Como usar o gelo para elevar a temperatura no sexo - Amor e Sexo - Notícias
Amor e Sexo : Como usar o gelo para elevar a temperatura no sexo
Enviado por alexandre em 01/06/2017 18:50:00


6 práticas sexuais que podem quebrar o pênis do gato; fique atenta



1. Você por cima

A forma mais comum de fraturar o pênis é durante o sexo com penetração e na posição na qual a mulher está por cima. Segundo o urologista Laurence Levine contou a Cosmopolitan americana, o movimento do pênis é o motivo pelo qual o acidente é mais comum, já que na tentativa de voltar, o pênis possa acabar “errando a entrada” e dobrando. “Quando as mulheres estão por cima, elas controlam o movimento e não conseguem parar quando o pênis sofre algum tipo de lesão no momento”, explicou.

2. Cowgirl reversa

Não é surpresa que outra posição na qual a mulher está por cima possa causar riscos para o homem, ainda mais uma na qual o movimento se torna mais complicado. Esta posição coloca o pênis em um ângulo muito arriscado e também adiciona muita pressão ao movimento, o que aumenta as chances de algo sair bem errado.

3. Sexo anal

“A penetração anal pode adicionar muita pressão ao pênis, ainda mais se a pessoa sendo penetrada não está confortável com a situação”, explicou o urologista. Portanto, essa é mais uma razão pela qual vocês precisam investir no aquecimento antes do sexo anal.

4. Masturbação muito intensa

Sim, os boys podem quebrar seus próprios pênis se eles estiverem se masturbando de forma muito intensa e em um ângulo errado. Entretanto, geralmente estes acidentes não acontecem quando eles estão tranquilos em seus quartos, mas em situações nas quais eles não deveriam estar se masturbando. A mesma regra se aplica se você estiver dando prazer ao gato com as suas mãos. Portanto, cuidado!

5. Dobrar o pênis

Sabe quando rola aquela ereção indesejada? A melhor coisa é o cara não tentar escondê-la ao apertar o pênis com muita força. Isso pode acabar levando-o para o hospital!

6. “Jelqing”

Se você não sabe o que é jelqing, a gente explica para você! É uma técnica para aumentar o tamanho do pênis, na qual os homens apertam suas zonas P na base para aumentar a circulação de sangue. Não há nenhum estudo que comprove que a prática vá deixar o pênis maior permanentemente, mas ele pode dar uma leve aumentada momentânea e, de quebra, também causar uma fratura. Será que vale arriscar?

Fonte: COSMOPOLITAN EUA


Confira cinco boas razões para deixar o sexo fora da água



Facto: os rigores do inverno ficaram para trás. Facto: já se sente no ar que a combinação explosiva de pele à mostra com um calor de ananases influencia diretamente o aumento do desejo sexual.

Facto: este mesmo calor e esta mesma luxúria podem, por momentos, fazer supor que seria boa ideia levar o sexo para dentro de uma piscina, um jacuzzi, o mar, num cenário idílico de corpos molhados em fundo azul. E por isso lhe dizemos desde já que é melhor pensar duas vezes antes de mergulhar de cabeça no fetiche.

«Ainda que nos custe a convencermo-nos disso, a água é um péssimo lubrificante», adiantou ao El Mundo o ginecologista espanhol Cubillo Rodríguez. «Em vez de facilitar a penetração, só complica.»

Claro que nos sentimos mais sexy no verão, com uma disponibilidade diferente para tentar contextos ousados, confirma a psicóloga e sexóloga Ana Carvalheira. «Baixamos os níveis de controlo do nosso comportamento com estímulos novos, o que leva a que nos deixemos ir mais facilmente.» Contudo, diz, quebrar a rotina não significa correr riscos desnecessários.

Caso continue a sentir-se aventureiro depois do rol de motivos que lhe apresentamos a seguir, experimente trocar a fantasia da piscina por uma outra que envolva toalhas numa duna branca, à sombra de coqueiros (de preferência num local deserto e sem areia nos calções, ou acabará a braços com outro tipo de problemas). Se ainda assim insistir em meter água no cenário, tente o duche: tem na mesma a sua dose de romantismo, mas com menos riscos associados.

