Policial - O INVERSO - Notícias
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Policial : O INVERSO
Enviado por alexandre em 26/01/2018 01:08:15


Assustados com a violência, brasileiros se mudam para Portugal

Nos últimos tempos, tornou-se pauta de diversos sites, blogs, jornais e revistas a migração de brasileiros para Portugal. Quando se pergunta a essas pessoas por que estão fazendo o caminho inverso ao que os portugueses percorreram há mais de 500 anos, a resposta parece um mantra: violência, violência, violência. Especialmente para quem vem do Rio de Janeiro e de São Paulo, cidades onde ela parece ter se incorporado à paisagem cotidiana. Esquecemos de um crime bárbaro porque, logo em seguida, vem outro.

Uma conhecida me contou que, certa vez, comentou com um português que, aqui, ela podia caminhar pela rua falando ao celular. Ele pareceu não entender o comentário e perguntou, intrigado: “Por quê? No Brasil, é proibido utilizar o ‘telemóvel’ nas ruas?” Não, isso não era uma piada de português. Simplesmente, fomos pouco a pouco perdendo o direito a circular com liberdade e segurança pelas nossas ruas.

Numa lógica inversa, nos tornamos os prisioneiros. Sentar-se num bar na calçada e trabalhar com o notebook? Passear com o cachorro de madrugada? Andar sozinho em ruas escuras? Dirigir o carro de vidros abertos e parar no semáforo sem medo? Sim, as leis em Portugal permitem que você tenha esses hábitos tão prosaicos.

Ok, nem tudo são flores. Convém tomar cuidado com os batedores de carteira, ou carteiristas, como se diz aqui, especialmente se você circular em áreas centrais, com aquela marca estampada na testa: “sou turista”. Mas é bem pouco provável que lhe apontem uma arma na cabeça ou botem uma faca no pescoço.

Portugal é o terceiro país mais pacífico do mundo, segundo o Global Peace Index 2017, estando atrás apenas da Islândia e da Nova Zelândia, enquanto o Brasil está na posição 108 de uma relação de 163 países. Sem comentários. E se considerarmos que a Islândia não vale, com o frio horroroso que faz lá, Portugal vira vice-campeão.

Em novembro do ano passado, ocorreu um crime em Portugal que envolveu a morte trágica de uma brasileira pela polícia. Foi manchete de jornal dos dois lados do oceano, um erro terrível cometido pela polícia portuguesa, que confundiu o carro em que a mulher circulava como passageira com um veículo cujos ocupantes tinham acabado de assaltar um caixa eletrônico. O motorista não obedeceu ao alerta para parar e tentou fugir atropelando os policiais, que abriram fogo. O que pouca gente destacou é que foi a primeira morte de um civil no ano passado pelas mãos da polícia. Uma morte em um ano.

Em 2016, segundo o Anuário Brasileiro da Segurança Pública, 4,2 mil vidas foram perdidas pela ação de policiais militares e civis no Brasil. São 4,2 mil mortes versus uma. Literalmente, uma covardia.

Poderíamos discutir a origem sociológica da violência nas nossas ruas. Falar do princípio histórico, da perversa desigualdade social e até mesmo remontar aos tempos do Brasil colônia portuguesa. E poderíamos debater mesmo sobre a violência maior: a corrupção endêmica em nosso país, que drena um dinheiro que poderia ir para a segurança pública, para a educação e para a saúde. Infelizmente, o Brasil está muito longe de sair da incômoda posição 108 no ranking da segurança mundial.

Enquanto isso, preferimos dar visibilidade a hilárias coreografias baseadas no funk “Que tiro foi esse?” em vez de tentar encontrar soluções para reduzir os tiros reais e fatais do nosso dia a dia.

METROPOLES

Policial : COE É ELITE
Enviado por alexandre em 22/01/2018 18:29:29


Conheça o treinamento do COE da Polícia de SP
Através da história do Primeiro Tenente PM Fábio Vinicius de Souza Silva, comandante de um pelotão do Comandos e Operações Especiais, COE, de São Paulo, conheça os bastidores do treinamento da tropa de elite da polícia de São Paulo. A entrevista é de André Jalonetsky, do Último Segundo, site de notícias do iG e pode ser lida na íntegra clicando aqui.


