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Regionais : Funkeiras do bonde das maravilhas tatuam frase com erro de português
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| em 25/05/2013 01:03:41 |
Conhecidas como "Irmãs Metralhas" do Bonde das Maravilhas (famoso pelo sucesso "Quadradinho de Oito"), Renatinha e Rafaela decidiram comemorar a fama fazendo uma tatuagem. A frase - um trecho de um funk do grupo -, não teria problema se não fosse o erro de português que o tatuador cometeu. Em imagens que circulam pelas redes sociais, as duas aparecem com a tatuagem, na lateral do corpo, com os seguintes dizeres: "Com as irmãs metralha, com elas ninguém semete (sic)" Fonte: Bol |
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Regionais : Já passei de mil programas sexual faz muito tempo diz prostituta
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| em 25/05/2013 01:00:00 |
Ao ritmo de dez programas por dia, Lola Benvenutti, codinome de Gabriela Natália Silva, de 21 anos, que ficou conhecida como a [LINK=http://g1.globo.com/sp/sao-carlos-regiao/noticia/2013/04/faco-porque-gosto-revela-garota-de-programa-recem-graduada-em-letras.html]prostituta formada em Letras[/LINK] e sucessora de Bruna Surfistinha, diz que já perdeu a conta do número de homens com quem foi para cama...
"Foram muitos milhares, mas nunca contei. Já passei de mil há muito tempo. Faz a conta: dez por dia, em um ano, já são mais de 3 mil", conta ela, que posou para o [LINK=http://ego.globo.com/paparazzo/index.html]Paparazzo[/LINK], em ensaio que vai ao ar neste sábado, 25. "E antes de cobrar, já tinha muitos na conta" brinca.
Se nos tempos em que fazia faculdade e dava aula Lola se apertava para chegar ao fim do mês, agora desfila de carro novo e já consegue fazer uma poupança para quando a idade começar a pesar.
"Desde que a minha história explodiu, aumentou muito a demanda e precisei subir o preço para dar conta. Hoje, cobro R$ 350 por hora. Poderia até cobrar mais, mas acho esse um valor legal, que permite aos clientes voltar sem pesar tanto no bolso", conta ela, lembrando que quando dava aulas de português, sua hora não passava de R$ 10.
[B] [/B]Apontada como sucessora de Bruna Surfistinha, que teve sua história retratada em um filme em 2011, Lola rejeita qualquer comparação. "Temos a mesma profissão e um blog. E só. Acho natural essa associação, mas temos estilos e histórias muito diferentes. Nunca quis ser uma Bruna. O blog era o que eu tinha na época para fazer esses relatos. Não tenho nada contra ela, mas são pessoas diferentes. Será que sempre que surgir uma cantora de axé, vão comparar com a Ivete Sangalo?", protesta.
Lola também revelou que, ao contrário de Surfistinha, nunca usou drogas. "Nunca nem experimentei. Não faz parte do meu universo". Para dar conta da rotina tão intensa de trabalho, o único segredo, diz ela, é "gostar do que faz". "Sempre digo que só aguento porque gosto. Seria muito difícil se não tivesse prazer. Se você já vai com cara amarrada cada vez que chega ao quarto, fica complicado", conta. "E ainda dizem que somos mulheres de vida fácil", diverte-se.
Seu estilo mais "alternativo" - Lola tem uma mecha branca tipo Mortiça, lateral do cabelo raspada e várias tatuagens pelo corpo - atrai clientes variados. "Tem um perfil que procura, que é não aquele que gosta da mulher mais gostosona, panicat. Quem me liga gosta do meu estilo mais natural. Atendo desde jovenzinhos que querem perder a virgindade até homens mais velhos atraídos por essa questão da Lolita e por eu ter feito faculdade. Tem solteiro, mas a maioria é casado. Tem quem está infeliz no casamento, mas também quem está feliz e só quer variar", entrega.
Seu cliente mais velho foi um senhor de 90 anos: "Ele precisava de ajuda para andar, mas chegou com dois homens e uma menina para uma festinha. E fez um pedido inusitado, que eu nunca tinha realizado", conta, sem dar mais detalhes. Entre os piores, lembra, está um rapaz muito "bruto" e outro que chegou para o encontro sem banho. "Sorte que ele não queria finalizar".
 Lola durante o ensaio para o Paparazzo, em Itacoatiara, Niterói, estado do Rio(Foto: Alexandre Campbell/ Paparazzo) Entre os pedidos mais "estranhos" recebidos, Lola não esquece um que pediu para ela almoçar na cabeça dele. "Queria ser feito de mesa. Mas tem quem quer ser cavalinho, muitos querem ser cornos", revela, completando que aumentou o interesse por sadomasoquismo desde o lançamento do livro "50 tons de cinza". [B]Primeira vez[/B]
Com "muitos milhares" de encontros na conta, Lola só quer saber de esquecer a frustrante primeira vez. "Foi aos 13 anos, com um cara que conheci na internet. Ele tinha uns 30 anos. Foi horrível e eu desencantei completamente. Não esqueço aquela imagem de um homem falando ao celular com a mãe, pelado, usando uma meia de seda", lembra, contando que passou mais um ano sem entender como as pessoas poderiam gostar "daquilo".
O primeiro programa também foi marcado pela internet aos 17: "Sempre entrava em sites de relacionamentos e saía com vários caras. Até que um dia pensei: por que não cobrar"?. |
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Regionais : Suor vaginal é necessário; veja 10 curiosidades sobre a vagina
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| em 25/05/2013 00:53:30 |
Você sabia que os pequenos lábios da vagina contêm tecido erétil como o pênis? E que o lubrificante vaginal tem composto igual ao do óleo de fígado de tubarão, usado em cremes para a pele? Confira essas e outras curiosidades sobre a região íntima feminina, listadas pelo jornal Huffington Post.
