Mais Notícias - O mercado e seus favoritos - Notícias
« 1 2 (3) 4 5 6 ... 13216 »
Mais Notícias : O mercado e seus favoritos
Enviado por alexandre em 22/06/2018 12:25:19

O mercado e seus favoritos



Carlos Brickmann

O XP Investimentos, ligado ao grupo Itaú, fez há 15 dias uma sondagem sobre o que 204 investidores institucionais pensam a respeito das eleições e das perspectivas para a Bolsa, os juros e o dólar, conforme o vitorioso.

É uma amostra significativa: as instituições consultadas gerem mais de 50% dos recursos disponíveis no setor.

Os resultados: 48% acreditam que Jair Bolsonaro vencerá as eleições. O segundo turno, acreditam 44%, será Bolsonaro x Ciro Gomes. Efeitos para a economia da eleição de Bolsonaro: 45% acreditam em desvalorização da moeda; 44% acham que a Selic, a taxa básica de juros, hoje em 6,5% ao ano, esteja acima de 8% no final de 2019.

Vitórias de Ciro Gomes ou Fernando Haddad seriam ruins para o Índice Bovespa; Álvaro Dias seria positivo para o índice; Marina Silva significaria estabilidade.

O candidato que provoca melhores expectativas é Geraldo Alckmin: 97% acreditam que provocará a melhora do Índice Bovespa, e 73% acham que o câmbio ficará abaixo de R$ 3,40.

Mais Notícias : R$ 15 bilhões: Petrobras perde ação bilionária no TST
Enviado por alexandre em 22/06/2018 12:24:39

R$ 15 bilhões: Petrobras perde ação bilionária no TST

Postado por Magno Martins

Funcionários da Petrobras no plenário do TST acompanham julgamento de ação contra estatal F - Fellipe Sampaio /TST

Estatal terá de pagar mais de R$ 15 bilhões a funcionários; empresa diz que vai recorrer

Laís Alegretti – Folha de S.Paulo

A Petrobras perdeu nesta quinta-feira (21) a maior ação que já enfrentou na Justiça do Trabalho. Com o placar apertado de 13 a 12, o TST (Tribunal Superior do Trabalho) tomou uma decisão que leva a empresa a pagar mais de R$ 15 bilhões a funcionários que questionam a política de remuneração da estatal, além de aumentar cerca de R$ 2 bilhões na folha de pagamento a cada ano.

A companhia informou que apresentará recurso ao próprio TST, os chamados embargos de declaração, e também vai recorrer ao STF (Supremo Tribunal Federal). A estatal diz, ainda, que o valor não está provisionado porque se trata de uma avaliação de perda possível e continuará desta forma enquanto houver possibilidade de recurso.

"A Petrobras está absolutamente confiante de que vai reverter a decisão", afirmou a gerente executiva do jurídico da Petrobras, Taísa Maciel.

Em uma sessão que levou cerca de dez horas. Os ministros julgaram a fórmula de cálculo prevista na RMNR (Remuneração Mínima de Nível e Regime), instituída em 2007, quando houve uma mudança na política trabalhista da estatal para equalizar salários de diferentes categorias.

A decisão final coube ao presidente do tribunal, ministro Brito Pereira, último a votar. Antes dele, o placar estava empatado em 12 a 12 e os advogados dos dois lados já davam com certo um posicionamento a favor da Petrobras.

Questionado sobre a surpresa, Brito Pereira disse apenas: "Eu não sei [o que aconteceu]. Eu não sei se alguém tinha expectativa sobre meu voto".

O ministro disse, ainda, que a decisão da corte não levou em consideração o possível impacto econômico para a estatal.

"Se custa mais para um do que para outro não nos diz respeito", disse. "As questões econômicas são discutidas em outro fórum, não na Justiça do Trabalho. A questão trabalhista pura é que foi julgada aqui."

Mais Notícias : Pedra no caminho de Alckmin
Enviado por alexandre em 22/06/2018 12:23:52

Pedra no caminho de Alckmin

Postado por Magno Martins

Blog do Kennedy

A prisão do ex-presidente da Dersa Laurence Casagrande Lourenço (foto) causa preocupação no PSDB paulista em geral e no grupo alckmista em particular.

Lourenço é ligado ao atual secretário de Governo de São Paulo, Saulo de Castro Abreu Filho. Saulo, que tem o apelido de “Posto Ipiranga” no Palácio dos Bandeirantes, possui proximidade com Geraldo Alckmin, o pré-candidato do PSDB à Presidência.

Logo, não se trata de uma figura como Paulo Vieira de Souza, o Paulo Preto, personagem ligado ao ministro das Relações Exteriores, Aloysio Nunes Ferreira, e ao senador José Serra.

Lourenço é do grupo alckmista. Isso é uma pedra no caminho do ex-governador, que já enfrenta diversos obstáculos na atual corrida presidencial. A Operação Pedra no Caminho apura acusação de desvios em obras do Rodoanel em São Paulo na gestão Alckmin. O TCU (Tribunal de Contas da União) suspeita de superfaturamento de até R$ 600 milhões.



