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Política : MORO
Enviado por alexandre em 09/08/2019 08:35:37

Popularidade do ministro é maior do que Bolsonaro

Mostram pesquisas de siglas

Daniela Lima – Painel – Folha de S.Paulo

As fraturas acumuladas por Sergio Moro (Justiça) entre integrantes dos três Poderes nos últimos dois meses não foram suficientes para corroer o apoio que ele tem em diversos setores da sociedade. Sob forte pressão desde o início da publicação de mensagens pelo The Intercept, em 9 de junho, a força do ministro foi testada em pesquisas internas de partidos.

Ele não ostenta a aprovação de outrora —perdeu pontos na casa das dezenas—, mas “mesmo fraco é forte, maior do que Jair Bolsonaro”.

Partidos de centro e centro-direita fizeram nos últimos dias levantamentos municipais e nacionais.

popularidade de Moro foi testada na segunda categoria.

Aliados do ministro da Justiça reconhecem que ele está sob fogo cerrado, uma peça central no que chamam de “crise de confiança entre a Lava Jato e Brasília”, mas dizem que seu trabalho na segurança pública, os índices que tem apresentado, lhe dão sustentação no cargo para além da espuma política.



Boatos no Planalto: estranhamento Bolsonaro x Moro

Apesar de o presidente Bolsonao ter exibido Sérgio Moro no início de sua live desta quinta (8), são vastos os relatos da crescente desconfiança entre Bolsonaro e seu auxiliar.

Tá comigo ou não? No Planalto, prolifera a versão de que o ministro, para se eximir da posição de subscritor de propostas polêmicas, municia a imprensa com informações que o distanciem de casos como o dos decretos que facilitaram porte e posse de armas.

O desconforto entre Bolsonaro e Moro é tema de conversas no Congresso e no Supremo.

Em ambos os Poderes, os relatos indicam que o presidente não vê o auxiliar como alguém disposto a segurar rojões que não sejam do próprio interesse.(Painel – FSP)

Política : APROVAÇÃO
Enviado por alexandre em 08/08/2019 08:48:43

Mourão chama deputados de "soldados", e bate continência

Depois de a Câmara dos Deputados aprovar em 2º turno a reforma da Previdência, o vice-presidente Hamilton Mourão chamou os deputados de “soldados ardorosos” e bateu continência em homenagem a eles. Segundo Mourão, a aprovação da reforma na Casa se deu devido a um trabalho conjunto entre o Executivo e o Legislativo.

“Eu gostaria de cumprimentar a todos os nossos deputados pela brilhante vitória que obtiveram hoje. Esse trabalho conjunto do Executivo e Legislativo nas busca das reformas que vão colocar o nosso país no rumo daquilo que nós esperamos tem sido fundamental e cada um dos nossos deputados tem sido um soldado ardoroso e com a consciência mais do que clara e com determinação e com paciência construíram essa vitória dentro da Câmara dos Deputados. Como soldado que ainda sou, minha continência a todos eles”, disse.

A declaração foi dada na noite desta quarta-feira (07) em jantar de lançamento da Frente Parlamentar Mista em Defesa da Cultura e Tradição Gaúcha e de lançamento dos Festejos Farroupilhas 2019, realizado no CTG Jayme Caetano Braun, em Brasília. Na ocasião, os organizadores do evento cantaram parabéns para o vice-presidente, que completa 66 anos na próxima semana, em 15 de agosto.

A frente parlamentar foi criada em 10 de junho na Câmara dos Deputados com 198 assinaturas de representantes dos 26 estados brasileiros mais o Distrito Federal. O grupo tem como objetivo valorizar o tradicionalismo gaúcho –cultura construída por índios, negros e colonos imigrantes, com homens e mulheres unidos por seus costumes, crenças, riquezas, hábitos e conhecimentos– além de articular com o poder Executivo iniciativas de preservação da cultura.

O evento começou oficialmente às 20h40, mesmo momento em que os deputados votavam a reforma da Previdência. Alguns membros da bancada deixaram o evento para ir ao Congresso participar da votação, como o deputado Santini (PTB-RS), coordenador da frente parlamentar.

