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Mais Notícias : Campanha de Alckmin intensifica ataques a Bolsonaro
Enviado por alexandre em 19/06/2018 08:41:27

Campanha de Alckmin intensifica ataques a Bolsonaro

Postado por Magno Martins
A campanha de Alckmin intensificou ataques a Jair Bolsonaro nas redes sociais, mas também começou a apontar inconsistências de outros rivais. Um vídeo de eleitores do Ceará declarando que jamais votariam em Ciro Gomes (PDT) para presidente foi repassado com entusiasmo no tucanato.

A dificuldade do presidenciável Jair Bolsonaro de conquistar o voto feminino fez o PSL ampliar as buscas por candidatas que disputem a postos no Congresso. As policiais militares estão na mira do partido.(Painel - FSP)

Mais Notícias : Tucanos acenam ao MDB e Meirelles pode ir ao sacrifício
Enviado por alexandre em 19/06/2018 08:40:43

Tucanos acenam ao MDB e Meirelles pode ir ao sacrifício

Postado por Magno Martins

O time de Geraldo Alckmin (PSDB) fez um gesto oficial ao partido de Michel Temer. Alçado à coordenação política da campanha do tucano ao Planalto, o ex-governador Marconi Perillo (PSDB-GO) marcou um encontro com o presidente nacional do MDB, Romero Jucá (RR). A conversa está pré-agendada para quinta (21). A pessoas próximas, Perillo defendeu pragmatismo nessa etapa da disputa: além de valioso tempo de TV, o MDB tem cerca de mil prefeitos, capilaridade nada desprezível.

Se os acenos do tucanato ao MDB ganharem corpo, a situação de Henrique Meirelles, hoje pré-candidato do partido de Temer ao Planalto, tende a se agravar. O ex-ministro da Fazenda tenta calibrar o discurso, mas a patinada da economia acabou inflando ala que não vê vantagem em mantê-lo no pleito.

Meirelles e Temer assistiram ao jogo de estreia da seleção brasileira, no domingo (17), na residência oficial do presidente, em Brasília. (Folha Painel)

Mais Notícias : Condenação de Gleisi deixaria PT mais coerente
Enviado por alexandre em 19/06/2018 08:40:00

Condenação de Gleisi deixaria PT mais coerente

Postado por Magno Martins

Josias de Souza

A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal julga nesta terça-feira o processo em que Gleisi Hoffmann, a presidente do PT, é acusada de desviar R$ 1 milhão em verbas roubadas da Petrobras para sua campanha ao Senado em 2010. Gleisi é acusada de corrupção e lavagem de dinheiro. Será o segundo julgamento no Supremo de uma pessoa encrencada na Lava Jato. No primeiro, o deputado Nelson Meurer, do PP, foi condenado a 13 anos, 9 meses e 10 dias de cadeia.

A proximidade do julgamento levou Gleisi a diversificar o repertório de temas que trata nas redes sociais. Antes, a senadora dedicava 100% de suas manifestações à defesa da inocência de Lula e do direito do presidiário de concorrer ao Planalto. Agora, ela se iguala ao grande líder, autodenominando-se mais uma vítima da mesma engrenagem que produz delações sem provas para moer o PT.

A eventual condenação de Gleisi aprofundaria o abismo petista, tornando o PT mais coerente. Com filiados ilustres atrás das grades e um candidato à Presidência ficha-suja, a legenda teria no comando uma condenada por corrupção em última instância. Mas a firmeza com que Gleisi se diz “perseguida” parecer afastar essa possibilidade. Uma característica curiosa da corrupção se observa no PT. Os corruptos estão sempre nos outros partidos.

Mais Notícias : Moro acusa Falcão de fazer política em depoimento
Enviado por alexandre em 19/06/2018 08:39:16

Moro acusa Falcão de fazer política em depoimento

Postado por Magno Martins

O juiz Sergio Moro interrompeu nesta segunda-feira, 18, o depoimento do ex-presidente do PT Rui Falcão, acusando-o de fazer propaganda política.

Rui Falcão, afirmou estar preocupado porque Lula está sendo perseguido para não ser candidato, depois de perguntado sobre sua relação com o ex-presidente.

"Não é propaganda política aqui Senhor Rui. Não é o momento de o senhor fazer isso", disse o juiz da Lava Jato.

É a segunda vez que Moro fala em propaganda de Lula durante audiência.

Na semana passada, ele interrompeu o escritor Fernando de Morais depois que este relatou um elogio de Bono Vox ao ex-presidente.

Mais Notícias : Tem que manter isso
Enviado por alexandre em 19/06/2018 08:38:36

Tem que manter isso

Postado por Magno Martins

Privados das conduções coercitivas, magistrados de fato determinariam mais prisões?

Hélio Schwartsman – Folha de S.Paulo

Fez bem o Supremo Tribunal Federal em proibir a condução coercitiva. Ela sempre me pareceu uma impossibilidade lógica. Como já escrevi aqui, num país cuja Constituição assegura a réus e suspeitos o direito de permanecer em silêncio, levá-los para depor “manu militari” não passa de um exercício de exibicionismo narcísico e um enorme desperdício de gasolina pública.

Se tudo o que as autoridades podem fazer em relação ao sujeito que se nega a prestar esclarecimentos é registrar a recusa, não há por que transformar a providência burocrática num espetáculo circense.
Registre-se, porém, que não era ruim o argumento dos defensores das conduções. Diziam que elas eram, na prática, uma espécie de proteção ao suspeito, já que os juízes as utilizavam como alternativa à prisão cautelar, que está em seu poder decretar em qualquer fase do processo. E é sempre preferível passar algumas horas com o delegado a ser preso.

Esse tipo de raciocínio é sedutor, mas complicado, porque depende de contrafactuais aos quais não temos acesso. Privados das conduções coercitivas, magistrados de fato determinariam mais prisões? Não sabemos.

Cabe aqui a analogia com as balas de borracha usadas pela polícia no controle de multidões. Os críticos alegam que, pelo fato de esses projeteis serem considerados não letais, os policiais os disparam com mais liberalidade do que o fariam se se tratasse de munição de chumbo, causando, no fim das contas, mais danos do que se pretendia ao adotar a tecnologia.

Para manter o incentivo às delações premiadas, como se deseja, não são necessárias conduções coercitivas e nem mesmo prisões provisórias. Do ponto de vista da teoria dos jogos, o que motiva a colaboração do réu é a perspectiva de sofrer condenação num horizonte próximo e aí amargar uma longa pena. Para manter isso, tudo o que precisamos fazer é não recuar da execução da sentença a partir da segunda instância.

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