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Policial : CASO AUGUSTO
Enviado por alexandre em 01/09/2011 03:31:29



Matador de Polícia Civil é recambiado para Ouro Preto e confessa crime

Com um forte esquema de segurança feito por policiais civis e militares de Ouro Preto sob o comando dos delegados Cristiano Martins Matos e Marcos Vinicius Filho, desembarcou às 22:45h no Aeroporto de Ji-Paraná, desta quarta-feira (31) procedente de Cuiabá - MT o elemento Edeildo Xavier da Costa, 37, acusado da morte do policial civil Augusto César Rodrigues da Silva e da portadora de deficiência mental Dalva Maria Batista. O crime ocorreu no dia 20 de fevereiro do corrente e chocou toda população de Ouro Preto do Oeste, pela crueldade em que as vitimas foram mortas.



A trama havia sido arquitetada 20 dias antes do crime pela comerciante Sirlene Louzada juntamente com seu amante Edeildo. Ela teria embriagado o seu esposo o policial civil Augusto. Aproveitando desta situação Edeildo em companhia de Ademir Germano Amaral, 31, desferiram vários golpes com um pedaço de madeira no crânio do policial civil e neste momento a doméstica Dalva que estava dormindo em um quarto da residência acordou com o barulho e foi morta como queima de arquivo.


Em seguida o corpo do policial civil Augusto foi colocado na carroceria do veiculo Ford Currier e o corpo da domestica Dalva foi colocado no porta malas do carro da comerciante e trio seguiram rumo a RO 470 e em frente ao lixão colocaram os corpos de Augusto e Dalva na cabine da caminhonete e atearam fogo para simular um acidente de trânsito.



Na DP de Ouro Preto inicialmente o elemento Edeildo negou a sua participação no crime e alegou que iria provar sua inocência, já que no dia do crime o mesmo afirmou que estava na cidade de Rio Branco - AC e em tom de deboche disse “Até papagaio fala e quem tem boca fala o que quer”. Edeildo afirmou que só fugiu para Cuiabá porque ficou sabendo que toda Polícia de Rondônia estava a sua procura para matá-lo, por isso resolveu comprar uma Chácara nos arredores da capital do Mato Grosso.

Passados alguns minutos o elemento resolveu abrir o jogo e diante da imprensa confessou a sua participação no crime e dando os detalhes. Edeildo disse que a trama de matar o policial civil Augusto foi em conluio com a sua amante Sirlene que por sua vez aceitou pagar R$ 5 mil para o elemento Ademir Germano vulgo “Lixa”, participar do crime.

Edeildo detalhou que Sirlene preparou todo o terreno para executar o plano diabólico, embriagou o policial Augusto que foi executado a pauladas. A doméstica Dalva foi morta segundo Edeildo como queima de arquivo, já que tinha presenciado o assassinato de Augusto. A gasolina usada para atear fogo nos dois corpos foi comprada por Sirlene confessou Edeildo que acrescentou em momento algum a mesma demonstrou arrependimento pelos crimes praticados, chegando ao ponto de dar boas gargalhadas ao ver o carro em chamas com os dois corpos dentro. Frio e calculista o réu confesso Edeildo disse que vai lutar agora para sair da cadeia e disparou. “Tenho um bom patrimônio na cidade de Alvorada do Oeste”. Após ser submetido a exame de corpo delito o homicida Edeildo foi recolhido a Casa de Detenção local onde ficará a disposição da Justiça.

O delegado Cristiano Martins agradeceu o apoio da Polícia Militar de Ouro Preto do Oeste na pessoa do capitão - PM Áureo César da Silva que não mediu esforços para elucidar este duplo homicídio. Por seu turno o delegado Marcos Vinicius disse que esta é mais uma missão que a Polícia Civil com apoio da Polícia Militar conclui com êxito e desta forma coloca atrás das grades pessoas nocivas a sociedade.