A presença do presidente Jair Bolsonaro estava confirmada em sua agenda, no entanto, ele não compareceu. Ao fim, após a aprovação, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), foi ao jantar e elogiou a iniciativa da bancada do Rio Grande do Sul de criar a frente parlamentar.

Também estiveram presentes no lançamento: os ministros Osmar Terra (Cidadania), Ernesto Araújo (Relações Exteriores) e Sergio Moro (Justiça e Segurança Pública); o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB); o ex-ministro Carlos Marun (Secretaria de Governo), entre outras autoridades. Todos jantaram no evento em uma área reservada e cercada por seguranças. Na ocasião, foi servido o tradicional churrasco gaúcho e acompanhamentos.

No evento, diversos grupos de dança fizeram apresentações. Figuras de destaque na cultura rio-grandense também estiveram presentes, como o presidente da Campeirada Internacional de Alegrete, Cléo Trindade; e o fundador da Escola do Chimarrão, Pedro Schwengber.

Sessão da votação dos destaques da reforma da Previdência na Câmara.

Agora, a reforma da Previdência está nas mãos do Senado. O texto da mais ambiciosa mudança econômica planejada pelo Governo Bolsonaro para este 2019 avançou sem dificuldades em seu teste final na Câmara dos Deputados nesta quarta-feira e será votada pelos senadores nas próximas semanas. Em votação em segundo turno, os parlamentares rejeitaram os oito destaques apresentados – em sua maioria pela oposição — para excluir algum trecho da proposta aprovada no início de julho. Na madrugada, o plenário já tinha aprovado o texto-base, em segundo turno, com um placar folgado de 370 votos favoráveis a 124 contrários. O número mínimo de votos necessários era de 308.

A aprovação do texto na Câmara, num Governo Bolsonaro que nem sequer tem maioria parlamentar estável no Congresso, coroa a liderança de Rodrigo Maia como um grande articulador das mudanças da Previdência, tidas como um ponto de inflexão para outras reformas econômicas de corte liberal ansiadas por empresários e investidores. Quando foi reeleito presidente da Câmara neste ano, Maia encampou a proposta de reforma de Paulo Guedes/Bolsonaro e teve o apoio de um amplo bloco na Casa, desde o centro até à direita e a extrema-direita. Teve ainda como seu avalista o mercado financeiro. O deputado sempre frisou que a atual proposta que chega ao Senado tem mais a “cara” da Câmara do que a do Planalto.

Com a conclusão desta segunda votação na Casa, o texto da reforma, que prevê entre os principais pontos uma idade mínima para se aposentar de 62 anos para as mulheres e 65 anos para os homens, segue agora para as mãos dos senadores, onde também terá que passar também por duas votações, com o apoio de, ao menos, 49 dos 81 senadores. Antes, entretanto, o texto terá que ser analisado na Comissão de Constituição e Justiça da Casa. A expectativa do Governo de Jair Bolsonaro é que em setembro ela seja promulgada.

Os senadores ainda devem apresentar uma PEC (Proposta de Emenda à Constituição) paralela, para estender a reforma aos servidores públicos de Estados e municípios, atentando a pedidos de governadores e prefeitos.

Todos os destaques rejeitados

Nas últimas semanas, havia uma expectativa de que o destaque apresentado pelo PC do B, que propunha retirar a possibilidade da pensão por morte ser menor que um salário mínimo (998 reais) caso o dependente tenha outro tipo de renda formal, fosse aceito por se tratar de um tema sensível e que afeta, principalmente, mulheres pobres. A grande maioria dos parlamentares, entretanto, resolveu manter  essa regra da proposta. Dessa maneira, quando uma viúva já receber uma aposentadoria ou uma renda formal, sua pensão poderá ser inferior ao valor do salário.

Para evitar uma derrota neste destaque, o Governo editou uma portaria, na véspera da votação em segundo turno, detalhando o que significa exatamente uma renda formal e garantindo que nenhum pensionista terá renda inferior ao salário mínimo. O anúncio acalmou um pouco os ânimos das bancadas mais críticas às alterações.

