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Política : BRASIL/COLÔMBIA
Enviado por alexandre em 20/10/2021 09:01:55

Bolsonaro e presidente da Colômbia assinam sete acordos

Iván Duque também se encontrou com empresários

Presidente Jair Bolsonaro e o presidente da Colômbia, Iván Duque Foto: PR/Alan Santos

O presidente Jair Bolsonaro assinou sete acordos bilaterais com o presidente Iván Duque, da Colômbia, que veio ao Brasil em visita oficial. Os dois líderes se reuniram no Palácio do Planalto nesta terça-feira (19).

Bolsonaro e Duque assinaram acordos e memorandos que englobam setores estratégicos, como aviação, agricultura, segurança e meio ambiente.

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Além da parceria com o governo, Duque angariou investimentos com empresários brasileiros, que, segundo ele, se comprometeram a investir quantias milionárias na Colômbia.

– Essa cifra pode chegar a ultrapassar U$ 2,4 milhões quando se consideram os investimentos em infraestrutura, onde teremos um fundo de capital mais importante deste país. Temos uma relação comercial crescente com o Brasil, queremos que as exportações da Colômbia ao Brasil cresçam, mas também que as do Brasil a Colômbia cresçam simultaneamente – pregou.

Política : CPI/REPÚDIO
Enviado por alexandre em 20/10/2021 08:58:30

Senadores devem apresentar três relatórios paralelos na CPI

Textos que trarão um contraponto ao relatório de Renan Calheiros serão intitulados como "voto em separado"


Senadores que não fazem parte do G7 apresentarão relatórios paralelos Foto: Agência Senado/Pedro França

Senadores que não fazem parte do grupo majoritário da CPI da Covid-19, o chamado G7, devem apresentar ao menos três relatórios finais alternativos ao do relator do colegiado, o senador Renan Calheiros (MDB-AL), que será lido na sessão desta quarta-feira (20).

Os textos, que serão intitulados como “voto em separado”, devem ser protocolados pelos senadores Marcos Rogério (DEM-RO), Luiz Carlos Heinze (PP-RS) e Eduardo Girão (Podemos-CE), parlamentares que se opuseram à condução da cúpula da CPI durante os seis meses de atuação do colegiado.

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Vice-líder do governo no Senado, Rogério deve apresentar um relatório com a visão oficial do Palácio do Planalto sobre a CPI. Já o de Heinze, que também é da base do governo, deve focar mais especificamente em protocolos contra a Covid-19. Girão, por sua vez, que se classifica como independente, prometeu apresentar um relatório paralelo também em uma linha de independência.


Girão, Jorginho, Heinze e Marcos Rogério divulgam ‘nota de repúdio’ ao trabalho da CPI da Covid

Senadores afirmam que o grupo majoritário da comissão adotou uma 'visão deliberadamente míope'
Da esquerda para a direita: senadores Luis Carlos Heinze, Jorginho Mello, Marcos Rogério e Eduardo Girão | Foto: Afonso Marangoni/Revista Oeste
Da esquerda para a direita: senadores Luis Carlos Heinze, Jorginho Mello, Marcos Rogério e Eduardo Girão | Foto: Afonso Marangoni/Revista Oeste

Os senadores Eduardo Girão (Podemos-CE), Jorginho Mello (PL-SC), Luis Carlos Heinze (PP-RS) e Marcos Rogério (DEM-RO) apresentaram nesta terça-feira, 19, uma nota de repúdio aos trabalhos finais da CPI da Covid.

Eles afirmam que o grupo majoritário da comissão adotou uma “visão deliberadamente míope” que buscou apenas atacar o governo federal, deixando de investigar bilhões de reais de verbas federais repassados a Estados e municípios.

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“O palanque político que se transformou essa CPI, da qual emergiram inúmeros pré-candidatos à presidência da República, somado à cegueira ideológica que permeou os trabalhos dessa comissão, impediram que o Brasil visse desmascarados inúmeros atos de corrupção”, afirma o documento.

Os senadores pontuam que, “em que pese a importância da apuração de eventuais ações ou omissões do governo federal no âmbito da tragédia da covid-19, essas não poderiam ter sido os únicos propósitos da CPI da Pandemia”.

