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Regionais : As respostas de presidentes partidários aos que pedem mais verba para campanha
Enviado por alexandre em 22/09/2020 14:51:20


Eleições no Brasil

Por Lauro jardim/O Globo

Os presidentes de partidos se queixam de que dispõem de pouco dinheiro para investir nas candidaturas competitivas deste ano. Ainda mais tendo, obrigatoriamente, que destinar 30% para mulheres.

No PDT, a quem coube o valor de R$ 103 milhões, o presidente nacional do partido, Carlos Lupi, já tem frase pronta a quem vem chorar por recurso:

—Não sou banqueiro.

O partido tem cerca de 1 mil candidatos a prefeitos e 25 mil a vereador.

O PSB tem R$ 109 milhões de fundo, com cerca de 1,2 mil candidatos a prefeito e 35 mil a vereador. Como Lupi, o presidente da legenda, Carlos Siqueira, também tem resposta pronta às reclamações por mais dinheiro nas campanhas:

— De onde eu tiro?

As eleições de 2018 ficaram marcadas, entre outros delitos, pelas candidaturas fakes de mulheres que, segundo a polícia e o Ministério Público, serviam de fachada para levar dinheiro do fundo eleitoral e repassar ao comando das legendas.

A divisão de recursos ainda tem de levar em conta a aplicação imediata dos incentivos às candidaturas de pessoas negras ainda nas eleições municipais deste ano, determinada por Ricardo Lewandowski. Quanto a esse critério, porém, presidentes partidários ainda apostam numa reversão em plenário.



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Nomes conhecidos nos corredores do Congresso Nacional nas duas últimas décadas, ex-deputados federais e até um ex-senador – derrotados nas urnas em 2018 – tentam voltar a um mandato eletivo este ano. Um sinal de que a vida como político vai aquém do que qualquer empresa ou emprego.

Esses políticos com pretensões mais modestas, agora são candidatos a vereadores em suas cidades.

Um nome bem comentado é do ex-deputado e ex-senador Lindbergh Farias, que não alcançou sua reeleição para o Senado em 2018 e é uma aposta do PT para puxar votos na corrida para a Câmara Municipal do Rio.

Também não eleito senador no Rio em 2018, Chico Alencar, do PSOL, que permaneceu por 20 anos em Brasília em quatro mandatos de deputado, segue o mesmo caminho: tentará se eleger vereador. É outro considerado um puxador de voto para seu partido.

Cinco vezes deputado Federal, Givaldo Carimbão não foi bem sucedido na tentativa do sexto mandato em 2018. Agora, concorre a vereador pelo MDB, em Maceió. É uma aposta do partido para carrear votos para a legenda.

De tradicional família política no Amapá, a ex-deputada por quatro mandatos Janete Capiberibe, do PSB, não se elegeu para o Senado em 2018. Agora, é candidata a vereadora. O marido, o ex-governador João Capiberibe, disputa a Prefeitura de Macapá.

Ex-deputado, o cantor gospel Irmão Lázaro, que já integrou o Olodum, é outro nome na disputa para vereador, em Salvador. Foi candidato a senador em 2018, mas não foi eleito. É filiado ao PL.

Vice na chapa de Fernando Pimentel na disputa pelo governo de Minas em 2018, a comunista Jô Moraes, do PCdoB, vai tentar uma vaga na Câmara. Ela cumpriu três mandatos como deputada federal.

Cinco vezes deputado federal, o petista Fernando Ferro – não reeleito para a Câmara em 2018 – agora quer ser vereador, em Recife.

O prazo limite para registro de candidatura é até o dia 26.

Política : ONU ESCUTA
Enviado por alexandre em 22/09/2020 14:34:06

Somos vítimas de campanha brutal de desinformação diz Bolsonaro, leia discurso

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) disse nesta terça-feira (22), no discurso virtual durante a Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), que a Covid-19 ganhou o centro de todas as atenções neste ano, e lamentou "cada morte ocorrida". Ele também destacou as queimadas no Pantanal e na Amazônia, e disse que o país é "vítima de campanha brutal de desinformação".

