Assembleia não vai aprovar plano de reestruturação da PM essa semana - Painel Político - Notícias
Painel Político : Assembleia não vai aprovar plano de reestruturação da PM essa semana
Enviado por alexandre em 04/06/2018 21:36:35

Maurão de Carvalho quer parecer dos órgãos de fiscalização e da justiça eleitoral para saber se projeto pode ser aprovado em ano eleitoral; e ainda, carretas oftalmológicas deixaram paciente cego
Insistindo

Uma forte pressão por parte de alguns deputados estaduais vem acontecendo na Assembleia Legislativa para que o Tribunal de Contas libere o chamamento público das carretas oftalmológicas, usando o argumento da “economicidade”, alegando que as cirurgias de cataratas, nessas unidades móveis, custam em torno de R$ 700, enquanto que clínicas cobram até R$ 5 mil. Ocorre que desde o ano passado que o Estado já realiza esses procedimentos na Policlínica Oswaldo Cruz, em Porto Velho, com toda segurança e pelo mesmo valor (R$ 700). E sabe o que é melhor? As pessoas não correm o risco de ficarem cegas, como contou à PAINEL POLÍTICO, seu Antônio, vítima de um desses procedimentos “baratinhos e no atacado” em Juína (MT). É o barato que sai caro.
Falando em oportunismo

O Executivo deve encaminhar nesta terça-feira para a Assembleia Legislativa um projeto de reestruturação da Polícia Militar de Rondônia, mas, mesmo que o governo encaminhe, dificilmente a matéria será analisada nos próximos dias. O presidente da Casa, deputado Maurão de Carvalho, que é candidato ao governo, afirmou que pretende aguardar parecer técnico da Procuradoria da Assembleia, do Estado, do Tribunal de Contas, Ministério Público e Justiça Eleitoral.
Aqui não

Maurão não quer arriscar uma impugnação de candidatura ou mesmo uma ação por uso da máquina pública eleitoralmente. De acordo com o parlamentar, não dá para aprovar um projeto dessa natureza, que vai promover dezenas de policiais sem antes ter um embasamento jurídico. O prazo para votação é até 5 de julho, mas Maurão prefere não arriscar, “além do mais, é preciso averiguar a questão de caixa para evitar que façamos uma dívida que não poderá ser honrada no futuro”. Maurão lembrou ainda que outras categorias também buscam reestruturações e planos de cargos, mas acredita que dificilmente sejam encaminhados e aprovados em 2018, “se a gente aprova, vão começar a dizer que é uso da máquina em ano de eleição. Vou aguardar o parecer técnico de quem entende do assunto, e não aprovar de qualquer jeito”.
Portanto

A convocação que vem sendo feita pelo deputado Jesuíno Boabaid, para que a PM vá ao plenário nas próximas duas sessões da Casa, será inútil. A tramitação seguirá nessa ordem, quando chegar na Assembleia, será encaminhada aos demais órgãos para análises e parecer técnico e, em caso de legalidade, ai sim, irá para votação. Maurão espera receber os pareceres antes do prazo, 5 de julho.
Baixa abstenção

Ao contrário do que se esperava, a eleição suplementar em Vilhena, no último domingo, 3, teve um índice de abstenção relativamente baixo, 25,21%. Eduardo Japonês (PV) venceu Rosani Donadon, que concorreu impugnada, por uma diferença de pouco mais de 5.500 votos. Com isso, o grupo político capitaneado pelo deputado estadual Luizinho Goebel ganha força na região e toma um importante palanque que estava sendo montado pelos Donadons para o senador Acir Gurgacz (PDT) que ainda fala em disputar o governo.
Goebel

Vem se consolidando como uma das maiores lideranças políticas do Cone Sul, montando um grupo coeso que aos poucos ocupa espaços na região. Luizinho teria sido o candidato natural à prefeitura, mas optou por adotar uma estratégia interessante, a de colocar pessoas da comunidade no processo político do município. Eduardo Japonês é um empresário bem sucedido, com negócios em Rondônia e no interior de São Paulo, que tem uma visão diferenciada em relação ao potencial de Vilhena. Baseou sua campanha em ações que podem ser desenvolvidas rapidamente e, se conseguir cumprir as metas estabelecidas, vai mudar a cara da cidade, que está maltratada por anos de política populista.
Vilhena precisa

Resolver alguns problemas como a geração de emprego, capacitação e qualificação da mão de obra e colocar a área industrial da cidade para operar como deve, e não para implantação de moradias como foi feito na gestão Donadon. O setor sequer foi asfaltado, o que atrapalha a vida das empresas que já estão instaladas no local.
Após terapia experimental, médicos dizem que mulher em estágio terminal está livre do câncer

A vida de uma mulher com câncer de mama em estágio considerado terminal foi salva por um tratamento pioneiro, que consiste na aplicação de 90 bilhões de células imunológicas cujo objetivo é combater o tumor. Segundo pesquisadores do Instituto Nacional do Câncer, nos EUA, o tratamento ainda é experimental, mas pode ter efeito transformador em todas as terapias de combate ao câncer. A mulher em questão é a americana Judy Perkins, 49 anos, que havia recebido, dois anos atrás, o prognóstico de que teria apenas três meses de vida restantes. A moradora da Flórida tinha câncer de mama em estágio avançado, que estava se espalhando – já havia tumores do tamanho de uma bola de tênis em seu fígado e em outras partes do corpo – e não havia mais perspectiva com tratamentos convencionais. Hoje, porém, não há vestígios do câncer em seu corpo, segundo médicos. E Judy tem aproveitado a vida viajando e praticando canoagem. O tratamento a que Judy foi submetido consiste em uma “droga viva”, feita a partir das próprias células dela, em um dos centros de referência de pesquisa de câncer do mundo.A terapia ainda dependerá de uma grande quantidade de testes até que possa ser amplamente usada, mas começa da seguinte forma: o tumor do paciente é analisado geneticamente, para que sejam identificadas as raras mutações que podem tornar o câncer visível ao sistema imunológico do corpo – e que podem, portanto, ser formas de combater os tumores. No caso de Judy, das 62 anormalidades genéticas do seu câncer, apenas quatro eram potencialmente atacáveis pelo sistema imunológico. Os detalhes do caso de Judy Perkins foram publicados no periódico “Nature Medicine”

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