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Regionais : Lula manda PT peitar oposição com radicalismo
Enviado por alexandre em 30/06/2015 10:24:17

Lula manda PT peitar oposição com radicalismo

Do Portal G1

Em reunião de quase quatro horas com deputados e senadores petistas em Brasília, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva cobrou nesta segunda-feira (29) união das bancadas do partido e  reação "coletiva” dos parlamentares aos ataques e críticas da oposição “com o mesmo radicalismo” dos opositores, segundo o relato de líderes do partido.

O encontro desta segunda com parlamentares, em um centro de convenções em Brasília, foi agendado a pedido de Lula, depois do mal-estar gerado na semana passada pelas declarações do ex-presidente de que o partido está “abaixo do volume morto” e que precisava se reinventar. Para evitar vazamentos na reunião desta segunda, deputados e senadores petistas deixaram celulares fora da sala onde ocorreu o encontro.

Questionado sobre como seria, na prática, a reação cobrada por Lula, o líder do governo na Câmara, José Guimarães (PT-CE), disse que a orientação é fazer disputa "no nível necessário". "[A orientação é] enfrentar a oposição com o mesmo radicalismo que eles nos enfrentam, fazermos a disputa política no nível que é necessário, para mostrarmos para a sociedade qual é o cerco que eles tentam montar contra o PT, sobretudo na criminalização do PT”, declarou.

O líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE), explicou que não se trata de ser “mal educados". De acordo com Costa, o partido não contesta “de forma adequada” o que ele chama de “cerco violentíssimo sobre o partido e o governo” feito pela imprensa em conjunto com a oposição.

“Sabemos que a grande mídia, juntamente com a oposição, monta um cerco violentíssimo sobre o nosso partido e o nosso governo e, muitas vezes, nós não fazemos o enfrentamento. Não é enfrentamento de agressão física ou verbal, mas dos argumentos, de forma adequada para vencer o debate político”, afirmou.

Críticas ao partido
Sobre as críticas feitas por Lula ao PT, José Guimarães minimizou o que ele chamou de “força de expressão” e garantiu que se trata de uma “página virada” e que “ninguém conseguirá separar o Lula do PT, nem Lula de Dilma”. “Ele falou: 'Isso foi uma reunião', [sobre] aquela questão do volume morto'. Mas isso é página virada, pensemos o futuro”, disse.

Segundo o líder do PT na Câmara, Sibá Machado (AC), o ex-presidente também pediu mais união das bancadas para alinhar um discurso em defesa do partido. “O que precisa aqui é que o presidente Lula enfatizou na sua fala que é um pacto de uma ação conjunta das bancadas, Câmara e Senado, com o PT, com a estrutura partidária e o diálogo permanente com o governo”, disse.

Justiça em Foco : Progressistas contra redução da maioridade
Enviado por alexandre em 30/06/2015 10:18:45

Progressistas contra redução da maioridade

Depois de se juntarem contra o pacote fiscal imposto pela presidente Dilma Rousseff, os senadores que formam a chamada “frente progressista” preparam um manifesto bem mais simpático ao Planalto, revela Luciana Lima no blog Poder Online.

Para esta semana, -- anuncia a colunista --, a frente se posicionará contra a redução da maioridade penal, proposta ainda em discussão na Câmara e que é considerada um ponto de honra para o presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

A frente tem um caráter suprapartidário. No manifesto contra o ajuste reuniu 14 parlamentares, entre eles o senador Lindibergh Farias (PT-RJ), que chegou a defender a saída do ministro da Fazenda, Joaquim Levy.

Além dele, também assinam a frente os senadores João Capiberibe (PSB/AP), Telmário Mota (PDT/RR), Cristovam Buarque (PDT/DF), Paulo Paim ( PT/RS), Hélio José ( PSD/DF), Roberto Requião ( PMDB/PR), Donizeti Nogueira ( PT/TO), Regina Sousa (PT/PI), Lídice da Mata (PSB/BA), Jorge Viana ( PT/AC), Roberto Rocha ( PSB/MA), Randolfe Rodrigues (PSOL/AP) e Vanessa Graziotin (PCdoB/AM).

Mais Notícias : Matou mendigo queimado: 28 anos de cadeia
Enviado por alexandre em 30/06/2015 10:17:57

Matou mendigo queimado: 28 anos de cadeia

Leandro Mazzini - Coluna Esplanada

Dezoito anos depois do caso do índio Galdino – índio pataxó que morreu vítima de ação de quatro jovens de classe média em Brasília, numa praça -, um júri no TJ do Distrito Federal condenou o réu Wesley Lima da Silva a 28 anos de prisão em regime fechado por atear fogo e matar mendigo.

