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Política : MENTIRAS

Mentira gera mais engajamento nas redes sociais, diz ministro Barroso

Declaração foi dada pelo ministro durante palestra promovida pelo STF

Ministro Luís Roberto Barroso, do STF Foto: EFE/Joédson Alves

Nesta quarta-feira (3), o ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), disparou críticas contra alguns conteúdos que são disseminados nas redes sociais. Para ele, as plataformas acabam ampliando “o mal” porque isso traz mais lucro.

As declarações foram feitas durante a palestra Fake News e Liberdade de Expressão, promovida pelo STF. Para Barroso, é preciso definir algum tipo de regulação nas redes sociais.

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– Há uma contradição entre o bem o e mal, porque é o mal que traz mais lucro e, portanto, é preciso dar incentivos para que as plataformas não tenham essa intenção de amplificar o que seja ruim – apontou.

O ministro também mostrou preocupação com uma falta de engajamento que o “discurso equilibrado, razoável, verdadeiro” gera nas redes.

– A grande preocupação que precisamos ter é o fato de que as pesquisas documentam que a mentira, o ódio e sensacionalismos rendem muito mais engajamento do que o discurso equilibrado, razoável, verdadeiro – ressaltou.

Barroso ainda falou sobre o uso de perfis falsos e robôs nas plataformas e defendeu a necessidade de se tentar controlar mecanismos do tipo.

– É preciso capacidade de controlar comportamento coordenado inautêntico, uso de robôs, perfis falsos, perfis repetidos e de trolls, que são mercenários contratados para amplificar a mentira – destacou.

Política : URNAS NO FOCO

Técnicos das Forças Armadas passam cerca de 7 horas no TSE

Eles estiveram na Corte para inspecionar o código-fonte das urnas eletrônicas


Urna eletrônica Foto: TSE/Secom/Antonio Augusto

Nesta quarta-feira (3), técnicos das Forças Armadas visitaram o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para realizar a inspeção do código-fonte da urna eletrônica. Eles passaram cerca de sete horas na Corte.

O código-fonte é um conjunto de linhas de programação de um software, com as instruções para que o sistema funcione. A abertura do código permite a inspeção pela sociedade civil.

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Os militares devem voltar à Corte nesta quinta-feira (4) para retomar o trabalho de análise.

A fiscalização das Forças Armadas ocorreu em meio a uma “turbulência” entre o governo federal, liderada por questionamentos feitos pelo presidente Jair Bolsonaro e o TSE. Nesta terça-feira (2), o ministro da Defesa, Paulo Sérgio Nogueira, encaminhou ofício classificado como “urgentíssimo” ao órgão, em que exigia acesso ao código-fonte das urnas.

Em resposta, o TSE informou que o acesso a todos os códigos-fontes utilizados nas Eleições de 2022 estavam disponíveis desde outubro de 2021 para as entidades fiscalizadoras do processo eleitoral, incluindo as Forças Armadas.

A inspeção já foi realizada pela Controladoria-Geral da União (CGU), Ministério Público Federal (MPF) e Senado Federal. A Polícia Federal (PF) agendou a auditoria para ser realizada entre os dias 22 e 28 deste mês.

Política : A LUTA

Bolsonaro vai a culto na Câmara e fala da luta contra o mal

Presidente disse pedir a Deus todos os dias para que "o nosso povo não sinta as dores do comunismo"


Presidente Jair Bolsonaro Foto: EFE/Marcelo Chello

Nesta quarta-feira (3), o presidente Jair Bolsonaro participou de um culto evangélico na Câmara dos Deputados e voltou a falar sobre as eleições deste ano. Para ele, o pleito representa a luta “do bem contra o mal”.

O culto foi organizado pela Frente Parlamentar Evangélica e aconteceu no auditório Nereu Ramos.

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Durante sua fala, Bolsonaro também mencionou o comunismo.

– Sabemos o que temos pela frente. Uma luta do bem contra o mal, como vem acontecendo em outros países que tomaram uma certa direção. O que outros países sofrem, nós temos de buscar maneiras de não passar pelo mesmo. Peço a Deus todos os dias que o nosso povo não sinta as dores do comunismo – declarou.

