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Policial : DEPUTADO LIXO!
Enviado por alexandre em 06/12/2021 08:39:22

Deputado é parado em blitz sem habilitação e comemora por não poder ser revistado
O deputado federal e cantor baiano Igor Kannário foi parado numa blitz nesta sexta-feira (3). Sem habilitação, o parlamentar publicou a situação pontuando que gostou de não poder ser revistado pelos policias, devido ao cargo que ocupa como deputado federal.

“Tô parado numa blitz… mas na hierarquia no negócio do tal do poder aí… um policial normal não pode revistar um deputado federal, né… Não que eu esteja me glorificando com isso, mas dizer que é ruim, eu não vou dizer, né?! Então não podem me tirar do carro, mandar eu descer, me revistar… só a Polícia Federal”, disse o cantor dentro do carro, enquanto esperava uma pessoa habilitada chegar para retirar o veículo do local.

Apesar de dizer que está sendo tudo feito “no máximo respeito”, o deputado federal sorri na gravação ao lado de duas pessoas que estavam com ele dentro do carro. “Pra alcançar a tropa vai levar um tempo”.

Já em uma outra publicação feita nos stories, Kannário disse nunca ter tido habilitação. “Deixa eu dar o papo: eu nunca tive habilitação, até porque eu sempre tive motorista, há pouco tempo que eu estou sem motorista, mas eu vou contratar outro que eu gosto de ‘tirar minha braba’, não gosto de sair como errado não, vou contratar um motorista”, prometeu.

https://www.polemicaparaiba.com.br/polemicas/sem-habilitacao-deputado-kannario-e-parado-em-blitz-e-comemora-nao-poder-ser-revistado-video/

Fonte: UOL

Créditos: UOL

Policial : PM EXPULSA
Enviado por alexandre em 03/12/2021 22:37:00

Cadete é expulso da PM por furtar R$ 170 de colegas da corporação

Homem também responde processo criminal pelo furto. Coronel da PM informou que investigação começou após colegas terem notado sumiço de dinheiro nas carteiras.


Por Hélder Loureiro Pegado


Um cadete do 3º ano do Curso de Formação de Oficiais (CFO) da Polícia Militar (PM), em João Pessoa, foi expulso da corporação por furto. Conforme informações do diretor de Educação da PMPB, coronel Ronildo Souza, o rapaz é suspeito de ter furtado cerca de R$ 170 de colegas, no começo de 2020.
O cadete já responde processo criminal pelo furto e aguarda julgamento, paralelamente, foi instaurado um Processo Administrativo Disciplinar (PAD) na Polícia Militar que culminou na expulsão do suspeito das fileiras da corporação.
O coronel Ronildo disse ao g1 que a investigação do cadete começou após colegas terem notado sumiço de dinheiro nas carteiras que ficavam nos armários do alojamento, desde o final de 2019. Após um jantar, no começo de 2020, quando alguns deles perceberam mais vez o desaparecimento de dinheiro, foram revistar a carteira do cadete e nela encontraram o valor que havia sido extraviado.
"Colegas de alojamento já vinham percebendo o sumiço de dinheiro nas carteiras que ficavam nos armários individuais no alojamento. Daí entre si fizeram uma investigação e chegaram a ele. Após um jantar onde o cadete pediu para que os colegas pagassem sua parte por estar sem dinheiro, os alunos perceberam mais uma vez a falta de dinheiro nas carteiras e resolveram fazer a revista na carteira dele, onde encontraram R$ 170, justamente a quantia que faltava nas carteiras dos outros cadetes que estavam no alojamento", explicou.
Formação de oficiais
Nesta quinta-feira (2), aconteceu em João Pessoa a solenidade de formação de 51 novos aspirantes a oficiais da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar. Na Polícia Militar da Paraíba, foram formados 37 aspirantes. No Corpo de Bombeiros Militar da Paraíba, foram 14 oficiais formados.
Fonte: Com G1/PB

Policial : BOPE LEGAL
Enviado por alexandre em 30/11/2021 09:52:24

"O Bope sempre trabalha na legalidade", diz militar a CNN

Policial foi ouvido na Delegacia de Homicídios em investigação sobre fim de semana que terminou com nove mortos; m dia antes, PM foi baleado e morreu após troca de tiros na comunidade

Militar prestou depoimento na Delegacia de Homicídios de Niterói
Militar prestou depoimento na Delegacia de Homicídios de Niterói Leandro Sant'Anna/CNN

Pedro DuranAna Lícia Soaresda CNN

Um dos policiais que admitiu ter efetuado disparos na ação do Batalhão de Operações Especiais (BOPE), que resultou em nove mortes na comunidade do Salgueiro, na região metropolitana do Rio de Janeiro, disse à CNN que “o BOPE sempre trabalha na legalidade”. O agente foi questionado sobre a operação ao deixar a Delegacia de Homicídios de Niterói, São Gonçalo, Itaboraí e Maricá, nesta segunda-feira (29).

