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Mais Notícias : Guru Bolsonaro deu um tiro no pé
Enviado por alexandre em 09/05/2019 08:20:47

Guru Bolsonaro deu um tiro no pé

O ex-comandante do Exército chamou para si a defesa dos militares e o embate com Olavo de Carvalho. Assessor especial do GSI, o general postou foto ao lado de Santos Cruz, nesta quarta. Um deputado da oposição viu a imagem e disse: “O guru do Bolsonaro deu um tiro no pé”.

Deputados articulam derrubar na Câmara a condecoraçãoconcedida por Bolsonaro a Olavo de Carvalho.

A líder do governo no Congresso, Joice Hasselmann (PSL-SP), diz que vai colocar Villas Bôas e Olavo de Carvalho em contato nesta quinta (9). “Passou da hora de pacificar. Olavo e os militares são muito importantes para o governo. Ninguém ganha com essa briga”, afirma.  (Daniela Lima – Folha)



Porta-voz rouco

O papel do porta-voz, general Otávio Rêgo Barros, também pode ser reduzido .

Estuda-se algo mais burocrático, diminuindo as atribuições que ele tem hoje e são típicas de um secretário de imprensa.

Já a passagem do general Villas Bôas pelo Congresso, nesta quarta (8), foi marcada por atos de desagravo.

Além do ministro Sergio Moro (Justiça), parlamentares de diversas siglas fizeram questão de dirigir deferências a ele.(Painel – Folha)



Cidades: centro e centro-direita insatisfeitos

Presidentes de siglas de centro e centro-direita dizem que a decisão de Bolsonaro de recriar o Ministério das Cidades e entregar a articulação política ao Congresso melhora a relação, “mas não resolve”. “É só o começo do processo”, adverte um deles.

Esses dirigentes dizem que “até que se conclua a reforma da Previdência, o presidente vai perceber que um ministério só não atende a quatro ou cinco partidos”.

O Planalto de fato avisou que Bolsonaro não topa desalojar o ministro Gustavo Canuto quando o Ministério do Desenvolvimento Regional for diluído. Já o nome de Alexandre Baldy (PP-GO) para o de Cidades foi chancelado pelo presidente. 

Mas o governo apresentou um pacote completo aos dirigentes partidários. A Casa Civil abriu programas em seis ministérios —Educação, Saúde, Agricultura, Cidades, Integração Nacional e Cidadania— para escoar verbas demandadas por políticos.   (Folha)

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