Ele declarou que, apesar da crise mundial, a produção rural não parou no Brasil. "Nosso agronegócio continua pujante e, acima de tudo, possuindo e respeitando a melhor legislação ambiental do planeta. Mesmo assim, somos vítimas de uma das mais brutais campanhas de desinformação sobre a Amazônia e o Pantanal", disse ele.

Segundo Bolsonaro, a floresta amazônica é úmida e não permite propagação do fogo. "Os incêndios acontecem praticamente, nos mesmos lugares, no entorno leste da floresta, onde o caboclo e o índio queimam seus roçados em busca de sua sobrevivência, em áreas já desmatadas."

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Bolsonaro discursa na Assembleia Geral da ONU

Bolsonaro discursa na Assembleia Geral da ONU

Foto: Reprodução - 22.set.2020 / CNN

Ele afirmou que desde o começo da pandemia disse que o Brasil tinha dois problemas para resolver. "O vírus e o desemprego, e que ambos deveriam ser tratados simultaneamente e com a mesma responsabilidade", lembrou.

"Por decisão judicial, todas as medidas de isolamento e restrições de liberdade foram delegadas a cada um dos 27 governadores das unidades da federação", destacou Bolsonaro.

Ele falou ainda que "parcela da imprensa brasileira também politizou o vírus, disseminando o pânico entre a população". "Sob o lema 'fique em casa' e 'a economia a gente vê depois', quase trouxeram o caos social ao país", declarou.

Íntegra do discurso de Bolsonaro na ONU

Senhor presidente, da Assembleia Geral, Volkan Bozkir;

Senhor secretário-geral da ONU, António Guterres, a quem tenho a satisfação de cumprimentar em nossa língua-mãe;

Chefes de Estado, de governo e de delegação;

Senhoras e senhores,

É uma honra abrir esta assembleia com os representantes de nações soberanas, num momento em que o mundo necessita da verdade para superar seus desafios.

A Covid-19 ganhou o centro de todas as atenções ao longo deste ano e, em primeiro lugar, quero lamentar cada morte ocorrida.

Desde o princípio, alertei, em meu País, que tínhamos dois problemas para resolver: o vírus e o desemprego, e que ambos deveriam ser tratados simultaneamente e com a mesma responsabilidade.

Por decisão judicial, todas as medidas de isolamento e restrições de liberdade foram delegadas a cada um dos 27 governadores das unidades da Federação. Ao Presidente, coube o envio de recursos e meios a todo o país.

Como aconteceu em grande parte do mundo, parcela da imprensa brasileira também politizou o vírus, disseminando o pânico entre a população. Sob o lema “fique em casa” e “a economia a gente vê depois”, quase trouxeram o caos social ao país.

Nosso governo, de forma arrojada, implementou várias medidas econômicas que evitaram o mal maior:

- Concedeu auxílio emergencial em parcelas que somam aproximadamente 1000 dólares para 65 milhões de pessoas, o maior programa de assistência aos mais pobres no Brasil e talvez um dos maiores do mundo;

- Destinou mais de 100 bilhões de dólares para ações de saúde, socorro a pequenas e microempresas, assim como compensou a perda de arrecadação dos estados e municípios;

- Assistiu a mais de 200 mil famílias indígenas com produtos alimentícios e prevenção à Covid;

- Estimulou, ouvindo profissionais de saúde, o tratamento precoce da doença;

- Destinou 400 milhões de dólares para pesquisa, desenvolvimento e produção da vacina de Oxford no Brasil.

Não faltaram, nos hospitais, os meios para atender aos pacientes de Covid.

A pandemia deixa a grande lição de que não podemos depender apenas de umas poucas nações para produção de insumos e meios essenciais para nossa sobrevivência. Somente o insumo da produção de hidroxicloroquina sofreu um reajuste de 500% no início da pandemia. Nesta linha, o Brasil está aberto para o desenvolvimento de tecnologia de ponta e inovação, a exemplo da indústria 4.0, da inteligência artificial, nanotecnologia e da tecnologia 5G, com quaisquer parceiros que respeitem nossa soberania, prezem pela liberdade e pela proteção de dados.

