Política - FORA DO JOGO - Notícias
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Política : FORA DO JOGO
Enviado por alexandre em 02/08/2018 08:36:37

Fux diz não haver dúvida de que Lula está inelegível

Presidente do TSE fez comentário em despacho e falou em 'inelegibilidade chapada' do ex-presidente

Carolina Brígido o Globo

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Luiz Fux, afirmou nesta quarta-feira que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva é inelegível. Desde que assumiu o cargo, em fevereiro, Fux tem dito que candidatos condenados por um tribunal de segunda instância serão impedidos de se candidatar. Pela primeira vez, ele atribuiu a tese diretamente a Lula.

O recado de Fux foi dado em uma decisão judicial – mas, na prática, não define a situação eleitoral de Lula. A ação foi apresentada por um cidadão comum e pedia que Lula fosse impedido de se candidatar à Presidência da República. Fux arquivou o caso sem julgar o mérito, porque o autor era um cidadão comum, que não tem legitimidade jurídica para entrar com esse tipo de ação.

Como não se trata de uma decisão, e sim de um comentário em um despacho de arquivamento, a situação de Lula perante a Justiça Eleitoral segue indefinida. “Não obstante vislumbrar a inelegibilidade chapada do requerido, o vício processual apontado impõe a extinção do processo”, escreveu o ministro.

O prazo para candidatos pedirem registro perante a Justiça Eleitoral termina dia 15 de agosto. Antes disso, o Supremo Tribunal Federal (STF), que Fux também integra, deve definir se Lula pode ser libertado e se estará liberado para se candidatar. O despacho de Fux já sinaliza o voto do ministro no julgamento do STF, que deve ocorrer na próxima semana. Como deixa o TSE em 14 de agosto, Fux não participará das decisões da corte eleitoral sobre candidaturas.

Política : O MITO & LULA
Enviado por alexandre em 01/08/2018 09:20:55

Exceção de Dias e do Sr. Ninguém, rejeição acima de 50%

Helena Chagas –Blog Os Divergentes

Estamos a praticamente dois meses da eleição e, mais uma vez, as pesquisas mostram que o quadro pouco mudou. O levantamento divulgado hoje pelo Paraná Pesquisas traz Lula com 29% e Jair Bolsonaro com 21,8% no cenário em que o ex-presidente é incluído, deixando a uma longa distância o segundo pelotão: Marina (9,2%), Geraldo Alckmin (6,2%), Ciro (6%) e Álvaro Dias (4,2%). Na lista sem o ex-presidente, Bolsonaro só perde para o sr Nenhum, por 24,7% a 23,6%. Fernando Haddad e Jaques Wagner, sem o esclarecimento ao eleitor de que seriam o candidato de Lula, giram em torno de 2%.

O curioso nessa pesquisa é o capítulo sobre o potencial de voto de cada um. Quando começamos a ler a relação dos candidatos em quem o eleitor diz que não votaria de jeito nenhum, nos deparamos com um número bem alto que diz que não votaria em Lula: 54,1%, mais da metade do eleitorado, o que em tese poderia até inviabilizar uma vitória em segundo turno.

Só que não. Seu concorrente mais próximo, Jair Bolsonaro, tem quase a mesma rejeição, só um pouco maior: 54,3%. Também é maior o número dos que dizem que não votariam de jeito nenhum em Marina (55,2%), Ciro (58,9%), Geraldo Alckmin (63,3%) e Fernando Haddad (67%) – o recordista na rejeição, sabe-se lá por quê. O único que tem um índice de rejeição abaixo de 50% é Álvaro Dias (46%), sobretudo porque é desconhecido para 25% desses eleitores.

No resumo da ópera está o fato de que o brasileiro vai ter que votar no menos pior, porque o melhor para ele – o Sr. Ninguém – não vai ser candidato.

Política : NO RODA VIVA
Enviado por alexandre em 31/07/2018 09:37:17

Bolsonaro: eleição deste ano sob suspeição

No Roda Viva: não tenho plano B’, diz Bolsonaro sobre Paulo Guedes

Veja

Candidato do PSL disse confiar que relação com seu guru na economia se manterá mesmo com dificuldades ao longo de um eventual governo

Autor do projeto de lei que instituía o voto impresso, tornado inconstitucional pelo Supremo Tribunal Federal (STF), Bolsonaro diz que as eleições desse ano ocorrerão “sob suspeição”. A afirmação foi feita durante uma crítica à procuradora-geral da República, Raquel Dodge, que, na visão do candidato, “prestou um desserviço à sociedade” ao agir contra a medida.



