Regionais : Falta planejamento e boa gestão em Rondônia, diz Marcos Rogério

Marcos Rogério voltou a afirmar que defende uma nova modelagem para a saúde pública, passando por uma repactuação que contemple a regionalização do atendimento, levando a saúde para mais perto da população

Assessoria/Parlamentar Falta planejamento e boa gestão em Rondônia, diz Marcos Rogério

Pré-candidato a governador, o senador Marcos Rogério (PL-RO) concluiu mais uma jornada de visitas aos Municípios no último final de semana. Em cidades como Cacaulândia, Buritis, Ariquemes e Cacoal, Marcos Rogério destacou o paradoxo que Rondônia tem vivido: abundância de recursos no caixa do governo e falta de planejamento e boa gestão.

“Geralmente a crise no serviço público decorre da falta de recursos. Em Rondônia não é esta a realidade. O setor produtivo, as empresas e a população em geral têm suportado alta carga tributária, como a elevada alíquota do ICMS sobre os combustíveis e a energia elétrica, aumentando a arrecadação. Além disso, o governo federal destinou recursos para ajudar nas despesas de custeio da máquina e pagamento de pessoal. Sobrou dinheiro, mas faltou planejamento e uma boa gestão” disse o senador.

A destinação de cerca de R$ 1,5 bilhão de reais para os Municípios é apontada pelo senador como prova da falta de planejamento. “O governo do Estado não foi competente para aplicar os recursos que tinha em caixa. Áreas vitais de responsabilidade do governo estadual estão precárias, como a saúde e as rodovias. Não cuidou de sua obrigação para fazer acenos políticos às vésperas das eleições”, assinalou.

Marcos Rogério voltou a afirmar que defende uma nova modelagem para a saúde pública, passando por uma repactuação que contemple a regionalização do atendimento, levando a saúde para mais perto da população. “Precisamos de uma articulação política, administrativa e financeira entre União, Estados e Municípios, para a implantação de um modelo de saúde que torne mais efetiva e clara a participação de cada ente. Isso vai reduzir as filas, reduzir o tráfego de ambulâncias e a judicialização”, explica.

Quanto ao setor viário, Marcos Rogério também apontou a necessidade de articulação entre União, Estado e Municípios. “Existem gargalos em algumas regiões que vão demandar um planejamento estratégico conjunto”, disse. “O importante é garantir trafegabilidade, fluidez e mais segurança nas estradas. Esperamos que a partir de janeiro de 2023 Rondônia volte a ver asfalto novo nas rodovias estaduais e a execução de um grande plano de integração regional”, afirmou.

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