No Brasil, apesar da crise mundial, a produção rural não parou. O homem do campo trabalhou como nunca, produziu, como sempre, alimentos para mais de 1 bilhão de pessoas.

O Brasil contribuiu para que o mundo continuasse alimentado.

Nossos caminhoneiros, marítimos, portuários e aeroviários mantiveram ativo todo o fluxo logístico para distribuição interna e exportação.

Nosso agronegócio continua pujante e, acima de tudo, possuindo e respeitando a melhor legislação ambiental do planeta.

Mesmo assim, somos vítimas de uma das mais brutais campanhas de desinformação sobre a Amazônia e o Pantanal.

A Amazônia brasileira é sabidamente riquíssima. Isso explica o apoio de instituições internacionais a essa campanha escorada em interesses escusos que se unem a associações brasileiras, aproveitadoras e impatrióticas, com o objetivo de prejudicar o governo e o próprio Brasil.

Somos líderes em conservação de florestas tropicais. Temos a matriz energética mais limpa e diversificada do mundo.

Mesmo sendo uma das 10 maiores economias do mundo, somos responsáveis por apenas 3% da emissão de carbono.

Garantimos a segurança alimentar a um sexto da população mundial, mesmo preservando 66% de nossa vegetação nativa e usando apenas 27% do nosso território para a pecuária e agricultura, números que nenhum outro país possui.

O Brasil desponta como o maior produtor mundial de alimentos.

E, por isso, há tanto interesse em propagar desinformações sobre o nosso meio ambiente.

Estamos abertos para o mundo naquilo que melhor temos para oferecer, nossos produtos do campo. Nunca exportamos tanto. O mundo cada vez mais depende do Brasil para se alimentar.

Nossa floresta é úmida e não permite a propagação do fogo em seu interior. Os incêndios acontecem praticamente, nos mesmos lugares, no entorno leste da Floresta, onde o caboclo e o índio queimam seus roçados em busca de sua sobrevivência, em áreas já desmatadas.

Os focos criminosos são combatidos com rigor e determinação. Mantenho minha política de tolerância zero com o crime ambiental. Juntamente com o Congresso Nacional, buscamos a regularização fundiária, visando identificar os autores desses crimes.

Lembro que a Região Amazônica é maior que toda a Europa Ocidental. Daí, a dificuldade em combater, não só os focos de incêndio, mas também, a extração ilegal de madeira e a biopirataria. Por isso, estamos ampliando e aperfeiçoando o emprego de tecnologias e aprimorando as operações interagências, contando, inclusive, com a participação das Forças Armadas.

O nosso Pantanal, com área maior que muitos países europeus, assim como a Califórnia, sofre dos mesmos problemas. As grandes queimadas são consequências inevitáveis da alta temperatura local, somada ao acúmulo de massa orgânica em decomposição.

A nossa preocupação com o meio ambiente vai além das nossas florestas. Nosso Programa Nacional do Combate ao Lixo no Mar, um dos primeiros a serem lançados no mundo, cria uma estratégia para os nossos 8.500 km de costa.

Nessa linha, o Brasil se esforçou na COP25 em Madri para regulamentar os artigos do Acordo de Paris que permitiriam o estabelecimento efetivo do mercado de carbono internacional. Infelizmente fomos vencidos pelo protecionismo.

Em 2019, o Brasil foi vítima de um criminoso derramamento de óleo venezuelano, vendido sem controle, acarretando severos danos ao meio ambiente e sérios prejuízos nas atividades de pesca e turismo.

O Brasil considera importante respeitar a liberdade de navegação estabelecida na Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar.

Entretanto, as regras de proteção ambiental devem ser respeitadas e os crimes devem ser apurados com agilidade, para que agressões como a ocorrida contra o Brasil não venham a atingir outros países.

