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Regionais : Jaru: FIMCA anuncia cooperação técnica com Unicentro; Cursos de medicina, Direito e Engenharia estão previstos
Enviado por alexandre em 09/12/2016 09:52:11


Foi promovido na noite desta quinta feira (08) no salão de eventos do Hotel Catuaí, uma solenidade de lançamento do vestibular FIMCA/Unicentro 2017. Na oportunidade foi anunciada a cooperação técnica firmada entre as duas instituições privadas de ensino.

A FIMCA, Faculdades Integradas Aparício Carvalho, líder e pioneira na educação superior privada em Rondônia, passa a gerir a Faculdade Unicentro disponibilizando para 2017, cursos de Administração, Ciências Contábeis e Biológicas, Gestão Ambiental, Recursos Humanos, Agronegócio e Hospitalar, Pedagogia e Serviço Social.

Dr. Aparício de Carvalho diretor geral da FIMCA informou na ocasião, que a instituição protocolou junto ao Ministério da Educação-MEC, um pedido para liberação de novos cursos superiores ao município, como Medicina, Direito e Engenharia Civil.

De acordo com Dr. Aparício, os novos cursos assim que iniciados irão fomentar o progresso na área educacional e econômica do município. Para a obtenção do curso de Medicina, o diretor geral ressaltou que Jaru terá que apresentar progresso na saúde pública, pois um dos principais quesitos exigidos pelo MEC é um hospital público estruturado, o que ele acredita que ocorrerá, mediante o compromisso firmado pelo novo gestor municipal, João Gonçalves Junior.

Juarez Eduardo de Toledo Prado, diretor da Unicentro, ao fazer uso da palavra, mensurou os avanços no ensino superior que o município terá com a implantação da renomada faculdade FIMCA, que atualmente oferece a seus alunos mais de 30 cursos. Em tom de despedida, Juarez agradeceu a todos que contribuíram para que a Unicentro se tornasse uma faculdade de referencia ao longo de seus anos de atuação, destacando que a FIMCA inicia um novo começo de uma nova historia.

O prefeito eleito, João Gonçalves Junior, destacou estar otimista com o futuro promissor do município que está para se tornar um polo educacional, se comprometendo a fornecer o suporte necessário ao desempenho das atividades da faculdade. João salientou que faz parte de seu projeto, investimentos na área estrutural e operacional do Hospital Municipal, o que oferecerá as condições necessárias para efetivação do curso de medicina no município.

O prefeito eleito mencionou a importância dos cursos também considerados de grande demanda, Direito e Engenharia, “nossos alunos não precisarão mais ir para outros municípios, ao contrário, nós passaremos a receber alunos de outras cidades”, disse João, lembrando a região estratégica que Jaru se encontra, no centro do estado, onde o ensino superior oferecido aqui poderá atender uma população de cerca de 450 mil habitantes.

Também discurso ao público formado por profissionais da educação e convidados, o Prefeito Inaldo Pedro, o diretor de regularização Luiz Ibanor Souza Junior e diretor de expansão, Mauricio Carvalho.

O vestibular FIMCA/unicentro 2017, será realizado no dia 18 de dezembro.

ASCOM

Regionais : Prefeitos discutem teto de gastos em resort de luxo
Enviado por alexandre em 09/12/2016 09:46:09

Prefeitos discutem teto de gastos em resort de luxo




Vila Galé, resort onde prefeitos baianos se reniram, tem diárias de R$ 1 mil - Agência O Globo
O Globo - Maria Lima

Cerca de 600 políticos baianos participam do evento patrocinado com verbas federais

Na cálida noite da terra da felicidade na Bahia, entre as areias brancas da Praia de Guarajuba e a paradisíaca estrutura do resort cinco estrelas all inclusive Vila Galé Mares, um grupo animado e barulhento entrou pela madrugada de terça-feira ao som de um forró arretado, com o cantor conclamando a todos que dançassem a noite inteira, até o sol raiar. Não se tratava de turistas gringos abastados ou hóspedes com cacife para bancar diárias médias de R$ 1 mil. Mas cerca de 600 prefeitos baianos e familiares que desfrutam três dias no paraíso com patrocínio de verbas federais — enquanto, segundo as próprias associações de prefeitos, as prefeituras país afora estão quebradas.