Para que serve honestidade de Geraldo Alckmin?


Josias de Souza

Está ficando monótono. A revelação de que Laurence Casagrande Lourenço (foto),ex-chefão da Dersa, meteu-se em desvios de até R$ 131 milhões nas obras do Rodoanel empurra o tema da corrupção para dentro da campanha presidencial de Geraldo Alckmin pela terceira vez. Guiando-se por autocritérios, o candidato tucano considera-se um político honesto. Não se cansa de mencionar sua vida modesta. Beleza. Mas a reiteração dos escândalos suscita uma incômoda indagação: para que serve a honestidade de Alckmin?

Qualquer um pode testemunhar o conceito extraordinário que faz de si mesmo. Contudo, sem prejuízo do direito de Alckmin ao autoelogio, o que sobra no final da trajetória de um administrador público são os fatos. E os fatos transformam a probidade presumida de Alckmin num asterisco que ajuda a compreender como o Brasil virou uma cleptocracia. A principal marca da perversão nacional é uma administração pública corrupta comandada por pessoas presunçosas.

Acumula-se na porta do comitê eleitoral de Alckmin um monturo que vai ganhando a perigosa aparência de um lixão. Admitindo-se que Siemens, Alston e Paulo Preto sejam pendências compartilhadas com outros tucanos, sobram duas goteiras que supostamente pingaram verbas sujas em arcas clandestinas de campanhas de Alckmin: R$ 10,3 milhões da Odebrecht e R$ 5 milhões da CCR. Nos dois casos, aparece como coletor Adhemar Ribeiro, cunhado de Alckmin.

De repente, a Procuradoria arrasta para o centro do palco Laurence Casagrande Lourenço. Não é um personagem qualquer. Sob Alckmin, o preso foi escalado justamente para averiguar denúncias de corrupção na Dersa, a estatal que cuida de Rodovias em São Paulo —denúncias contra Paulo Vieira de Souza, o Paulo Preto, apontado como operador de propinas do tucanato paulista.

Até ontem, Alckmin jactava-se de ter sido o primeiro a investigar Paulo Preto. Agora, precisa explicar por que não notou que Laurence, seu investigador, era, ele próprio, um caso de polícia.

Laurence entrou e saiu da Dersa na gestão de Alckmin. Transitou por cargos relevantes como o de secretário de Logística e Transportes. Um mês antes de o governador trocar o Palácio dos Bandeirantes pelo palanque, passou a responder pela Companhia Energética de São Paulo, onde se encontrava até ser preso.

Alckmin declarou-se “surpreso” com as novidades descobertas sobre Laurence. Defende a investigação. Beleza. Mas continua boiando no ar a pergunta: para que serve a honestidade de um gestor público se essa qualidade precisa ser puxada pelos cabelos para não se afogar no lodo?

Regionais : Expedito e Magno as opções de Cassol, Meirelles reúne emedebistas na capital, deputados Marcelino e Jesuíno criticam inércia do legislativo
Enviado por alexandre em 22/06/2018 00:42:55

PP – O grupo político liderado pelo senador (licenciado) Ivo Cassol, que está fora das eleições deste ano, porque está enquadrado na Lei da Ficha Limpa tem pelo menos dois nomes para disputar o governo do Estado: o ex-deputado (federal e estadual) e ex-prefeito de Ouro Preto do Oeste, Carlos Magno, filiado ao PP e o ex-senador Expedito Júnior, do PSDB. Expedito tem mais penetração política, mas Carlos Magno não tem rejeição. Um deles deverá ser o candidato de Cassol.

MDB – O partido liderado no Estado pelo senador Valdir Raupp recebe hoje (21) o ex-ministro Henrique Meirelles, pré-candidato do partido a presidente da República. A partir das 15h Meirelles, Raupp, pré-candidato à reeleição ao Senado, o presidente da Assembleia Legislativa (Ale), Maurão de Carvalho, pré-candidato do MDB a governador, demais lideranças do partido, convidados e pré-candidatos a deputado (federal e estadual) estarão reunidos, na sede do MDB na capital. O encontro seria às 17h, mas foi antecipado para as 15h.

Fundos – O presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) deputado Marcelino Tenório (PRP-Ouro Preto) é uma pessoa simples, mas objetiva, quando discute algum assunto. Esta semana foi incisivo na discussão na CCJ, sobre a finalidade da liberação de quase R$ 5 milhões para o Fundo Especial de Modernização da Procuradoria Geral do Estado de Rondônia (Fumorpge). Segundo ele, para se criar um fundo para o setor produtivo não se consegue, mesmo sabendo, que irá gerar emprego e renda para o setor, “mas para outros setores, rapidinho se aprova”.

