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Regionais : Pesquisas antecipam o fim da hegemonia de Lula
Enviado por alexandre em 20/10/2018 22:53:42

Pesquisas antecipam o fim da hegemonia de Lula

Josias de Souza

Nas últimas quatro sucessões presidenciais, Lula mandou e, sobretudo, desmandou no poder federal. Elegeu-se duas vezes. E transformou Dilma Rousseff num conto do vigário no qual o eleitorado caiu um par de vezes. Esse poder hegemônico de Lula, informam todas as pesquisas, está com os dias contados. Acabará no próximo dia 28 de outubro.

Deve-se o infortúnio de Lula ao próprio Lula, que conseguiu converter Fernando Haddad, seu segundo poste, em candidato favorito a transformar Jair Bolsonaro no próximo presidente da República. Lula escolheu seu próprio caminho para o inferno ao imaginar que poderia prevalecer impondo uma nova solução doméstica petista.

Preso, Lula sabia que sua foto dificilmente estaria na urna de 2018. Poderia ter transferido eleitores para um candidato fora dos quadros do PT. Tinha em Ciro Gomes uma versão livre do contágio da Lava Jato. Mas preferiu a aposta mais arriscada. Ao lançar um poste do PT, descobriu que o antipetismo é, hoje, mais forte que o lulismo. Lula chega ao fim da sua era como cabo eleitoral da ultradireita.

Regionais : PT não ganha no tapetão; WhatsAppgate não embaixo dele
Enviado por alexandre em 20/10/2018 22:50:59

PT não ganha no tapetão; WhatsAppgate não embaixo dele


Helena Chagas - Blog Os Divergentes

Parte do establishment e da imprensa não comprou a história do WhatsAppgate e age como se fosse mais uma denúncia comum de uma campanha comum sobre as mesmas coisas comuns que o PT sempre fez na Internet. Só que não é. Antes mesmo da denúncia da Folha de S.Paulo, quem frequenta minimamente as redes vinha recebendo sinais de que algo muito forte se passava em seus subterrâneos. Mas parece haver, inclusive na maioria do eleitorado, um sentimento de que Jair Bolsonaro já ganhou e que nada que aconteça a esta altura vai mudar isso. É como se estivesse todo mundo já cansado de campanha e eleição, torcendo para o domingo 28 vir e acabar logo com isso.

As pesquisas, que petrificaram o quadro de vitória de Bolsonaro por larga vantagem sobre Haddad, confirmam essa percepção. E é mesmo praticamente impossível que o candidato do PT venha a virar mais de dois milhões de votos em oito dias. Nem por isso é o caso de se varrer para baixo do tapete este que pode ser o maior escândalo eleitoral da história do país.

Não é café pequeno, e todo mundo com um mínimo de discernimento sabe disso. Ainda não está clara a amplitude do esquema, e até mesmo o diretor do Datafolha, Mauro Paulino, com todos os cuidados que deve ter, admitiu que a “onda” que levou Bolsonaro e alguns candidatos nanicos a governador aos primeiros lugares na eleição pode ter sido influenciada por isso.

Só que o WhatsAppgate, em vez de mais um escândalo a ser investigado, está sendo interpretado como apenas mais uma jogada do PT para ganhar no tapetão. O PT não vai ganhar no tapetão, até porque não há mais nem tempo para isso. Mas a investigação do esquema vai bem além disso, por comprometer a lisura de todo o sistema eleitoral.

A imprensa internacional está abrindo manchetes. Se não houver uma investigação séria e isenta, vamos caminhar para consolidar aquela imagem de república bananeira, recuperada nos últimos tempos. Está nas mãos do TSE.


Política : QUER ELE
Enviado por alexandre em 20/10/2018 22:47:57

Mercado tem preferência por Bolsonaro

Mercados preferem Bolsonaro, mas seu plano de privatizações não é claro.