O objetivo do congresso era discutir gestão pública. Entre as mesas, por exemplo, está uma para debater os reflexos da PEC 55, a do teto dos gastos, nas políticas públicas de Saúde e Educação.

Segundo o site da União dos Prefeitos da Bahia (UPB), que organiza o evento há cinco anos sempre no resort, o 5º Encontro de Prefeitos vai até esta quinta-feira, “com uma programação intensa de assuntos direcionados exclusivamente a prefeitos baianos”. Ainda segundo o site, “são parceiros da UPB nesta iniciativa” o governo do estado da Bahia e alguns órgãos ligados a ele, Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil, Funasa, Sebrae, Bradesco, Nutricash, Arte e Cultura, E&L Sistema de Softwes, IPM Brasil/Alconta e Fundação Abrinq.

Mais Notícias : Moro de cochichos com Aécio é falta de recato
Enviado por alexandre em 09/12/2016 09:44:10

Moro de cochichos com Aécio é falta de recato
Postado por Magno Martins



Josias de Souza

Graças ao seu desempenho à frente da Lava Jato, Sergio Moro tornou-se um colecionador de homenagens.

Na noite de terça-feira(6), o magistrado foi premiado por uma revista como ‘Brasileiro do Ano na Justiça’. Dividiu o salão com investigados e suspeitos.

Foi fotografado confraternizando com o grão-tucano Aécio Neves, alvo de delações e protagonista de inquérito no Supremo Tribunal Federal.

Normalmente, o juiz da Lava Jato revela em suas aparições públicas muita presença de espírito. Talvez devesse considerar a hipótese de começar a perseguir um outro objetivo: a ausência de corpo.

Seriedade é como gravidez. Nenhuma mulher pode estar um pouquinho grávida, como um juiz não pode ser um pouco sério. A imagem de Moro aos cochichos com o investigado Aécio é um flagrante de falta de recato.

Mais Notícias : Lula prevê queda de Temer e volta de FHC
Enviado por alexandre em 09/12/2016 09:42:12

Lula prevê queda de Temer e volta de FHC
Postado por Magno Martins

Blog de Josias de Souza

Lula prevê para Michel Temer um futuro de Dilma Rousseff. Em diálogos privados, ele diz ter certeza de que Temer não concluirá o mandato. O pajé do PT sustenta que o PSDB, hoje um dos principais aliados do governo, trama a volta de Fernando Henrique Cardoso à Presidência da República. O retorno se daria numa eleição indireta, decidida no Congresso Nacional —como manda a Constituição para os casos de vacância da Presidência nos dois últimos anos do mandato.

O artigo 81 da Constituição anota: “Vagando os cargos de presidente e vice-presidente da República, far-se-á eleição 90 dias depois de aberta a última vaga.” Descendo até o parágrafo 1º desse mesmo artigo, lê-se: “Ocorrendo a vacância nos últimos dois anos do período presidencial, a eleição para ambos os cargos será feita 30 dias depois da última vaga, pelo Congresso Nacional, na forma da lei.”

Em almoço com Dilma, há uma semana, Lula estimou que o governo Temer irá à breca em 2017. Avalia que a derrocada ocorrerá “em breve”. Fareja no ar os primeiros sinais de traição do tucanato a Temer. Prenúncio, segundo diz, da articulação que visa apresentar FHC como antídoto contra a crise.

Depois da conversa com Lula, Dilma também passou a difundir em seus diálogos privados o vaticínio segundo o qual o PSDB fará com Temer o que o PMDB fez com ela. Com uma ponta de ironia, diz que Temer provará do seu próprio veneno. Nas palavras de Dilma, está em curso no Brasil um movimento subterrâneo que resultará em “um golpe dentro do golpe.”

Dilma conversou sobre o tema com uma pessoa que participou do seu ministério, ficando do seu lado até o impeachment. Relatou as previsões que ouvira de Lula. A conversa chegou aos ouvidos do ex-presidente José Sarney. Instado a manifestar sua opinião sobre a hipótese de um retorno de FHC pela via indireta, Sarney declarou: “O Fernando Henrique não pensa em outra coisa.”