Todas essas alterações cobraram um preço na estimativa de corte de gastos da equipe econômica do ministro Paulo Guedes. A proposta inicial estimava uma economia de 1,2 trilhão de reais nos gastos previdenciários em dez anos. A versão aprovada até agora, no entanto, já estima uma economia menor, de 933 bilhões de reais.

Qual a cara da reforma que chega ao Senado

A fixação de uma idade mínima, de 65 anos para homens e 62 para mulheres está no cerne do texto  pondo fim as aposentadorias apenas por tempo de contribuição —muitas vezes precoces—, que hoje exigem aporte de 30 anos para mulheres e 35 para homens.  A proposta aprovada na Câmara estipula um tempo de contribuição no setor privado de 20 anos para homens e 15 para mulheres e, no setor público, 25 anos para ambos.

O texto aprovado nesta quarta-feira eleva ainda as alíquotas de contribuição para servidores públicos acima do teto do Regime Geral (atualmente 5.839 reais) e estipula regras de transição para os atuais trabalhadores. A proposta também modifica o cálculo do valor do benefício, que será a partir da média de todas as contribuições. Atualmente, é permitido excluir os 20% menores salários.

A pensão por morte não será mais integral caso o texto seja promulgado. O pagamento será de 50% da aposentadoria recebido pelo segurado ou do valor que ele teria direito, mais 10% por dependente (incluindo a viúva ou o viúvo). A reforma também prevê cortes no pagamento no caso de acúmulo de benefícios (como por exemplo, aposentadoria e pensão). O com menor valor sofrerá desconto.

Política : O TRAÍRÃO
Enviado por alexandre em 08/08/2019 08:29:06

Frota é persona no grata nas hostes bolsonaristas
Crítico de Jair Bolsonaro e alvo de dois pedidos de expulsão do PSL, um feito pelo senador Major Olímpio (PSL-SP) e outro pela deputada Carla Zambelli (PSL-SP), Alexandre Frota (PSL-SP) sofreu retaliações partidárias.

O deputado foi tirado da vice-liderança do PSL e da comissão que debate a reforma tributária na Câmara.

A sigla também rifou dirigentes indicados por ele ao comando do PSL de Cotia (SP).

Frota afirmou que não vai recorrer.

Caberá ao Conselho de Ética do partido analisar os pedidos de expulsão, mas nem Zambelli, que fez a queixa, sabe quem vai analisar sua denúncia.

“Tentei achar essa informação e não consegui”, disse. (Painel - FSP



Eduardo Bolsonaro começa reuniões com senadores

Embaixador: "A meta é me reunir com todos"

Deputado será acompanhado por assessores do Itamaraty

ÉPOCA

Eduardo Bolsonaro já fixou um plano para conquistar o apoio de senadores a sua indicação à Embaixada do Brasil em Washington. E já foi a campo.

Na tarde desta quarta-feira (7), Eduardo se encontra com o presidente da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional, Nelsinho Trad, e outros integrantes do colegiado.

A partir da semana que vem, o Zero Três se reunirá com três senadores por dia, acompanhado por assessores do Itamaraty.

“A meta é me reunir com todos até setembro”, afirmou à coluna.

“A meta é me reunir com todos”

Deputado será acompanhado por assessores do Itamaraty

Política : PINTO NA MERDA
Enviado por alexandre em 08/08/2019 08:25:56

Vitória inédita de Lula no STF vista por petistas

Soltura aguardada com otimismo por petistas próximos

Corte vetou transferência do ex-presidente de Curitiba para São Paulo

Mônica Bergamo – Folha de S.Paulo

A possibilidade de Lula ser solto, como pediu a defesa no habeas corpus apresentado na quarta (7) ao STF (Supremo Tribunal Federal), foi afastada por ministros da Corte em conversas preliminares antes do julgamento do caso —o que fez com que o ministro Edson Fachin sequer a levasse ao plenário.