Apoiadores de Bolsonaro lançam a Frente Lealdade pelo Brasil

A Liga da Lealdade é composta por pessoas que apoiam o presidente "e as pautas por ele defendidas"

Apoiadores de Bolsonaro lançam Frente Lealdade pelo Brasil

Com a proximidade das eleições deste ano, um grupo de apoiadores de Jair Bolsonaro decidiu se unir e formar a Frente de Lealdade ao Brasil. Chamada de Liga da Lealdade, o movimento traz os nomes de diversos aliados do presidente e links para as redes sociais dos integrantes.

Em seu site, a Liga da Lealdade explica que é composta por pessoas que apoiam Bolsonaro “e as pautas por ele defendidas, quais sejam, a fé cristã, o patriotismo, a vida desde a sua concepção, a liberdade exercida com responsabilidade, uma educação de verdade livre de ideologização, a proteção das crianças em todos os âmbitos de sua existência, o direito à posse e ao porte de armas para defesa pessoal, da família e da propriedade privada, entre outros, bem resumidos no lema Deus, Pátria, Família e Liberdade”.

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A ideia, continuou o grupo, é “defender e preservar os valores cristãos e familiares”, proteger as “riquezas, cultura, tradições, costumes e soberania do Brasil”, defender um ambiente em que ” todos os cidadãos tenham o direito de trabalhar e produzir, em busca de seu sustento e melhor qualidade de vida, sendo livres para pensar e opinar, tendo seu direito constitucional de ir, vir e escolher ser respeitado e, sentindo cada vez menos, o peso oneroso do Estado sobre seus ombros”.

Por fim, a frente ressaltou que não pretende difundir a ideia de que apenas seus integrantes são apoiadores de Bolsonaro, mas que a ideia é “externar e consolidar o nosso compromisso com o seu Governo, na ampliação da sua base no Congresso Nacional e lutando também pela preservação da harmonia entre os poderes da República, fundamental para que tenhamos segurança jurídica e ele possa continuar trabalhando nas suas propostas e aprovando projetos que visem o pleno desenvolvimento e crescimento do Brasil, elevando-o à condição que merece”.

Apoiadores de Bolsonaro lançam Frente Lealdade pelo Brasil

Política : COBRANÇA

Renan Calheiros segue Randolfe e cobra impeachment de Aras

Senador comparou a atuação do órgão durante os governos Lula e Bolsonaro

 
Renan Calheiros e Augusto Aras Foto: Pedro França/Agência Senado//José Cruz/Agência Brasil

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O senador Renan Calheiros (MDB) engrossou, nesta terça-feira (2), o coro de congressistas que declaram abertamente serem favoráveis ao impeachment do procurador-geral da República, Augusto Aras.

Na visão do ex-presidente do Congresso Nacional, a atuação do Ministério Público durante o governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) era mais intensa e atuante do que o comando do órgão na atual gestão de Jair Bolsonaro (PL).

– No MP, contra mim e Lula, todo dia era segunda: abria tudo. Já contra o criminoso Bolsonaro todo dia é domingo ou feriado: não abre nada. São 104 investigações na gaveta e agora atacam o STF. Impeachment do PGR e o fim desse poder monárquico – declarou em seu twitter.

Calheiros sustenta seu argumento nos engavetamentos autorizados pela Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o chefe do Executivo. O incômodo dele deu-se, principalmente, após pedidos de arquivamentos da vice-procuradora-geral, Lindôra Araújo, a respeito das denúncias contra o candidato à reeleição feitas na CPI da Covid.

A manifestação do político alagoano segue a linha da atuação do senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), que publicou, na última semana, que Augusto Aras envergonhava o MP.

– Se existe alguém que abusa e envergonha o Ministério Público, esse alguém é Augusto Aras. O senhor Aras já passou de todos os limites, chegou a hora do seu impeachment! Levaremos a cabo isso no Senado Federal – atacou.