O julgamento foi na última quinta-feira (25) no  Tribunal do Júri do Guará, cidade satélite do DF.

Em companhia de outros dois menores – que cumprem internação – o agora condenado ateou fogo em quatro mendigos que dormiam numa praça pública do Guará I dia 1º de agosto de 2013. Três tiveram ferimentos graves e um morreu na hora.

De acordo com MP do DF, autor da denúncia, “filmagens comprovaram que, antes do crime, o grupo esteve num posto de combustível para comprar um saco de gasolina – material utilizado para atear fogo nos mendigos''.


Dinheiro e eleições são incompatíveis

Carlos Chagas

É crime desviar dinheiro da Petrobrás para empreiteiras pagarem propina a políticos e a partidos, visando manter e ampliar contratos superfaturados com a empresa. Mas não será crime, também, candidatos comprarem votos com esses recursos podres para eleger-se, distorcendo o processo eleitoral?

Está na hora de o Congresso rever fundamentalmente as regras do jogo. A Câmara deixou de votar a proibição de empresas doarem para partidos, ainda que não possam mais fazê-lo para candidatos. Como o Supremo Tribunal Federal interrompeu o julgamento da questão, quase um ano atrás, continuamos diante da prática criminosa de eleições compradas. De mandatos adquiridos pelos mais ricos ou pelos que recebem, direta ou indiretamente, através dos partidos, dinheiro para iludir o eleitor.

Dirão inocentes e acomodados que no resto do mundo é assim. Em países como os Estados Unidos, nem mesmo há propaganda gratuita pelo rádio e a televisão, podendo os candidatos comprar tempo a peso de ouro, na medida de suas posses e das doações recebidas. De quem? Das corporações e empresas que lá, como cá, fazem apenas investimentos para cobrar depois da eleição, em termos legislativos e executivos, junto aos que ajudaram a eleger.

Deve-se cortar o mal pela raiz, ainda que não pareça tão fácil quanto iludir o eleitorado com falsas promessas. Porque eleições como as que realizamos exalam mau cheiro. Muita gente vota por ideologia, propostas e preferências capazes de bissextamente ser honestas, mas a maioria do eleitorado deixa-se influenciar pelas campanhas milionárias movidas a dinheiro sujo.

Fazer o quê? Parece difícil encontrar a saída para evitar essa distorção celerada, coisa que apenas se conquistará com a educação do eleitor, a longo prazo. É preciso, porém, começar a tentativa. Será que uma fiscalização profunda sobre os candidatos que fazem do dinheiro, podre ou não, a razão de seus mandatos, limitaria o abuso? Por que não torná-los inelegíveis? Teria a Justiça Eleitoral condições para identificá-los e afastá-los durante as campanhas?

Do jeito que o processo se desenvolve teremos sempre uma representação canhestra. Já se tentou a experiência de bancadas classistas, no passado. Não deu certo porque a compra de votos também chega às categorias e sindicatos. Acresce que modificações necessárias na lei eleitoral serão promovidas pelos legisladores viciados pelo sistema vigente, infensos a mudar de verdade o festival de corrupção. Ainda este mês tivemos prova disso, com a votação da reforma política na Câmara. Imaginar a correção pelo Supremo Tribunal Federal seria quebrar a harmonia e a independência entre os poderes, ainda que para preencher o vazio da omissão do Congresso.

Assim estamos a um ano das eleições municipais e três das eleições nacionais. Tempo sempre haverá para o aparecimento de fórmulas que, senão perfeitas e ideais, ao menos possam significar o aprimoramento. São incompatíveis dinheiro e eleições.


Odebrecht vai continuar preso

O Tribunal Regional da 4ª Região negou pedido de Habeas Corpus do presidente da construtora Odebrecht, Marcelo Odebrecht. A decisão foi tomada pelo desembargador João Pedro Gebran Neto e publicada no sábado (27/6). Segundo ele, há provas e indícios de autoria suficiente que justificam a manutenção da prisão preventiva do executivo. 
Odebrecht é investigado por corrupção, fraude a licitações, organização criminosa, lavagem de dinheiro e formação de cartel em contratos da Petrobras.

Ricardo Pessoa, dono da construtora UTC disse em sua delação premiada que fechou diretamente com o senador Edison Lobão (PMDB-MA) o repasse de R$ 1 milhão em propinas e que o acerto, segundo ele, incluía atender com atenção especial a pedidos de doação eleitoral feitos pela cúpula do PMDB no Senado. Lobão era ministro de Minas e Energia e, conforme Pessoa, a suposta propina milionária serviria para garantir contratos de consórcio integrado pela UTC nas obras da usina nuclear Angra 3, em Angra dos Reis (RJ).