Fundos II – Marcelino Tenório demonstrou irritação com a subserviência do Poder Legislativo (federal, estadual e municipal). O deputado diz que é preciso que se reduzam os tributos e taxas, para diminuir estes fundos, pois os recursos “não podem, como deveriam ser, investidos em saúde, educação, saneamento básico, mas somente em tarefa fim”. E foi mais além: “o setor público não se preocupa com o país. Cada um defende o seu. O Legislativo perdeu seu direito –ou obrigação– e entregou não sei a quem. Se queremos que o Brasil mude, o Legislativo tem que mudar”. Marcelino está coberto de razões.

Economia – A aversão a fundos, que realmente é questionável também foi abordada pelo deputado Léo Moraes (Podemos-PVH). Ele diz que os fundos deveriam ser revistos e também o destino das taxas cartoriais. O deputado Jesuíno Boabaid (PMN-PVH) disse que por ele “deveria ter uma PEC para retirar o auxílio moradia de todos os Poderes” e que todos deveriam “cortar gastos”. Jesuíno argumentou que não tem receio de dizer que o TC (Tribunal de Contas do Estado), MP (Ministério Público estadual) “tem fundos de milhões mesmo tendo orçamentos vastíssimos”.

Respigo

Servidores da Assembleia Legislativa amanheceram com o sorriso de orelha a orelha. É que o salário do mês de junho já está (ou estava) na conta de cada um +++ Amanhã (22) devido ao jogo do Brasil (8h em Rondônia) será ponto facultativo na Ale. O expediente nas sextas-feiras é único, das 7h30 às 13h30 e como a seleção brasileira enfrentará a Costa Rica em partida decisiva para a classificação à próxima fase, os servidores poderão assistir ao jogo na suas casas +++ O senador Acir Gurgacz, pré-candidato a governador pelo PDT está confiante no sucesso do seu objetivo. Acir disse que não terá dificuldades para registrar sua candidatura no Tribunal Regional Eleitoral (TRE), após as convenções partidárias.

Autor / Fonte: Waldir Costa / Rondônia Dinâmica

Regionais : STF mantém liberação de programas humorísticos em período eleitoral
Enviado por alexandre em 22/06/2018 00:39:43

O plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu hoje (21), por unanimidade, declarar a inconstitucionalidade do artigo 45 da Lei 9.504/97, conhecida como Lei das Eleições, que criou restrições a programas humorísticos veiculados no rádio e televisão durante o período eleitoral.

Em 2010, a norma foi suspensa pela Corte e os ministros começaram a julgar o caso definitivamente na sessão de ontem.

A legalidade da norma é contestada pela Associação Brasileira das Emissoras de Rádio e Televisão (Abert). O artigo 45 da lei diz que, após a realização das convenções partidárias, as emissoras de rádio e televisão ficam proibidas de usar montagem ou outro recurso de áudio ou de vídeo que “degradem ou ridicularizem candidato, partido ou coligação”.

O julgamento começou ontem (20), quando o ministro Alexandre de Moraes, relator do caso, votou pela inconstitucionalidade do artigo e afirmou que a Constituição não prevê a restrição prévia de conteúdos e votou pela declaração de inconstitucionalidade do trecho da norma. O voto foi seguido por Edson Fachin, Luís Roberto Barroso e Dias Toffoli.

O plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) retoma o julgamento de ação direta de inconstitucionalidade (ADI) sobre proibição de programas com sátiras a candidatos.


Na retomada a sessão hoje, Luiz Fux também entendeu que o artigo representa censura prévia. “Acompanhado a maioria, eu estou entendendo que há inconstitucionalidade nessas limitações à liberdade de expressão e de imprensa”, afirmou.

Celso de Mello acrescentou que o STF não pode admitir qualquer tipo de restrição estatal para controlar o pensamento crítico. “O humor como causa e o riso como sua consequência qualificam-se como elementos de desconstrução de ordens autoritária, impregnadas de corrupção, cuja nocividade à prática democrática deve ser neutralizada. ”, argumentou.

Ricardo Lewandowski, Gilmar Mende e Marco Aurélio também acompanharam a maioria. A presidente Cármen Lúcia, última a votar, disse que causa espécie que, após 30 anos da promulgação da Constituição, existam tantos questionamentos judiciais sobre liberdade de imprensa."O que se contém nesses dispositivos é uma censura prévia, e censura é a mordaça da liberdade. Quem gosta de mordaça é tirano", afirmou.

Durante o julgamento, o advogado Gustavo Binenbojm, representante da Abert, defendeu a declaração de inconstitucionalidade por entender que a norma gera restrições ao funcionamento dos veículos, além de violar normas constitucionais, como a liberdade de manifestação do pensamento e ao direito de acesso à informação.

O advogado também ressaltou que, desde 2010, quando a norma foi suspensa pelo STF, não foram registrados excessos por parte de jornalistas, cartunistas e humoristas. "Proibir a sátira política e o uso do humor e tentar transformar os programas de rádio e televisão em algo tão enfadonho e tão desinteressante como já é hoje a propaganda eleitoral obrigatória no nosso país”, argumentou.

agência Brasil

« 1 2 (3) 4 5 6 ... 13216 »