Não é só na preservação ambiental que o país se destaca. No campo humanitário e dos direitos humanos, o Brasil vem sendo referência internacional pelo compromisso e pela dedicação no apoio prestado aos refugiados venezuelanos, que chegam ao Brasil a partir da fronteira no estado de Roraima.

A Operação Acolhida, encabeçada pelo Ministério da Defesa, recebeu quase 400 mil venezuelanos deslocados devido a grave crise político-econômica gerada pela ditadura bolivariana.

Com a participação de mais de 4 mil militares, a Força Tarefa Logística-Humanitária busca acolher, abrigar e interiorizar as famílias que chegam à fronteira.

Como um membro fundador da ONU, o Brasil está comprometido com os princípios basilares da Carta das Nações Unidas: paz e segurança internacional, cooperação entre as nações, respeito aos direitos humanos e às liberdades fundamentais de todos. Neste momento em que a organização completa 75 anos temos a oportunidade de renovar nosso compromisso e fidelidade a esses ideais. A paz não pode estar dissociada da segurança.

A cooperação entre os povos não pode estar dissociada da liberdade. O Brasil tem os princípios da paz, cooperação e prevalência dos direitos humanos inscritos em sua própria Constituição, e tradicionalmente contribui, na prática, para a consecução desses objetivos.

O Brasil já participou de mais de 50 operações de paz e missões similares, tendo contribuído com mais de 55 mil militares, policiais e civis, com participação marcante em Suez, Angola, Timor Leste, Haiti, Líbano e Congo.

O Brasil teve duas militares premiadas pela ONU na Missão da República Centro-Africana pelo trabalho contra violência sexual.

Seguimos comprometidos com a conclusão dos acordos comerciais firmados entre o Mercosul e a União Europeia e com a Associação Europeia de Livre Comércio. Esses acordos possuem importantes cláusulas que reforçam nossos compromissos com a proteção ambiental.

Em meu governo, o Brasil, finalmente, abandona uma tradição protecionista e passa a ter na abertura comercial a ferramenta indispensável de crescimento e transformação.

Reafirmo nosso apoio à reforma da Organização Mundial do Comércio que deve prover disciplinas adaptadas às novas realidades internacionais.

Estamos igualmente próximos do início do processo oficial de acessão do Brasil à OCDE. Por isso, já adotamos as práticas mundiais mais elevadas em todas as áreas, desde a regulação financeira até os domínios da segurança digital e da proteção ambiental.

No meu primeiro ano de governo, concluímos a reforma da previdência e, recentemente, apresentamos ao Congresso Nacional duas novas reformas: a do sistema tributário e a administrativa.

Novos marcos regulatórios em setores-chave, como o saneamento e o gás natural, também estão sendo implementados. Eles atrairão novos investimentos, estimularão a economia e gerarão renda e emprego.

O Brasil foi, em 2019, o quarto maior destino de investimentos diretos em todo o mundo. E, no primeiro semestre de 2020, apesar da pandemia, verificamos um aumento do ingresso de investimentos, em comparação com o mesmo período do ano passado. Isso comprova a confiança do mundo em nosso governo.

O Brasil tem trabalhado para, em coordenação com seus parceiros sul-atlânticos, revitalizar a Zona de Paz e Cooperação do Atlântico Sul.

O Brasil está preocupado e repudia o terrorismo em todo o mundo.

Na América Latina, continuamos trabalhando pela preservação e promoção da ordem democrática como base de sustentação indispensável para o progresso econômico que desejamos.

A LIBERDADE É O BEM MAIOR DA HUMANIDADE.

Faço um apelo a toda a comunidade internacional pela liberdade religiosa e pelo combate à cristofobia.

Também quero reafirmar minha solidariedade e apoio ao povo do Líbano pelas recentes adversidades sofridas.

Cremos que o momento é propício para trabalharmos pela abertura de novos horizontes, muito mais otimistas para o futuro do Oriente Médio.

