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Política : ONLINE
Enviado por alexandre em 16/03/2017 19:49:10


DIÁRIO OFICIAL IMPRESSO É SUBSTITUÍDO POR EDIÇÕES DIÁRIAS ONLINE
Economia é de R$ 1,5 milhão por ano

O Diário Oficial do Governo (DIOF) do Estado de Rondônia, que circulava desde 1982 em secretarias, autarquias e demais órgãos públicos deixou de circular. Exemplares das edições impressas ainda podem ser encontrados no Palácio Rio Madeira e no Arquivo do Estado.

Desde o dia 15 deste mês, todas as publicações agora têm validade em edições digitais. A equipe terá 90 dias para fazer todas as adequações.

No modo online, o DIOF proporcionará economia geral de insumos e pessoas no total de R$ 1,5 milhão por ano, informou hoje (16) o diretor do DIOF, advogado Wilson Dias de Souza.

A nova tecnologia também oferece a certificação digital, que se aplica aos conteúdos das edições impressas de 2015 e 2016.

Segundo Dias, o governador Confúcio Moura pediu a secretários, prefeitos, presidentes de câmaras municipais que facilitem o treinamento de funcionários responsáveis por publicações, que passam a operar com senhas de acesso ao sistema.

Departamento vinculado à Secretaria e Estado da Administração, a Imprensa Oficial nasceu em 31 de dezembro de 1981, nove dias depois de criado o estado que seria instalado em 4 de janeiro de 1982.

A sala do DIOF na Torre Pacaás Novos do Palácio Rio Madeira exibe placas indicativas: administrativo, financeiro, direção e diagramação. É nesta que se concentra a equipe “enxuta” de 12 pessoas, três das quais são responsáveis pela formatação.

“Em 2011, quando o governador assumiu o primeiro mandato, visitamos a Imprensa Oficial do Distrito Federal, em Brasília, e a dos estados do Espírito Santo, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Pernambuco, Rio Grande do Sul e São Paulo. Comparamos os perfis tecnológicos e optamos por Mato Grosso do Sul”, explicou Wilson Dias.

A Imprensa Oficial daquele estado é vinculado à Secretaria Estadual de Governo e Gestão Estratégica, e produz o modernos softwares. O modelo escolhido veio para Porto Velho. Software é a sequência de instruções escritas para serem interpretadas por um computador com o objetivo de executar tarefas específicas.

A funcionária Camila Dantas elogia: “Esse software é uma ferramenta moderna, evita fraude, tem alta tecnologia de busca e garante a segurança que o serviço exige, por exemplo, em varreduras de diversos tipos de publicação.”

Segundo Camila, a interligação com documentos oficiais funciona de maneira dinâmica, facilitado ao leitor a comunicação que ele quer. “Além disso, a mão de obra ficou menos cara, pois apenas três funcionários dão suporte à tramitação das publicações vindas do protocolo”, assinalou.

Ainda conforme o diretor, durante reunião do Consórcio Interestadual de Desenvolvimento do Brasil Central em 2015, o secretário de governo sul-mato-grossense Eduardo Corrêa Riedel, e o diretor do DIOF-MS Antônio da Silva Müller, formalizaram convênio pelo qual cederam gratuitamente o software.

“Por esse motivo, o governador Confúcio Moura e a nossa equipe somos gratos à sensibilidade e à cooperação do governador Reinaldo Azambuja e de seus assessores”, pontou Wilson Dias.

PRIMEIRA EDIÇÃO IMPRESSA EM SÃO PAULO

A capa da primeira edição de 96 páginas do DIOF, em formato tabloide, foi impressa em São Paulo, a 3.030 quilômetros de Porto Velho, e toda preenchida com a Mensagem ao Povo Rondoniense, assinada pelo governador Jorge Teixeira de Oliveira.

Publicou a Lei Complementar nº 41 (da criação do estado) e o Decreto nº 1, dispondo sobre a organização do Poder Executivo do Estado de Rondônia.

A primeira oficina gráfica da Imprensa Oficial funcionou na Rua Antônio Lacerda, Setor Industrial, Bairro Embratel.