O candidato à presidência Jair Bolsonaro no Rio de Janeiro em 17 de outubro de 2018 - AFP/Arquivos

Da ISTOÉ - Por AFP


Investidores brasileiros estão animados com a possibilidade de o candidato de extrema direita Jair Bolsonaro (PSL) chegar à Presidência da República, devido a suas promessas de privatização – pouco claras, até agora, mas mais apreciadas do que o oferecido pelo seu rival Fernando Haddad (PT).

A Bovespa disparou após Bolsonaro ganhar com ampla vantagem o primeiro turno, mas o mercado recuou depois que o candidato hesitou em seus projetos de privatização de ativos do Estado.

O respaldo dos mercados à candidatura se deve, em grande parte, à promessa de Bolsonaro de nomear seu assessor Paulo Guedes para o Ministério da Fazenda. Economista liberal formado pela Escola de Chicago, Guedes propôs uma reestruturação para dar fim à tradição protecionista da economia brasileira.

Mas suas medidas vão muito além do que Bolsonaro – que historicamente apoiou o modelo estadista – está disposto a vender.

O candidato do PSL afirmou na semana passada que, se eleito, só autorizará a privatização de atividades periféricas da Petrobras e da Eletrobras e descartou a participação de grupos estrangeiros no setor energético – especialmente a China, que acusou de estar “comprando Brasil”.

As ações da Eletrobras, responsável pelo fornecimento de cerca de um terço da eletricidade no país, caíram mais de 10% no dia seguinte a este anúncio.

Mudança de rumo

“A mudança de Bolsonaro sobre as privatizações provavelmente reflete sua falta de conhecimento e de uma posição clara sobre a política energética e seu viés populista”, disse a analista Lisa Viscidi, da consultoria centrada nas Américas The Dialogue, com sede em Washington.

Viscidi considera, contudo, que “Bolsonaro continuará com uma política geral de abertura dos setores do petróleo e da energia”.

Isso lhe tornou o preferido dos mercado frente a Haddad, que quer frear as privatizações e ampliar o papel do Estado frente à Petrobras.

Os investidores estão levando à sério a guinada de Bolsonaro ao mercado, disse Roberta Braga, outra analista americana do Atlantic Center.

A política de Guedes “significaria uma mudança significativa, até impactante para o Brasil”, afirmou Braga. Mesmo que seja mais suave, “é provável que vejamos um conjunto moderado de políticas pró-mercado”, acrescentou.

Por outro lado, o programa econômico de Haddad “preocupa investidores, que temem que Brasil dê marcha ré no caminho da competitividade” e que busque retomar a política

contrária às privatizações de seu mentor, o hoje preso ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Nesta sexta-feira, contudo, mais de 350 economistas brasileiros e estrangeiros, entre eles o americano vencedor do prêmio Nobel George Akerlof, publicaram um manifesto de endosso a Haddad.

Os signatários do Manifesto dos Economistas pela Democracia Brasileira afirmam que existem divergências entre eles e que muitos são “críticos contundentes” dos governos do Partido dos Trabalhadores.

“Fernando Haddad é, neste segundo turno, a melhor alternativa para garantir tais valores”, afirma o documento. “Abaixo-assinamos este manifesto em apoio à sua candidatura, em prol da estabilidade política e econômica, do desenvolvimento ambientalmente sustentável, da inclusão social e do combate à corrupção”, explicam.

À frente nas pesquisas

“Fernando Haddad é, neste segundo turno, a melhor alternativa para garantir tais valores”, afirma o documento. “Abaixo-assinamos este manifesto em apoio à sua candidatura, em prol da estabilidade política e econômica, do desenvolvimento ambientalmente sustentável, da inclusão social e do combate à corrupção”, explicam.

Bolsonaro obteve 46% dos votos no primeiro turno das eleições, em 7 de outubro, frente a 29% de Haddad.

Nas pesquisas para o segundo turno, no dia 28, ele tem uma ampla vantagem de quase 20 pontos sobre seu adversário.

