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Política : PESQUISA
Enviado por alexandre em 10/06/2010 01:11:18



Instituto Previsão realiza pesquisa eleitoral nos municípios de Rondônia

Sob a coordenação do professor Chagas Pimentel uma equipe do Instituto Previsão vem realizando uma pesquisa eleitoral nos municípios de Rondônia.

Segundo o professor Chagas a pesquisa vem sendo feita dentro d que preconiza a legislação eleitoral vigente no país e visa saber a preferência no momento dos eleitores para: governador, senador e presidente da república no questionário constam os nomes para governador: João Cahulla (PPS), Eduardo Valverde (PT), Confúcio Moura (PMDB), Expedito Júnior (PSDB) e Acir Gurgacz (PDT).

Para senador: Ivo Cassol (PP), Agnaldo Muniz (PSC), Fátima Cleide (PT), Tiziu Jidalias (PP) e Valdir Raupp (PMDB) e para presidente da República: José Serra (PSDB), Marina Silva (PV) e Dilma Rousseff (PT) no questionário o eleitor tem a opção de opinar em quem votaria assim como Ele não votaria.

O professor Chagas Pimenta disse que a Previsão Tecnologia da Informação é uma empresa genuinamente rondoniense e a única no estado registrada no Conselho Regional de Estatística - CONRE da 1º região sob o nº 55 e tem no seu quadro de recurso humano estatístico (uma exigência da Lei), sociólogo que monitora a equipe de pesquisadores que na sua grande maioria é formada por alunos universitários, matemático e outros profissionais da área.

A empresa atua nos segmentos de planejamento e realização de pesquisas de opinião pública, desenvolvimento e manutenção de sistemas de informação e consultoria estratégica.

O professor Chagas explicou que a pesquisa eleitoral é o termômetro de todo o processo de camapanha do candidato. Segundo ele, é o momento em que serão analisados o impacto do perfil e as propostas de governo do candidato junto aos eleitores. “Os candidatos precisam tomar cuidado com as pesquisas, pois elas são como verduras: altamente perecíveis”, afirmou Chagas.

Chagas comentou que este período é o momento de detectar qual a intenção de votos do eleitor. “Se necessário planejar novos rumos a seguir para que novos eleitores sejam conquistados”, lembrou.


Quanto ao índice de rejeição de um candidato, Chagas afirmou que nasce a partir do desagrado do eleitor. “Na maior parte das vezes isto ocorre porque o eleitor já conhece o candidato de algum cargo público e rejeita os seus feitos ou os não feitos”, esclareceu.


Ainda conforme o consultor, dificilmente um candidato com índices superior a 35% de rejeição consegue se eleger. “Mas para tudo há exceção. Há diversos casos de políticos que tinham altos índices de rejeição e acabaram revertendo o processo com uma campanha bem estruturada e uma estratégia eficaz”, afirmou Chagas que acrescentou ainda “Nas eleições trabalhamos praticamente com dois tipos de pesquisa: quantitativa e qualitativa”, concluiu o professor que tem 25 anos de experiência na área.

Maiores informações acesse www.previsaoti.com ou ligue (69) 92687915

Autor: Alexandre Araujo

Fonte: ouropretoonline.com

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