3 mil.

Ratinho também é humorista, radialista e político, além de ter sido ator na novela "Vende-se um Véu de Noiva" e no filme "Exterminadores do Além Contra a Loira do Banheiro", e em especiais do SBT. É também pai do político Ratinho Júnior, governador do Paraná. Foi político no final da década de 1970 até meados da década de 1990, quando foi vereador de Curitiba e deputado federal pelo Partido da Reconstrução Nacional (PRN).

Em Pernambuco, Ratinho se deslumbrou com o polo de confecções de Santa Cruz do Capibaribe, onde esteve recentemente para acompanhar um grande investimento que está tirando do papel para entrar, definitivamente, no Nordeste. Hoje, ele conta detalhes da sua nova paixão: Pernambuco.

Uma live imperdível!

Política : ALIMENTOS EM ALTA
Enviado por alexandre em 09/09/2020 09:43:15

Governo planeja zerar tarifa para importar alimentos

Preocupado com o efeito do aumento de preços dos alimentos na popularidade do presidente Jair Bolsonaro, o governo quer zerar as tarifas de importação de alguns itens da cesta básica para facilitar a entrada dos produtos estrangeiros. Ontem, ao falar sobre a variação do preço do arroz – que disparou nas últimas semanas, com o pacote de cinco quilos chegando a custar R$ 40 em alguns sites (normalmente, é vendido a cerca de R$ 15) –, Bolsonaro disse que o governo prepara medidas para encarar a inflação dos alimentos e “dar uma resposta a esses preços que dispararam nos supermercados”. 

No Palácio do Planalto foi instalado um gabinete para informar o presidente sobre a variação dos preços dos produtos. Esse trabalho já estava sendo feito pelos ministérios da Economia e da Agricultura, mas Bolsonaro pediu para acompanhar mais de perto as oscilações dos preços, já que é cobrado pela rede de informações – principalmente nos grupos de WhatsApp.

O aumento das importações de alimentos por parte da China e a desvalorização do real ante o dólar encareceram os produtos básicos no País – e levou também a uma queda de braço entre os supermercadistas e a indústria de alimentos sobre o repasse do aumento de custos para os consumidores.

A alta acontece justamente no momento em que o auxílio emergencial, pago a desempregados e trabalhadores informais e responsável pelo aumento da popularidade do presidente durante a pandemia, foi reduzido à metade, de R$ 600 para R$ 300.

No fim do mês passado, já preocupado com o aumento dos preços, o Ministério da Agricultura defendeu zerar as taxas de importação do arroz, trigo e soja. A alíquota de importação de países de fora do Mercosul é de 12%, no caso do arroz, e de 8%, para soja e milho. A medida, porém, precisa do aval da Secretaria-Executiva da Câmara de Comércio Exterior (Camex). Não há data de quando o tema será tratado.  Continue lendo

Analistas refizeram as contas e preveem, agora, inflação dos alimentos acima de 10% neste ano, resultado pelo menos quatro vezes superior às estimativas para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que variam entre 2,3% e 2,5%. 

Com isso, a população de mais baixa renda, que destina quase 80% dos recursos disponíveis para a compra de alimentos, será a mais prejudicada. Muitas famílias, inclusive, já estão retirando do carrinho de supermercado uma série de itens básicos — a quantidade de arroz, feijão e carne diminuiu bastante. 

Como não veem mudança nesse quadro tão cedo, os analistas afirmam que o IPCA de 2021 voltará a se situar entre 3% e 4%, elevando o desafio do Banco Central de manter a taxa básica de juros (Selic) em 2% ao ano, o menor nível da história. Os mais pessimistas, acreditam que a Selic poderá subir já neste ano. 

Tropa de choque de Bolsonaro 

A disparada dos preços dos alimentos não atormenta apenas os consumidores. O Palácio do Planalto já identificou que a comida mais cara está começando a impactar a popularidade do presidente Jair Bolsonaro, que vem subindo gradualmente, principalmente, entre os eleitores de renda mais baixa. 

Não à toa, o Planalto montou uma tropa de choque para monitorar a alta dos preços dos alimentos e para acompanhar todas as medidas que vêm sendo tomadas pelos ministérios da Economia e da Agricultura a fim de conter abusos e de evitar desabastecimento. 