1 - Durante a excitação, os pequenos lábios, que contêm tecido erétil, ficam um pouco mais duros. As razões para isso voltam a quando era um feto com partes andróginas. “Nós todos começamos com os mesmos tecidos nessa área”, disse a professora de obstetrícia e ginecologia Shelly Holmstrom, da Universidade do Sul da Flórida, nos Estados Unidos.
2 - Lubrificante vaginal e óleo de fígado de tubarão contêm um composto orgânico chamado esqualeno. O derivado de tubarões costuma ser adicionado aos hidratantes e cremes para a pele, nos quais atua como um emoliente.
3 - A ginecologista Lauren Streicher recomenda lubrificantes à base de silicone em vez dos à base de água, porque duram muito mais tempo e geralmente não contêm propilenoglicol, que é um potencial irritante. No entanto, lubrificante de silicone pode comprometer a integridade de vibradores e outros brinquedos sexuais que também contêm silicone, e pode levá-los a mudar de forma ou quebrar.
4 - Durante anos os cientistas têm tentado encontrar um uso clinicamente útil para o sangue menstrual, que contém células-tronco com a capacidade de se regenerar. Atualmente, essas células estão sendo testadas para a possibilidade de ajudar os pacientes com insuficiência cardíaca.
5 - Depilar a virilha pode causar microtrauma, mesmo quando não dói. O processo de remoção de pelos leva a pequenos cortes e abrasões, que abrem espaço para infecções, explicou a dermatologista Susan Taylor.
6 - Sexo também pode causar microtrauma no tecido interno, afirmou a professora de obstetrícia e ginecologia Shelly Holmstrom. “Infelizmente para nós, é por isso que as mulheres são muito mais prováveis do que homens a pegarem doenças sexualmente transmissíveis.”
7 - Suor vaginal é normal e uma função necessária. Logo abaixo da pele dos lábios e do clitóris, há centenas de pequenas glândulas que secretam óleo e suor, informou a professora de obstetrícia e ginecologia Shelly Holmstrom. Isso pode proteger a área íntima de atrito e superaquecimento.
8 - É normal que as mulheres (antes da menopausa) tenham corrimento diário. A vagina pode produzir uma média de uma colher de chá de corrimento por dia, que muitas vezes é branco ou transparente e inodoro. Pouco antes da fase de ovulação do ciclo menstrual, o corrimento é mais aguado e elástico.
9 - Se não aparar os pelos pubianos, não chegam a ficar compridos como os cabelos. É que a fase de crescimento dos pelos pubianos é muito menor que a do cabelo em sua cabeça, contou a dermatologista Susan Taylor. Fora isso, o atrito com a roupa e o movimento normal causam quebras frequentes.
10 - O tamanho dos pequenos lábios varia em cada mulher. |
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Justiça em Foco : Site deve indenizar jornalista por invadir o Facebook da funcionária
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| em 24/05/2013 18:07:55 |
 Foto: Reprodução Uma jornalista que foi demitida do site em que trabalhava devido a informações obtidas a partir da sua página do Facebook conseguiu reverter na Justiça a demissão por justa causa e ganhará indenização por danos morais. A decisão foi da 4ª Vara do Trabalho de Cuiabá (MT). A funcionária afirma que ao chegar ao trabalho descobriu que sua página na rede social havia sido invadida e que suas mensagens pessoais foram copiadas, principalmente as instantâneas. A jornalista, juntamente com os colegas, com os quais manteve as mensagens copiadas, apresentou à direção da empresa uma carta de repúdio a invasão de privacidade. Logo após, ela e os colegas foram demitidos por justa causa. A empregada estava grávida quando ocorreu a dispensa. O caso aconteceu em dezembro de 2012. No entendimento do juiz, o fato caracterizou a violação de um direito fundamental da intimidade e da privacidade do indivíduo, protegidos pela lei. “O acesso foi feito de forma ilegal, ferindo o direito ao sigilo da correspondência, e à intimidade e à vida privada da autora”, apontou na sentença. O magistrado também afirma que não houve nada grave que justificasse uma justa causa. Considerando que a jornalista tinha direito à estabilidade de gestante, e que o clima entre a trabalhadora e empresa tornou impossível sua volta ao emprego, a reintegração ao emprego foi convertida em indenização dos salários e demais direitos. A indenização por danos morais será no valor de R$ 5 mil. |
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Justiça em Foco : MP lança livro em protesto contra a PEC 37
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| em 24/05/2013 18:06:35 |
O Ministério Público (MP) lançou o livro "Investigações Exitosas Realizadas pelo Ministério Público Brasileiro". O evento aconteceu, nesta terça-feira (21), na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado. De acordo com o promotor de Justiça do Ceará, Marcus Renan Palácio de Morais Claro dos Santos, a obra "é uma compilação de iniciativas investigatórias do Ministério Público realizadas - com êxito - em todo o país no combate à criminalidade e à corrupção". No total são relatadas 73 operações investigações promovidas pelo MP em parceria com diversos órgãos, como por exemplo a apuração sobre o assassinato da juíza Patrícia Acioli feita juntamente com a Polícia Civil. A publicação é mais uma forma de o órgão se posicionar contra a proposta de emenda a Constituição (PEC) 37 – que visa retirar o poder investigativo do MP. Além da versão impressa, a obra também será disponibilizada em meio virtual. |
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