Circulando desde 1982, o DIOF teve os seguintes diretores, O DIOF foi dirigido primeiramente pelo jornalista Sebastião Sílvio de Castro Leite, Fernando Benincasa, José Anselmo Lopes, Albemar Ramos Falcão, Hélio José Moreira, João de Arruda, Ildevair Boeno Rodrigues, Valentin Heil Filho, Siomara Oliveira, Moisés Mendes de Souza, há sete anos, Wilson Dias de Souza.

PEÇAS DE MUSEU

O DIOF impresso “morreu” antes da comemoração do centenário do jornal Alto Madeira, prevista para o próximo mês de abril.

O que fazer com o maquinário gráfico antigo? O governador Confúcio Moura planejou sua reutilização, não mais em serviço, mas para dar origem a mais um museu em Porto Velho, informou Wilson Dias.

“Ele quer acolher máquinas abandonadas em jornais da capital (impressoras, tituleiras, componedoras e linotipos, por exemplo, para compor o futuro museu ainda em seu atual mandato; será o reconhecimento à imprensa escrita deste estado, cujos primórdios datam do início do século passado”, disse.

O DIOF online

Política : PONTO DE VISTA
Enviado por alexandre em 15/03/2017 22:41:08


Nordestino não pode ser idiota Por Yago Almeida Cardoso

Com todos os acontecimentos recentes no nosso País, tenho observado algumas coisas interessantes, mas não inéditas. Canso de ver pessoas reclamando da situação atual do Brasil e, principalmente, da classe política.

Confesso que já fiz parte desse grupo que atribui a culpa do caos brasileiro a, e apenas e tão somente, os políticos. Não me julguem mal, não estou aqui para defender os políticos. Temos políticos bons e ruins, assim como também temos professores, policiais, vendedores, pastores e padres, entre outras profissões. Mas a culpa da nossa situação é de nós, brasileiros.

Observando as reações das pessoas, tanto no Facebook como pessoalmente, em relação as investigações da operação Lava Jato e, mais especificamente, sobre tudo que envolve o ex-presidente Lula, algumas coisas me surpreenderam, ou melhor, me espantaram.

Considero o brasileiro repleto de virtudes, mas um defeito me chamou muita atenção nesses dias: a mediocridade. Antes de qualquer julgamento, permita-me explicar. No auge dos acontecimentos da operação já citada, quando Lula foi levado para depor e, posteriormente, promotores pediram sua prisão preventiva, observei alguns comentários.

Não estou aqui para defender ou criticar as decisões da Polícia Federal e do Ministério Público de São Paulo, muitos menos tenho a pretensão de fazer com que você defenda ou critique. Vi pessoas defendendo o ex-presidente e outras tantas apoiando as investigações. Cada qual com os seus argumentos. Entretanto, alguns desses argumentos beiram a idiotice.

Como, por exemplo, "Lula não merece o que está passando depois de tudo que já fez pelo País”, "Se Lula for preso, o Brasil deve ficar ao seu lado, por tudo que ele já fez” e o que eu mais gostei: "Nordestino não pode falar mal de Lula”.

Esclareço agora o porquê da mediocridade que eu falei. Você que defende o PT e o Lula, por favor, que tenha argumentos plausíveis e não essas idiotices. Quer dizer que Lula não pode ser investigado ou ter sua prisão preventiva solicitada porque ele fez "muito" pelo País? Se Lula for julgado e condenado, a população deve ficar ao lado de um bandido apenas porque ele fez "muito" pelo Brasil?

Quando dizem que o Brasil é o país da corrupção, isso é correto. Vejam só as pessoas gritando isso em suas redes sociais. Afinal, para essas pessoas, ele pode até ter roubado, mas fez muito.

Para você, idiota, que acha que nordestino não pode falar mal de Lula porque ele fez isso ou aquilo, me poupe. Devemos gratidão eterna? Ele fez um favor? Ou apenas a obrigação dele? Nordestino pode falar mal ou bem de quem quiser. Chega de mediocridade! NÃO DEVEMOS NADA AO PT OU A LULA! Quer defender ele, tudo bem, mas pelos motivos certos e não por essa alienação. Os políticos são nossos empregados, trabalham para o povo. O que fazem, o fazem por obrigação e não por favor. Por fim, antes que me julguem de direita, coxinha, elite ou coisas do tipo, esclareço que Lula, Aécio e qualquer político deve ser investigado e julgado de forma correta.