Os acordos de paz entre Israel e os Emirados Árabes Unidos, e entre Israel e o Bahrein, três países amigos do Brasil, com os quais ampliamos imensamente nossas relações durante o meu governo, constitui excelente notícia.

O Brasil saúda também o Plano de Paz e Prosperidade lançado pelo Presidente Donald Trump, com uma visão promissora para, após mais de sete décadas de esforços, retomar o caminho da tão desejada solução do conflito israelense-palestino.

A nova política do Brasil de aproximação simultânea a Israel e aos países árabes converge com essas iniciativas, que finalmente acendem uma luz de esperança para aquela região.

O Brasil é um país cristão e conservador e tem na família sua base.

Deus abençoe a todos!

E o meu muito obrigado!

Secretário-geral critica líderes mundiais

Antes de Bolsonaro, o secretário-geral da ONU, António Guterres, deu início aos discursos. Ele afirmou que, "pela primeira vez em 30 anos, a pobreza está aumentando". "Os indicadores de desenvolvimento humano estão diminuindo." Ele também criticou líderes mundiais, destacando que "o populismo e o nacionalismo falharam".

Guterres falou ainda sobre os problemas causados pela pandemia global do novo coronavírus, e condenou os países que estão agindo para obter acordos paralelos e conseguir vacinas para suas próprias populações primeiro. "Nenhum de nós está seguro até que todos nós estejamos seguros."

Em seguida, o presidente da 75ª Assembleia Geral da ONU, Volkan Bozkir, falou sobre multilateralismo e os perigos da pandemia de Covid-19.

O evento deste ano tem como tema "O futuro que queremos, as Nações Unidas que precisamos: reafirmar nosso compromisso coletivo com o multilateralismo – enfrentando a Covid-19 por meio de uma ação multilateral efetiva". Ele teve início na quinta-feira (17), mas os discursos de chefes de estado começaram hoje, na Assembleia Geral.


Mourão evita comentar fala de Bolsonaro que atribuiu queimadas a indígenas

O vice-presidente general Hamilton Mourão afirmou que o discurso do presidente Jair Bolsonaro, na 75ª Assembleia Geral da ONU, nesta manhã, seguiu “toada” de outros chefes de estado, tratando de questões como pandemia, organização mundial do comércio e relações internacionais.

“E, no nosso caso, a questão ambiental também”, acrescentou. Sobre esse ponto, Mourão não quis comentar a responsabilidade dos incêndios na Amazônia, que o presidente colocou como sendo dos indígenas e “caboclos”.

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“É questão do presidente, que tem os dados dele. Eu não comento isso aí”, afirmou, na saída do Palácio do Planalto, pouco depois do discurso. A próxima agenda do vice é um sobrevoo pelo Acre e por Rondônia, na região Norte.

Ele também comentou a fala do presidente Bolsonaro sobre uma possível “campanha de desinformação”. Para Mourão, é papel do governo combatê-la. “Que existe uma campanha de desinformação, existe. Isso aí, eu já comentei isso aqui com vocês. E compete a nós, nos contrapormos. Agora, eu sempre deixo claro que a contraposição tem que se dar por duas vertentes. Uma é de uma informação qualificada e a outra é de que irregulares não ocorram pra não dar margem a esse tipo de pressão”, concluiu.

 

O vice-presidente da República, Hamilton Mourão (PRTB), fala a jornalistas

O vice-presidente da República, Hamilton Mourão (PRTB), fala a jornalistas

Política : FUTEBOL
Enviado por alexandre em 22/09/2020 14:29:18

Ministério da Saúde aprova protocolo para  volta de 30% de público aos estádios

O Ministério da Saúde aprovou o retorno parcial do público aos jogos de futebol em território nacional. Segundo ofício da pasta, o plano apresentado pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF) foi aceito. Assim, a abertura dos estádios poderá contar com até 30% da capacidade, a partir de outubro, para os jogos das Séries A e B do Campeonato Brasileiro e para a Copa do Brasil.

