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Regionais : Jenna Jameson fez um belo implante no bumbum. Veja como ficou!
Enviado por alexandre em 30/06/2016 00:09:08


Jenna Jameson, nome artístico de Jenna Marie Massoli (Las Vegas, 9 de Abril de 1974), é uma empresária e ex-atriz de filmes pornográficos, considerada a mais famosa intérprete de entretenimento adulto do mundo.

Chamada de "The Queen of Porn" ("A Rainha do Pornô"), Jenna começou atuando em vídeos eróticos em 1993, após ter trabalhado como stripper e modelo glamour.

Ela já ganhou prêmios em mais de 20 vídeos adultos, e foi introduzida em ambos os hall da fama, tanto da X-Rated Critics Organization quanto da Adult Video News.



Resenha Política : RESENHA POLÍTICA POR ROBSON OLIVEIRA
Enviado por alexandre em 29/06/2016 23:53:38

Resenha política

Robson Oliveira



Campanha

Na medida em que se aproximam as convenções partidárias que indicarão os candidatos a prefeitos e vereadores, as pré-candidaturas começam a aparecer. Em Porto Velho, por exemplo, Williams Pimentel (PMDB), Ribamar Araújo (PP) e Mauro Nazif (PSB) deverão ser homologados por suas legendas. Pimentel e Nazif disputam os espaços na mídia para alavancar as pretensões. O primeiro aproveita até aniversário familiar para juntar plateia, o segundo, na condição de prefeito, inaugura obra e é pauta de toda mídia.



Expectativa

O PTB tem no deputado estadual Léo Moraes o melhor quadro para oferecer ao eleitor da capital. Ainda não decidiu pela pré-candidatura porque aguarda uma definição do PSDB que, aliás, também não decidiu um nome. O ex-promotor de Justiça Hildon Chaves anunciou à direção do tucanato que tem interesse de colocar o nome à disposição do PSDB já que a deputada federal Mariana Carvalho sinaliza internamente que não está motivada em disputar as eleições municipais. São dois bons nomes que estão na expectativa de se firmarem na disputa.



Entrevistas

Nos últimos dois dias, Dr. Hildon Chaves foi entrevistado nos principais programas radiofônicos da capital pelos jornalistas Maurício Calixto e Arimar de Sá, quando explicou os motivos pelos quais decidiu ingressar na política e disputar uma eleição tão complexa quanto é a de Porto Velho. Além das explicações, Dr. Hildon traçou as principais metas para retirar o município do marasmo administrativo que se encontra nesses últimos doze anos. Apesar de noviço em embates eleitorais, o ex-promotor demonstrou intimidade com a política ao desenhar cenário nacional, estadual e municipal.



Riscos

Embora a equipe econômica do prefeito Mauro Nazif não comente publicamente, em privado tem demonstrado muita preocupação com a queda da arrecadação municipal e, em especial, com a queda dos impostos oriundos das Usinas. Há riscos enormes das contas fecharem no final do ano no vermelho. Um risco que todos ligados à municipalidade escondem: pelo menos até o final das eleições.



Deu Zika

Não bastassem os problemas pela poeira, buracos e praças sujas provocadas pela administração de Mauro Nazif, o aumento exponencial de dengue, febre Chikungunya e Zika revelam a face de uma administração que chega ao último ano sem um saldo positivo a ser apresentado à população. É terrível reconhecer que as esperanças que os eleitores da capital depositaram no médico Mauro Nazif se frustraram inclusive na especialidade profissional que o projetou à política. A saúde municipal está na UTI.



Alcoice

Mesmo todas as pesquisas indicando que o eleitor brasileiro está agastado com os políticos e os partidos com os quais registram suas candidaturas, muitos eleitores vão às urnas este ano escolher vereadores e prefeitos sabendo da possibilidade de eleger um vigarista. Embora nem todos sejam salafrários, as casas legislativas – com raríssimas exceções – se tornaram um local de alcoice.



Retrato

Se o Congresso Nacional é o retrato em branco e preto da sociedade, conforme alegam alguns estudiosos da política, nosso país faz jus aos degredados trazidos da Europa pelas caravelas para ajudar povoar a terra de pindorama.