Hoje, com 37 anos, o Primeiro Tenente PM Fábio Vinicius de Souza Silva é Comandante de um Pelotão do COE. Tive (André) o prazer de conhece-lo há algumas semanas e bater um papo sobre o que é o Comandos e Operações Especiais e o que um Policial Militar deve fazer para ter o privilégio de integrar a restrita irmandade dos “Caveiras”, apelido interno dos Policiais de Elite que fazem parte do COE.

O Primeiro Tenente PM Fábio Vinicius de Souza Silva é Comandante de um Pelotão do COE. Fotos: Major PM Luis Augusto Pacheco Ambar







ACESSE O LINK PARA VER A MATÉRIA COMPLETA
http://ultimosegundo.ig.com.br/policia/2018-01-03/coe.html

Policial : CONTRABANDO
Enviado por alexandre em 16/01/2018 21:01:37


PRF prendeu mais de 10 mil pessoas em 250 dias da Operação Égide
Quase 700 armas foram apreendidas, além de 119.430 munições

Foram apreendidas 154,8 toneladas de maconha e 3,52 toneladas de cocaína e crack (Foto: Divulgação)

Mais de 10 mil pessoas foram presas pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) em 250 dias da Operação Égide, realizada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública para conter a chegada de armas, drogas e contrabando ao país. A iniciativa faz parte do Plano Nacional de Segurança Pública e teve um balanço divulgado hoje (16) pelo ministério, que contabiliza ainda a apreensão de 673 armas de fogo. Os agentes atuam em três frentes para combater esses crimes, e as prisões foram realizadas tanto em flagrante quanto no cumprimento de mandados.

Segundo o ministério, a Operação Égide intensificou a fiscalização nas rodovias federais dos estados que fazem fronteira com a Bolívia, Argentina e o Paraguai, e a aumentou também o cerco nos grandes corredores rodoviários que cruzam o país dessas unidades da federação até o Rio de Janeiro. As etapas simultâneas do trabalho incluíram o Rio Grande do Sul, Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul no primeiro grupo; Goiás, Minas Gerais e São Paulo no segundo; e Rio de Janeiro no terceiro.

O resultado da fiscalização foi a apreensão de 154,8 toneladas de maconha, das quais 141 t foram encontradas em veículos que trafegavam nas estradas dos estados fronteiriços. Em todo o país, também foram apreendidas 3,52 toneladas de cocaína e crack, sendo 2,7 t nos estados mais próximos aos países vizinhos do Brasil. Além das 673 armas de fogo, os policiais encontraram 119.430 unidades de munição e recuperaram 2.224 veículos roubados. Entre a carga contrabandeada que foi apreendida nesses 250 dias, destacam-se os 3,5 milhões de pacotes de cigarro, sendo que mais de 3,2 milhões foram apreendidos nos estados de fronteira, onde também houve a metade das prisões, com 5,8 mil pessoas detidas. (ABr)

Policial : IGUAL FORMIGA
Enviado por alexandre em 31/12/2017 19:44:03


Operações da PF prendem 3 servidores por semana

Três funcionários públicos são presos a cada semana no País, em média, sob acusação de envolvimento com organizações criminosas responsáveis por desvios de verbas públicas, crimes fazendários, delitos ambientais e até mesmo tráfico internacional de drogas. Os números fazem parte de levantamento inédito obtido pelo Estado na Divisão de Investigação e Combate ao Crime Organizado (Dicor), da Polícia Federal, e englobam resultados de 2.325 operações feitas entre janeiro de 2013 e março de 2017.

A análise dos dados, obtidos por meio da Lei de Acesso à Informação, mostra ainda que o total de agentes públicos detidos pelos federais cresceu 57% nos 24 meses após a deflagração da Operação Lava Jato, em 2014, na comparação com os dois anos anteriores (469 contra 298).Para o ex-secretário nacional antidrogas e juiz aposentado Walter Maierovitch, o número de detidos poderia ser maior ainda.