A colunista da CNN Basília Rodigues obteve com exclusividade o ofício do Ministério da Saúde.

“A abertura, em um primeiro momento, ocorrerá para até 30% da capacidade dos estádios para os torcedores (podendo ser aumentado esse percentual, em momentos posteriores), conforme decisão do gestor local, que, dentre outros aspectos, levará em consideração a variação da curva epidemiológica, a taxa de ocupação de leitos clínicos e leitos de UTI e a capacidade de resposta da rede de atenção à saúde local e regional”, mencionou o Ministério da Saúde através do ofício.

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Pesquisadores dizem que liberar público em estádios é ‘contra o bom senso’

Maracanã

Estádio do Maracanã durante live feita pelo Flamengo, em meio à pandemia de novo coronavírus

Foto: Alexandre Vidal / CRF & Marcelo Cortes / CRF (14.jun.2020)

Ainda segundo o ministério, os clubes deverão estabelecer protocolos com as autoridades locais “envolvendo os setores de segurança pública, saúde e outros necessários para sua implementação e fiscalização”. “O principal objetivo é zelar pela saúde física e mental, assim como pelo bem-estar de todos os envolvidos no espetáculo, mediante o cumprimento de diretrizes das autoridades competentes”, determinou.

Veja os pontos estabelecidos pelo protocolo da CBF para o retorno:

Abertura inicial de até 30% da capacidade;

Campanha de conscientização durante o jogo e divulgação de vídeos informativos do Ministério da Saúde;

Venda de ingresso preferencialmente online;

Uso de máscara obrigatório dentro do estádio, antes, durante e por todo o transcurso após o jogo;

Disponibilização de álcool em gel;

Permissão apenas para a presença da torcida mandante, com distanciamento de uma cadeira vazia entre dois torcedores;

Sanitários com disponibilização de álcool em gel e sabão;

Na entrada, observação e fiscalização quanto ao distanciamento mínimo recomendado, uso de máscara e aferição de temperatura, podendo retirar ou somar outras medidas conforme normas sanitárias locais;

Contratação de seguranças pelo time mandante para observação das medidas sanitárias;

Lojas, restaurantes e lanchonetes abertas com o restrito cumprimento de orientações sanitárias;

Contratação de equipe para higienização dos corrimãos, assentos e locais de circulação.

(Edição: André Rigue)


Pesquisadores dizem que liberar público em estádios é ‘contra o bom senso’

Pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e a Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI) são contrários ao retorno do público aos estádios de futebol, e classificam a medida como “contrária a qualquer norma sanitária de bom senso”.

“Estádio de futebol é um ambiente fora de controle. Por mais vigilância que se faça, não tem como garantir que todos usarão máscaras, que irão respeitar 1,5 metro de distância, e que se locomoverão dentro do estádio seguindo esse distanciamento. Permitir torcida é uma grande falta de bom senso por parte das autoridades. No lugar de medidas sanitárias, estamos vivendo um paradoxo entre o que o que a ciência diz e as medidas adotadas pelo poder público”, avaliou Margareth Dalcolmo, pneumologista e pesquisadora da Fiocruz.

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A Sociedade Brasileira de Infectologia avaliou, através de nota, que a Prefeitura do Rio "dá sinais invertidos” ao autorizar o funcionamento de setores não essenciais da economia, e “depois responsabiliza a população pelo aumento de casos de Covid-19”.

A Prefeitura do Rio já anunciou o retorno das torcidas aos estádios de futebol, e a primeira partida com público será no dia 4 de outubro, no Maracanã, considerado o “estádio piloto” da volta do público.

A partida entre Flamengo e Atlético Paranaense, válida pela 13ª rodada do Campeonato Brasileiro, terá venda de ingressos pela internet e ocupação de 30% em cada setor do Maracanã.

Em entrevista coletiva na última semana, o pefeito Marcelo Crivella culpou a população pelo aumento de casos de Covid-19 na cidade, citando aglomerações nos bares e nas praias, e anunciou o endurecimento da punição a estabelecimentos que descumprirem as regras de ouro.