Intimidação

Quando os membros da diretoria da OAB-RO foram ao Comando Geral da Polícia Militar para cobrar dos comandantes a apuração isenta da tortura perpetrada contra um advogado que compareceu a uma ação policial para atender um cliente, não fizeram como gesto de intimidação. Ao contrário, pediram apuração e punição. Já uma entidade militar convocou pelas redes sociais os militares para comparecerem à sede da OAB-RO com o único intuito de intimidação. Uma corporação armada jamais tem o direito de intimidar uma civil e quando o faz agride ao Estado Democrático de Direito.



Autoritarismo

Mesmo que o advogado – vítima de uma sova odiosa – houvesse extrapolado as suas prerrogativas profissionais ao atender um cliente em situação de condução coercitiva, não poderia o policial militar utilizar da força bruta para deformar com socos e pontapés alguém que lhe desacate. O policial é preparado – ou deveria – para atender casos que causam estresse e agir moderadamente para controlar situações complexas e tensas. Portanto, nada justifica as cenas de tortura registradas na face do advogado esmurrado.


Painel Político : Painel Político por Alan Alex
Enviado por alexandre em 29/06/2016 23:51:38

País precisa rever legislação do trabalho, privatizar e desburocratizar para poder crescer

Não dá pra levar a sério

Quando se pensa que o Brasil vai começar a entrar nos trilhos, chega o Supremo Tribunal Federal e não desaponta, faz o que sempre fez, sabota. O ministro Dias Toffolli soltou o ex-ministro Paulo Bernardo, marido da senadora “narizinho”, alegando que “a prisão foi constrangedora”. Toffolli, para quem não sabe ou não lembra, só não é mais petista por falta de espaço. O STF continua sendo uma Corte política.

De ofício

Toffoli concedeu um Habeas Corpus de ofício por entender que houve “flagrante constrangimento ilegal” na ordem de prisão do ex-ministro, que não apresentou “motivação idônea” para decretar a preventiva. Com a decisão, o caso de Paulo Bernardo continua na primeira instância, mas ele responderá ao processo em liberdade. Toffoli também determinou ao juiz do caso que avalie a possibilidade de aplicação de outras medidas cautelares, como tornozeleira eletrônica, recolhimento domiciliar, proibição de viajar ou obrigação de se apresentar em juízo.

Entrave para o crescimento

O Brasil é um país tropical que recebe luz do sol forte em todo seu território. Só que empresas e indústrias não podem usar energia solar como fonte, porque a regulamentação da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) limita a produção para 5.000kWp, podendo chegar a 8.000kWp chegando no caso de indústrias, mas é um produção pequena. Aliado a isso, alguns estados como Rondônia, por exemplo, cobram o ICMS da geração. O investimento de instalação é alto e termina não compensando para o consumidor. Mas essa limitação tem um motivo, o protecionismo sobre as grandes geradoras.

Imagine

O Brasil passou uma temporada de apagões elétricos por falta de produção de energia elétrica. Foram (e continua) construídas hidrelétricas a custos estratosféricos na região norte do país. Porque os mesmo tempo o governo federal não desburocratizou e facilitou a implantação de métodos alternativos de geração de energia? Temos vento no Nordeste e sul, sol em todo o território nacional, o que não temos é um governo coerente e que pensa no crescimento do país.

Não fosse pela quebradeira

Que desacelerou a indústria e o comércio, reduzindo drasticamente o consumo de energia em todo o país, estaríamos correndo o risco de novos apagões. E agora, qual será a alternativa encontrada, usina nuclear?

Enquanto isso

Brasília, que já foi uma das cidades mais organizadas e bonitas do país, está uma zona. Em função do aumento da frota de ônibus urbano, o asfalto cedeu em grande parte das avenidas, nos setores comerciais mendigos viram o lixo em busca de comida ou algo que possa ser aproveitado, e os semáforos estão cheios de vendedores ambulantes, que oferecem de sacos de lixo à frutas da estação. O Governo do Distrito Federal parece ser uma sombra, que segue imóvel a cidade afundar.