Segundo integrantes da equipe econômica, o momento exige um acompanhamento cuidadoso, mas não há nada de muito preocupante no horizonte. Um dos técnicos garante que o país está diante de um movimento passageiro, de reacomodação do mercado, já que o consumo cresceu além do esperado. 

“Com o auxílio emergencial de R$ 600, que injetou bilhões na economia, era natural supor que a demanda maior por alimentos pressionaria os preços. Mas vemos uma pressão momentânea, um choque passageiro”, afirma o técnico da equipe econômica.


Blog do Vicente

Apesar da promessa do presidente Jair Bolsonaro de que o governo agirá para conter a disparada dos preços dos alimentos, sobretudo do arroz, do óleo de soja, do feijão e das carnes, especialistas em inflação argumentam que o movimento de reajustes dos produtos básicos vai durar pelo menos um ano. A inflação dos alimentos em 2020 deve passar de 10%. 

Segundo os especialistas, há uma conjunção de fatores que justificam a disparada dos preços da comida. Além de o consumo de alimentos ter aumentado no país durante a pandemia, as compras da China dispararam e há produtos, como o arroz, que tiveram a área plantada reduzida para dar lugar à colheita de soja e milho. 

Os economistas explicam que, com a pandemia, muitas empresas da área de alimentos suspenderam parte da produção, mas, quando religaram as máquinas, encontraram uma demanda crescendo mais rápido do que a oferta. Esse descompasso inflou os preços de várias mercadorias, como leite e óleo de soja — esse produto também influenciado pela alta do dólar. 

China está comprando tudo o que vê pela frente 

A demanda maior por alimentos é uma tendência em todo o mundo, mas ainda mais forte na China, que está repondo estoques. O país asiático, por exemplo, teve que sacrificar quase toda a criação de porcos por causa de uma peste. Agora, enquanto os animais vão crescendo, compra tudo o que há de carne suína disponível no mercado mundial.  Continue lendo

Política : INELEGÍVEL LULA
Enviado por alexandre em 09/09/2020 09:30:00


Lula quer por quer ser ouvido, mas quem vai ouvir?
O ataque do inelegível Lula

O ex-presidente Lula sabe que, dificilmente, terá recuperado os seus direitos políticos até 2022 quando Bolsonaro tentará a reeleição num cenário, hoje, em que ganharia de todos os adversários, inclusive Sérgio Moro e Ciro Gomes, que seriam os mais competitivos. Mas, mesmo assim, deu o seu grito para reacender a militância vermelha, que ainda está adormecida.

Numa carta à nação, escrita e publicada em vídeo, o petista fez duras críticas a Jair Bolsonaro e ao Governo. Lula segue impedido de concorrer por ter sido condenado em segunda instância, porém, conforme o especialista em direito público e eleitoral, Agnelo Sad Junior, o quadro pode mudar, caso haja uma anulação das decisões judiciais condenatórias. Lula aproveitou o feriado de 7 de setembro para criticar duramente a forma que o atual comandante do País está lidando com a pandemia.

De acordo com o ex-presidente, o Governo "converteu o coronavírus em uma arma de destruição em massa". “Um governo insensível, irresponsável e incompetente, que desrespeitou as normas da Organização Mundial de Saúde e converteu o coronavírus em uma arma de destruição em massa. Os recursos que poderiam estar sendo usados para salvar vidas foram destinados a pagar juros ao sistema financeiro", apontou.

Lula também falou sobre o sucateamento do SUS e do trabalho feito pelos profissionais da saúde para lutar contra o vírus. “Os governos que emergiram do golpe congelaram recursos e sucatearam o Sistema Único de Saúde, o SUS, respeitado mundialmente como modelo para outras nações em desenvolvimento. E o colapso só não foi ainda maior graças aos heróis anônimos, as trabalhadoras e trabalhadores do sistema de saúde”, criticou.

Ainda em seu pronunciamento, Lula lembrou da última eleição e apontou que o País vive em um "pesadelo sem fim". “Aceitaram como natural sua fuga dos debates. Derramaram rios de dinheiro na indústria das fake news. Fecharam os olhos para seu passado aterrador. Fingiram ignorar seu discurso em defesa da tortura e a apologia pública que ele fez do estupro”, disse.

