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Brasil : COMPORTAMENTO
Enviado por alexandre em 11/07/2019 23:45:18

Brasil realiza um divórcio a cada três casamento

A emblemática frase “e eles viveram felizes para sempre” está cada vez mais restrita aos contos de fada. Isso porque, no Brasil, um a cada três casamentos termina em divórcio. Os dados são da última pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) que registrou, em 2017, um total de 373.216 separações, o que significa 8,3% a mais que no ano anterior. Ao mesmo tempo em que a quantidade de casamentos vem diminuindo: uma queda de 2,3% no período.

A advogada e professora de Direito da AESO-Barros Melo, Andreia Nóbrega, acredita que os casais estão preferindo a união estável em vez da burocracia do casamento já que, na prática, os dois tipos possuem os mesmos valores do ponto de vista jurídico. A união estável nem sempre é firmada em documento. Ela se estabelece de acordo com o modelo de vida adotado pelos pares. Quando se tem uma vida em conjunto com contas, planos e obrigações compartilhadas, mesmo que morando em casas diferentes, já se caracteriza como regime de união estável.

Se em outros tempos, os casais desistiam de se separar por causa dos filhos, hoje, essa realidade é bem diferente. Ainda de acordo com o IBGE, os processos de guarda compartilhada subiram de 16,9% para 20,9%, com a mulher sendo, na maioria das vezes, a principal responsável pela criança. Neste caso de guarda compartilhada, os dois devem tomar decisões conjuntas sobre a vida dos filhos. No processo, também são regulamentados os dias de visitação, geralmente a cada quinzena, assim como o valor da pensão alimentícia.

O que muita gente não sabe é que no processo de divórcio, a mulher não é obrigada a retirar o sobrenome do ex-companheiro. Algumas optam por manter o nome de casada para evitar a burocracia de ter que mudar os documentos. Lembrado que, caso haja filhos menor de idade, a separação deve ocorrer, inevitavelmente, na esfera jurídica.



Lamborghini Aventador de Eike Batista avaliada em R$ 2,2 milhões. Foto: Divulgação

A Lamborghini e a lancha do empresário Eike Batista , que estavam previstos de serem leiloados na próxima quinta-feira, 18, foram arrematados em leilão nesta terça-feira. O carro de luxo do empresário saiu por R$ 1,4 milhão, à vista, enquanto o iate foi vendido, em parcelas, por R$ 1,9 milhão.

Os bens de Eike iriam a leilão pelo certame da 7ª Vara, do juiz da Lava Jato Marcelo Bretas, previsto para a próxima quinta-feira, no entanto, por determinação da 3ª Vara Criminal do Rio, a venda do Lamborghini e o iate foi antecipada. O empresário responde a um processo na 3ª Vara por manipulação de mercado por conta das ações da petroleira OGX, de 2014. Como o caso é mais antigo do que o que está sendo julgado por Bretas, a 3ª Vara teve prioridade no leilão dos bens. 

Na quinta-feira, 4, a embarcação Intermarine 680 Spirit of Brazil, avaliada em R$ 3,5 milhões, e a Lamborghini Aventador, avaliada em R$ 2,24 milhões tinham sido colocadas em leilão a pedido de Bretas, mas não houve interessados.

No leilão desta terça-feira os bens saíram mais baratos do que o previsto por Bretas. O carro de luxo foi vendido por R$ 1,4 milhão — o mínimo para o dia 18 era R$ 1,7 milhão, já com o desconto de 20% sobre o valor original de R$ 2,2 milhões do primeiro leilão. A lancha teve um desconto ainda maior. Oferecida em um primeiro momento pela 7ª Vara a R$ 3,5 milhões, ela foi vendida por R$ 1,9 milhão nesta terça-feira. No leilão do dia 18 seria pedido R$ 2,8 milhões.

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