Autor: Alexandre Araujo/ouropretoonline.com

Policial : CONTINUA PRESA
Enviado por alexandre em 30/08/2011 12:56:58



Sirlene vai continuar a ser inquilina da Casa de Detenção decide desembargador do TJ/RO ao negar habeas corpus

O desembargador Miguel Mônico Neto, da 2ª Câmara Criminal, negou habeas Corpus à mulher acusada de mandar matar o marido, Augusto César Rodrigues da Silva, policial civil da cidade de Ouro Preto. Esse é o segundo habeas corpus negado pelo desembargador à acusada. Segundo o desembargador, os argumentos trazidos aos autos foram os mesmos e, portanto, deve ser mantida a prisão. Para o desembargador, mantém-se a segregação cautelar ao fundamento de que “não só na gravidade dos fatos, mas principalmente pela repercussão negativa na sociedade local que esse delitos violentos provocam, sem contar a possibilidade iminente de fuga”.

Sirlene confessou ter arquitetado o plano para matar marido em 20 de fevereiro quando ele dormia. O crime foi perpetrado em conluio com Edeildo Xavier da Costa e Ademir Germano Amaral. O primeiro seria amante de Sirlene e o segundo acabou preso dias após o crime como um dos executores. No mesmo dia, a portadora de deficiência mental Dalva Maria Batista também foi assassinada por ter acordado quando os marginais executavam o policial. Os autores seriam Edeildo Xavier da Costa e Ademir Germano Amaral. O primeiro seria amante de Sirlene e o segundo acabou preso dias após o crime como um dos executores.

A 1ª Vara Cível de Ouro Preto já havia negado pedido de liberdade a Sirlene.

O crime

O caso da morte do policial civil foi desvendado pelos delegados Cristiano Martins Matos e Marcos Vinicius Filho. O caso ocorreu na madrugada de 20 de abril, quando a Polícia Militar encontrou os corpos de Augusto e Dalva carbonizados em um veiculo na RO 470 (conhecida como linha 200) , em frente ao Lixão, saída para o município do Vale do Paraíso.

A trama havia sido arquitetada 20 dias antes do crime pela comerciante Sirlene juntamente com seu amante Edeildo (pecuarista no município de Alvorada do Oeste). Ela teria embriagado o policial civil Augusto. Aproveitando desta situação Edeildo em companhia de Ademir Germano Amaral, 31, desferiram vários golpes com um pedaço de madeira no crânio do policial civil e neste momento a doméstica Dalva que estava dormindo em um quarto da residência acordou com o barulho e foi morta como queima de arquivo.

Em seguida o corpo do policial civil Augusto foi colocado na carroceria do veiculo Ford Currier e o corpo da domestica Dalva foi colocado no porta malas do carro da comerciante e trio seguiram rumo a RO 470 e em frente ao lixão colocaram os corpos de Augusto e Dalva na cabine da caminhonete e atearam fogo para simular um acidente de trânsito. Segundo as investigações, a frieza da comerciante foi tão grande que durante a entrevista com a imprensa e ao ser questionada se o policial civil a tratava bem, a resposta veio em tom de deboche. “Olha minha conta bancaria, sempre estava com saldo positivo”. Edeildo conseguiu fugir ao cerco policial, mas Ademir Germano foi preso e confessou que viu toda trama e apontou como mandante do bárbaro crime a comerciante Sirlene que queria o caminho livre para ficar ao lado do seu amante Edeildo.

Inicialmente, a comerciante disse que era inocente e que foi forçada a dar suporte para a trama macabra, mas logo a verdade veio a tona, quando admitiu que foi a mandante do assassinato do seu esposo e a da doméstica Dalva, que estava na hora e local errado por isso acabou sendo morta inocentemente.

Ademir negou que tivesse desferidos os golpes com o pedaço de madeira e apontou o seu comparsa Edeildo como executor e que a comerciante presenciou tudo e deu apoio. Inclusive tinha comprado a gasolina usada no duplo homicídio.

Fonte: orondoniense

Policial : CRIME AMBIENTAL
Enviado por alexandre em 29/08/2011 10:53:06



Policia Ambiental flagra agricultor em Rondominas cometendo crime ambiental

Policiais militares lotados no destacamento de Polícia Ambiental sediado em Ji-Paraná flagraram o agricultor Adegildo Almeida Santos, cometendo crime ambiental. O flagrante ocorreu em uma propriedade rural localizada na Linha 204, lote 56, gleba 29, km 10 do Distrito de Rondominas que fica cerca de 50 km do município sede que é Ouro Preto do Oeste.

