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Regionais : Jovem de 26 anos é fragrada tentando entrar na casa de detenção de Ouro Preto do Oeste com 58 gramas de Crack nas partes intimas.
Enviado por alexandre em 22/04/2018 01:22:48

Jovem de 26 anos é fragrada tentando entrar na casa de detenção de Ouro Preto do Oeste com 58 gramas de Crack nas partes intimas.

Na manhã deste sábado(22) uma jovem de 26 anos acabou demonstrando certo nervosismo na hora da revista quando entrava na casa de detenção de Ouro Preto do Oeste, no momento em que iria visitar o marido que já esta preso a alguns anos por crimes de tráfico de drogas e roubo.

Segundo as informações, ela transportava 58 gramas de crack nas partes intimas e acabou barrada pela equipe de agentes que trabalhavam no plantão, ela foi identificada como, Éryka Oliveira de Assis Paganini Lanes e segundo as informações que a mesma repassou aos agentes a droga seria levada para Maxwell Paganini Lanes Oliveira de Assis, a infratora ainda tentou subornar dois Agentes oferencendo 5 mil reais para cada um.

Éryka já tem passagem pela justiça, e já cumpria uma condenação de 8 anos de prisão em regime domiciliar da Operação Leviatã que foi relaizada em Ouro Preto do Oeste no dia 20 de maio de 2016. A operação visava o cumprimento de 50 ordens judiciais, sendo 34 prisões cautelares e 16 buscas e apreensões, para coletar provas elementares de 8 inquéritos policiais que tramitavam na Delegacia de Ouro Preto do Oeste.

Diante dos fatos, a infratora e a droga foram encaminhas para a UNISP onde foram apresentadas ao delegado de Plantão onde foi flagranteada pelo Art. 33 tráfico de drogas, e logo após foi encaminhada para a casa de detenção do municipio, onde ficará a disposição da justiça.

Fonte: NOTICIAS 190

Política : CAINDO
Enviado por alexandre em 21/04/2018 23:51:50


Personagem da semana: Aécio desaba em queda livre

No banco dos réus, sem papagaios de pirata ou estafetas ao lado e com poucos correligionários, o tucano desaba em queda livre

Débora Bergamasco – ÉPOCA

Com os cabelos mais brancos, a fisionomia abatida e o corpo acima do peso num terno apertado, o senador Aécio Neves (PSDB-MG), de 58 anos, fez uma passagem-relâmpago pelo Senado no fim da tarde da terça-feira 17 de abril. Menos de uma hora antes, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), em decisão unânime, tornara-o réu em denúncia de corrupção passiva e obstrução da Justiça. É consequência da gravação de uma conversa, no hotel Unique em São Paulo, no dia 24 de março de 2017, em que ele pediu R$ 2 milhões ao empresário Joesley Batista, da JBS.

Diferentemente de 2014, quando perdeu uma disputada eleição presidencial para Dilma Rousseff e arrastava atrás de si um séquito de políticos, Aécio desta vez andava sozinho, na presença de poucos auxiliares de sua equipe.

Ele deu uma passada rápida no plenário do Senado para manter conversas ao pé do ouvido com correligionários. E saiu pouco tempo depois, a fim de encarar — praticamente sozinho — a imprensa que o aguardava do lado de fora.

Os costumeiros papagaios de pirata do PSDB e de legendas aliadas, sempre a postos para fazer figuração em frente às câmeras na época em que ele pregava pelo impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, desta vez bateram asas. Não quiseram associar suas imagens à do único senador tucano réu no Supremo.

Aécio não respondeu a perguntas dos jornalistas. Com olhos fixos à frente, foram cerca de três minutos de um pronunciamento entremeado com sorriso sem graça para declarar que já esperava por aquela decisão da Suprema Corte e que estava “sereno” para, finalmente, começar seu processo de defesa na Justiça. Aécio cogitou fazer um discurso na tribuna do Senado. Mas não se encorajou. “O plenário está vazio...”, disse ao justificar sua desistência em assumir a tribuna. E bateu em retirada para sua casa, uma mansão no bairro do Lago Sul, em Brasília, onde mora com a mulher e o casal de filhos gêmeos desde que a delação da JBS se tornou pública.