Em seus 28 anos no Congresso, Bolsonaro se opôs às tentativas de privatização de estatais. Durante a campanha, ele admitiu reiteradamente não entender nada de economia e nomeou Guedes para tentar equilibrar as contas públicas.

Seu plano é dar continuidade às privatizações iniciadas no governo do impopular presidente Michel Temer, freadas por resistências políticas e pelos escândalos de corrupção que colocaram seu mandato em risco.

Contudo, Bolsonaro já apontou que ativos estratégicos não podem ser privatizados – incluindo bancos estatais. Para outras empresas, sugeriu como solução a criação de “golden shares”, ações que dão ao Estado poder de decisão sobre as orientações estratégicas de um grupo, mesmo com participação minoritária.

“Os investidores vão acompanhar de perto. O que é certo é que com Bolsonaro, o Brasil não vai voltar à política nacionalista de Lula sobre os recursos naturais, que seguramente Haddad retomaria”, disse Viscidi

Bolsonaro quer comércio externo sem viés ideológico



Bolsonaro diz que buscará comércio 'sem viés ideológico' na América do Sul. Candidato do PSL a presidente defendeu o bilateralismo nas relações comerciais, mas afirmou que o Mercosul 'não pode ser abandonado assim de uma hora para a outra'.

Foto: Reprodução/TV Globo

Por Alba Valéria Mendonça, G1 Rio

O candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro, defendeu neste sábado (20) o bilateralismo "no que for possível" nas relações comerciais com outros países e afirmou que, na América do Sul, buscará uma forma de fazer comércio "sem viés ideológico".

Embora defenda relações bilaterais, o presidenciável afirmou que o Mercosul "não pode ser abandonado assim de uma hora para a outra" porque "muita gente investiu alto" no bloco comercial, cujos membros efetivos são Brasil, Argentina, Uruguai, Paraguai e Venezuela (atualmente suspensa do bloco).

“Vamos partir para o bilateralismo no que for possível. Conversei com Macri [presidente da Argentina] por telefone esses dias aí. Ontem [sexta, 19], rapidamente por telefone conversei com o presidente eleito do Paraguai, recebi a visita de três senadores do Chile, que não está no Mercosul. Mas nós vamos buscar uma forma de fazer comércio com toda a América do Sul, sem viés ideológico”, declarou.

Em entrevista na casa do empresário Paulo Marinho, no Jardim Botânico, no Rio de Janeiro, onde gravou os últimos programas da campanha eleitoral, ele afirmou que pretende reduzir a carga tributária como forma de atrair empresas e estimular o emprego. Como exemplo, mencionou o presidente norte-americano Donald Trump.

“Ele quer uma América grande. Eu quero o Brasil grande também. Ele está preocupado com seu país. Ele diminuiu a carga tributária dos empresários, muitos criticaram, mas com isso voltou o emprego. As empresas que estavam fora do seu país voltaram para o seu país. A Inglaterra fez isso a 2

Governo Temer
Bolsonaro disse na entrevista que nem tudo está errado no governo de Michel Temer (MDB). Segundo ele, o que está certo "tem de continuar".

Como exemplo do que está "dando certo", ele mencionou o presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, mas não assegurou que ele permanecerá no posto.

“Não sei se vai ser mantido. O que está dando certo você tem de continuar. Não vou dizer que tudo está errado no governo Temer. Tem muita coisa errada, mas não vou citar exemplo. O presidente do Banco Central está dando certo, mas não sei se ele vai ser mantido", declarou.

Ministros
Bolsonaro afirmou que a primeira providência a ser tomada se eleito será a nomeação dos ministros.

O candidato disse que chamará "quadros técnicos e competentes, que tenham patriotismo e iniciativa". Ele afirmou que o ex-astronauta Marcos Pontes está "quase certo" para o Ministério de Ciências e Tecnologia, atualmente unificado com Comunicações – o candidato diz pretender separar.

Bolsonaro já anunciou três ministros: o economista Paulo Guedes (para uma pasta que uniria Fazenda e Planejamento); o deputado Onyx Lorenzoni (Casa Civil); e o general Alberto Heleno (Defesa).