A reação do líder da oposição no Senado deu-se após Aras aparecer em vídeo que relata supostos abusos de alguns parlamentares contra o sistema jurídico “por interesses políticos”. Randolfe não gostou e rebateu nas redes sociais.

Política : CÓDIGO-FONTE

Defesa pede acesso urgentíssimo a código-fonte de urnas ao TSE

O ministro da Defesa Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira solicitou ao presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Edson Fachin, acesso aos códigos-fonte das urnas eletrônicas. O ofício é classificado pela pasta como “urgentíssimo” e pede a disponibilização dos dados até o dia 12 de agosto.

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– A fim de possibilitar a realização de procedimentos de fiscalização – justifica o ministro da Defesa.

– Haja vista o exíguo tempo disponível até o dia da votação, solicito que o acesso aos códigos-fonte seja disponibilizado, para a execução do trabalho da Equipe das Forças Armadas de Fiscalização do Sistema Eletrônico de Votação, na janela de trabalho inicial de 2 a 12 de agosto de 2022 – diz o ofício.

O código-fonte é um conjunto de comandos escritos em linguagem de programação que compõe um software. Uma vez que obtenha o acesso ao mesmo, o Ministério da Defesa pode testar a tecnologia, achar possíveis falhas e sugerir correções.

Paulo Sérgio é a ponte entre o presidente Jair Bolsonaro (PL) e as Forças Armadas nos embates sobre a lisura do sistema eleitoral brasileiro. Os militares exigem uma apuração paralela de votos, o que foi negado pelo TSE.

*Com informações da AE


Após exigência da Defesa, TSE dá acesso aos dados das urnas

Trabalho de técnicos militares está previsto para ocorrer nesta quarta-feira, entre 10h e 18h

 

TSE define hackers que irão testar segurança das urnas eletrônicas

A exigência do Ministro da Defesa, Paulo Sérgio Nogueira, que classificou como “urgentíssimo” o pedido para acessar o código-fonte das urnas eletrônicas, vai ser atendida pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Segundo o jornal O Globo, a Corte Eleitoral agendou para esta quarta-feira (3) a inspeção de técnicos das Forças Armadas. Ainda de acordo com a reportagem, os militares poderão acessar o equipamento entre 10h e 18h.

– Solicito a Vossa Excelência a disponibilização dos códigos-fontes dos sistemas eleitorais, mais especificamente do Sistema de Apuração (SA), do Sistema de Votação (VOTA), do Sistema de Logs de aplicações SA e VOTA e do Sistema de Totalização (SisTot), que serão utilizados no processo eleitoral – diz o documento, que chegou à Corte nesta segunda-feira (1º).

Ainda no ofício, o Ministério da Defesa pediu que o presidente do tribunal, Edson Fachin, disponibilize as informações técnicas entre os dias 2 e 12 de agosto, tendo em vista o curto espaço de tempo até as eleições. Em um outro documento encaminhado ao TSE nesta segunda, Nogueira também cobra “informações técnicas preparatórias” solicitadas pelo Ministério em junho por meio de dois outros ofícios.

De acordo com o TSE, o prazo para que as entidades fiscalizadoras inscrevessem os técnicos para analisar os códigos-fonte das urnas está aberto desde o dia 4 de outubro de 2021. Desde que as inscrições foram abertas, sete entidades, entre partidos políticos e o Legislativo, já se inscreveram para analisar o material.

Até agora, se inscreveram para inspecionar, já inspecionaram ou estão inspecionando os códigos-fonte o Partido Verde (PV), o Partido Liberal (PL), a Controladoria-Geral da União (CGU), o Ministério Público Federal (MPF), a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), o Senado Federal e o Partido Trabalhista Brasileiro (PTB). As informações são do TSE.

Em 2021, as Forças Armadas foram incluídas pelo TSE, juntamente com outras entidades, na Comissão de Transparência das Eleições (CTE), criada com o propósito de ampliar a transparência e a segurança de todas as etapas de preparação e realização das eleições.

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