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Mais Notícias : A direita e domingo: “Fechar o Congresso e cercar”
Enviado por alexandre em 20/05/2019 09:07:17

Os de fios desencapados

“O ideal é todos partirem para Brasília (…). Fechar o Congresso e sitiar aquele povo”

Até agora, os chamados disparados no WhatsApp miram o núcleo mais radical do bolsonarismo. Há um esforço para reengajar caminhoneiros. Nos grupos, os mais inflamados tratam o Congresso e o STF como “um câncer”.  “O ideal é todos partirem para Brasília (…). Fechar o Congresso e sitiar aquele povo. Chamar o Bolsonaro para tomar uma atitude. Se não deixarem, as Forças Armadas”, diz áudio de um dos líderes. 

Apesar da tensão no ambiente político, a equipe econômica acredita que a reforma da Previdência está  “blindada”,graças à ponte estabelecida diretamente entre Paulo Guedes e Rogério Marinho com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e a cúpula da comissão que analisa o projeto.

Há temor, porém, de que manifestações com foco no Congresso acabem contaminando o clima no Legislativo de modo a inviabilizar que, mesmo pessoalmente engajado, Maia consiga fazer a proposta andar. (Daniela Lima – FSP).



Reforma: centrão vai se render e tocar mais rápido?

Apesar da tensão no ambiente político, a equipe econômica acredita que a reforma da Previdência está “blindada”, graças à ponte estabelecida diretamente entre Paulo Guedes e Rogério Marinho com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e a cúpula da comissão que analisa o projeto.

Há temor, porém, de que manifestações com foco no Congresso acabem contaminando o clima no Legislativo de modo a inviabilizar que, mesmo pessoalmente engajado, Maia consiga fazer a proposta andar. 

Simpatizantes de Olavo de Carvalho dentro do PSL pensam diferente. Acham que, sob pressão, o centrão vai se render e analisar a reforma com mais celeridade. (Folha)



A líder do governo e atos do dia 26: “Um tiro no pé”

Integrantes da ala técnica do governo e de parte da bancada do PSL tentam mudar o mote das convocações. A ideia é redirecionar os chamados para uma pauta positiva, de defesa da reforma da Previdência, de  Sergio Moro e até mesmo do presidente, sem ataques às instituições. O PSL discute na terça (21) como, institucionalmente, vai se portar diante do protesto. O tema divide a bancada.

“Eu, pessoalmente, trabalho para que as pessoas entendam que o diálogo faz parte da atividade política”, diz o Delegado Waldir (PSL-GO), líder do partido. Joice Hasselmann (PSL-SP), líder do governo no Congresso, vê os atos como “um tiro no pé”. O Major Vitor Hugo (PSL-GO), líder na Câmara, pensa diferente.

Que rei sou eu? - Bolsonaro quer usar os atos para mostrar força. Sua bancada monitora o debate nas redes. A meta é levar mais gente às ruas do que o protesto da última quarta (15)  contra a política educacional.  (Painel – FSP)

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