Segundo ele, o sistema eletrônico adotado no Brasil é falho e, sem a impressão do voto, não será possível garantir a legitimidade do resultado. Questionado sobre por que participou de eleições para deputado e, agora, para presidente nesse sistema, se o considera uma “fraude”, Bolsonaro não respondeu e replicou: “Que caminho eu tenho? Entregar para o PT ou para o PSDB?”.



Bolsonaro afirmou nesta segunda-feira que não tem um “plano B” para a gestão da política econômica caso haja um rompimento entre ele e seu guru na área, o economista Paulo Guedes.

O presidenciável já declarou que não entende de economia e disse confiar que sua relação com Guedes, seu “posto Ipiranga” para a área, se manterá mesmo com as dificuldades ao longo do governo — o economista é cotado para ser nomeado para o Ministério da Fazenda.


Política : LULA ZEN
Enviado por alexandre em 31/07/2018 01:17:14

Lula diz que está mais filósofo e manso, relata monja budista após visita

Preso há quase quatro meses, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) diz estar mais filósofo e manso. Foi o que afirmou a jornalistas a monja budista Coen Roshi, que visitou o petista na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba na tarde desta segunda-feira (30). "Estou ficando mais filósofo, mais manso. Eu acalmo pessoas que vem falar comigo com muita raiva, com muita angústia. Eu faço com que eles fiquem bem, porque as coisas são como são e não são eternas, são transitórias", teria dito Lula segundo a monja. A monja relatou que os dois meditaram juntos e que ela contou ao ex-presidente sobre os padres do deserto, homens que fazem o voto de viver sozinhos, em solidão e em silêncio. "Que não é um castigo, tomar isso como uma oportunidade de crescimento espiritual", disse. Coen Roshi, missionária da tradição Soto Shu, também afirmou que Lula contou histórias de sua vida, de como tem lido e meditado, e que acredita em alguma coisa muito maior que o conduz. "Vamos nos encontrar lá em São Paulo no Pacaembu", o petista teria dito. O templo da monja fica na região. (BN)

Política : SÓ UM DIS
Enviado por alexandre em 30/07/2018 08:58:51

Jejum nacional por Lula

O PT pretende convocar um jejum nacional para o dia 4, quando será realizada a convenção que vai oficializar a candidatura presidencial de Lula. O ato será em solidariedade aos militantes que farão greve de fome pela liberdade do ex-presidente.

Haverá um pedido para que os petistas levem alimentos a famílias das periferias do país dizendo que “foi Lula quem mandou entregar”.

O PT produziu 1 milhão de folhetos para convocar militantes de todo o país para o ato de registro da candidatura de Lula no TSE, dia 15 de agosto. O partido acredita que pode reunir de 30 mil a 40 mil pessoas em Brasília.(Folha Painel)


Programa do PT aposta na nostalgia e evita autocrítica



Plataforma eleitoral minimiza dificuldades que novo governo encontrará e defende políticas duvidosas

Ricardo Balthazar – Folha de S.Paulo

A economia brasileira ainda está longe de se recuperar da recessão em que afundou quando Dilma Rousseff estava no poder, mas quem buscar na nova plataforma eleitoral do PT uma explicação para o que aconteceu ficará decepcionado.

Antecipado pela Folha na semana passada, o programa evita discutir as origens da crise, minimiza as dificuldades que o próximo governo enfrentará e defende políticas que alcançaram resultados duvidosos mesmo quando as circunstâncias pareciam mais favoráveis do que hoje.

Os petistas prometem um plano de emergência para retomar investimentos públicos e criar empregos no primeiro ano do novo governo, mas não há previsão de custos, nem indicação clara da origem dos recursos que financiariam o projeto.

Bancos públicos seriam convocados a aumentar a oferta de crédito e baixar os juros de seus empréstimos, numa tentativa de forçar os bancos privados a fazer igual. Dilma experimentou a mesma ideia em seu governo, com resultados efêmeros.



Trabalhadores e empresários teriam assento no Conselho Monetário Nacional e voto nas discussões sobre a meta de inflação. Parece novo? Empresários participavam das reuniões do órgão durante a ditadura militar e dois sindicalistas puderam entrar com o retorno à democracia. Os patrões sempre levaram a melhor.

Não há problema mais desafiador à espera do próximo presidente do que o déficit nas contas da Previdência Social, que hoje consome 49% dos gastos do governo federal. O programa petista mal toca no assunto.

Ele ignora o envelhecimento da população, que tem feito a despesa com aposentadorias e pensões crescer rapidamente, e diz que a situação será resolvida com a volta do crescimento e cortes nos benefícios dos servidores mais bem pagos.

Como estratégia eleitoral, uma tentativa de resgatar o espírito dos anos gordos em que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva governou, o programa petista talvez faça sentido. Em caso de vitória, ele só servirá para alimentar frustrações mais tarde.


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