O trânsito

Só não está pior porque o brasiliense está acostumado com a grande quantidade de pardais, então a velocidade é controlada com rigor. Mas o fluxo é enorme, principalmente em direção as cidades satélites, que viraram refúgio da classe média. A maioria está verticalizada e sobram ofertas de imóveis. A crise não chegou por aqui da mesma forma que no restante do país, mas percebe-se que isso não melhorou em nada a vida dos brasilienses. Os índices de violência estão altíssimos e a miséria ronda em cada esquina. Se o governo do DF não começar a se movimentar no sentido de criar mecanismos de inserção social, a tendência é a coisa piorar, e muito, nos próximos anos.

Michel, Michel…

O presidente interino Michel Temer deve vetar a participação de até 100% de capital estrangeiro nas empresas aéreas brasileiras. Decisão ruim. Companhia aérea no Brasil é empresa de fachada. Não tem patrimônio, não tem liquidez, operam apenas com crédito, e pior, com dinheiro público. Os aviões são negociados através de leasing, os escritórios são nos aeroportos e os funcionários, quando a empresa quebra, ficam “a ver navios” porque os aviões vão embora, pertencem aos bancos e não podem ser alienados. Passou da hora do Brasil ter concorrência, abrir para voos regionais, principalmente nos estados mais isolados do Norte, cujos preços de passagens são surreais. Permanecendo esse modelo de mercado, a tendência é quebrar, ou pior, se escorar em recursos públicos para se manter ativa.

Quer um exemplo?

Se a TAM não tivesse se fundido a um grupo internacional e virado LATAM, não estaria mais na praça. A Gol, não é nenhuma novidade, está praticamente quebrada e a Azul, que tem capital estrangeiro, vem conseguindo se manter graças a escalas amalucadas. Você para em todos os aeroportos do país antes de chegar em seu destino.

Popularidade

Político adora pesquisa de popularidade e são elas que conduzem os rumos do Brasil nos últimos anos. O país precisa urgente de duas mudanças, uma na legislação trabalhista, tem que ser toda refeita, chega desse paternalismo, chega de contratações no serviço público, tem que terceirizar, baixar impostos, desburocratizar para que as empresas possam contratar. Um funcionário custa o dobro de seu salário em impostos e ainda temos a tal “justiça do trabalho” que ajuda a complicar ainda mais as relações. O que deveria ser uma exceção, a demanda trabalhista se tornou regra, o sujeito sai da empresa, corre na justiça do trabalho e sempre dá um jeito de “tomar” nem que seja R$ 500.

Para as grandes empresas

Isso não faz diferença, elas tem batalhões de advogados e entendem que acordos trabalhistas são mais vantajosos. Mas as médias e pequenas são vítimas dessa indústria e dificulta a contratação. Outra mudança que o Brasil precisa é a terceirização das estatais, sem dó, sem mimimi de sindicato ou de associação. Quem está não perde nada, no mínimo ganha uma aposentadoria integral. As estatais são, em sua maioria ineficazes e contraproducentes. Pior, pagam salários altíssimos a servidores que “cumprem tabela” em sua maioria. Se a classe política não enfrentar essas duas questões urgentemente, o Brasil vai continuar emperrado. E nem adianta ficar inventando pacote fiscal, isso a gente faz desde a época do Sarney. E continuamos na mesma.

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Clínica Mais Saúde informa – Redução de sal nos alimentos não alterou a hipertensão no Brasil

Apesar do acordo entre o Ministério da Saúde e a Associação das Indústrias da Alimentação (Abia) ter retirado mais de 14.000 toneladas de sódio dos alimentos processados desde 2011, não houve alteração no número de pessoas com hipertensão no Brasil. Dados da pesquisa Vigitel (Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico), de 2015, apresentados nesta quarta-feira, mostram que, como em 2014, quase 25% da população brasileira é hipertensa. As mulheres são maioria nesse cenário e respondem por 27,3% dos casos, enquanto os homens respondem a 22% dos casos. Os hipertensos crescem com o avanço da idade e também com a diminuição da escolaridade. Nas capitais, Palmas apresenta o menor número de hipertensos no país, com 15,7%, e Rio de Janeiro a maior, com 30,6% das pessoas com hipertensão.