E acrescentou: “As eleições de 2018 jogaram o Brasil em um pesadelo que parece não ter fim. Com ascensão de Bolsonaro, milicianos, atravessadores de negócios e matadores de aluguel saíram das páginas policiais e apareceram nas colunas políticas”. A linha de embate pode até está correta, mas Lula terá que fazer malabarismos para destravar sua inelegibilidade. A pauleira, entretanto, mostrou que ele está vivinho da silva e já tem uma estratégia para 2022.

ACREDITE SE QUISER Em ritmo de despedidas da presidência do Supremo Tribunal Federal, o ministro Dias Toffoli almoçou com Bolsonaro e amenizou a relação de horror que teve com o Governo. "Em todo relacionamento que tive com o presidente Jair Bolsonaro e com seus ministros nunca vi da parte deles nenhuma atitude contra a democracia. Tive um diálogo intenso no sentido de manter a independência entre os Poderes e fazer compreender que cabe ao Supremo declarar inconstitucionais determinadas normas, porque essa é nossa função e a do Governo é respeitar e o presidente respeitou ao fim e ao cabo", disse.

PERDÃO – O presidente Bolsonaro vai perdoar das igrejas uma dívida da ordem de R$ 1 bilhão. Hoje, apesar de não estarem sujeitas ao pagamento de impostos, as igrejas ainda precisam pagar contribuições como a CSLL (Contribuição Social sobre o Lucro Líquido) e a contribuição previdenciária. Algumas instituições religiosas tentam driblar a legislação e são autuadas pela Receita Federal. Elas distribuíram parte da arrecadação entre os principais dirigentes e lideranças sem pagar os tributos obrigatórios. O perdão chega por meio de projeto, já aprovado pelo Congresso, do deputado David Soares (DEM-SP), filho do missionário R. R. Soares, fundador da Igreja Internacional da Graça de Deus.

NÚMEROS DO HORROR – Desde o início da pandemia do novo coronavírus, 244 médicos brasileiros morreram em decorrência da Covid-19, segundo levantamento do Sindicato dos Médicos de São Paulo. O primeiro óbito aconteceu no dia 22 de março, e o último, em 2 de setembro. Entre as vítimas, a grande maioria (88%) é de homens. Além disso, 45% delas tinham mais de 60 anos. O Estado com mais mortos é São Paulo (51), seguido do Rio de Janeiro (40). Nos meses de abril e maio, o número de óbitos foi maior. O Conselho Federal de Enfermagem e o Conselho Internacional de Enfermeiros divulgaram no final de maio um outro levantamento segundo qual o Brasil é o País com mais mortes de enfermeiros devido à pandemia.

MICO DO FERIADÃO Três turistas pernambucanas resolveram passar o feriado prolongado de Dia da Independência em João Pessoa, fizeram reservas no Hotel Tambaú, mas foram surpreendidas com o local fechado. As mulheres disseram que fizeram as reservas pela operadora Hotel Urbano e precisaram dormir dentro do carro porque nem conseguiram arranjar outro hotel nem receberam o apoio esperado por parte da operadora. A assessoria de imprensa do hotel confirmou que o estabelecimento está fechado desde maio e que continua de portas fechadas. Avisou também que isso foi informado às operadoras de viagem, mas destacou que algumas delas não estão acatando as informações repassadas.

DITADURA DE NORONHA – A Polícia Civil autuou um casal por quebra da quarentena preventiva à Covid-19, determinada pelo governo, em Fernando de Noronha. Uma empresária, que deveria estar em isolamento, recebeu a visita de um homem, que mora na ilha e não deveria encontrá-la até que saísse o resultado de exame para detectar o novo coronavírus. O flagrante foi realizado após o delegado da ilha receber uma denúncia anônima. Moradores de Noronha, ao retornarem do continente, devem ficar em isolamento até que sejam liberados. “A empresária chegou e recebeu a visita do rapaz. Nós recebemos a denúncia e, ao chegarmos à pousada onde ela está hospedada, encontramos o morador no mesmo quarto”, afirmou o delegado Vitor Leite.