Segundo ficou apurado pela reportagem a Polícia Ambiental recebeu uma denúncia anônima que havia em curso um crime ambiental no Distrito de Rondominas. Uma guarnição ambiental deslocou-se ao local e flagrou o crime ambiental, no qual o agricultor Adegildo Almeida represou um igarapé e construiu uma represa medindo 20x30 para a criação de peixes e com um agravante a obra não tem licença ambiental emitida pela Secretaria Estadual de Meio –Ambiente – SEDAM. Outro crime constatado pelos policiais militares é que o lote do agricultor Adegildo Almeida tem 42 alqueires sendo que 09 é de mata para reserva, no entanto toda Área Preservação Permanente - APP (mata ciliar) do igarapé foi totalmente derrubada.

Após os procedimentos legais o agricultor Adegildo Almeida foi representado criminalmente na DP de Ouro Preto do Oeste, onde responderá pelo crime ambiental cometido conforme preconiza a legislação ambiental vigente no país.


Autor: Alexandre Araujo/ouropretoonline.com

Policial : Lei da Mordaça
Enviado por alexandre em 24/08/2011 09:39:38



Portaria proíbe delegados de darem entrevistas

Os delegados de Polícia Civil que responsáveis por distritos e Delegacias Especializadas estão convivendo há um mês com uma Lei da Mordaça e estão praticamente impedidos de dar entrevista à imprensa sem ordem superior.

A proibição partiu da Direção Geral de Polícia Civil (DGPC) que baixou a Portaria Normativa em 22 de julho passado que dispõe sobre a conduta de servidores para entrevista ou remessa de matéria jornalística para a imprensa.

A Portaria foi assinada pelo Diretor-Executivo da Polícia Civil, Pedro Mancebo, e prevê que as entrevistas devem ser dadas somente pelo titular do Departamento de Polícia Metropolitana (Depom) responsável pelos distritos policiais e Delegacias Especializadas.

A Portaria foi repassada às Delegacias Especializadas e Distritos Policiais pela Corregedoria Geral e o não cumprimento das diretrizes estabelecidas pode gerar processos administrativos contra os delegados por desrespeito às ordens superiores.

Ao todo o documento possui oito artigos que regulamentam desde o traje dos policiais na hora da entrevista, até mesmo o uso de pano de fundo branco com o brasão da Polícia Civil do Estado de Rondônia e a preparação antecipada do entrevistado antes das coletivas.

Na justificativa, a corregedora Valquíria Manfroi, considerou que a Portaria é necessária para disciplinar a inserção de matérias nos sites de notícias e para a mídia em geral e que caracteriza transgressão divulgar através da imprensa notícias sem de caráter policial sem autorização de autoridade competente.

JUSTIÇA
É mais uma atitude contra a liberdade de expressão e de imprensa em Rondônia. Há pouco menos de um mês, um radialista da capital foi penalizado através de uma liminar de comentar em seu programa (líder de audiência) sobre fatos envolvendo supostos ilícitos entre a empresa construtora Engecom no episódio da construção do novo prédio da Assembléia Legislativa de Rondônia.

LEIA A PORTARIA NA ÍNTEGRA:

PORTARIA NORMATIVA Nº 008/2011/GAB/COR/ PC/RO
Porto Velho (RO), 17 de junho de 2011

Dispõe sobre a conduta de servidores para entrevistas e/ou remessa de matéria jornalística para a imprensa e dá outras providências.