“O tenente-coronel da Aeronáutica Marcos Pontes, está quase certo, para o Ministério de Ciências e Tecnologia. A ideia é separar esse ministério do das Comunicações. Talvez fique junto da educação", declarou.
Reforma política e reeleição

O candidato do PSL afirmou afirmou que pretende propor uma reforma política para acabar com a reeleição e reduzir o número de cadeiras no Congresso.

"O que eu pretendo fazer – pretendo fazer e vou conversar com o parlamento também – vai ser uma excelente reforma política. Você vai acabar com o instituto da reeleição. No caso, começa comigo se eu for eleito. E diminui também em 15% a 20% a quantidade de parlamentares.", afirmou.

Política : É POSSÍVEL AINDA?
Enviado por alexandre em 20/10/2018 22:43:43

Fernando Haddad ainda pode vencer a eleição?

Fernando Haddad, durante encontro com professores em São Paulo em 15 de outubro de 2018 - AFP/Arquivos

Da ISTOÉ
Por Agência AFP


Fernando Haddad ainda pode vencer? Para isso, seria necessário que o candidato de esquerda à presidência do Brasil recuperasse a grande desvantagem para o seu rival de extrema-direita Jair Bolsonaro. Um cenário considerado improvável a uma semana do segundo turno.

Alguns ainda acreditam, mas a maioria dos analistas não vê o que poderia impedir a eleição de Bolsonaro como presidente em 28 de outubro, tão poderosa é a onda que ele surfa há mais de um mês.

A última pesquisa Datafolha, realizada entre os dias 17 e 18 de outubro, aponta Bolsonaro com 59% dos votos válidos, contra 41% para o substituto do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

“Essa pessoa está liderando as pesquisas, mas vai perder”, assegurou em recente entrevista à AFP Haddad sobre Bolsonaro.

“Isso é altamente improvável”, estima Paulo Sotero, presidente do Brazil Institute do Wilson Center, em Washington. “As pesquisas apontam uma vitória de Bolsonaro, e com uma margem confortável”.

Os consultores do Eurasia Group são menos categóricos: “As chances de isso acontecer são baixas. Haddad tem 25% de chance de ganhar”.

O representante do Partido dos Trabalhadores (PT) “deve atrair um número significativo de eleitores dos candidatos eliminados no primeiro turno e reduzir a base de apoio de Bolsonaro, uma tarefa hercúlea, dado o alto nível de convicção entre esses eleitores”, acrescentam.

Mas Haddad até agora não conseguiu formar a “frente democrática” de que precisa.

Ao contrário da “frente republicana” que na França conseguiu barrar a extrema direita, no Brasil “não há tradição de frente antifascista”, aponta Maud Chirio, da Universidade Paris-Est-Marne-la-Vallée.

Os partidos “não têm a experiência de eleições em que um candidato de extrema-direita, esta é a primeira vez”.

Outro obstáculo para o candidato de esquerda: “a bílis alimentada contra o PT também impede que os partidos se aliem a Haddad”, diz a historiadora.

Assim, Ciro Gomes, o candidato do PDT (centro esquerda), que ficou em terceiro no primeiro turno com 12,5% dos votos, limitou-se a oferecer “apoio crítico” ao PT, antes de partir para a Europa.

Haddad também não pode contar com a ecologista Marina Silva, tampouco com influentes centristas como o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso ou o ex-presidente do Supremo Tribunal Joaquim Barbosa.

– “Tuitar é fácil” –

O irmão de Ciro, o senador Cid Gomes, jogou sal nas feridas: o PT “vai perder a eleição e vai ser bem feito”, disse no início desta semana. Em 13 anos de poder (2003-16) ele “fez muita bobagem”.

Questionado pelo jornal Folha de S.Paulo, Cid Gomes suavizou o comentário: “Acho que Haddad é o melhor. Mas uma vez que ele tem uma chance mínima de ganhar” o PT “deve fazer sua autocrítica”.