Antes de tomar uma posição ao lado de qualquer um dos investigados, aguarde o julgamento. Afinal, você não vai querer ter a foto de um bandido (ou não) no seu perfil. Viva a democracia!

*Estudante de Direito

Política : FECHANDO O CERCO
Enviado por alexandre em 14/03/2017 20:53:33


Receita Federal fiscaliza Facebook atrás de “ostentadores” que sonegam Imposto de Renda
Se a sua declaração do Imposto de Renda diz que você não tem onde cair morto, mas o seu Facebook mostra uma vida de ostentação e glamour, temos uma má notícia. A Receita Federal confirma que está analisando perfis online dos cidadãos para detectar distorções entre o declarado e a realidade.

O programa Bom Dia Brasil, da TV Globo, trouxe mais informações sobre a ação, que foi iniciada em 2016. Os supercomputadores do governo recebem as declarações, analisam as informações e cruzam com todos os dados disponíveis sobre o contribuinte para entender se há algo de errado.

A partir do momento em que as máquinas registram alguma suspeita de fraude, o cidadão fica nas mãos dos auditores. Eles poderão procurar investigar mais a fundo a pessoa, acessando perfis online atrás de imagens e publicações que possam provar uma possível sonegação.

São poucos os detalhes sobre o funcionamento do sistema, justamente para não interferir na investigação. No entanto, a Receita confirma que já foram mais de 2 mil casos de pessoas pegas pela ostentação feitas em redes sociais que contrariavam sua declaração de imposto de renda.

A matéria também cita que o contrário também já aconteceu. Em um dos casos, um rapaz foi pego após declarar um patrimônio milionário de R$ 100 milhões. Quando os fiscais observaram seu perfil online e viram que a pessoa era muito mais simples do que seu patrimônio declarado indicava, houve uma investigação que concluiu que ele se tratava de um “laranja”.

IG

Política : EXEMPLO
Enviado por alexandre em 13/03/2017 23:21:49


Enquanto por aqui os deputados nadam no luxo, na Suécia eles dormem no sofá

Alguns apartamentos têm apenas 18m²


Enquanto a Câmara discute se simplesmente reforma – ao custo de R$ 700 mil a unidade – ou divide em dois os apartamentos funcionais de 225 metros quadrados, na Suécia os deputados federais se acomodam em apartamentos ou quitinetes de 18 a 40 metros quadrados. Em vez do conforto dos quatro quartos, sendo duas suítes – uma delas com banheiro da hidromassagem –, como ocorre no Brasil, os parlamentares suecos dormem num sofá-cama. Nada de despesas de TV a cabo, telefone ou manutenção à custa do contribuinte. Nada de funcionários.

Os apartamentos menores no país nórdico são do tamanho da área de serviço dos imóveis funcionais brasileiros. As informações sobre as acomodações dos parlamentares suecos são da jornalista brasileira Cláudia Wallin, que mora no país escandinavo há dez anos, autora de livro sobre o assunto e do site Cartas da Suécia. No Brasil, como mostrou o Congresso em Foco, a reforma dos apartamentos funcionais da Câmara já consumiu R$ 122 milhões.

Os deputados brasileiros recebem da Câmara eletrodomésticos como fogão, geladeira, microondas. Lá, os parlamentares não contam nem mesmo com máquina de lavar. Precisam marcar hora na lavanderia coletiva do bloco para lavar roupa suja. As cozinhas também são comunitárias, sem direito a qualquer empregado. Todos têm de seguir uma regra básica: deixar tudo limpo depois de usar.

Até a década de 90 não havia apartamento funcional na Suécia. Os deputados dormiam num sofá-cama no próprio gabinete parlamentar, de 18 metros quadrados. Até hoje, eles não têm direito a assessor nem secretária e não contam com carro nem motorista. Passagens aéreas, só para quem mora longe da capital. O primeiro-ministro segue a mesma rotina: lava e passa a própria roupa. O salário deles também é inferior ao de um congressista brasileiro: algo em torno de R$ 22 mil (62 mil coroas suecas). No Brasil, os parlamentares têm salário de R$ 33,7 mil.