Mais Notícias : Crise do Brasil é política, diz espanhol
Enviado por alexandre em 30/06/2015 10:16:06

Crise do Brasil é política, diz espanhol

O ex-presidente da Espanha, Felipe González, disse hoje (29), em entrevista ao programa Brasilianas.org, que a verdadeira crise do Brasil é política e não econômica. Segundo ele, a Europa passou por crise muito pior. “Vejo o Brasil bem. Vive a crise econômica como se fosse um desafio muito sério, mas não é. Vejo a crise política mais grave que a econômica. Grave foi a crise que vivemos, a crise que vive a Grécia. Isso sim é grave.”

Para González, os partidos políticos ainda não sabem responder a era das redes sociais, "por onde a população manifesta atualmente suas opiniões sobre o governo". Segundo ele, há uma demanda de diálogo nesse espaço que os partidos não observam.

“O que se precisa é de um segmento atento às iniciativas que surgem das redes sociais, de modo a tentar dialogar e interatuar com elas, porque uma parte dessas iniciativas expressam um desejo de participação na coisa pública não canalizado através dos partidos”, acrescentou.

No programa, exibido pela TV Brasil, o ex-presidente espanhol afirmou que o único político que sabe agir nas redes sociais é o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama. “Obama colocou uma equipe de jovens contestando as iniciativas de redes sociais, por exemplo do Facebook”.

De acordo com González, a mensagem deixada pelo governo norte-americano é que “quando você consegue 10 mil seguidores de sua iniciativa, o governo se compromete a responder racionalmente”.

À frente da Espanha por mais de 13 anos, González avaliou que um governo bem-sucedido precisa ser eficiente, previsível e, portanto, inspirar confiança no mercado e em outros países.

Felipe González foi o terceiro presidente espanhol após o fim da ditadura de Francisco Franco, que durou 47 anos. Ele chefiou o Poder Executivo na Espanha de 1982 a 1996. Durante seu governo, a Espanha viveu um momento de expansão econômica e modernização, induzido pela adesão do país à União Europeia. Marcelo Brandão – Repórter da Agência Brasil

Mais Notícias : Quem quer arriar Dilma? Oposição, Lula ou PT?
Enviado por alexandre em 30/06/2015 10:14:54

Quem quer arriar Dilma? Oposição, Lula ou PT?

Ricardo Noblat

Admitir, ela não pode. Mas Dilma sente apertar o cerco em torno dela. De um lado, Lula. Do outro, a Operação Lava Jato, que investiga a roubalheira na Petrobras.

Por que não digo de um lado Lula e do outro o juiz Sérgio Moro?

Simples. A Polícia Federal investiga. O Ministério Público também. Moro prende e depois solta àqueles sujeitos à sua jurisdição.

Manda os outros que gozam de fórum privilegiado para o Supremo Tribunal Federal (STF). Que confere vistas ao Procurador Geral da República. Que se pronuncia a respeito.

Então cabe ao STF abrir inquérito ou não.

Assim, não se pode responsabilizar unicamente Moro pelo perigo que bate à porta de Dilma. É risível dizer que ele está a serviço do PSDB. E que avança por aqui a construção de um Estado policial.

A maioria dos ministros do STF foi nomeada por Lula e Dilma. Os mensaleiros foram condenados por eles.

É do presidente da República a indicação do Procurador Geral da República. Ao ministro da Justiça subordina-se a Polícia Federal.

De resto, foi Lula que nomeou os diretores da Petrobras envolvidos com corrupção. A um deles chamava de “Paulinho”. Tão eficiente quanto "o nosso Delúbio". Ou "Palocci, meu irmão".

Como se pode falar em Estado policial contra o PT enquanto o PT por meio do governo controlar de alguma forma o aparelho do Estado? Piada! E sem graça. Ou desespero.

São os desacertos do PT, de Lula e de Dilma que explicam o que eles sofrem no momento. E é o oportunismo descarado de Lula que explica também o sufoco a Dilma.

De olho na sucessão dela em 2018, Lula empurra Dilma para uma encruzilhada: ou ela escolhe o caminho da resignação às vontades dele ou o caminho que a levará a perder o poder antes do tempo, pelo bem ou pelo mal.

A essa altura, derrubar Dilma, a teimosa, a criatura ameaçada pelo criador, interessa mais a Lula do que à oposição.

O que de pior poderá acontecer a Lula é chegar à próxima eleição presidencial amarrado a um governo impopular que carrega sua impressão digital. Será derrota na certa. Ele nem se arriscará.

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