Debora Diniz, antropóloga e professora de Direito da Universidade de Brasília. “Não pensem que tudo está garantido”. “A resistência de Bolsonaro de ir a um debate público diz muito sobre sua fraqueza”, acrescenta ela.

Haddad, professor universitário de tom de voz comedido, não conseguiu levar à arena de um debate televisivo um Bolsonaro cujas fórmulas incisivas e até violentas têm um impacto maior nas redes sociais, que se tornaram sua máquina de guerra.

“Tuitar é fácil, senhor deputado. Vamos debater cara a cara, educadamente”, lançou Haddad.

Entre os dois turnos de 7 e 28 de outubro, seis debates foram previstos. Mas Bolsonaro se esquivou de todos “por razões médicas”. E “estratégicas”, segundo admitiu.

Na reta final, Haddad precisou reorientar sua campanha. Ele parou suas visitas semanais a Lula na prisão, retirou a foto de seu mentor político das propagandas na televisão, substituiu o vermelho do PT pelo verde e amarelo da bandeira nacional. Como Bolsonaro.

E “a ordem do QG do PT foi de investir no eleitorado mais pobre e nos grupos evangélicos”, escreveu na quarta-feira o jornal Folha de S.Paulo. Haddad vai se envolver com seus líderes a “defender os valores da família”.

O apoio dado pelas igrejas evangélicas a Bolsonaro antes do primeiro turno foi crucial, especialmente a poderosa Igreja Universal.

“Não vejo que milagre poderia ser feito para que Haddad mude o curso desta eleição”, diz Paulo Sotero. “Bolsonaro vai conseguir votos suficientes para um mandato claro”.

Regionais : Polícia investiga estupro por motivação política
Enviado por alexandre em 20/10/2018 22:40:58

Polícia investiga estupro por motivação política

Polícia do Paraná apura se denúncia de estupro teve motivação política.

Por Agência Brasil

A Policia Civil paranaense investiga se há motivação política em uma denúncia de estupro no Centro Acadêmico de Ciências Sociais da Universidade Federal do Paraná (UFPR). A vítima, que se declara mulher transexual, de 22 anos, disse que o crime foi cometido por um grupo de garotos e que a motivação seria o fato de ela estar usar um adesivo da campanha #EleNão – contrária à candidatura de Jair Bolsonaro (PSL) à Presidência da República.

O relato foi postado no site do Mapa da Violência. A denúncia anônima é investigada pela Delegacia da Mulher de Curitiba. Nas redes sociais, o centro acadêmico informou quer tomou conhecimento do caso por meio da internet, mas que, até o início da semana, não havia sido contactado pessoalmente pela vítima.

“Não vamos colocar em descrédito o relato da vítima pois, o tempo todo, vítimas de estupro são culpabilizadas. Nos colocamos a serviço do acolhimento da vítima, mesmo que essa mulher não se sinta à vontade para a exposição do ocorrido. O corpo docente, juntamente com os estudantes, está articulando formas de lidar com o acontecido de forma a verificar os fatos.”

Repúdio

O Centro Acadêmico de Ciências Sociais publicou, também em sua página no Facebook, uma nota de repúdio, por meio da qual se coloca à disposição da vítima para auxiliá-la no que for necessário – inclusive para tomar medidas legais e na busca por apoio psicológico. “Não podemos banalizar esse como mais um caso estatístico”. O centro apela para o fim da “crescente onda de violência”.

Na nota, a entidade diz que também identificou pichações com os dizeres “B17” e com suásticas nas paredes do centro acadêmico e informa que vai repensar a abertura do local em todos os turnos do dia – incluindo à noite – para estudantes de ciências sociais, de outros cursos e para a comunidade externa.

Em momentos anteriores, nas redes sociais, quando questionado sobre a violência atribuída aos seus simpatizantes, Bolsonaro afirmou que rechaça qualquer tipo de agressão e que não tem como controlar as pessoas.

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