WALKYRIA VIEIRA BOAVENTURA MANFROI, CORREGEDORA GERAL DA POLÍCIA CIVIL DE RONDÔNIA, no uso das atribuições legais, e, CONSIDERANDO que as ações da Polícia Civil, notadamente as de repercussão, comumente são veiculadas na imprensa falada, televisada e escrita e inclusive com entrevistas dadas por autoridades policiais e não raro por policiais civis;
CONSIDERANDO a necessidade de se disciplinar a inserção de matérias nos sites de notícias e para a mídia em geral;
CONSIDERANDO que a divulgação na mídia de uma ação policial é uma resposta do Estado à sociedade, atendendo ao princípio da publicidade dos atos governamentais;
CONSIDERANDO ainda que os servidores que prestam entrevistas em nome da instituição devem adotar uma postura digna de elevar a imagem da Polícia Civil;
CONSIDERANDO finalmente que se caracterizam transgressões disciplinares as condutas previstas nos incisos XXXII, XXXIII e XXXIV do Artigo 39 da Lei Complementar nº 76/93:
“Art. 39 – São transgressões disciplinares:… XXXII – divulgar ou propiciar a divulgação, através da imprensa falada, escrita ou televisada, sem autorização da autoridade competente, de notícias ou fato de caráter policial;
XXXIII – referir-se de modo depreciativo às autoridades e a atos da administração pública, qualquer que seja o meio empregado para esse fim;
XXXIV – tecer comentários que possam gerar descrédito da instituição policial;”
R E S O L V E :
NORMATIZAR critérios compatíveis com a função policial visando orientar a conduta e servidores para entrevistas e/ou remessa de matéria jornalística para a imprensa, nos termos a seguir:
Art. 1º – Compete ao Diretor Geral da Polícia Civil, Diretor Executivo da Polícia Civil, os Diretores de Departamentos, os quais poderão delegar para autoridades de instâncias inferiores, dentro de sua área de competência, a divulgação através da imprensa falada, escrita ou televisada, de notícia ou fato de caráter policial, de conteúdo de procedimento policial ou de investigações em andamento, observando-se aos critérios da imparcialidade e bom senso, especialmente nos casos rumorosos, que causem comoção ou que gerem instabilidade social;
§ 1º – No interior do Estado fica delegada a execução ou autorização para entrevistas ou envio de matéria para a mídia, o Diretor de Departamento, Delegado Regional e Delegado Titular da Unidade, dentro de sua área de competência, dependendo do grau de complexidade do assunto;
§ 2º- Havendo possibilidade a participação da Assessoria de Comunicação será imprescindível para posterior divulgação a todos os meios de comunicação;
§ 3º – Quando de eventual resposta a assunto de repercussão negativa para a Instituição, as entrevistas e envio de matéria para a mídia serão prioritariamente do Diretor Geral da Polícia Civil ou a quem ele o delegar;
Art. 2º – Cientificado o Diretor do Departamento respectivo, o Delegado ou Policial Civil de unidade policial, poderá informar à imprensa, o resultado de seu trabalho, como prisão de criminosos, esclarecimento de autoria de crimes, recuperação de veículos e outros bens furtados/roubados, participação na sociedade com palestras e seminários, como forma de esclarecer à sociedade o trabalho da Polícia Civil;
Art. 3º – Quando da divulgação de qualquer trabalho, quer por entrevista à mídia, quer pela inserção de matéria no site da Polícia Civil, deve-se, logo no início da divulgação, dar o devido crédito a outras Instituições Policiais que tenham colaborado para o sucesso da ação divulgada.
Art. 4º – O servidor policial civil autorizado a conceder entrevista para a mídia, notadamente o Delegado de Polícia, deverá apresentar-se adequadamente trajado, sendo obrigatório o uso de terno ou camisa social e gravata, para os homens e traje compatível para as mulheres, exceto nos casos de operações policiais, capacitação, campanhas educativas ou situação atípica.
Art. 5º – Para entrevista televisa ou imagem fotográfica, fica recomendado que o local escolhido tenha como pano de fundo brasão do Estado ou símbolos da Instituição Polícia Civil, ou ainda imagens positivas da Instituição;
Art. 6º – Em caso de presença de policiais civis custodiando presos ou provas de crime ou em serviços operacionais, por ocasião de fotografia ou filmagem para a imprensa, é recomendado que estejam trajando coletes ou camisetas identificadoras da Polícia Civil.
Art. 7º – Durante o trabalho policial, especialmente perante os órgãos de imprensa, serão observadas o respeito aos direitos humanos e às Instituições, uso correto de algemas, o cuidado quanto a divulgação de nome, fotografia ou dados que possam levar à identificação física de vítimas adultas ou crianças, autor de ato infracional.
Parágrafo Único – Nas entrevistas ou matérias para veiculação, não se deve mencionar o nome ou exibir imagens de crianças e adolescentes em conflito com a lei sem a autorização dos pais ou responsáveis ou, na falta destes, de defensor público, advogado, juiz ou membro do Ministério Público.
Art. 8º – Fica recomendado que as entrevistas em nome da Instituição Polícia Civil contenham respostas técnicas, porém objetivas, que interessem à sociedade, transmita confiança, com postura digna de respeito e linguagem de fácil entendimento.
Parágrafo Único: O servidor ao ser procurado pelo órgão de imprensa, deve agendar, horário e local adequados, de forma que tenha tempo de se planejar-se, sempre que possível:
a) inteirar-se do assunto a ser tratado;
b)organizar-se para entrevista com anotações, vestimenta adequada;
Art 9º – Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.
REGISTRE-SE, PUBLIQUE-SE, CUMPRA-SE