Falta de consenso

O governador em exercício do Rio, Cláudio Castro, informou que só vai liberar a volta das torcidas aos estádios se o Ministério da Saúde autorizar.

Castro prorrogou as medidas restritivas de prevenção à Covid-19 até o dia 6 de outubro, mantendo suspensos eventos com público, incluindo competições esportivas.

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) se reúne nesta semana com os governos do estado e do município do Rio de Janeiro para discutir a questão.

A expectativa é de que a reunião aconteça nesta terça-feira (22).

O que dizem os clubes

A proposta de alguns clubes é de que autoridades de saúde sejam ouvidas e aprovem um protocolo específico de retornada.

Tanto os grandes times do Rio quanto a Federação de Futebol do Estado adotam medidas mais cautelosas com relação ao assunto.

O Flamengo informou que não vai se posicionar neste momento.

O Fluminense vai aguardar o posicionamento da CBF.

O Botafogo defendeu o princípio da isonomia, “uma premissa básica quando se fala em competição”, segundo nota emitida pelo clube. “É uma discussão que precisa contemplar o coletivo, ou seja, todos os clubes e cenários vivenciados em todo o país, sob os mesmos critérios. É imprescindível que haja o respaldo dos órgãos de saúde, e que ocorra sem açodamentos”.

O Vasco, até o fechamento desta matéria, não se pronunciou.

A CNN procurou, também, a Universidade Federal do Rio de Janeiro, que informou que o Grupo Técnico Multidisciplinar para o Enfrentamento da Covid-19 não irá emitir nota técnica.

No entanto, o professor Roberto Medronho - que coordena o grupo - tem uma opinião pessoal contrária ao retorno das torcidas.

Já a Fiocruz informou que até este momento não deve se posicionar.


Regionais : Naiara Azevedo exibe barriga sarada após comer como 'capivara raivosa' no fim de semana. VEJA FOTOS
Enviado por alexandre em 22/09/2020 09:45:47


Cantora, que perdeu sete quilos na quarentena, disse que vai começar a dieta nesta segunda para compensar fim de semana de comilança

 Naiara Azevedo exibiu a barriga sarada em dia de piscina. A cantora, que se tornou referência em boa forma, contou que exagerou na comilança no final de semana e que vai começar a dieta nesta segunda.


"Bom dia, pessoas! Quem aí comeu igual uma capivara raivosa esse fim de semana e deixou para começar a dieta hoje? Eu", contou ela.

 

Isolada em sua mansão para se proteger da Covid-19, Naiara deixou de fazer os exercícios de costumes e passou a fazer apenas caminhadas. Mesmo assim, com uma alimentação mais saudável, ela conseguiu emagrecer 7 quilos na quarentena.

 

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"Agora na quarentena perdi sete quilos. Não se trata de fazer dieta, mas sim de se alimentar corretamente! Eu como de tudo, porém escolho sempre as opções mais saudáveis. Não como fritura quase nunca e nem suco adoçado com açúcar. Não tenho restrição com comida. Se deixar, como até reboco da parede", explicou.

 

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Fotos: Reprodução

 

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CHEGA DE SUSPENSE! Romana Novais e Alok divulgam nome da filha: Raika. VEJA VÍDEO

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Foto: Reprodução

Casal revelou como irá se chamar a irmãzinha de Ravi: "Filha, estamos muito felizes"

Que rufem os tambores e que soem os clarins! Acabou o suspense! Com um vídeo caprichado postado hoje no Instagram, Romana Novais e Alok revelaram ao mundo como irá se chamar sua primeira filha mulher: Raika!

 

"O vento, que às vezes tira algo de nós, é o mesmo que trás um amor e dá mais sentido à vida. E o amor nunca se divide, ele se multiplica. Filha, estamos muito felizes", disseram no vídeo feito no litoral de Pernambuco.