HOJE TEM RATINHO O apresentador Carlos Massa, o Ratinho, do SBT, faz a live deste blog, hoje, às 18 horas pelo YouTube com transmissão simultânea pela Rede Nordeste de Rádio, formada por mais de 40 emissoras, hoje abrangendo um raio de ação nos Estados de Pernambuco, Alagoas e Bahia. Ratinho aceitou falar sobre os investimentos que está fazendo no polo de confecções de Santa Cruz do Capibaribe, no Agreste pernambucano. Na cidade, os moradores poderão acompanhar a entrevista de Ratinho pela Polo FM 100.7, que faz sua reestreia na Rede Nordeste de Rádio depois de suspender a transmissão do Frente a Frente por questões de natureza técnica.

Perguntar não ofende: Por que só Fernando de Noronha foi escolhida para ser a Cuba de Pernambuco?



Governador do DF, Ibaneis, está com Covid-19

O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), foi diagnosticado com Covid-19, hoje, após apresentar sintomas da doença, como coriza e tosse, de madrugada. Por meio de nota, a assessoria confirmou que Ibaneis "passa bem e segue despachando de casa".

Confira o comunicado na íntegra:

Terça-feira, 8 de setembro de 2020

Nesta terça-feira, o governador Ibaneis Rocha foi diagnosticado com Covid-19, após apresentar coriza e tosse, alguns dos sintomas associados à doença, de madrugada.

Em companhia de um amigo que testou positivo, o governador fez o teste hoje mais cedo e recebeu o resultado positivo. Amanhã, quarta-feira, ele passará por bateria de exames.

O governador passa bem e segue despachando normalmente de casa.

Política : BRASILEIRO
Enviado por alexandre em 08/09/2020 09:25:29

76,3 de brasileiro depende do Tesouro Nacional para viver

Os grandes números da economia e do Orçamento federal divulgados pelo governo explicitaram verdades embaraçosas. A síntese de nosso drama: 79% da força de trabalho total, ou 76,3 milhões de brasileiros, dependem do Tesouro Nacional para viver. 

A queda de 9,7% do Produto Interno Bruto (PIB) no segundo trimestre do ano desnudou aos governantes e à minoria de afortunados a enorme miséria da maioria da população. E a proposta da Lei Orçamentária Anual (LOA) para 2021, submetida pelo governo ao Congresso, mostrou a anemia do gigante maltratado. 

Num caso, o massacre social foi evitado pelo pagamento do auxílio emergencial de R$ 600 por cinco meses, estendido em parcelas de R$ 300 de setembro até o fim do ano. Mais de 67 milhões estão na folha excepcional. Ela, literalmente, salvou a economia de uma depressão. 

No outro caso, o Orçamento federal, deficitário desde 2014, se liquefez com os gastos extras da pandemia e não deverá voltar a ter superávit até 2026 — ou mais. E só falamos da parte que abate o ônus da dívida pública. Com ela incluída, superávit vira coisa do além. 

O Brasil adocicado só existe no sorriso de miss do presidente 

A verdade é que o Brasil adocicado da propaganda oficial só existe nos sorrisos de miss do presidente da vez e de seus apaniguados. As mazelas são fortes demais para exibição em horário livre.  Continue lendo


Blog do Vicente

O novo valor do auxílio emergencial, de R$ 300, que vai vigorar entre setembro e dezembro, não é suficiente para comprar sequer a cesta básica nas capitais pesquisadas pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). O preço mais baixo foi registrado em Aracaju, de R$ 398,47. O mais elevado, em São Paulo, de R$ 539,95. 

O valor da cesta básica está em disparada desde o final de julho, quando itens como arroz, feijão, leite e carne começaram a ser reajustados a um ritmo acelerado. Os produtores alegam que os aumentos decorrem da alta do dólar e das compras maiores da China. 

Donos de supermercados, no entanto, apontam especulação por parte dos produtores, que estão se aproveitando do recebimento do auxílio emergencial pela população mais pobre para ampliarem as margens de lucro. Não há, no entender de supermercadistas, nada que justifique aumento médio de 20% nos preços do arroz em um único mês. 

Situação ficará ainda pior para os mais pobres 

Segundo os donos de supermercados, não há perspectivas de melhora a curto prazo. Todas as tabelas de produtos que chegaram ao varejo neste início de setembro vieram com aumentos. E os reajustes serão repassados às gôndolas, sem dó nem piedade. Não há, de acordo com as empresas, como absorver os custos maiores.  Continue lendo

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