Walkyria Vieira Boaventura Manfroi
Corregedora Geral da Policia Civil

Policial : VAGABUNDO PRESO
Enviado por alexandre em 18/08/2011 17:23:54



Matador de Policial Civil será recambiado para Ouro Preto sob forte aparato policial

O elemento Edeildo Xavier da Costa, 36, acusado de ser o mentor e executor do duplo assassinato ocorrido no dia 19 de Fevereiro do corrente ano em Ouro Preto do Oeste, será recambiado para o município sob forte aparato policial. O elemento foi preso, na tarde de quarta-feira (17), por policiais da Delegacia Especializada de Homicídio e Proteção a Pessoa (DHPP), na cidade de Cuiabá - MT, o mesmo estava homiziado em uma residência no bairro Novo Paraíso.

A prisão de Edeildo só foi possível após uma minuciosa investigação feita por policiais civis e militares de Ouro Preto do Oeste, que conseguiram monitorar os passos do elemento, até o momento oportuno de efetuar a sua prisão. Segundo o delegado titular da DP de Ouro Preto do Oeste, Dr. Cristiano Martins Matos, policiais civis e militares (Núcleo de Inteligência) da 3ª Cia, há cinco meses estavam em uma investigação sigilosa no intuito de prender o perigoso elemento Edeildo, responsável direto pela morte do policial civil aposentado Augusto César Rodrigues da Silva e Dalva Maria Batista, portadora de deficiência mental, foram mortos na madrugada do dia 19 de fevereiro. Os corpos dos dois foram encontrados carbonizados dentro um veículo na Rodovia 470, conhecida como linha 200, em frente ao Lixão, saída para o município do Vale do Paraíso.



O crime chocou a população de Ouro Preto do Oeste, já uma das vitimas o policial civil Augusto, que era conhecido como Gugu era bastante respeitado por todos. As investigações da Polícia Civil de Ouro Preto do Oeste descobriram que o homicídio foi encomendado pela esposa do policial, Silene Louzada Amorim, 35, que mantinha um relacionamento amoroso com o suspeito, o pecuarista Edeildo. Ela foi presa e na ocasião acabou confessando o assassinato do esposo e da doméstica Dalva. A segunda vítima foi morta porque presenciou Edeildo e seu comparsa Ademir Germano Amaral, 31, desferirem vários golpes com pedaço de pau no crânio do policial. Silene e Ademir estão presos na Casa de Detenção em segundo depoimento dados ao juiz titular da Vara Criminal da Comarca de Ouro Preto do Oeste Dr. Haruo Mizusaki quem planejou e executor o duplo homicídio foi o elemento Edeildo, a participação deles (Silene e Ademir) foi apenas carregar os corpos para serem desovados.



O delegado Cristiano Martins informou que uma equipe de policiais sob o comando do delegado Marcos Vinicius Filho estará se deslocando para a cidade de Cuiabá onde vai recambiar o elemento Edeildo. O delegado disse que por medida de segurança não vai informar a unidade prisional que o elemento vai ficar recolhido a disposição da Justiça, questionado se a Casa de Detenção local tem condições de abrigá-lo o delegado respondeu que é possível, mas não assegurou que será. No entanto na manhã desta quinta-feira (18) O Grupamento de Operações Especiais – GOE do 2º BPM de Ji-Paraná fez uma minuciosa revista em todas as celas da Casa de Detenção, indicando que o local vai receber um inquilino ilustre que é o elemento Edeildo.

Autor: Alexandre Araujo

Fonte: ouropretoonline.com


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