“A presente CPI ignorou por completo as mais de 69 operações deflagradas pela Controladoria Geral da União (CGU) em Estados e municípios num montante de R$ 4 bilhões, prejuízo efetivo apurado de quase R$ 56,4 milhões e prejuízo potencial de R$ 137,6 milhões. Se omitiu também em relação às mais de 100 operações deflagradas pela Polícia Federal em 26 Estados brasileiros, cujas as cifras superam 3,2 bilhões de reais”.

Casos nos Estados

A nota de repúdio cita quatro casos que envolvem Estados brasileiros:

1. “Omissão sobre os mais de 48,7 milhões de reais referentes à contratação com dispensa de licitação e com pagamento antecipado pelos estados consorciados ao Consórcio do Nordeste de 300 respiradores em face da empresa Hempcare Pharma Representações Ltda (que comercializa produtos à base de maconha), aparelhos esses jamais entregues e valores nunca devolvidos ao sofrido povo nordestino”.

2. “Compra pelo governo do Amazonas de 24 respiradores junto a uma adega de vinhos. Nesse caso, o valor gasto foi de aproximadamente 2,9 milhões de reais. O valor unitário desses aparelhos equivaleram a até quatro vezes o preço do equipamento visto em lojas no Brasil e no exterior, além de que foram considerados ‘inadequados’ para pacientes de covid-19, segundo o Conselho Regional de Medicina do Amazonas (Cremam)”.

3. “Caso da compra e não entrega de 200 respiradores fantasmas por R$ 33 milhões pelo governo de Santa Catarina. Em matérias veiculadas pela imprensa local e nacional, o governo desse Estado teria levado, tão somente, cinco horas para decidir comprar, receber uma proposta e bater o martelo sore a aquisição de 200 respiradores. Segundo os dados presentes na proposta feita ao governo catarinense e em contatos telefônicos presentes no cadastro da Receita Federal, a informação era de que o número da contratada correspondia a uma ‘casa de massagens'”.

4. “Negociação que originou a Operação Falso Negativo no Distrito Federal, onde uma loja de brinquedos foi escolhida para fonecer 90 mil testes por R$ 16,2 milhões”.

Política : ATO INSANO
Enviado por alexandre em 19/10/2021 09:42:15

Discurso de ódio de deputado paulista é repudiado

Carlão Pignatari disse que repudia o 'uso da palavra que vá além da crítica e que se constitua em ataques'

Membros da CNBB entregaram carta pessoalmente à presidência da Alesp nesta segunda-feira (18)
Membros da CNBB entregaram carta pessoalmente à presidência da Alesp nesta segunda-feira (18) Foto: Alesp

Rafaela Larada CNN

Após a Conferência Nacional de Bispos do Brasil (CNBB) entregar à presidência da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp), na tarde desta segunda-feira (18), uma carta cobrando punição ao deputado Frederico D´Avila (PSL), o presidente da Casa, Carlão Pignatari, se desculpou pelo discurso do parlamentar.

Em seu pronunciamento, Carlão Pignatari, em nome da Alesp, fez um pedido expresso de desculpas ao Papa Francisco e a dom Orlando Brandes, arcebispo de Aparecida, e também à CNBB e a todos os ofendidos pelas palavras do parlamentar, que “não representam a opinião da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo”.

No dia 14 de outubro, D´Avila fez diversas ofensas ao arcebispo, que no sermão do Dia de Nossa Senhora Aparecida, disse que “para ser pátria amada não pode ser pátria armada”.

Em sua fala na Alesp, o deputado do PSL fez xingamentos ao arcebispo de Aparecida, ao Papa Francisco e à CNBB.

O discurso do deputado gerou desconforto aos religiosos, que cobraram um posicionamento do presidente do Parlamento, e afirmaram que levarão o caso para a Justiça.

Pignatari, em seu pronunciamento nesta segunda, repudiou “todo e qualquer uso da palavra que vá além da crítica e que se constitua em ataques, extrapolando os limites da liberdade de expressão e da imunidade parlamentar, concedida aos representantes públicos eleitos.”

“Em nome do Parlamento paulista, eu rogo um pedido expresso de desculpas ao Papa Francisco e a dom Orlando Brandes, arcebispo de Aparecida, a quem empregamos nossa mais incondicional solidariedade. A palavra não é arma para destruição. Ela é um dom. É construção. Todo deputado estadual tem o dever de representar o povo, ouvir as pessoas e fazer valer seu compromisso com São Paulo.”