Regionais : Expojipa realiza desafio do Bem "O Hospital Santa Marcelina realiza 200 mil atendimentos por ano"
Enviado por alexandre em 29/06/2016 23:50:37

Expojipa realiza desafio do Bem "O Hospital Santa Marcelina realiza 200 mil atendimentos por ano"

Pelo segundo ano consecutivo a Associação Rural de Rondônia (ARR),
promotora da 37ª Exposição Agropecuária, Industrial e Comercial de
Ji-Paraná (Expojipa), realiza o Desafio do Bem em prol do Hospital
Santa Marcelina, de Porto Velho no dia 16 de julho. Ação, que busca
angariar recursos para manutenção das atividades no hospital, com
média de 200 mil atendimentos por ano, sendo 50% do interior do
Estado.

O Hospital Santa Marcelina, é uma entidade beneficente administrada
pelas irmãs da Congregação de Santa Marcelina, desde 1975. Possui hoje
100 leitos de internação, além de alojamentos, um centro cirúrgico com
seis salas, centro oftalmológico e centro especializado em recuperação
física.

“Nossa maior missão é proporcionar soluções de saúde, a quem realmente
precisa. Temos sim, nossas limitações, mais elas, não são maiores que
nossa força de vontade. Enquanto fé e esperança tivermos, é a maior
certeza, que os desafios serão superados”, disse irmã Eunice do
Hospital Santa Marcelina.

O desafio do Bem, se caracteriza pelo momento em que o narrador lança
a todos os presentes na arena do Parque de Exposições o desafio de
realizar uma doação, independentemente do valor. Nesse momento a
equipe do Hospital vai repassando o chapéu e recolhendo as doações,
que já tem destino certo.

“É impossível não se sensibilizar com o trabalhado das irmãs da
Congregação de Santa Marcelina. São mais de 40 anos de serviço
prestado em Rondônia. Hoje a grandeza de nossa festa, não está
simplesmente nos shows e rodeios, e sim no apoio as entidades
assistências. Foi assim com a APAE, com o Grupo de Apoio aos
Portadores de Câncer (GAPC) e Santa Casa de Misericórdia. E agora com
o Hospital Santa Marcelina”, ressaltou Sérgio Ferreira, secretário
Executivo da ARR.

Atualmente o Santa Marcelina oferece atendimento em 22 especialidades,
é referência Estadual em tratamento a hanseníase, diabetes,
fornecimentos de meios especiais de locomoção como cadeiras de rodas,
simples, de banho, para tetraplégicos, motorizadas, muletas, bengalas
e andadores. Possui ainda uma oficina ortopédica que atende pelo SUS.
É referência em saúde auditiva e visual, sendo que 92% dos 700
atendimentos diários são realizados pelo Sistema Único de Saúde.

ASCOM

Regionais : Expedito Netto participa de evento esportivo no Distrito de Santa Rosa
Enviado por alexandre em 29/06/2016 23:48:08


Expedito Netto participa de evento esportivo no Distrito de Santa Rosa
O deputado federal Expedito Netto (PSD), esteve no último domingo (26), no Distrito de Santa Rosa, distante cerca de 50 km do município sede Vale do Paraíso. Na oportunidade o parlamentar esteve reunido com os moradores da localidade e na ocasião falou aos presentes sobre sua atuação na Câmara federal e ouviu os reclamos da comunidade principalmente na área de saúde que passa por uma grave crise.

Após ouvir a comunidade o deputado Expedito Netto, disse que irá buscar os meios necessários para atender os reclamos que são mais do que justo assim se expressou o parlamentar. No evento esportivo o deputado prestigiou as partidas de futebol ao lado do deputado estadual Laerte Gomes (PSDB), o ex-prefeito de Vale do Paraíso, Charles Gomes Pinheiro, os vereadores Nicão Camatta e Paulo César e outras lideranças políticas e comunitárias da região.

Expedito Netto disse que incentivar o esporte é contribuir para a melhoria da qualidade de vida, além de ser um fator fundamental para a redução da violência significando uma ganho para o cidadão no seu dia a dia perante a sociedade. Netto afirmou que exerce o seu mandato indo conversar diretamente com a pessoa e dessa forma puder obter conhecimento sobre os anseios de cada comum idade. “Fui eleito para representar dignamente o povo de Rondônia e venho sendo fiel ao nosso povo”, pontuou o deputado.

Ascom

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