De acordo com ele, há pouca investigação sobre o envolvimento de servidores com as organizações criminosas, apesar de “a criminalidade organizada não existir sem a conivência de agentes públicos”. Os números da Dicor mostram que são as operações que investigam corrupção, fraudes em licitações e desvios de verbas públicas que mais surpreenderam agentes públicos envolvidos com as chamadas organizações criminosas. Ao todo, 45% dos 783 detidos foram apanhados nessas circunstâncias. Em segundo lugar nesse ranking estão os casos de crimes fazendários, como a sonegação fiscal e o contrabando (16% do total), e depois os delitos cometidos contra a Previdência Social (10%). Essas organizações criminosas são chamadas pelos estudiosos de “parasitárias”, ou seja, vivem dentro do Estado. (Estadão)

Policial : RECLUSÃO
Enviado por alexandre em 21/12/2017 18:32:53


Pena mais rígida para motorista que dirigir embriagado

A lei que aumenta pena contra motorista que dirigir alcoolizado ou sob o efeito de qualquer outra substância psicoativa foi aprovada e entra em vigor dentro de quatro meses. A pena passa a ser de reclusão de 5 a 8 anos, além da suspensão ou proibição do direito de se obter a permissão ou a habilitação para dirigir veículo.

Antes, o tempo de detenção para quem dirigisse alcoolizado era de dois a quatro anos. A nova legislação também fixa que, se do crime de dirigir sob efeito dessas substâncias resultar lesão corporal de natureza grave ou gravíssima, o condutor terá como pena a reclusão de dois a cinco anos, além de outras possíveis sanções. No caso de ocorrer homicídio culposo, a legislação já previa o aumento de um terço da pena.

A diferença entre detenção e reclusão é um reforço punitivo contido no projeto sancionado hoje. No caso da detenção, as medidas são, em geral, cumpridas no regime aberto ou semiaberto. Já a reclusão é a mais severa entre as penas privativas de liberdade, pois é destinada a crimes dolosos – quando há intenção de matar.

Para Márcia Cristina da Silva, advogada voluntária da Associação Preventiva de Acidentes e Assitência as Vítimas de Trânsito (Apatru), esse método da aplicação da lei é a mudança principal. “O método processual muda. Nesse sentido, a pessoa já sabe que, se beber e dirigir, tem o risco de ficar presa, respeitando, claro, o direito de ampla defesa”, detalha.

Reforçando esse entendimento, foi acrescentado ao Código de Trânsito Brasileiro um parágrafo que determina que "o juiz fixará a pena-base segundo as diretrizes previstas no art. 59 do Decreto-Lei no 2.848, de 7 de dezembro de 1940 (Código Penal), dando especial atenção à culpabilidade do agente e às circunstâncias e consequências do crime".

Questionada sobre a real possibilidade de a nova norma gerar mudanças no comportamento, a advogada afirma que, “como entidade prevencionista, nossa opinião é sempre que as ações que geram mais frutos são as de educação, inclusive na escola e por meio de programas de educação”. Todavia, pondera que, para casos recorrentes de pessoas que dirigem sob efeito de psicoativos, é importante uma medida mais rígida, pois ela “pode gerar uma reflexão nos motoristas que não enxergam com tanta seriedade o ato de dirigir e acabam bebendo”, acredita.



Vetos

A lei teve origem no projeto 5568/13, de autoria da deputada Keiko Ota (PSB-SP), passou pelo Senado e, depois, novamente pela Câmara. Hoje, ao sancionar a proposta, o presidente Michel Temer vetou artigo que previa a substituição da pena de prisão por pena restritiva de direitos nos crimes de lesão corporal culposa e lesão corporal de natureza grave decorrente de participação em rachas, quando a duração da pena fosse de até quatro anos.

O Palácio do Planalto informou que o veto objetivou dar segurança jurídica ao projeto. Isto porque “o dispositivo apresenta incongruência jurídica, sendo parcialmente inaplicável, uma vez que, dos três casos elencados, dois deles preveem penas mínimas de reclusão de cinco anos, não se enquadrando assim no mecanismo de substituição regulado pelo Código Penal”, conforme texto divulgado.



Fonte: Agência Brasil

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