Mais Notícias : Movimentos sociais pedem impeachment de Temer Postado por Magno Martins
Enviado por alexandre em 09/12/2016 09:40:35

Movimentos sociais pedem impeachment de Temer
Postado por Magno Martins

Do UOL

Movimentos sociais protocolaram na Câmara dos Deputados um novo pedido de impeachment do presidente Michel Temer, hoje. O documento é assinado por organizações da sociedade civil, como MST, CUT, UNE, MTST, entre outras, além de juristas.

Para os autores do texto, Temer cometeu crime de responsabilidade quando não tomou providências contra o então ministro da Secretaria de Governo Geddel Vieira Lima (PMDB-BA) quando este pressionou o então ministro da Cultura Marcelo Calero a liberar, por meio de uma intervenção no Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), a obra de um edifício em área vizinha a edifícios tombados, em Salvador.

O pedido de impeachment é embasado juridicamente nos artigos 85 e 86 da Constituição Federal que tratam sobre crime de responsabilidade e afastamento do presidente da República, respectivamente, e com a Lei 1079/50 (lei do impeachment).

Outros pedidos

A atuação de Temer na crise gerada pelo caso Geddel também motivou outro pedido de impeachment contra o peemedebista, protocolado pelo PSOL no fim de novembro.

Na ocasião, o líder do PSOL na Câmara, Ivan Valente, afirmou que o presidente da República, bem como Geddel, praticaram os crimes de tráfico de influência e advocacia administrativa (uso de cargo público para defender interesse particular) e que Temer foi "condescendente" ao não demitir Geddel.

Antes, em abril, quando Temer ainda era vice-presidente, um pedido foi feito pelo advogado Mariel Márley Marra, sob a alegação de que o peemedebista havia cometido os mesmos da então presidente Dilma Rousseff ao assinar, como presidente interino, quatro decretos que autorizavam a abertura de crédito suplementar sem autorização do Congresso Nacional e em desacordo com a meta fiscal vigente.

O ministro do Supremo Tribunal Federal Marco Aurélio Mello determinou, então, ao presidente da Câmara à época, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que fosse criado um colegiado para analisar o pedido de impedimento.

Cunha, no entanto, só aceitou a denúncia por crime de responsabilidade contra Temer após decisão judicial. E o peemedebista a cumpriu parcialmente, criando a comissão, mas fazendo um acordo nos bastidores com os líderes de partidos aliados para que ninguém indicasse os nomes que formariam o colegiado.

Oito meses depois, apenas 16 dos 66 membros titulares foram sugeridos pelas legendas e a comissão ainda não foi instalada.

Para Marra, autor do pedido, como os partidos estão descumprindo a ordem judicial, caberia ao presidente da Câmara, atualmente Rodrigo Maia (DEM-RJ) indicar os membros da comissão.

Até o momento, apenas os partidos PEN, PCdoB, PT, PR, PMB, PDT, REDE, PSOL E PTdoB fizeram indicações. Ainda faltam PMDB, PSDB, PP, DEM, PPS, PSD, PTB, PSB, PV, PRB, SD, PSC, PROS, PHS, PTN, PMN, PRP, PSDC e PRTB. Oito meses depois do pedido, somente 16 dos 66 membros titulares foram sugeridos pelas legendas e a comissão ainda não foi instalada.

Por conta deste imbróglio, o ministro Marco Aurélio Mello enviou um ofício à Câmara dos Deputados, na terça-feira (6), cobrando explicações sobre a demora na instalação de tal comissão de impeachment.

Tramitação

Para que seja de fato aberto um processo de impeachment, primeiro o pedido precisaria ser aceito pelo presidente da Câmara. Maia já declarou não ver no caso motivo para o impedimento de Temer.

Se aceito por Maia, para que o processo seja instalado, é preciso o apoio de ao menos dois terços dos deputados, ou 342 das 513 cadeiras da Câmara.

Valente afirmou que a hipótese de o pedido ser rapidamente arquivado por Maia geraria um "imenso desgaste político" ao presidente da Câmara. "Nós esperamos seriedade e isenção", disse.

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