Na Suécia, o parlamentar que não quiser morar em apartamento ou quitinete funcional pode alugar um imóvel por conta própria e cobrar do Parlamento o ressarcimento correspondente ao valor do aluguel. Nesse caso, os deputados recebem até 8 mil coroas suecas (cerca de R$ 2,8 mil) para custear a locação. A quantia é considerada relativamente baixa para a escassa oferta imobiliária do centro da capital, ressalta Cláudia Wallin em seu livro Um país sem excelências e mordomias, no qual aponta as diferenças entre o modo de viver entre autoridades dos dois países. Detalhe: se o deputado quiser levar outras pessoas para morar com ele, elas terão de arcar com metade do valor do aluguel. O Parlamento sueco é unicameral (não tem Senado), tem 349 parlamentares eleitos para mandato de quatro anos, que representam uma população de 10 milhões de habitantes.(Congresso em Foco)

Política : BOLSA FAMÍLIA
Enviado por alexandre em 13/03/2017 20:31:21


Governo manterá benefício do Bolsa Família para quem conseguir emprego
Beneficiário que tiver carteira assinada continuará recebendo por até dois anos
O ministro do Desenvolvimento Social e Agrário, Osmar Terra, informou hoje (13), que o governo vai lançar um pacote de medidas de inclusão produtiva para os beneficiários do Bolsa Família. Entre as iniciativas, figura a manutenção do benefício por até dois anos para quem conseguir um emprego com carteira de trabalho assinada.

A pessoa deve ser incentivada, não punida, disse o ministro Osmar Terra
“Se a pessoa consegue um trabalho remunerado e formal, ela tem que ser incentivada, não pode ser punida com a perda do Bolsa Família. Ela tem que ter mais um ou dois anos recebendo o Bolsa Família até ter uma estrutura mais estável de emprego. Se depois perder o emprego, tem que ter de volta o benefício automaticamente”, disse o ministro, após participar do evento Projeto Brasil de Ideias, no Hotel Copacabana Palace, zona sul do Rio.

Segundo Osmar Terra, essa medida visa a aumentar a formalização do mercado de trabalho. “Hoje, o Bolsa Família é uma causa importante, senão a maior, da informalidade do mercado de trabalho porque as pessoas morrem de medo de perder o Bolsa Família se arrumar um emprego. E, se arrumam um emprego, não querem assinar carteira [de trabalho]”, acrescentou.

O ministro disse que a pasta ainda está estudando a linha de corte da remuneração para que o beneficiário mantenha o Bolsa Família. “Estamos estabelecendo isso. Em princípio, alguma coisa ao redor de quatro, cinco salários mínimos”, afirmou.

Prêmio para prefeitos

Outra medida do programa será a premiação dos prefeitos que diminuírem a informalidade entre os beneficiários. A ideia é que, no futuro, as famílias que tiverem renda possam sair do Bolsa Família.

“O prefeito vai ganhar um prêmio em recursos para o município e depois um troféu das mãos do presidente da República. É uma maneira de estimular o prefeito. Hoje, ele não tem estímulo nenhum, não tem ganho político com isso e vai passar a ter”, afirmou.

Banco Mundial

O ministro Osmar Terra criticou um estudo do Banco Mundial que defende a expansão do Bolsa Família para evitar o aumento da pobreza durante o período de recessão econômica. “O número de famílias quem vai determinar é a demanda. Quem diz que alguém está precisando do Bolsa Família é o Cadastro Único do município. O Banco Mundial fez uma afirmação baseada em dados de 2015 e 2016. Não considerou o zeramento da fila. Não temos ninguém hoje que precisa fora do Bolsa Família”.

Segundo o ministro, o programa atende a cerca de 13,5 milhões de famílias a um custo de R$ 30 bilhões. Ele informou que, no ano passado, foram suspensos 1,5 milhão de benefícios irregulares. Com isso, a fila de espera para receber o benefício foi zerada, explicou.

DIÁRIO DO PODER

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