O policial, que preferiu não revelar a identidade, foi o primeiro dos oito agentes que serão ouvidos ao longo desta semana. O depoimento começou por volta das 16h30 e levou mais de três horas. Ele chegou ao local em um carro da corporação, vestido com a farda camuflada do BOPE e usando balaclava – capuz que tem como objetivo garantir a proteção da cabeça e do pescoço.

Também nesta segunda, promotores da Auditoria Militar do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) ouviram cinco policiais no inquérito investigatório que apura eventual crime militar durante a operação. Até o fim da semana, os outros três policiais que declararam ter feito disparos serão ouvidos. Além deles, o comandante do batalhão foi chamado pelo MP.

A Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) enviou ofício ao Ministério Público Federal (MPF) e ao MPRJ, na última semana, para que cobrem explicações dos envolvidos na ação policial. É que uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) proíbe a realização de operações em comunidades do Rio durante a pandemia da Covid-19, exceto em casos excepcionais.

Em entrevista à CNN Rádio na segunda-feira (22), o tenente-coronel Ivan Blaz disse que o Conjunto de Favelas do Salgueiro começou a ser ocupado “para impedir roubo de cargas e veículos por marginais”, mas, de acordo com ele, “houve confronto e resistência à presença policial” e o BOPE foi acionado.

O relatório interno do BOPE admite que os agentes foram acionados para a operação na comunidade após a morte do sargento Leandro Rumbelsperger da Silva. O dado aparece no campo “justificativa da absoluta excepcionalidade da operação”.

Oito corpos dos nove suspeitos que morreram na operação foram retirados de um manguezal por moradores um dia após a operação. Segundo as investigações, quatro dos mortos não tinham antecedentes criminais e um era menor de idade.

Devido à ação, 501 pessoas não conseguiram fazer a primeira prova do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM). O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) informou que vai analisar a situação de cada aluno que perdeu a prova. Os próximos exames serão aplicados nos dias 9 e 16 de janeiro de 2022.

As armas dos policiais envolvidos na operação foram entregues, na quarta-feira (24), à Delegacia de Homicídios, para a realização de perícia.


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Policial : BOATE KISS
Enviado por alexandre em 29/11/2021 15:13:47

Após 8 anos. tragédia da Boate Kiss será julgada nesta quarta-feira (1º)

Oito anos após a tragédia que deixou 242 mortos e 680 feridos na cidade de Santa Maria, no Rio Grande do Sul, o caso da boate Kiss finalmente será julgado. Com data marcada para a próxima quarta-feira (1º), quatro homens irão a júri popular pelo Tribunal do Júri de Porto Alegre.

Os acusados são os sócios da boate Mauro Hoffmann e Elissandro Spohr; o vocalista da banda Gurizada Fandangueira, Marcelo de Jesus; e o produtor da banda, Luciano Bonilha. O caso está sob a jurisdição do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJRS) e será julgado na capital do estado após a defesa de um dos acusados alegar que o júri de Santa Maria seria parcial.

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A expectativa do TJRS é de que este seja o júri mais longo da história do Poder Judiciário gaúcho, podendo chegar a até 15 dias.

RELEMBRE O CASO
No dia 27 de janeiro de 2013, por volta das 2h30, um integrante da banda Gurizada Fandangueira, que fazia uma apresentação ao vivo, acendeu um sinalizador de uso externo dentro da casa noturna, e faíscas do artefato acabaram incendiando a espuma que fazia o isolamento acústico do local.

A queima da espuma liberou gases tóxicos, como o cianeto, que é letal. Foi justamente essa fumaça tóxica que matou, por sufocamento, a maior parte das 242 vítimas. Além disso, a discoteca não contava com saídas de emergência adequadas, os extintores eram insuficientes e estavam vencidos. Sem contar que parte das vítimas foi impedida por seguranças de sair da boate durante a confusão, por ordem de um dos donos, que temia que não pagassem as contas.