A carta da CNBB foi entregue pessoalmente a Pignatari durante a sessão de ontem. No documento, a Confederação rejeita “fortemente as abomináveis agressões proferidas da Tribuna da Alesp pelo deputado estadual Frederico D’Avila no último dia 14 de outubro”.

“Com ódio descontrolado, o parlamentar atacou o Santo Padre o Papa Francisco, a CNBB, e particularmente o Exmo. e Revmo. Sr. Dom Orlando Brandes, arcebispo de Aparecida. Feriu e comprometeu a missão parlamentar, o que requer imediata e exemplar correção pelas instâncias competentes”, diz trecho da carta.


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Política : O IMUNDO
Enviado por alexandre em 19/10/2021 09:33:32

PGR pede ao STF para aprofundar investigação contra Renan

A Procuradoria-Geral da República pediu, nesta segunda-feira (18), ao Supremo Tribunal Federal (STF), o aprofundamento das investigações contra o senador Renan Calheiros (MDB-AL), alvo de inquérito sobre suposta propina de R$ 1 milhão da Odebrecht em 2012.

Em documento assinado pela subprocuradora-geral da República, Lindôra Maria Araújo, a PGR pede que o Senado detalhe como se deu a aprovação da resolução e informe, especificamente, qual foi a atuação de Renan no caso, como eventuais emendas feitas ao texto.

Além disso, a PGR também pediu informações sobre Milton Lyra, apontado nas investigações como suposto operador de Renan Calheiros no caso. A PGR quer que a Polícia Legislativa envie registros de entrada e saída e os locais no Senado por onde Lyra passou.

Por fim, a Procuradoria também pediu que as empresas aéreas forçam dados relacionados aos deslocamentos de Milton Lyra e Cláudio Melo Filho, ex-diretor de Relações Institucionais da Odebrecht e delator no caso.

Entenda o caso

Em julho, a Polícia Federal indiciou o senador Renan Calheiros (MDB-AL) por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. As investigações apontam que o senador, que hoje é relator da CPI da Pandemia, pediu e recebeu R$ 1 milhão em propina da Odebrecht em 2012.

O dinheiro, de acordo com os investigadores, teria sido pago em troca de o senador atuar pela aprovação de uma resolução que restringia incentivos fiscais a produtos importados que vinham sendo concedidos pelos Estados com o objetivo de beneficiar a Braskem.

Em agosto, a PGR se manifestou contra o indiciamento de Renan Calheiros. Lindôra Araújo concordou, em documento enviado ao STF, com a desconstituição do indiciamento e disse que não cabe indiciamento pela PF quando o investigado tem foro no Supremo.

Política : PORTAS ABERTAS
Enviado por alexandre em 19/10/2021 09:30:00


Lira diz que a grande maioria do PP aceita o Bolsonaro no partido

Declaração do presidente da Câmara foi dada em uma entrevista à revista Veja

Presidente Jair Bolsonaro e o presidente da Câmara, Arthur Lira Foto: PR/Isac Nóbrega

O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), disse acreditar que a maioria dos membros de seu partido seja favorável à filiação do presidente Jair Bolsonaro, que deixou o PSL e está sem partido desde novembro de 2019.

A declaração foi dada pelo parlamentar durante entrevista à revista Veja publicada nesta segunda-feira (18).

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– Penso que a maioria do PP aceita de bom grado filiação do presidente Bolsonaro – afirmou.

Lira disse que o PP é um partido amplo e que abarca visões diferentes.

– Eu como filiado vou aceitar decisão majoritária do partido – ressaltou.

Próximo do presidente Jair Bolsonaro, que levanta, dúvidas sobre a confiabilidade das urnas eletrônicas, Lira afirmou não haver dúvidas de que o Congresso reconhecerá o resultado das eleições de 2022, independente do resultado.

Segundo Lira, o “espetáculo de golpe não existe e não existirá”

– É lógico que o Congresso vai respeitar o resultado democrático. Em todos os momentos de instabilidade, o Congresso deu demonstrações claras de respeito à democracia, e a democracia se dará nas urnas – disse.

E completou.

– O Brasil não é república de bananas, democracia é forte e tem instituições fortes – apontou.

*AE



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