1. FRICÇÃO
A última chamada de atenção, mas não menos importante, prende-se com o facto de a lubrificação deficiente dentro de água acentuar a fricção durante o ato sexual, aumentando as probabilidades de o preservativo se romper, com todos os riscos daí decorrentes. No caso das piscinas coloca-se ainda a hipótese de alguém poder escorregar e magoar-se a sério, pelo que na dúvida calce uns chinelos (arrisca-se menos ao ridículo do que se lhe fugirem os pés em plena performance).

2. PRESERVATIVO
O improviso e querer curtir ao máximo o momento não servem como desculpas para não se usar preservativo – o que, convenhamos, é difícil, sobretudo se a água for fria e interferir com o desempenho masculino. Independentemente de o casal decidir ir em frente com o sexo na água ou em terra, é sempre melhor tratar desta parte cá fora.

3. LUBRIFICAÇÃO
A água elimina quase por completo a lubrificação natural do nosso organismo, pelo que aquilo que devia deslizar tende a parecer borracha, aumentando o risco de lesões. Para quê insistir quando há tanto por onde dar largas ao desejo?

4. INFEÇÕES
Ainda na sequência dos desinfetantes na água (ou da falta deles), uma pesquisa levada a cabo pela Universidade de Alberta, no Canadá, concluiu que uma piscina média costuma conter cerca de dez litros de urina de banhistas que não quiseram interromper a diversão para irem à casa de banho. Se as outras razões não chegam para o convencer…

5. QUÍMICOS
Água do mar turva é um contentor de bactérias que se introduzem na vagina com o ato sexual, tanto quanto o são as piscinas sem as devidas quantidades de cloro (e quem somos nós para avaliar se os níveis de desinfetante estão, ou não, no ponto?). Também o cloro em excesso é propício ao aparecimento de fungos na zona genital durante o sexo, potenciados pela humidade e pelos fatos de banho sintéticos e apertados. Irritações, inflamações e vaginoses bacterianas são sempre uma potencial ameaça a evitar.

Fonte: Notícias Magazine


Como usar o gelo para elevar a temperatura no sexo



Embora possa parecer um pouco estranho ou assustador, é realmente muito fácil colocar o gelo na hora do sexo com seu parceiro ou parceira; isso sem contar que não é necessário gastar dinheiro com sex toys, né? Esse detalhe vai tornar as preliminares muito mais divertidas e ousadas, apresentando os dois a novas sensações.

Como funciona?
Simplificando, é uma técnica usada frequentemente (mas não exclusivamente) em BDSM, assim como as preliminares com chantilly que usam a mudança de temperatura para estimular a pele e provocar uma reação sensual. Vale até combinar com uma venda ou algemas, tá?

Por que é tão bom?
O objetivo principal do jogo da temperatura é provocar a excitação usando a percepção da pele. A estimulação através do calor ou do frio dá ao corpo um misto de sensações que, durante as preliminares, é convertido na excitação. Ou seja, tudo de bom! O fato de ser imprevisível é o ponto principal.

Quais são as possibilidades?
Como já dissemos, é interessante combinar o quente e o frio. Portanto, não basta limitar-se a cubos de gelo, sorvete ou morangos e creme da geladeira – líquidos quentes, como cera derretida (certifique-se de usar velas próprias para esse tipo de uso), chocolate derretido, xarope de chocolate ou óleo comestível podem ser adicionados à mistura para tornar a transa mais agradável.

O que você precisa?
Objetos de vidro ou metal, que retém a temperatura, são instrumentos chave para fazer as brincadeiras ficarem mais divertidas.

Como fazer isso?
Você pode colocar um cubo de gelo na boca e esperar ele derreter na sua língua e lábios, assim as preliminares terão um estimulo a mais. Se o seu parceiro tem um pênis, brincar com as mãos pode ser muito divertido. Você pode segurar um pacote de gelo em uma mão e deixar o outro à temperatura do corpo. Ao mudar de mãos durante a masturbação, ele vai sentir uma grande variedade de sensações.

Fonte: Com informações de Cosmopolitan

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