Deixar de viver no Rio de Janeiro, em seu apartamento na Avenida Vieira Souto, em Ipanema, foi um dos primeiros movimentos do tucano para tentar restaurar os destroços nos quais sua vida pública se transformou.

A gravação de Joesley, seguida por uma operação da Polícia Federal que flagrou emissários do senador recebendo uma parcela de R$ 500 mil, em dinheiro vivo, foi o maior baque da carreira política de Aécio. Sepultou suas pretensões de continuar a ser protagonista na política nacional. Até então, Aécio ainda dava as cartas como presidente do PSDB e como interlocutor preferencial do presidente Michel Temer entre os tucanos desde o impeachment de Dilma. Mantinha-se influente, apesar de outras denúncias, como a construção com dinheiro público de um aeroporto para uso privado em terras de parentes, em Cláudio, no interior de Minas Gerais. Também foi delatado por executivos da Odebrecht que denunciaram cobrança de propinas na construção da Cidade Administrativa, em Belo Horizonte, e em obras do setor elétrico, além da emissão de notas frias de mais R$ 60 milhões repassados para sua campanha presidencial. Todas essas suspeitas geraram contra Aécio, além da ação penal em que ele se tornou réu, mais oito investigações que correm sob o comando do Supremo. Ele nega todas as acusações.

Política : PLANO B
Enviado por alexandre em 21/04/2018 23:48:02


Memórias de um caudilho chamado Lula

Esse espécime político não permite que cresça quem lhe faça sombra

Clóvis Rossi - Folha de S.Paulo

Uma das frases mais emblemáticas do rico folclore do futebol diz: “Desgraçado é o goleiro. Onde ele pisa não nasce nem grama".

É uma alusão ao fato de que, nos campos de antigamente, havia um semicírculo de terra em frente às traves. Hoje, suspeito que os novos e luxuosos estádios tornaram a frase anacrônica.

O que não é anacrônica é a adaptação desse velho refrão aos caudilhos—essas figuras que encheram (e ainda enchem) páginas e páginas da história latino-americana, principalmente.

Caudilhos têm o péssimo hábito de impedir que nasça até mesmo uma humilde graminha ao redor deles. Menos ainda, portanto, que surja uma palmeira capaz de lhes fazer sombra.

Luiz Inácio Lula da Silva é o mais notável exemplar da raça dos caudilhos no Brasil.

A discussão em torno de um eventual plano B para a candidatura petista, se Lula ficar mesmo inabilitado, demonstra que ele não permitiu que surgisse um único nome capaz de consolidar-se à sua volta.

Não é apenas teoria. Há dois episódios que provam que Lula carrega os gênes dos caudilhos. Primeiro, quando houve o momento anterior em que não podia ser candidato, escolheu uma figura menor, medíocre, despida do mais leve teor de carisma, para substituí-lo.

Dilma Rousseff serviria apenas para esquentar a cadeira até a volta de Lula nas eleições de 2014 (só lhe faltou coragem para dizer a Dilma que voltasse para casa que ele seria candidato). Mas, em 2018, voltaria, não fosse a Lava Jato.

Um segundo episódio ocorreu em 1997, véspera de uma eleição (1998) em que a vitória de Fernando Henrique Cardoso parecia absolutamente inevitável. O real ainda era um sucesso de público e crítica, como se verificou no pleito que deu a vitória a FHC no primeiro turno.

Lula já havia perdido duas eleições presidenciais e uma para governador de São Paulo. O debate no PT era se convinha ou não submeter seu líder a uma nova derrota ou se seria melhor experimentar um outro nome, em uma espécie de “vai que cola".

Foi nesse cenário que houve, em um “resort” próximo a Santiago do Chile, uma reunião da esquerda latino-americana, convocada pelo sociólogo mexicano Jorge Castañeda e pelo filósofo brasileiro Roberto Mangabeira Unger.