CONFUSÃO  E MILAGRE 

A confusão gerada pela decisão da juíza Carolina Lebbos, da 12ª Vara Federal e responsável pela execução da pena do ex-presidente, de transferir Lula para São Paulo acabou sendo encarada por pessoas próximas ao petista como um mal que vem para o bem: o STF se contrapôs em peso a uma decisão de Curitiba, fato considerado inédito em processos do ex-presidente.

As raras vitórias de Lula no STF são sempre apertadas, e na 2ª Turma do tribunal, ou por decisão liminar.

No caso mais notório, em que a corte julgou o habeas corpus que poderia impedir a prisão do ex-presidente, no ano passado, o placar foi de 6 a 5 —contra ele.



Deputados e a decisão da juíza: “escalada de arbítrio”

A sensação de que a transferência de Lula marcaria uma “escalada de arbítrio” fez com que mais de 10 siglas e a cúpula da Câmara reagissem à ordem de Carolina Lebbos. Deputados diziam que a violação das prerrogativas de um ex-presidente romperia qualquer limite.

A decisão da juíza  Lebbos ampliou ainda mais a antipatia de uma ala da corte com o ministro Sergio Moro. Em conversas reservadas, integrantes do Supremo atribuíram à influência dele o pedido de transferência feito pela PF e a resposta da juíza.

O voto do decano Celso de Mello contra a transferência de Lula não deve ser visto como uma pista do rumo que ele vai adotar ao julgar o habeas corpus do petista que alega suspeição de Moro, avisam colegas do ministro.

O projeto que pune o abuso de autoridade deve ser analisado na próxima semana. Estava previsto, mas “o momento veio a calhar”, dizem líderes de centro.(Painel – FSP)

Política : SOMOS BRASIL
Enviado por alexandre em 07/08/2019 09:09:41

Dividir o Nordeste por que?
Por que governadores do Nordeste desejariam dividir o Brasil? Vários foram eleitos pelo PT ou partidos aliados, talkey? E ficaram chateados, também, quando o presidente os chamou de “governadores de paraíbas”.

Na verdade, foi uma escorregada verbal do presidente, em conversa privada, mas que falou, falou, ao criticar Flávio Dino, o governador do Maranhão, a quem considera o pior deles. Dino não é do PT, é do PCdoB, mas isso não faz grande diferença.

De qualquer forma, é uma maneira interessante de iniciar um diálogo para unir o país. A propósito, Bolsonaro não parece pensar em divisão geográfica, de criar uma nação nordestina independente. Pensa, sim, numa divisão ideológica, “mortadelas x coxinhas”, “nós contra eles” – no estilo Lula, Dilma e, sem a menor dúvida, do próprio Jair Bolsonaro.(Carlos Brickmann)



Vagalume nas trevas

Coluna do Carlos Brickmann

Sim, é difícil aguentar um presidente que ataca mortos para atingir os parentes vivos, é difícil aguentar um presidente que nega ter havido ditadura no Brasil, é difícil aguentar um presidente que nomeia o próprio filho, é difícil aguentar um país com mais de 12 milhões de desempregados.

Mas as trevas não são absolutas: há estrelas, há vagalumes, há réstias de luz – e não podemos ignorar o que há de bom, porque indicam melhores dias. A venda de veículos aumentou 12,1% no primeiro semestre, embora, em boa parte devido à crise argentina, as exportações do setor tenham caído. Uma inovação tecnológica importante passou despercebida: a usina flutuante de energia solar, a primeira do país, inaugurada em Sobradinho, na Bahia. Isto muda a vida de toda a região, com energia não-poluente e bem mais barata. A taxa de juros Selic é a mais baixa da história (e a tendência é de queda). O crescimento deste ano, tudo indica, deve ser minúsculo, inferior a 1%; mas houve pequena redução no desemprego, nada que alivie a crise, mas que, pelo menos, reverte a tendência dos últimos anos de aumento da desocupação.

Só economia? Não: também há um ou outro raio de luz no comportamento do presidente. Continua adorando conflitos, mas disse, em ótima entrevista ao Estadão, que se não gostar de uma decisão do Supremo terá de aceitá-la, democraticamente. A relação com o Congresso “continua com muito amor e carinho”. Não toca em ruptura das instituições. É pouco, ainda. Mas é bom.

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