 

Recentemente, a médica, que curtiu ao máximo uma temporada de férias em Tamandaré com a família (em uma casa de luxo com diárias de R$ 4.5 mil), já havia dado um spoiler e revelado que a irmã de Ravi também terá a inicial "R" em seu registro.

 

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Romana Novais, Alok e Ravi (Foto: Reprodução/Instagram)


O anúncio sobre a segunda gestação foi feito no dia 14 de julho. Pouco mais de 6 meses após seu nascimento, Ravi apareceu nas fotos que divulgaram a novidade vestindo um body estampado com a notícia de ele estava sendo promovido a irmão mais velho.

 

Romana Novais, Alok e Ravi (Foto: Reprodução/Instagram)

 

O chá revelação aconteceu na madrugada do dia 12 de agosto, com fogos e fumaça cor de rosa saindo do telhado de um prédio em frente à varanda do apartamento do casal, em São Paulo.

  

 

E mais: a caçula está prevista para nascer no mesmo período que ele, o que significa que, além das idades próximas, também farão aniversário na mesma época.

 

Romana Novais, Alok e Ravi (Foto: Reprodução/Instagram)

 

Na noite da segunda-feira (21.09), a gravidinha compartilhou a foto abaixo em seu Instagram, onde aparece de biquíni ao lado do DJ e exibe o baby bump do segundo trimestre de gestação, e aproveitou para fazer um pouco mais de suspense com o nome da futura neném.

 

Romana Novais e Alok (Foto: Reprodução/Instagram)

Fotos: Reprodução

 

"Ansiosa pra contar pra vocês o nome da nossa menina! Se o @gabrieltwa adiantar o vídeo que preparamos vou postar ainda hoje... kkkkkk comenta", havia prometido. Ansiosos, os internautas opinaram. Ravena, Rafaela, Rubi, Ramona, Raquel, Rainbow, Ravila, Rave e até Raloka estiveram entre as sugestões.


VEJA VÍDEO:https://portaldozacarias.com.br/site/noticia/chega-de-suspense--romana-novais-e-alok-divulgam-nome-da-filha-raika.-veja-vadeo/

 

Vogue

 

Regionais : IMAGENS FORTES! Homem é encontrado morto com tiro na cabeça em galpão
Enviado por alexandre em 22/09/2020 09:42:12


"Murai" foi encontrado morto com um tiro na cabeça próximo de sua nunca

Um homem identificado como Raimundo Januário Lima, conhecido como “Murai”, de 53 anos, foi assassinado com um tiro na cabeça e seu corpo foi encontrado dentro de um galpão que seria de sua propriedade o bairro Terra Nova, terceira etapa, Zona Norte de Manaus.


De acordo com as primeiras informações, o corpo foi encontrado por outro homem que é vigia do galpão e estava chegando para tirar mais uma noite de serviço.


“Murai” estava caído de lado no meio do galpão, com uma perfuração de projétil de arma de fogo próximo da nuca e a princípio a polícia investiga o caso como um suposto crime de latrocínio, que é o roubo seguido de morte.

 

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Ainda não se tem informação sobre o que teria sido roubado, mas o telefone celular e a carteira porta-cédulas da vítima não foram encontrados no local.

 

Equipe da Delegacia de Homicídios no local do cirme 


O perito informou que o projétil de revólver calibre 38 foi disparado a curta distância da cabeça do homem, e ele também encontrou algumas marcas de agressão nas costas, no rosto e peito do homem assassinado.

 


O corpo de Raimundo Januário foi removido no começo da noite pela equipe do Instituto Médico Legal (IML) e a Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS) está investigando o crime.

 

ATENÇÃO! IMAGENS FORTES! 

 

 

 Fotos: Divulgação

 

VEJA VÍDEO: https://portaldozacarias.com.br/site/noticia/imagens-fortes--homem-a-encontrado-morto-com-tiro-na-cabeaa-em-galpao-do-bairro-terra-nova-3--zona-norte-de-manaus.-veja-vadeo/

 

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