O incêndio na Kiss iniciou um debate no Brasil sobre a segurança e o uso de efeitos pirotécnicos em ambientes fechados com grande quantidade de pessoas. Ainda em 2013, meses após o acidente, a Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul aprovou uma lei complementar estadual, batizada de Lei Kiss, que aumentou o rigor de normas de segurança, prevenção e proteção contra incêndios em edificações e áreas de risco. Em 2017, uma lei federal, também batizada de Lei Kiss, foi aprovada pelo Congresso Nacional com o mesmo objetivo.

Policial : MACHISMO NA PM
Enviado por alexandre em 26/11/2021 09:36:09

Na PM, uma vítima da ditadura socialista
Há sete anos, Pernambuco vivia momentos de terror com a deflagração da greve da Polícia Militar. Hoje, infelizmente, ações daquela época ainda repercutem na vida de algumas pessoas, como é o caso da ex-cabo da PM-PE Michelle Siqueira (foto).

A história de Michelle envolve misoginia, machismo e injustiça vindos da parte do comando da Policia Militar de Pernambuco e do Governo do Estado. Durante a greve de 2014, a então Cabo não fez parte da liderança do movimento. Ela alimentava um blog, que na época levava o nome de um dos líderes da paralisação: o Blog do Joel da Harpa (hoje deputado Joel da Harpa), com informações sobre os rumos das negociações com o governo para os demais policiais.

Desta forma, com o fim da greve, foi aberta uma sindicância e todos os líderes envolvidos foram inocentados, inclusive a coronel Conceição, designada para reserva com todos os proventos. A cabo Michelle fora punida com 30 dias de prisão por causa das postagens no blog, publicações apenas de cunho informativo, sem incitações à paralisação, como garante Michelle.

Segundo Michelle informou ao blog, ela nunca foi notificada pelo jurídico da PM desta punição de 30 dias de prisão e, tampouco, foi publicado em Boletim Geral, como deveria ter sido após a homologação do corregedor geral. Sendo assim, deixou de cumprir por desconhecimento. Em um dado momento, ela soube informalmente desta punição e, prontamente, fez um requerimento pedindo para ser presa, o que lhe foi negado sem argumentos plausíveis.

Após este episódio, abriram um conselho de disciplina sem a presença dela, onde ocorreram várias audiências as quais ela também não foi notificada. “Compareci somente à última audiência e permaneci calada, pois não sabia de nada do que estava acontecendo, muito menos do que eu estava sendo acusada”, disse Michelle

O caso se encerrou em 2019 com a expulsão da cabo Michelle Siqueira dos quadros da Polícia Militar. Antes da expulsão, ela teve a sua patente rebaixada, antes era sargento, para o cargo de cabo, também em consequência do movimento reivindicatório dos militares.

Desde então, Michelle, que já sofre com a depressão há alguns anos por ter perdido um bebê por erro médico cometido no Hospital da Polícia, viu sua vontade de viver indo embora. Ela perdeu o emprego, o convívio com os amigos e sofre a injustiça de ter sido a única pessoa verdadeiramente punida pela greve, quando na verdade ela nunca fez parte da liderança do movimento grevista.

“Eu fiquei calada durante todo esse tempo, pois não queria inflamar a situação enquanto o mandado de segurança estava em curso, mas eu não posso mais me calar diante de tanta injustiça, machismo e misoginia, vindas por parte do Governo. Todos os envolvidos foram inocentados e por que somente duas mulheres foram punidas? Na verdade, somente uma, somente eu. A coronel Conceição foi designada para reserva com um salário de R$ 25 mil e eu fui expulsa da corporação. Só posso acreditar que isso aconteceu por eu ser mulher”, desabafou.

Michelle também confessou à reportagem que sempre foi atuante nos quadros da PM, elaborou projetos com melhorias para as policiais, inclusive formulou o projeto que, hoje, garante R$ 750,00 anuais para os militares comprarem fardamento e R$ 400,00 de auxílio transporte (hoje incorporado ao salário), além de lutar pelos direitos dos militares dentro da corporação. “Talvez não seja interessante para o comando da PM ter uma praça tão informada dos seus direitos, uma pessoa que pense, principalmente uma mulher. Na verdade, eles tentavam há algum tempo me calar, e conseguiram dessa forma tão injusta”, disse.

“Rebaixaram minha patente, tiraram meu meio de subsistência, meu emprego, meu convívio com os amigos. Eu estudei no Colégio da Polícia Militar, minha família é composta por militares, me dediquei durante anos a PM e esta injustiça está doendo demais”, concluiu Michelle que no momento está à procura de outros advogados e que vai recorrer mais uma vez contra a decisão, agora em outra instância.

Com a palavra, a Polícia Militar de Pernambuco.

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