No jantar que precedeu a abertura do encontro, os quatro petistas presentes discutiram a situação, em uma mesa isolada, enquanto o pianista tocava “Besame Mucho".

Eram Lula, José Dirceu, Marco Aurélio Garcia e Tarso Genro. Em uma mesa distante, Ciro Gomes. Ao meu lado, Leonel Brizola nos divertia com suas saborosas histórias.

Os petistas comunicaram depois a decisão: Tarso Genro seria o candidato em 1998, desde que conseguisse seduzir as bases do PT.

Na volta ao Brasil, Lula não deu a mais leve chance para que Tarso consolidasse seu nome no partido. Ao contrário de Dilma, não seria um poste de Lula, mas o substituto do caudilho —uma palmeira que não poderia crescer.

Agora, a situação é diferente: se não houver alguma mudança dramática, Lula estará inabilitado para sempre e, portanto, não lhe importará regar uma árvore que possa crescer no seu território. Minha dúvida é saber se Lula está ou ficará convencido de que seu tempo acabou. Se continuar achando que ainda jogará uma prorrogação, desconfio que não abençoará ninguém que lhe possa de fato fazer sombra.

PS — No aeroporto de Santiago, enquanto esperávamos o voo de volta, Lula me disse que, entre os então tucanos do Ceará, confiava muito mais em Tasso Jereissati do que em Ciro Gomes. Ciro foi ministro com o PT, Tasso implacável crítico. Política é assim: dificilmente há inimigos para sempre ou amigos para toda a vida.

Regionais : Millene: de Rondônia à Seleção Brasileira
Enviado por alexandre em 21/04/2018 23:23:48


Millene Fernandes é uma das estreantes da Seleção Brasileira Feminina na Copa América do Chile. Aos 23 anos, a atacante participou de toda a preparação para a competição realizada na Granja Comary, em Teresópolis (RJ). A jogadora saiu de Rondônia para Belo Horizonte, com o pai que foi um dos maiores incentivadores no futebol.

– Meus pais se separaram quando eu tinha 13 anos, e eu decidi acompanhar meu pai em BH. Ele sempre foi meu incentivador, e às vezes deixava de procurar emprego para buscar uma escolinha e uma oportunidade para mim no futebol – conta.

A chegada à Seleção foi em 2016, no Torneio Internacional de Manaus. E no fim do ano passado, foi chamada mais uma vez, pelo técnico Vadão. Agora, na Copa América, tem sua primeira competição oficial e estreou como titular no confronto contra a Bolívia, em que marcou seu gol.

– Foi uma emoção indescritível. Ouvir o o hino e marcar o gol. A gente não sabe o que fazer na hora, mas foi incrível – lembra.

A atleta divide seu tempo entre treinos, jogos e estudo, e ainda comenta que a saudade de casa é um dos maiores desafios que enfrenta na carreira. Para conter a saudade, Milene comenta que foca nos treinos e vez ou outra tenta matar a saudade com ligações. Há três anos sem voltar em Rondônia, a atleta explica que a falta de tempo é outro desafio.

MAISRO

Regionais : Chagas Neto está consciente, com sedação leve e não pode ser operado
Enviado por alexandre em 21/04/2018 23:21:51


PORTO VELHO- O ex-deputado federal Chagas Neto (PSB) continua internado no Hospital 9 de Julho sob observação médica. Ele deixou ontem a UTI mas, a situação dele inspira cuidados. Tem um grande tumor na parte posterior do cérebro, que apresentou vazamento. A situação é bastante grave. Não pode ser operado por ser cardíaco. E, também porque a cirurgia seria altamente invasiva, quase na base do cérebro, com possíveis sequelas. A família aguarda com ansiedade os exames e o procedimentos médicos a seguir.

Chagas Neto é pré-candidato a deputado estadual pelo PSB. Vinha sendo cogitado a assumir cargo importante na atual administração. Político experiente, seria um dos principais candidatos de uma grande aliança que se forma. Com o afastamento temporário de Chagas Neto, as costuras políticas poderão sofrer uma paralisação.

MAISRO

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